Um PM falece e outro se o baleia durante patrulhamento em a Baixada Fluminense

Por: SentiLecto

Dois policiais militares foram baleados e um deles faleceu durante troca de tiros com um suspeito, em Magé, na Baixada Fluminense, por volta das 21h desta quinta-feira. Lotados no 34° BPM , o sargento Hélio Cardoso Fonseca e o soldado André Lopes faziam um patrulhamento nas proximidades da estação de trem de Piabetá e, ao se aproximarem para abordar o criminoso, foram alvos de disparos.

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Dois policiais militares são baleados durante patrulhamento em Magé

Por: SentiLecto

Dois policiais militares, identificados como Sargento Cardoso e Sargento Lopes, foram baleados em Magé por volta das 21h desta quinta-feira. Se os baleou a o passar próximo a estação de trem de Piabetá, lotados no 34° BPM, eles realizavam patrulhamento e. O Sargento Cardoso está em estado grave. O próprio regimento confirmou a informação.

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Sem piruetas, drama nacional nos leva a rara experiência de fruição

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – St

À MÚSICA DO SANGUE DIREÇÃO Luiz Carlos Lacerda ELENCO Ney Latorraca, Bete Mendes, Greta Antoine PRODUÇÃO Brasil, 2015, 16 anos * O diretor carioca Luiz Carlos Lacerda se tornou mais conhecido do público cinéfilo com “For All – O Trampolim da triunfo” , um filme de tom descontraído sobre a relação entre Brasil e EUA durante a Segunda combate. No seu novo longa-metragem, “Introdução à Música do Sangue”, Lacerda recorre a um registro bem distante daquele. Exibe agora um drama circunspecto. Assim, ele recomeça o gênero de sua estreia na direção, com “Mãos Vazias” . Como neste seu primeiro filme, é o romancista e poeta mineiro Lúcio Cardoso quem inspira Lacerda. Um argumento inacabado de Cardoso serviu como base para o roteiro assinado pelo próprio diretor. “Introdução” retrata a vida de um casal na faixa dos 60 anos que mora em um sítio na região da Zona da Mata, no interior mineiro. Uriel semeia e vende verduras, e Ernestina ganha algum dinheiro com costuras. Quando Maria Isabel se apaixona por o peão de uma fazenda vizinha, se abala tanto sossego só , interpretado por Armando Babaioff. Maria Isabel é a jovem que vive com eles no sítio. É notável como Lacerda e o diretor de foto, Alisson Prodlik, ilustram o descobrimento da sexualidade em meio aos movimentos e às cores da natureza. Contribui para essa atmosfera de encantamento a música de David Tygel, que parte de assuntos instituídos por Tom Jobim. Lacerda tem a sabedoria de evitar piruetas técnicas para supostamente valorizar o filme. Os enquadramentos são precisos, o que nos leva a rara experiência de fruição. A câmera se aproxima sem pressa de cada um dos protagonistas. Mas, nesse aspecto, há um descompasso. Os personagens femininos são capazes de nos intrigar do início ao fim do filme, uma característica que os masculinos nem sempre alcançam. Não parece existir aí falha dos atores, e sim uma deficiência do roteiro. Esse desequilíbrio prejudica a produção, mas não lhe tira o valor. Graças ao requinte estético de Lacerda, “Introdução” é um filme que merece a meditação. Assista ao trailer de “Introdução à Música do Sangue” Assista ao trailer de “Introdução à Música do Sangue”

– Em “Introdução à Música do Sangue”, o diretor e roteirista Luiz Carlos Lacerda deixa de lado o tom mais cínico e cengraçadoque caracteriza seus filmes para mergulhar no universo denso e introspectivo da obra do escritor mineiro Lúcio Cardoso. O resultado, que conta com uma bonita foto , é um tanto irregular. Ajustar a obra de Cardoso – sobre quem Lacerda fez um curta documental, em 1968 – não é tarefa simples. Pesa-se sua prosa psicológica e claustrofóbica, a ação, por assim declarar, é quase toda de cunho interior. Poucos se aventuraram na empreitada e, de longe, Paulo César Saraceni foi o mais bem sucedido, com “A Casa Assassinada”, de 1971, baseado em “Crônica da Casa Assassinada”. Em “Introdução à Música do Sangue”, o diretor e roteirista parte de um texto inacabado do escritor. Logo de cara, durante os quase 8 minutos de créditos iniciais, o filme impõe seu ritmo que, se não lento de todo, é cadenciado e convida à introspecção da narrativa, situada em algum lugar do interior dgeresano Numa pequena casa moram Uriel , sua mulher, a costureira Ernestina , e a garota Isabel . Não há luz elétrica, é um ambiente arcaico. Há uma atmosfera de repressão de desejos no ar, que serão libertados com a chegada de um peão, Chico . Isabel logo se interessa pelo rapaz, mas pouco sabemos sobre ela. Sua conduta, às vezes, é einsólito sensual; em outros momentos, ela parece infantilizada. A foto do filme, que aproveita muito a luz natural, destaca a ausência de eletricidade na região – isso, aliás, gera constantes reclamações de Ernestina por conta do trabalho numa máquina de costura pesada. “Se tivesse eletricidade, eu poderia ganhar mais para auxiliar em casa” é algo que ela sempre declara. Uriel, por sua vez, que cuida da horta escutando rádio a pilha, é completamente contra essa modernidade toda. Um conflito desenhado, portanto, mas que se o aprofunda jamais , sintetizando-se somente a essa ladainha o tempo todo. Lacerda constrói de maneira satisfatória a claustrofobia da repressão e das relações fraturadas entre o trio de personagens dentro da mesma casa. Mas a chegada do insólito no ninho, Chico, faz com que o filme perca seu eixo. A narrativa se desorienta e a trama não sabe bastante bem para onde ir, até seu clímax óbvio, mal preparado e mal encenado – Latorraca está num tom e Greta em outro completamente diferente, quando a ciranda de interesses – mais carnais do que espirituais ou românticos – de um personagem por outro se esboça; ele parece estar fazendo comédia e ela, drama. Ainda assim, apesar dos altos e baixos, é sempre uma satisfação ver a grande Bete Mendes na tela. * As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

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Tinkov ataca de nuevo a Contador: “¿Se ha confundido Cardoso con la sangre?”

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Oleg Tinkov office 2

El millonario de Rusia Oleg Tinkov, que ha sido dueño del equipo ciclista en el que ha corrido Alberto Contador hasta el año pasado, volvió atacar al ciclista español sugiriendo que ha sido su sangre la que causó el positivo del voy a portuguésandré Cardoso, que con la sangre de Contador, que iba a ser su gregario en el Tour de Francia. ? Trek, la culpa es tuya”, antiguo dueño del equipo Tinkoff fue interrogado en Twitter Tinkov, , ya desaparecido. “Mi clasificación para el Tour: 1. Froome 2. Quintana 3. Porte. Contador fuera”, agregó a continuación sobre sus pronósticos para la ronda de Galati.

El fino alpinista se recluyó, sin compañeros de equipo, durante 10 días en el Parador Nacional del Teide, al lado de su mecánico de confianza, Faustino Muñoz, y el masajista Thomas Rech. Ni siquiera ha admitido perturbar su preparación con un breve contacto telefónico. Sus allegados prevenían: «Quería estar concentrado al 100%». Su último encuentro con la prensa ha sido poco antes de la conclusión del Criterium Dauphiné . “Esta temporada se encuentra extramotivado”, aseguró la prensa A un reducido grupo de reporteros les.Con la retirada ya cercana, se volcó con su Fundación y con el fomento de la cantera. Su hermano Fran gestiona varios equipos y no descarta dar pronto el salto al profesionalismo. «De alguna forma quiero devolver lo mucho que me ha dado el ciclismo», alega un ciclista que aún mantiene un enorme gancho popular. Es el corredor de España con más seguimiento en redes sociales y uno de los más reclamados por patrocinadores. “Me gusta que la gente me recuerde por hacer cosas distintas al resto»,querido por el público siente Se.

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Macri, Cardoso y González denuncian “el descenso al infierno” de Venezuela

Por: SentiLecto

Venezuela, que es el tema ineludible cada vez que coinciden en un mismo espacio líderes regionales, en este caso reunidos por el Círculo de Montevideo, un grupo de pensamiento político creado por el de Uruguay Julio María Sanguinetti en 1996, baja cada día “un peldaño más hacia el infierno” y su “procedimiento de aniquilamiento” no tiene antecedentes históricos. Este fue el resumen de un encuentro de expresidentes latinoamericanos y empresarios realizado en Buenos Aires, y que ha tenido a Mauricio Macri como invitado especial. “Sigo sin observar la salida en Venezuela, siempre parece que hay un peldaño más hacia el infierno. Hace tres años nos interrogábamos ‘cuanto peor puede estar’ y ahora la situación es catastrófica”, mencionó Macri. El expresidente del Gobierno español Felipe González también ha planteado un escenario donde “la gente solicita en la calle algo tan extraño como la libertad, comer y tener comidas”. Y para el brasileño Fernando Henrique Cardoso la situación no podría ser peor porque “en Venezuela el poder militar se ha jugado por Maduro y eso modifica los términos de la cuestión”.

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