México culpa Brasil por fracasso de leilão de petróleo em água profunda no país

Por: SentiLecto

– A petroleira estatal de Mexico Pemex colocou a culpa do cancelamento de um projeto de águas profundas provavelmente lucrativo no Golfo do México sobre o fraco apetite de investidores devido à concorrência dos recentes leilões no Brasil e baixos pcustosdo petróleo. Uma vez que o interesse de empresas não foi tão forte, o órgão regulador de petróleo do país cancelou na quinta-feira uma licitação para o projeto Nobilis-Maximino, uma joint venture com a Pemex, que mencionou um leilão de blocos de pré-sal no Brasil realizado no fim de outubro como o culpado por diminuir o interesse em seu projeto quanto o esperado inicialmente. Seis dos oito blocos no Brasil foram conquistados por grandes petroleiras, incluindo a Royal Dutch Shell e ExxonMobil. A Pemex em nota declarou: “Um fator que afetou o apetite por novos projetos foi o compromisso de investimento assumido recentemente por possíveis ofertantes”. Empresas que ganharam blocos no Brasil haviam olhado dados do Nobilis-Maximino, adicionou. Quase 30 empresas haviam iniciado o processo de pré-qualificação para o leilão de Mexico, segundo dados da Comissão Nacional de Hidrocarbono, incluindo a norte-americana Chevron e a inglesa BP. O fracasso do projeto é um retrocesso na abertura energética do México após décadas de monopólio da Pemex. Nobilis-Maximino fica em águas profundas no golfo do México perto da fronteira marítimas com os Estados Unidos no produtivo cinturão de Perdido Fold, e tem estimativas de conter reservas de cerca de 502 milhões de petróleo.

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Ibovespa fecha no azul após governo acertar data para reforma da Previdência

Por: SentiLecto

– O principal índice da bolsa paulista fechou no azul nesta sexta-feira, encontrando algum alívio após o governo acertar para o dia 18 a data provável para colocar em eleição a proposta de reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, mas ainda com precaução, à espera de novidades sobre o asuporteà medida. Segundo dados preliminares, o Ibovespa .BVSP> subiu 0,35 por cento, a 72.741 pontos, acumulando ganho de 0,66 por cento na semana. O giro financeiro era de 7,07 bilhões de reais.

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Ibovespa fecha em queda por receios sobre suporte à reforma da Previdência

Por: SentiLecto

– O principal índice da bolsa paulista fechou em baixa nesta quinta-feira, pressionado pela volta dos receios de que o governo não tenha votos suficientes para colocar a proposta da reforma da Previdência em eleição na próxima semana na Câmara dos Deputados. O Ibovespa .BVSP> fechou em baixa de 1,07 por cento, a 72.487 pontos, mas longe da mínima, quando caiu 2,61 por cento. O giro financeiro adicionou 9,05 bilhões de reais. Depois que o PMDB fechou questão em defesa da reforma, a piora do humor nesta sessão veio após o Ibovespa concluir em alta de 1 por cento na véspera, com a renovação dos ânimos sobre a reforma da Previdência. Os ânimos voltaram a esfriar nesta sessão, no entanto, diante das dúvidas em relação à quantidade de votos em asuporteà reforma. Uma liderança governista declarou à Reuters que as cpossibilidadesde veleiçãoda reforma da Previdência na próxima semana estão menores, devido a resistências de partidos aliados como o PRB, o PR e o PSD. Na véspera, o governo do presidente Michel Temer protelou para esta quinta-feira uma resolução sobre se a nova versão da reforma da Previdência seria colocada em eleição no plenário da Câmara na próxima semana. A medida precisa de pelo menos 308 votos para passar na Câmara. “O mercado está bem atento a cada palavra. Se alguém falar que tem os votos necessários, ou que a eleição foi marcada, o bom humor volta”, declarou o administrador de renda mutável da corretora H.Commcor Ari Santos. DESTAQUES – PETROBRAS PN PETR4.SA> caiu 1,68 por cento e PETROBRAS ON PETR3.SA> perdeu 0,88 por cento, cedendo ao mau humor no mercado, apesar do tom mais positivo para os custos do petróleo no mercado internacional. – VALE ON VALE3.SA> teve baixa de 1,17 por cento, em sessão de perdas para os contratos futuros do minério de ferro na China. – BANCO DO BRASIL ON BBAS3.SA> caiu 3,87 por cento, na pior performance para o setor bancário dentro do Ibovespa e entre as maiores quedas do índice. BRADESCO PN BBDC4.SA> recuou 0,72 por cento e ITAÚ UNIBANCO PN ITUB4.SA> perdeu 0,33 por cento. Já SANTANDER UNIT SANB11.SA> abandonou as perdas vistas mais cedo e fechou com ganhos de 0,51 por cento. – JBS JBSS3.SA> recuou 2,16 por cento em dia de apresentação da empresa a investidores e analistas. No encontro, executivos alegaram que o grupo ainda avalia como prioridade listagem em Nova York de sua subsidiária norte-americana e que a unidade Seara está aproveitando os sinais de recuperação na economia de Brasil para aumentar o custo médio de seus produtos. Também no radar estava a informação que o BNDESPar pode vender ações da JBS. – EMBRAER ON EMBR3.SA> subiu 1,51 por cento, liderando a ponta positiva do índice, com os ganhos amparados na alta do dólar frente ao real, que nesta sessão voltou a se aproximar de 3,30 reais diante dos receios em torno do progressão da reforma da Previdência. – MAGAZINE LUIZA ON MGLU3.SA>, que não faz parte do Ibovespa, disparou 10,55 por cento, diante da visão mais otimista sobre a companhia após encontro com analistas e investidores acontecido mais cedo.

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Ibovespa fecha em alta de quase 3% com bom humor no exterior e balanços

Por: SentiLecto

– O principal índice acionário de Brasil concluiu esta quinta-feira em alta forte alta, aproximando-se dos 73 mil pontos, em movimento de recuperação puxado por maior apetite por risco no exterior, além de ajustes aa performance das ADRs durante o feriado da Proclamação da República e balanços positivos. Com base em dados preliminares, o Ibovespa .BVSP> fechou em alta de 2,8 por cento, a 72.809 pontos. O giro financeiro do pregão era de 8,433 bilhões de reais

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Governo estuda mudar abono salarial para compensar frustração com reforma da Previdência, declaram fontes

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Fleche-defaut-droite

– O governo do presidente Michel Temer estuda mudanças para limitação ao abono salarial como maneira de compensar eventual perda fiscal com frustração na reforma da Previdência, alegaram duas fontes da equipe econômica à Reuters. Uma das propostas sobre a mesa, segundo uma das fontes, seria a manutenção do abono somente para quem ganha um salário mínimo, o que poderia gerar economia de cerca de 20 bilhões de reais em um ano. Para ter acesso aa vantagem hoje, o trabalhador precisa ter recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base. Criado por lei de 1990, o abono equivale a um valor de, no máximo, um salário mínimo ao ano para os beneficiários. As fontes evidenciaram, contudo, que medidas nesse sentido dariam alento de curto prazo, mas não reduziriam a necessidade de mudanças estruturais nas normas para concessão de aposentadorias. Faz 7 meses, em estudo divulgado, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico já havia realçado a necessidade de revisão de a vantagem, estimando que sua restrição a quem ganha um salário mínimo diminuiria em 80 por cento os recursos gastos com o abono, atualmente em a casa de 0,3 por cento de o Produto Interno Bruto. Os debates sobre de esforços complementares para equacionar o desequilíbrio nas contas públicas têm ganhado força diante do impasse na reforma da Previdência. O governo enfrenta obstáculos políticos para conseguir passar a matéria no Congresso Nacional, tanto pela aproximação do ano eleitoral de 2018 quanto pelo desgaste político após Temer ter negociado com a base para segurar acusações contra ele. Nesta manhã, Henrique Meirelles alegou que não há resolução concreta sobre a estratégia para eleição do texto e que o governo segue empenhado em conversas com lideranças parlamentares para aprovação das mudanças ainda neste ano. Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda. Praticamente no mesmo momento, o deputado Darcísio Perondi, que o tempo de contribuição ainda vai ser debatido, , um dos vice-líderes do governo na Câmara, declarou que a base governista vai exibi uma emenda substitutiva para a reforma, adicionando que há relativo consenso em relação à idade mínima , mas O governo tem investido no corpo a corpo com parlamentares para tentar aprovar mudanças na Previdência, mesmo que mais brandas do que o originalmente pensado, especialmente depois de Temer ter reconhecido na noite de segunda-feira a chance de derrota na eleição da proposta. A reação dos mercados foi imediata na véspera, com o dólar e juros futuros subindo e a bolsa recuando.

— Após reunião de líderes da Câmara com o presidente Michel Temer na noite desta segunda-feira, o deputado Beto Mansur declarou que os líderes da base vão fazer uma “reanálise” junto nas bancadas para ver a chance de se votar a reforma da Previdência. O deputado Beto Mansur é vice-líder do governo na Casa.O próprio presidente admitiu, nesta sexta apesar dos esforços do governo. Esta sexta é a chance de a reforma não ser votada. Segundo Mansur, há, até o fim do ano, cerca de 21 dias úteis em que podem ocorrer eleições na Câmara, nos quais, de acordo com as previsões otimistas do deputado, a Previdência ainda poderá ser votada pelos parlamentares. — A Previdência não foi de forma nenhuma deixada de lado — diminuiu Mansur, evitando falar em número de votos que Temer teria hoje para aprovar a matéria: — Não adianta fazer uma análise de quantos votos você tem hoje – declarou o deputado. O vice-líder do governo na Câmara disse que a “reanálise” que cada líder fará em sua bancada vai mostrar o “tamanho real” da base que dá sustentação ao presidente Michel Temer. — É importante saber o tamanho real da nossa base para assuntos importantes. Mansur contou que durante a reunião, da qual participaram os ministros Henrique Meirelles , Eliseu Padilha , Antonio Imbassahy e Moreira Franco , o presidente agradeceu a persistência da base para livrá-lo daacusaçãoa por obstrução de justiça e organização criminosa e mostrou números da recuperação econômica. Apesar da ausência de algumas lideranças da base, entre elas a do líder do PSDB e de alguns partidos do centrão, o deputado negou qualquer esfarelamento nos suportes de Temer e também negou qualquer conflito do presidente com os tucanos. — A base não está rachando, não. Os partidos estavam aí, os parlamentares que não estavam presentes também não foram na reunião do Maia na Câmara, mas a maioria estava aqui presente — diminuiu.- Henrique Meirelles declarou nesta terça, em São Paulo, que a Reforma da Previdência é prioridade para a recuperação da economia e que o governo não recuará neste projeto. Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda. Segundo o ministro, trata-se de um assunto polêmico em qualquer lugar do mundo, mas terá que ser levado adiante. Faz 1 dia, o presidente Michel Temer admitiu, pela primeira vez, que a Reforma da Previdência, em negociação desde o final de o ano passado, pode não ser aprovada, ontem. “ – É um projeto polêmico em qualquer lugar do mundo, por outro lado o presidente Michel Temer também foi enérgico em declarar que não é uma questão de escolha. A reforma terá de ser feita em qualquer tempo. É uma questão fiscal. Não recuará. A ideia é ir para debate e eleição. Acredito que seja possível ser aprovada este ano, há dias úteis para isso. É melhor que seja agora – declarou Meirelles após o congresso “Perspectivas Econômicas e Políticas no Brasil”, coordenado pela Turnaround Management Association do Brasil. Segundo o ministro, o ideal é que seja aprovado o projeto que já passou pela Comissão Especial do Congresso, mas o governo deverá fazer as contas para ver se vai ter as vantagens fiscais estimadas, se acontecerem mudanças. — É um objeto de debate. O projeto original calculava uma vantagem fiscal de 100%. Aprovou-se um percentual de %75 em a Comissão . Isso é admissível. A medida que se retire outros pontos essa vantagem vai sendo diminuído. Vamos ver se é viável para o equilíbrio da situação fiscal do país para os próximos anos – alegou Meirelles. Ainda que compreende os questionamentos dos funcionários públicos que ameaçam entrar em greve, caso se aumente a alíquota previdenciária de contribuição de 11% para 14%, ele declarou. a alíquota previdenciária de contribuição de 11% para 14%. A medida está calculada no Orçamento da União para 2018. — Têm direito de reclamar, mas devemo tornar a tributação igual para todos. Temos também de defender os interesses da União – alegou o ministro. Outra proposta na verba que o ministro defendeu foi a tributação de fundos exclusivos. Segundo ele, essa medida não é impopular, pois, equipara as condições tributárias aos outros fundos. — pessoas de muitos recursos utilizam exclusivamente essa espécie de fundo e tem uma tributação privilegiada. É preciso que seja similar aos outros. É lícito que esses fundos exclusivos reclamem? É. Mas, temos que olhar os interesses do país – evidenciou. Meirelles alegou, ainda, que a privatização da Eletrobras é essencial para a ampliação dos investimentos no setor elétrico e, com isso, ganhos de eficiência da companhia. — Comparo com a privatização da Telebras há 20 anos. O ganho de eficiência que o setor conseguiu. Me recordo que em São Paulo, um linha telefônica custava em torno de US$ 5 mil. Isso porque a empresa não tinha habilidade de atender à população. Hoje, todos têm acesso fácil à telefonia. Isso pode ocorrer no setor elétrico. Primeiro a entrada de recursos privados permitirá investimentos que o setor público não tem habilidade de fazer. Como consequência isso viabiliza o setor empresarial e a economia. Outra vantagem, segundo Meirelles, é a criação de um fundo para amortizar as tarifas de energia. – Vai constituir-se um fundo que impede a grande flutuação de as tarifas de energia. Isso vai dar também maior clareza na administração no futuro.- Depois de sinalizar a parlamentares e ministros que a reforma previdenciária pode ser rejeitada pelo Congresso, o presidente Michel Temer faz reunião sobre a reforma pelo terceiro dia seguido. Nesta quarta-feira, o peemedebista recebe Henrique Meirelles Arthur Maia Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda. , e o secretário de Previdência da Fazenda, Marcelo Caetano. A linha adotada é de que o governo tem que fazer a mudança “possível” na Previdência, com foco na idade mínima para se aposentar. Também participam da audiência o presidente da Câmara, Rodrigo Maia , e o deputado Carlos Marun . Na segunda-feira, Temer chamou deputados ao Palácio do Planalto e reconheceu pela primeira vez que a reforma da Previdência, carro-chefe das medidas econômicas do governo no Congresso, pode ser recusada. O presidente diminuiu uma possível derrota e tentou tirar a responsabilidade de sua administração, caso isso ocorra. No dia seguinte, escutou de senadores aliados propostas de pautas “populares” com vistas a melhorar o clima para a aprovação de uma reforma previdenciária mais enxuta, ou “possível”. Os senadores declararam ao presidente que as pautas de segurança pública que estão na Câmara merecem atenção no Senado, na medida em que o assunto seria a “prioridade nacional”. Nesse encontro, o consenso foi que dificilmente a Câmara vai conseguir, ainda neste ano, aprovar a emenda constitucional em plenário em dois turno. Portanto, o debate só chegaria ao Senado em fevereiro ou março, em um cenário otimista. Mais cedo, nesta terça-feira, o peemedebista convidou ministros da área social, também à pdemandade pautas positivas com iefeitopopular.

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