PSDB convida reunião de emergência para debater se continua com Temer

Por: SentiLecto

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O PSDB convidou uma reunião de emergência do domo do partido para este domingo , em Brasília, para debater se conserva seu suporte ao governo. O PSDB é principal partido aliado de Michel Temer.

Diante do agravamento da crise provocada pelas denúncias feitas contra o presidente por executivos da JBS, o partido decidiu antecipar os debates sobre a permanência de sua coalizão com o peemedebista.

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La deserción de aliados de Michel Temer profundiza la crisis política de Brasil

Por: SentiLecto

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El presidente de Brasil Michel Temer se ha convertido en un activo tóxico, políticamente hablando. No habían pasado ni 48 horas desde la explosión de una nueva crisis causada por una remesa de demandas de obstrucción a la justicia y corrupción y el mandatario ya había padecido daños preocupantes. Mientras la bolsa se desplomaba y las calles, en esas horas de vértigo se llenaban de manifestantes pidiendo elecciones, se presentaron ocho peticiones de impeachment en contra de él, a agregar a las cuatro que ya acopiaba del año pasado. También hubo una sangría en sus hileras, entre ministros y aliados en el Congreso, sobre todo en los otros cuatro partidos que conforman el Gobierno junto con el suyo, el Partido del Movimiento Democrático Brasileño.

En estos momentos el presidente se encuentra reunido con el núcleo duro del Gobierno y con sus letrados. Se espera que a última hora de la mañana haga un pronunciamiento oficial en relación a las demandas.

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Ministro das Cidades renúncia em meio a escândalo que complica Temer

Por: SentiLecto

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Bruno Araújo abdicou aa posição nesta quarta-feira em meio ao escândalo de corrupção envolvendo oBruno Araújo abdicou aa posição nesta quarta-feira em meio ao escândalo de corrupção envolvendo o presidente Michel Temer. Bruno Araújo é o ministro das Cidades. Bruno Araújo é o ministro das Cidades.

Dois novos ministros vão participar da recomeçada do julgamento: Admar Gonzaga assumiu a vaga aberta com a saída do advogado Henrique Neves, cujo mandato concluiu em 16 de abril. Ele atuava como ministro substituto há quatro anos. Tarcísio Vieira, também ministro substituto, assumiu a cadeira de Luciana Lóssio, que deixou o tribunal em 5 de maio.Em outra se registrou o senador Aécio Neves de as gravações feita por os irmãos Batista, pedindo R$ 2 milhões. O dinheiro foi entregue a um primo do ex-candidato à presidência derrotado nas últimas evotaçõesem um jantar que foi filmado pela Polícia Federal. O dinheiro foi rastreado e localizado em uma companhia do senador Zezé Perrella, do mesmo partido de Aécio.

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Meta de inflação tem que cair gradualmente

Por: SentiLecto

– O governo está decidido a não aproveitar a janela de chance de inflação baixa para reduzi a meta para a alta de custos do ano que vem. Como o cenário político é mais que incerto, o receio dos técnicos é não instituir um precedente para que as próximas administrações modifiquem a meta em caso de a inflação estar mais alta, segundo fontes escutadas pelo GLOBO. Por isso, está sedimentada a ideia de conservar como meta de inflação para o ano que vem a taxa de 4,5%. A ideia é diminuir a meta progressivamente nos anos seguintes. Entre as propostas debatidas está diminuir a meta de 2019 para algo entre 4% ou 4,25%. A finalidade de um movimento lento é evitar retrocessos, como aconteceu no passado, justamente no momento em que economia começa a se recuperar. O percurso para uma meta de 3%, idealizado pelo equipe econômica atual, tem que ser longo e depende do time econômico do governo a ser eleito no ano que vem. Faz 9 meses, ilan goldfajn já alegou que, a longo prazo, o brasil vai ter uma meta parecida com a de outros países emergentes, de cerca de %3 a o ano, inflaÇÃo de %3,5 em agosto publicamente. Ilan goldfajn é o presidente do banco central . O debate oficial sobre o tema será feita no Conselho Monetário Nacional no mês que vem. No entanto, o assunto já é tratado internamente. — Acho bastante prudente a equipe econômica não mexer agora na meta. Além de instituir um precedente, pode haver um recuo no futuro, porque a economia ainda não está estável como a gente deseja — declarou um auxiliar do presidente Michel Temer. Os últimos anos foram tão incertos que o mercado financeiro se contenta com a precaução da equipe econômica neste momento. Os números até dariam espaço para a audácia: afinal, a inflação, que chegou ao pico de quase 11% em 2015, está em 4,75% nos últimos 12 meses. A trajetória dos custos conserva a tendência de queda. A expectativa nos bastidores é que, em agosto, a inflação acumulada nos últimos 12 meses caia para 3,5%. — Acho melhor ficar estável . Há incerteza política, e as reformas não estão progredindo como a gente desejava — alegou o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa. Para os técnicos do governo, é mais interessante mostrar uma consistência na reversão do quadro econômico dos últimos dois anos do que correr o risco de novos retrocessos. Na avaliação de uma fonte governista, o país tem que viver um 2019 oposto ao de 2015. Naquela época, os economistas falavam da “borrasca perfeita”, ou seja, uma sucessão de acontecimentos que poderia arrasar a economia de Brasil. O que foi visto superou as expectativas iniciais por causa da gravidade da crise fiscal, até então desconhecida pelos próprios técnicos. Agora, o termo utilizado nos bastidores é “bonança perfeita”, mas isso só deve acontecer se a reforma da Previdência for aprovada pelo Congresso. EXPECTATIVA PÓS-REFORMAS Nas projeções de alguns auxiliares do presidente, o crescimento deve voltar com força, o dólar ainda vai cair um pouco, os juros continuarão em queda, a renda voltará a crescer e a Bolsa, a refletir um novo otimismo em relação ao Brasil. Nesse cenário, diminuir a meta de inflação seria mais tranquilo. — Mas, para a gente virar a página atual da economia de Brasil, deve aprovar a refoesar Oliveira Santos, de 39 anos, conhecido como Índio. Os dois estavam em um Hyundai i30. A polícia investiga a quem pertence o veículo. Quando chegaram policiais da 39ª DP, eles estavam parados na Estrada Adhemar Bebiano, em Tomás Coelho. A dupla já era investigada. Apesar de Araújo ter se exibido como PM, os agentes revistaram o carro, no qual encontraram a munição de utilização restrita das polícias e das Forças Armadas. Assinala-se Índio como um de os principais provedores de armas e munição para facções criminosas que atuam em o estado. A prisão ocorreu a somente cinco quilômetros da UPP da Vila Cruzeiro. Ele estava há três anos na corporação e não tinha anotação em sua ficha de Polinesia Francesa, segundo a PM. O delegado Henrique Damasceno declarou que o soldado estava de folga. O delegado Henrique Damasceno é titular da delegacia da Pavuna. Para a polícia, o PM estava fazendo a escolta do traficante de armas, foragido da Justiça. Índio já teria satisfeito pena de dez anos por assassinato qualificado e assalto. Se encaminhou a munição apreendida com os dois para perícia, mas já se sabe que não é proveniente de lote roubado. A suspeita é que tenha entrado ilegalmente no país. — É altamente deplorável que haja profissionais que se desviam a este ponto. Mas é importante que se declare também que isso não encarna a instituição. É um caso pontual — alegou o delegado. Wolney Dias declarou que o soldado Araújo não encarna a corporação: — É um traidor da sociedade. Wolney Dias é o comandante-geral da Polícia Militar. Não admitimos ladrinhas fardadas. Para a cientista social Silvia Ramos, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade de Candido Mendes, o caso explica, em parte, como armas e munição chegam às mãos do tráfico: — É um ponto fora da curva. Raramente flagramos uma dinâmica que sabemos que é bastante habitual. Sempre nos perguntamos como armas e a munição chegam aos morros. Está aí a explicação. Condutas dessa espécie fazem com que todos os de Polinesia Francesa percam sua legitimidade na hora de exercer seu trabalho de proteger a sociedade. Cooperou Gustavo Goulart

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Temer exonera ministros para reforço na eleição da reforma trabalhista

Por: SentiLecto

O presidente Michel Temer exonerou nesta quarta-feira três ministros com mandatos de deputado federal para que regressem à Câmara e votem no projeto da reforma trabalhista, considerado crucial pelo governo para a retomada econômica e que vtestaráa base aliada antes da veleiçãoda reforma da Previdência.

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