Violência no Rio provoca perda de R$ 657 mi no turismo

Por: SentiLecto

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo divulgou um novo levantamento alegando que a criminalidade no Rio de Janeiro foi culpada pela queda de mais de 650 milhões de reais nas receitas fluminenses entre janeiro e agosto de 2017. Segundo estimativas da CNC, o encerramento de vagas no setor do turismo na cidade aumentou 50% entre os meses de janeiro e agosto deste ano, quadro agravado pela violência urbana e o ritmo ainda fraco da atividade econômica no país.

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Desemprego recua para 12,6% em agosto

Por: SentiLecto

Faz 1 mês, quando atingiu 13,1 milhões de pessoas, a taxa de desemprego medida por a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios recuou para %12,6 em agosto, divulgou o IBGE em a manhã de esta sexta-feira.Faz 4 meses, em maio, fase que serve como base de comparação, a taxa ainda estava em a casa de %13, maior platô atingido desde o começo de a série histórica de essa pesquisa que é de 2012,, em os três meses concluídos. Há um ano, no entanto, o desemprego atingia uma parcela menor da força de trabalho do país: 11,8%.

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Faz 1 mês, Brasil instituiu 35 mil postos formais de trabalho

Por: SentiLecto

Faz 1 mês, o número de novas vagas de trabalho com carteira assinada adicionou 35.457, conforme dados de o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgado hoje por o Ministério do Trabalho e Emprego, em agosto. Faz 1 mês, segundo o Caged foi o quinto mês seguido com mais vagas de trabalho formal abertas do que fechadas em o país.

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Brasil abre quase 10 mil vagas formais em junho, pior que o esperado

Por: SentiLecto

– Faz 1 mês, o Brasil abriu 9.821 vagas formais de emprego, terceiro dado mensal positivo consecutivo, mas bem abaixo do esperado e puxado quase exclusivamente pela atividade agropecuária, em meio ao mercado de trabalho ainda mostrando fraqueza após dois anos de recessão. Em pesquisa Reuters junto a analistas, a expectativa era de abertura de 36 mil postos no mês passado. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta segunda-feira, dos oito setores analisados no mês, somente dois exibiram criação de vagas. O destaque ficou para a agropecuária, com abertura líquida de 36.827 postos, repetindo o bom movimento visto em maio. Segundo o ministério do Trabalho, o cultivo do café foi o carro-chefe do crescimento, com mais de 10 mil postos instituídos. Faz 1 mês, em a gestão pública, houve a abertura de 704 vagas. Já do lado negativo, as maiores perdas ficaram com construção civil , indústria da mudanças e serviços . “É bastante importante reconhecermos que o Brasil passou por uma recessão que foi uma das mais profundas da sua história”, alegou a jornalistas o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. O Caged mostrou ainda que, no primeiro semestre do ano, houve ganho líquido de 67.358 vagas, melhor para o fase desde 2014. Entre janeiro e junho de 2016, o país havia registrado perda líquida de 531.765 vagas, sem ajustes. Apesar de a taxa de desemprego estar recuando, ela ainda continuava em platô muito aumentados, acima de 13 por cento, com quase 14 milhões de pessoas sem uma atividade, segundo leitura mais recente feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .

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Ações de China entram, pela primeira vez, para índice acionário dos EUA

Por: SentiLecto

E NOVA YORK -Ações domésticas da China vão entrar para o índice de referência estadunidense MSCI, com isso, ficará mais fácil investir no país asiático. A medida também é um passo importante para a integração china ao sistema financeiro mundial. A resolução, anunciada pelo compilador de índices ontem dará ao mercado acionário chinês de US$ 6,9 trilhões um papel maior em tudo, de fundos negociados em Bolsa aos planos de aposentadoria típicos dos EUA, chamados de 401. Ela também encarna uma progressão nas pretensões do presidente Xi Jinping de tornar o yuan uma moeda mundial. ATÉ US$ 10 BI DE FLUXO Inicialmente, as ações de China abrangerão somente 0,7% do indicador mundial de mercados emergentes do MSCI. Essa participação, contudo, poderia ampliar ao longo do tempo se o país realizar mais reformas. A inclusão em índices do MSCI tem que gerar um fluxo de fundos de US$ 8 bilhões a US$ 10 bilhões para as ações de China classe A, de acordo com Lucy Qiu, uma analista do escritório de investimento de Gestão de Fortunas do UBS. A inclusão dos papéis da China será feita em duas etapas: a primeira está marcada para maio de 2018, e a segunda, para agosto daquele ano. “Investidores internacionais abraçaram as mudanças positivas na acessibilidade do mercado de ações de classe A da China nos últimos anos, e agora todas as condições estão prontas para o MSCI, que , que tem trabalhado desde 2015 diretamente com reguladores chineses para resolver as questões que impediam a inclusão, auxiliou a aliviar os relutantes gestores de ativos mundiais com uma proposta menos ambiciosa revelada em março, proceder com o primeiro passo da inclusão”, alegou em comunicado Remy Briand, diretor geral e presidente do Comitê de Política de Índice do MSCI. Essa resolução pontua um fase extraordinário durante o qual a China buscou entrar no mercado financeiro internacional, mas ainda conservando uma aparência de controle sobre seus mercados. A inclusão no índice do MSCI “dará um empurrão modesto para os ânimos e fluxos para a China”, alegou David Loevinger, ex-especialista em China do Tesouro Americano e que agora é analista no TCW Group de administração de fundos. “Mais importante, isso reforçará os reformadores chineses que desejam abrir os mercados chinos”. Ele diminuiu à metade as ações cde Chinaelegíveis e barrou as que ficaram suspensas por mais de 50 dias nos últimos 12 meses. Depois que as autoridades abriram o Shenzhen Connect, gestores estrangeiros de recursos agora podem adquiri e vender mais de 1.400 ações chinesas —um canal para o investimento estrangeiro no país — em dezembro, seis meses após o MSCI recusar a inclusão do país.

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