Entre shows, Roger Daltrey arremessa no Brasil seu champanhe ‘do bem’

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Roger Daltrey (2008)b

Depois de um show consagrador no estádio Allianz Parque, em São Paulo, na quinta , o grupo de Inglaterra The Who faz neste sábado seu segundo show no Brasil. A banda é a penúltima atração da noite e tem que entrar no palco às 22h30.

* Mais de meio século depois de sua formação, exatos 53 anos, a banda de Inglaterra The Who fez seu show de estreia no Brasil na noite de quinta , no primeiro dos quatro dias do São Paulo Trip. E a longa espera foi totalmente recompensada. Nenhuma outra das dez bandas programadas no festival provocava tanta expectativa, apesar de nomes bastante populares, como Guns N’ Roses, Aerosmith e Bon Jovi. O Who tem papel definitivo na história do rock, mesmo tendo arremessado somente um disco de inéditas nos últimos 37 anos. Ao lado dos Beatles e dos Rolling Stones, foi protagonista da invasão de grupos ingleses nos Estados Unidos, nos anos 1960, e instituiu um subgênero na música para jovens, a ópera-rock. Transmitiram de imediato ao público um som furioso, quando pisaram no palco do estádio Allianz Parque, o cantor Roger Daltrey e o guitarrista e compositor Pete Townshend. Abriram a apresentação com “I Can’t Explain”, emendando “The Seeker”, “Who Are You”, que as novas gerações conhecem como o assunto da série “CSI”, e “I Can See for Miles”. Aos 73 anos, Daltrey assombra com o vozeirão ainda em maneira. Conserva o mesmo gestual que exibiu no Festival de Woodstock, em 1969, girando o microfone no ar, segurando-o pelo cabo, e fazendo suas poses de cara durão. Pete Townshend, embora um ano mais novo, parece sentir um pouco mais os efeitos da idade. Mas nada que o impeça de continuar a fazer suas poses de “herói da guitarra”, pulando feito louco e girando o braço num movimento bem amplo a cada acorde mais contundente. Vendo a energia deles no palco, o fã logo pode imaginar como tem que ter sido bom vê-los mais jovens em ação, ao lado dos outros fundadores, o baterista Keith Moon, morto em 1978, e o baixista John Entwistle, morto em 2002, ambos por overdose. Ficou claro que, na comparação das duas óperas-rock instituídas por Townshend, “Tommy” e “Quadrophenia” , o público conhece mais as músicas da primeira. Efeito, certamente, da popularidade da adaptação da história para o cinema, em 1975, na qual o próprio Daltrey fez o papel do garoto cego, surdo e mudo que se torna um campeão de fliperama. Townshend repetiu várias vezes que a banda fazia seu primeiro show no Brasil e parecia emocionado. Daltrey falou menos, mas sorriu o tempo todo. Se Keith Moon é considerado por muitos o melhor baterista da história do rock, o Who achou um ótimo substituto, de sangue real: Zak Starkey, filho do Beatle Ringo Starr. Seu desempenho foi inacreditável, tendo seu grande momento em “Amazing Journey”. À sequência final foi matadora: “Pinball Wizard”, “See Me, Feel Me”, “Baba O’ Riley” e “Won’t Get Fooled Again”. Após fechar o bis com “Substitute”, Townshend mandou o público embora. “Go Home! Go Home!”, berrou, exausto. E todos foram para casa, contentes. O Who pegou uma plateia bem esquentada por um grandeThe Cult que está no Brasil pela sétima vez The Cult é rock de Inglaterra. The Cult é rock de Inglaterra., mas jamais tinha tocado para uma plateia tão grande quanto as cerca de 40 mil pessoas no Allianz Parque. Músicas agilizadas, como “Wild Flower” e “She Sells Sanctuary”, dos anos 1980, e a recente “Dark Energy” mostraram que o guitarrista Billy Duffy e o vocalista Ian Astbury continuam aguçados como dupla criadora de hits pesados e pegajosos. A noite foi aberta pelo nada admirável Alter Bridge. Clichês do hard rock foram despejados pela banda. O vocalista Miles Kennedy parece ter habilidade de apresentar mais habilidade em seu trabalho paralelo, de vocalista nos discos solo do guitarrista Slash, do Guns N’ Roses. O São Paulo Trip tem mais três noites no Allianz Parque: sábado , com Bon Jovi e The Kills, domingo , com Aerosmith e Def Leppard, e na terça , concluindo com Guns N’ Roses, Alice Cooper e Tyler Bryant & The Shakedown.

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