‘Blade Runner 2049’ no vence en la taquilla y se nos acopian las cosas que observar

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Blade runner logo red

Volvemos una semana más a Facebook Live para nuestro espacio sobre cine, series y temas de cultura popular CNET POP. No dejes de observar nuestro video, en el que analizamos las dificultades de taquilla de Blade Runner 2049. Y es que a pesar de que el equipo de CNET POP fuera a observarla al cine este fin de semana, parece que no tanta gente como se esperaba ha pagado por observar este film.

Su influjo puede palparse en el cine, la TV y la publicidad, en films recientes como Ghost in the Shell y en series como Westworld , que exploran universos distópicos y el vínculo entre personas y androides.El filme original, dirigido por Ridley Scott y protagonizado por Harrison Ford, se ha convertido en un film de culto, en un clásico de la ciencia ficción en el cine.No se debe a la barrera de la lengua, si eres de los que cree que hay dificultades de comunicación entre los Guardianes de la Galaxia – como la vez cuando Peter y Rocket discutían sobre cinta adhesiva mientras Groot corría con un explosivo -.

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Blade Runner 2049 tem cenário inspirado em projeto de Barozzi Veiga

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Alberto da Veiga Simões

Blade Runner 2049, a recém-lançada sequência do clássico de ficção científica de 1982, provocou enorme interesse em relação ao mundo futurista e distópico que retrata. No entanto, parece que alguns arquitetos podem ter um interesse ainda maior no filme, pois algumas imagens publicadas no Twitter mostram uma insólita similaridade entre um dos cenários do filme e um projeto de 2010 do escritório espanhol Estudio Barozzi Veiga.

A imagem em questão, tweetada por um dos diretores de arte do filme, Peter Popken, mostra o espaço do escritório de Wallace, um dos protagonistas do filme. Conforme assinalado por outra usuária do Twitter, Laura Broad, a imagem tem mais do que uma ligeira similaridade com uma imagem produzida pelo Estudio Barozzi Veiga para o seu projeto do Museu Neanderthal em Piloña, na Espanha, de 2010. O ArchDaily desejou saber mais sobre as inacreditáveis similaridades, então , contatamos Alberto Veiga, que confirmou que uma companhia de direitos autorais que trabalhou na produção de Blade Runner 2049 contatou seu escritório há aproximadamente um ano e meio para pedir licença para utilizar a imagem do museu de Neanderthal no filme, para comentar o tema. Eles até mostraram aos arquitetos a versão transformada que seria utilizada no filme, mas eles não declararam a Barozzi Veiga para quê ou em qual parte do filme o projeto seria utilizado. Ao longo do tempo, os arquitetos se esqueceram e assumiram que seu projeto não seria incluído no filme. Após assistirem ao trailer, viram que suas ideias para o museu haviam sido aproveitadas pela produção.

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‘Blade Runner 2049′ desaponta nas bilheterias na estreia

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Blade Runner (14738088849)

“Blade Runner, que 2049″, que tem Ryan Gosling e Harrison Ford como astros, teve estimativa de preço de US$ 150 milhões, 2049″ está a percurso de uma arrecadação frustrante em seu fim de semana de estreia na América do Norte. Em uma das maiores decepções dos últimos anos, segundo as estimativas deste domingo , o filme arrecadou US$ 31,5 milhões e ficou abaixo das expectativas, que estavam na casa de US$ 45 milhões a US$ 50 milhões, baseadas na boa análise dos críticos, forte pré-venda de ingressos e o êxito do original “Blade Runner”, de 1982.

2049 DIREÇÃO Denis Villeneuve ELENCO Harrison Ford, Ryan Gosling Reino Unido, Canadá, 2017, 14 anos QUANDO estreia nesta quinta * “Blade Runner. Ryan Gosling é jared Leto Produção Eua. O tempo não as envelhece e as releituras agregam complexidades antes invisíveis. Por isso, quem cultua o filme teve motivos para temer a ideia de um prosseguimento. Mas “Blade Runner 2049″ ultrapassa toda as expectativas, graças à inteligência com que Denis Villeneuve apropria-se do projeto, com uma oaudáciaque desmente quem até agora o considerava sexclusivamenteum esteta. Não se trata de repaginar um filme nem de fazer de conta que o tempo não passou. Os 35 anos que nos distanciam do original e os 32 que nos separam do novo futuro nos colocam num lugar inquietante, num presente que sabe ser impossível recuperar o passado e que prevê um porvir cada dia mais negativo. Villeneuve aproveita essa distância para instituir um filme que dialoga com o original sem se subordinar a ele e transpõe sua pretensão filosófica para hoje. Desapareceu num apagão, enquanto lá o trágico era a inimaginável humanização dos replicantes, agora o humano não existe mais, e o que sobrou não faz sentido. O que um dia foi já era, só sobraram fragmentos, as memórias nem são mais resíduos com os quais construir histórias. K vagueia atônito por esse mundo sem referências, impalpável, no qual não há mais origens, identidades e tudo tem a densidade dos espectros. K salta entre as situações sem encontrar em que se apoiar, segue enigmas que levam a abismos dentro de abismos, aprofundando uma vertigem existencialista que já sombreava o primeiro filme. O filme adota uma estrutura narrativa indeterminada, rica em lacunas e vácuos, uma anomalia para as normas hollywoodianos. A dimensão visual, ponto alto do filme de 1982, aqui está a serviço do todo em vez de ser a única atração, como tem sido tão habitual nos blockbusters modernos. O deslumbramento, contudo, não é onipresente, o que torna ainda mais intensos os momentos de efeito sensorial. * Assista ao trailer de ‘Blade Runner 2049′ Assista ao trailer de ‘Blade Runner 2049′

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¿Cuánto sabes de ‘Blade Runner’? Demuéstralo con esta trivia

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Blade runner logo red

Suele ser una rareza que haya 35 años de divorcio entre un film y su secuela. Es el caso curioso de Blade Runner y de su continuación, Blade Runner 2049 – de la que ya puedes leer la crítica del filme por CNET en Español -, que hoy viernes, 6 de octubre, se ha estrenado en Estados Unidos. El filme original, dirigido por Ridley Scott, que su influjo puede palparse en el cine, la TV y la publicidad, en films recientes como Ghost in the Shell y en series como Westworld , que exploran universos distópicos y el vínculo entre personas y androides, y protagonizado por Harrison Ford, se ha convertido en un film de culto, en un clásico de la ciencia ficción en el cine.

También en todo lo referente a su reminiscencia persistente de la original. Desde con su música: Benjamin Wallfisch y Hans Zimmer compusieron un grupo sonoro digno de Vangelis; a la foto de Roger Deakins que retrata los neones de los rascacielos infinitos de un Los Ángeles siempre oscuro y frío; o un diseño de producción que vuelve a tener un aire retro y va a hacer que quieras saber todas las localizaciones de este film lo mismo que ocurrió con la anterior.La otra dificultad de Blade Runner 2049 es su incapacidad por ser completamente independiente de la película original y acarrear personajes innecesarios. La primera observación de nuestro editor jefe Gabriel Sama, sólo salir de observar el film, ha sido que le ha sobrado observar a Ford en 2049. Antes de que él surja, este film funciona perfectamente bien y, seguramente, podría haber funcionado mejor sin su presencia.Pero lo que sí podemos contarte es que nos han gustado especialmente la dirección de arte, el diseño de producción la foto El diseño de producción es el vestuario…. Y en realidad todo lo que tiene que ver con la imagen de la película, que vuelve a estar cuidada hasta el más mínimo detalle y es muy fiel a la original. También en su grupo auditiva, que pese a que ya no es de Vangelis, parece que sí que pudiera serlo.Cuando un usuario de Twitter llamado Sammy Ammons ha citado una escena en la primera Guardians of the Galaxy en la que Peter Quill tiene un artefacto traductor implantado en su cuello, todo empezó.

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