Ibovespa fecha em queda por receios sobre suporte à reforma da Previdência

Por: SentiLecto

– O principal índice da bolsa paulista fechou em baixa nesta quinta-feira, pressionado pela volta dos receios de que o governo não tenha votos suficientes para colocar a proposta da reforma da Previdência em eleição na próxima semana na Câmara dos Deputados. O Ibovespa .BVSP> fechou em baixa de 1,07 por cento, a 72.487 pontos, mas longe da mínima, quando caiu 2,61 por cento. O giro financeiro adicionou 9,05 bilhões de reais. Depois que o PMDB fechou questão em defesa da reforma, a piora do humor nesta sessão veio após o Ibovespa concluir em alta de 1 por cento na véspera, com a renovação dos ânimos sobre a reforma da Previdência. Os ânimos voltaram a esfriar nesta sessão, no entanto, diante das dúvidas em relação à quantidade de votos em asuporteà reforma. Uma liderança governista declarou à Reuters que as cpossibilidadesde veleiçãoda reforma da Previdência na próxima semana estão menores, devido a resistências de partidos aliados como o PRB, o PR e o PSD. Na véspera, o governo do presidente Michel Temer protelou para esta quinta-feira uma resolução sobre se a nova versão da reforma da Previdência seria colocada em eleição no plenário da Câmara na próxima semana. A medida precisa de pelo menos 308 votos para passar na Câmara. “O mercado está bem atento a cada palavra. Se alguém falar que tem os votos necessários, ou que a eleição foi marcada, o bom humor volta”, declarou o administrador de renda mutável da corretora H.Commcor Ari Santos. DESTAQUES – PETROBRAS PN PETR4.SA> caiu 1,68 por cento e PETROBRAS ON PETR3.SA> perdeu 0,88 por cento, cedendo ao mau humor no mercado, apesar do tom mais positivo para os custos do petróleo no mercado internacional. – VALE ON VALE3.SA> teve baixa de 1,17 por cento, em sessão de perdas para os contratos futuros do minério de ferro na China. – BANCO DO BRASIL ON BBAS3.SA> caiu 3,87 por cento, na pior performance para o setor bancário dentro do Ibovespa e entre as maiores quedas do índice. BRADESCO PN BBDC4.SA> recuou 0,72 por cento e ITAÚ UNIBANCO PN ITUB4.SA> perdeu 0,33 por cento. Já SANTANDER UNIT SANB11.SA> abandonou as perdas vistas mais cedo e fechou com ganhos de 0,51 por cento. – JBS JBSS3.SA> recuou 2,16 por cento em dia de apresentação da empresa a investidores e analistas. No encontro, executivos alegaram que o grupo ainda avalia como prioridade listagem em Nova York de sua subsidiária norte-americana e que a unidade Seara está aproveitando os sinais de recuperação na economia de Brasil para aumentar o custo médio de seus produtos. Também no radar estava a informação que o BNDESPar pode vender ações da JBS. – EMBRAER ON EMBR3.SA> subiu 1,51 por cento, liderando a ponta positiva do índice, com os ganhos amparados na alta do dólar frente ao real, que nesta sessão voltou a se aproximar de 3,30 reais diante dos receios em torno do progressão da reforma da Previdência. – MAGAZINE LUIZA ON MGLU3.SA>, que não faz parte do Ibovespa, disparou 10,55 por cento, diante da visão mais otimista sobre a companhia após encontro com analistas e investidores acontecido mais cedo.

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Lucro do BNDES despenca 70%, para R$ 1,8 bilhão

Por: SentiLecto

O BNDES, que teve lucro líquido de R$ 3,2 bilhões ou 24% menos que no fase entre janeiro e setembro do ano passado, registrou lucro líquido de R$ 1,8 bilhão no terceiro trimestre de 2017, queda de 70% ante igual fase do ano anterior. O recuo deve-se a uma receita extraordinária de R$ 4,5 bilhões relacionada a créditos tributários gerados sobre provisionamento ao fim de setembro de 2016, que não se repetiu neste ano. Faz 1 ano, a concentração foi igualmente. Os conseqüência positivos vieram, principalmente, dos ganhos com participações societárias que o banco de fomento tem via BNDESPar, braço da instituição que atua no mercado de capitais

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TCU responsabiliza Mantega, Coutinho e Joesley por perdas ao BNDES

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Luciano Coutinho em 2013

O TCU responsabilizou nesta quarta-feira o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, o empresário Joesley Batista e mais 14 gestores do BNDES , entre eles o ex-presidente da instituição Luciano Coutinho, por perdas em operação do banco com a JBS para a compra de participações nas companhias de America Nacional Beef Packing e Smithfield Foods.

Os ministros da corte sediaram finalizações de auditoria que assinalou prejuízo ao erário de ao menos R$ 303,9 milhões no negócio, feito em 2008. Os valores estão atualizados a julho. Orelatório sobre o caso antecipado pela Folha nesta quarta-feira .

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Governo investigará contratos com BNDES

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – ProtestoCGU

– O governo investigará os contratos das companhias do grupo J&F com o BNDES, o que tem que abrir um novo capítulo de embate entre o presidente Michel Temer e os controladores do grupo, que o denunciaram e o acusaram de receber propina. O Ministério da Transparência e a Controladoria-Geral da União preparam a inclusão desses contratos numa matriz de riscos, que orienta as fiscalizações. A iniciativa tem que partir da área técnica, mais especificamente da coordenação que cuida da análise de bancos públicos, subordinada à Diretoria de Auditoria de Estatais. Wagner Rosário, declararam fontes do governo, se essa inclusão não partir dos técnicos, deve ser determinada pelo próprio ministro interino da CGU. O entendimento no ministério, segundo essas fontes, é que as suspeitas sobre as operações do grupo J&F reúnem os elementos necessários para que incluam-se os contratos em a matriz de risco e em o programa de auditorias: criticidade, materialidade e pertinência. Feita a inclusão ainda neste ano, as auditorias acontecerão ao longo de 2018. Procurado, o BNDES declarou apoiar qualquer auditoria feita por órgãos de controle. Ainda que está apurando as operações societárias feitas com a JBS, o banco de fomento informou. companhia NEGA HAVER FRAUDES A JBS, por sua vez, alegou que todos os aportes do BNDES “seguiram estritamente a legislação”. Já a J&F declarou considerar grave a disposição da CGU em investigar os contratos. “Tal disposição pode comprometer, inclusive pessoalmente, executivos da BNDESPar. Eles podem ser responsabilizados, individualmente, por vários crimes, tais como improbidade, prevaricação, insulto e difamação, se estiverem comportar-se sob pressão do Planalto. Eles também podem ser alvos de ações de responsabilidade por abuso e desvio de propósito. Alegou o grupo em nota, se houver qualquer indício de que pessoas físicas estão comportar-se sob pressão, elas serão severamente responsabilizadas”. A J&F assegurou já ter explicado, na delação, como se relacionou com o BNDES e negou a ocorrência de fraudes. “Num país onde a corrupção provou ser sistêmica, a propina era paga não para obter contratos ilícitos, mas para ter acesso ao que de direito.”

– O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social deseja recuperar a importância do BNDESPar em estabelecer fundos de renda fixa e mutável para abrir carteiras em segmentos novos para o banco, declarou nesta quarta-feira o presidente do banco de fomento, Paulo Rabello de Castro. “Precisamos abrir carteiras novas em segmentos novos, não faz sentido ficar sentar-se em Vale, Petrobras e JBS JBSS3.SA”, alegou Rabello de Castro durante acontecimento da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, em São Paulo. Especificamente sobre a JBS, ele alegou o investimento do BNDES já rendeu frutos e o banco “vai ganhar ainda mais, assim que a governança da companhia melhorar”. O presidente do BNDES reiterou que uma das prioridades do banco é financiar micro, pequenas e médias companhias, que já encarnam mais de 50 por cento do crédito disponibilizado pelo banco. Em relação a possíveis novos segmentos de atuação, Rabello de Castro mencionou a infraestrutura em segurança pública, área que ganhou notoriedade após violentos motins neste ano.

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BNDES deseja abrir carteiras em novos segmentos, declara presidente

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Paulo Rabello de Castro

– O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social deseja recuperar a importância do BNDESPar em estabelecer fundos de renda fixa e mutável para abrir carteiras em segmentos novos para o banco, declarou nesta quarta-feira o presidente do banco de fomento, Paulo Rabello de Castro., que mencionou a infraestrutura em segurança pública, área que ganhou notoriedade após violentos motins neste ano, “Precisamos abrir carteiras novas em segmentos novos, não faz sentido ficar sentar-se em Vale, Petrobras e JBS JBSS3.SA”, alegou Rabello de Castro durante acontecimento da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, em São Paulo. Especificamente sobre a JBS, ele alegou o investimento do BNDES já rendeu frutos e o banco “vai ganhar ainda mais, assim que a governança da companhia melhorar”. O presidente do BNDES reiterou que uma das prioridades do banco é financiar micro, pequenas e médias companhias, que já encarnam mais de 50 por cento do crédito disponibilizado pelo banco.

– A Eletrobras deve conservar uma participação minoritária em suas seis distribuidoras de eletricidade que atuam no Norte e Nordeste após privatizá-las, o que estácalculadoo paraocorrerr até o primeiro trimestre de 2018,declaroue nesta segunda-feira o presidente da estatal, Wilson Ferreira Jr.. Faz 2 meses, o governo federal anunciou em o final a intenção de desestatizar a Eletrobras, mas o plano calcula que a venda das distribuidoras seja deduzida antes da privatização da empresa como um todo. A venda de fatias minoritárias da Eletrobras em ativos de geração eólica e em linhas de transmissão também deverá ocorrer antes, ainda neste ano, declarou Ferreira, que falou com jornalistas após participar de acontecimento do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa em São Paulo. O executivo adiantou que, no caso das distribuidoras, a ideia é que a empresa converta em participação societária nas empresas sob novos proprietários ao menos parte de mais de 7 bilhões de reais em dívidas dessas concessionárias junto à própria Eletrobras. “A Eletrobras é a maior credora dessas companhias, é uma maneira de ela inclusive ter uma perspectiva desse recebimento… isso não está definido, mas é um valor menor, algo em torno de 30 por cento, até o limite de 30 por cento”, explicou Ferreira. Uma vez que todas elas têm dívidas junto, ele declarou que essa operação poderia ocorrer em todas distribuidoras à holding Eletrobras.A Eletrobras já recebeu do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social estudos sobre a modelagem proposta para a privatização dessas subsidiárias de distribuição, e segundo Ferreira uma delegação agora vai analisar esse material de desestatização instituída para apoiar as avaliações de o Conselho de Administração sobre o processo. No caso das vendas de participações em geração e transmissão, o executivo declarou que a Eletrobras já recebeu uma avaliação financeira dos ativos e uma proposta de modelagem para as vendas. Alegou: “Isso sem dúvida vai sair ainda este ano”. “Eu espero que ao longo dos próximos seis meses a gente possa ter o equacionamento da venda dessas Sociedades de Propósito Específico “. PRIVATIZAÇÃO Segundo Ferreira, a Eletrobras terá que divulgar até o final do ano mais detalhes sobre a modelagem de sua privatização e sobre se o governará como o processo . Ele declarou que deverá ser definido em breve, “nos próximos dias”, um agente gestor para o processo de desestatização da empresa. “Normalmente, o gestor é o BNDES… agora, há que olhar se existem particularidades nesse processo… o BNDES também é acionista da Eletrobras, você deve avaliar isso, se tem ou não conflito “, declarou. “É um processo importante. A gente deve ser cauteloso.”. Segundo Ferreira, o gestor da privatização da Eletrobras também poderia ser outro órgão que faça parte direta ou indiretamente da gestão pública.

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