Landa: “No volveré a ser segundo en ningún equipo”

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Brezo Sel del Haya

Mikel Landa, sexto, que aseguró que “cara a cara” Chris Froome es superior a él y que el inglés podrá contar con su trabajo para ganar el Tour, a la vez que va a buscar en lo personal un puesto en el podio, en la general, ha dejado claro en la jornada de descanso que no va a volver “a ser segundo” en ningún equipo , pero

Ni un segundo de respiro en un escape antológico, con Contador presionando los dientes para mantener apartado el pelotón, para evitar el acercamiento de Nairo Quintana, Barguil y Kwiatkowski, que han ejercido de puente en una jornada inolvidable.

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Alpe d’Huez ensalza a Contador

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – MaillotMundialCrono

La tradición reciente dicta que el Criterium Dauphiné adelanta el podio del Tour de Francia. Tiene que saber interpretar los datos que transmite esta ronda para captar el mensaje correcto. A veces lo evidente tapa lo genuino. Vencer en el Dauphiné no es sinónimo de éxito en la Grande Boucle, pero sí un indicio del sendero apropiado. Las conquistas antecedieron a Los tres Tour de Chris Froome de esta renombrada ronda. Lo mismo ocurrió con Bradley Wiggins. Hace 1 año, Romain Bardet ha repetido la segunda plaza en ambas citas, en 2016.

No existe una prueba más valiosa para calibrar el desempeño y cribar el rol de favoritos para el podio de los Campos Elíseos. Asumiendo estas suposiciones, el australiano Richie Porte es un candidato de calidad. El sábado, ha defendido su liderato en una contundente acometida en el emblemático Alpe d’Huez al que se ha ascendido sólo los últimos cuatro kilómetros. El emblemático Alpe d’Huez es puerto final de fase.

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Wiggins admite utilização de substâncias proibidas, mas enfatiza que não é batoteiro

Foto: Wikipedia – Bradley Wiggins CD 2011 (cropped)

Ciclista britânico, que viu dados médicos revelados por grupo de piratas informáticos, consumiu uma substância proibida, mas estava autorizado a fazê-loO ciclismo volta adiscutir-se com um problema de doping, desta vez com Bradley Wiggins,ganhadorr do Tour de França em 2012 e medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres, em contrarrelógio no mesmo ano, além de várias outrastriunfoss, admitiu, em entrevista à BBC, ter consumido triamcinolone, uma droga poderosa e banida por ser considerada doping.um grupo de o ciclista , assim como de outras figuras globais de o desporto , revelou os dados médicos de piratas informáticos russos, e abriram um nova discussão sobre o doping no desporto. Wiggins, porém, enfatizou que não é batoteiro e realçou que autorizou-se a utilização de o remédio e serviu para se colocar ao nível dos restantes ciclistas. “Padeço de asma há muitos anos e consultei, com o médico da minha equipa, um expert para ver como se podia curar essa situação. Este remédio foi a cura para uma situação médica, não foi uma forma de ganhar um benefício injusta. Foi para colocar-me num nível em que pudesse competir com todos os outros ciclistas do pelotão”, revelou.O ciclista de 36 anos realça que viveu vários problemas respiratórios, derivados da asma, em 2012 e que foi isso que o levou a procurar soluções médicas mais eficazes.A utilização de substâncias deste género, proibidas, pode ser autorizado em casos excecionais em que seja clinicamente necessário.

Prentice Steffen fala das isenções atribuídas a Bradley Wiggins, antes da disputa de três grandes VoltasUm antigo médico de Bradley Wiggins mostrou-se surpreso pelas isenções de utilização terapêutico atribuídas ao ciclista britânico antes de três grandes Voltas, considerando a coincidência insólita.”Somos obrigados a pensar que é uma enorme coincidência que uma grande dose intramuscular de corticoides seja necessária exatamente antes da maior corrida da época. Uando Wiggins foi quarto no Tour, a esta distância, declararia que não parece bem, que não parece correto desde uma perspetiva clínica e esportiva”, argumentou à “BBC” Prentice Steffen, que era o médico da Garmin Slipstream em 2009, q antes de se mudar para a Sky.O médico assumiu ter ficado surpreso quando teve acesso ao historial clínico do cinco vezes campeão olímpico, publicado pelo grupo de piratas informáticos russo conhecido como ‘Fancy Bears’, que menciona que o britânico recorreu a corticoides antes do começo do Tour2012, que venceu, assim como do Tou2011 e do Giro2013.Wiggins já se defendeu, em comunicado, explicando que se o autorizou a receber injeções intramusculares de triancinolona em o âmbito de um tratamento em a asma. 13 de setembro, a Agência Mundial Antidopagem informou que um grupo russo de piratas informáticos, conhecido como ‘Fancy Bears’ ou ‘Tsar Team’, acedeu ilegalmente à base de dados do sistema de agestãoe gadministraçãoantidopagem da agência, cinstituídopara seguir os controlos feitos aos adesportistasVitaly Mutko a negar qualquer envolvimento do seu governo, terá sido feito através de uma conta do Comité Olímpico Internacional , instituída a finalidade dos Jogos Rio2016. Vitaly Mutko é o ataque informático, que levou o ministro russo dos Desportos. Rio2016.De acordo com a AMA, o grupo acedeu a informação de esportista, incluindo a dados médicos confidenciais, tais como isenções por utilização terapêutico de remédios nos Jogos do Rio2016, autorizadas por federações internacionais e organizações nacionais antidopagem.O nome de Wiggins, o primeiro britânico a vencer a Volta a França, era um dos integrantes da segunda lista de esportista, na qual também se encontrava o seu compatriota Chris Froome, tricampeão do Tour .

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Froome y Wiggins, entre los imputado de dopaje por los ‘hackers’ rusos que han atacado a la AMA

Foto: Wikipedia – Bradley Wiggins, 2012 Tour de France finish

El grupo de hackers rusos ‘Fancy Bears’ ha logrado que la sombra de la sospecha por dopaje recaiga también sobre los ciclistas Chris Froome y Bradley Wiggins, los últimos nombres salpicados por el ataque informático a los archivos secretos de la Agencia Mundial Antidopaje .

Después de la expulsión del atletismo ruso de los Juegos de Río, el grupo de hackers de la nación autobautizado como ‘Fancy bears’ se ha centrado en lograr cierta venganza. Supuestamente relacionado con la Agencia de Inteligencia GRU y supuestamente responsable del controversial ‘hackeo’ de emails personales de Hillary Clinton, se ha apuntado dos misiones en el deporte. La primera era modesta: impedir que Yulia Stepanova pudiera competir en Brasil. Yulia Stepanova es la deportista que ha destapado el dopaje de Estado ruso. Y lo logró .

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