Apple podría repatriar 200.000 millones a EEUU

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Apple first logo

Apple, que podrá repatriar más de 200.000 millones de euros, según estimaciones de 2017, no es una de las compañías que mejor se lleven públicamente con Donald Trump pero gracias la legislación impulsada por su Administración podrá repatriar todas sus entradas en el extranjero pagando muchos menos gravámenes. Hace 1 mes, a falta de que Trump firme la legislación, el Congreso de EEUU ha aprobado una reforma fiscal que reduce del %35 al %21 la tasa tributaria de las grandes empresas. Y éstas podrán repatriar de forma excepcional sus entradas en el extranjero pagando una cuota del 15,5%. Según Goldman Sachs, las mayores compañías de Estados Unidos acopian 790.000 millones de euros en el extranjero, lo que supondría un relevante regreso de liquidez. Esto reavivó los chismes de que la compañía comprará a una competidora a lo largo de 2018 para consolidar su negocio.

Existe una probabilidad del 40% de que Apple compre Netflix ahora que se aprobó el recorte del gravamen corporativo del presidente de Estados Unidos Donald Trump, según detallarón algunos analistas de Citi como Jim Suva y Asiya Merchant.Apple tiene unos 252,000 millones en efectivo, la mayor parte en jurisdicciones extranjeras, que previamente no podía devolver a los EU, ha señalado Business Insider.

Leer Más

Lucro do Itaú sobe 12% com diminuição de reservas para risco de calote

Por: SentiLecto

O lucro líquido recorrente do banco Itaú aumentou %11,8 no terceiro trimestre do ano, para R$ 6,254 bilhões, ante mesmo fase de 2016, com ampliação das receitas de tarifas e queda drástica na provisão para crédito duvidoso, de acordo com balanço divulgado nesta segunda-feira . Recorrente do banco Itaú é o maior privado do país.

Leer Más

Concorrência de fato em cartões na América Latina ainda vai iniciar, declara First Data

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – First Date

– Declarou o principal executivo da norte-americana First Data, Gustavo Marin, apesar de movimentos de reguladores para abrir o setor de meios de pagamentos na América Latina, a concorrência de fato ainda está para ocorrer. Marin à Reuters ddeclarou “O nível de concentração e de lrentabilidadeno setor de cartões no Brasil e na América Latina ainda são enormes”.No Brasil, onde um duopólio foi eliminado em 2010, as maiores do setor seguem se valendo de distorções existentes ao longo de décadas e do fato de serem ligadas a grandes bancos e bandeiras para criar barreiras de entrada, disse o executivo. Mencionando casos como na Europa e na Argentina, onde reguladores instituíram limites para cobrança de taxas aos lojistas sobre operações com cartões de crédito, Marin avaliou que muitas vezes só uma atuação regulatória mais firme pode animar a concorrência aberta. As afirmações coincidem com a entrada em forcita de novas normas do Banco Central, como o fim da exclusividade da captura de bandeiras e a abertura do mercado de adquirência. Na prática, todas as adquirentes vão passar a aceitar qualquer cartão, mas o processo depende de adaptações técnicas, como alinhamento tecnológico para que uma companhia possa operar no terminal de uma adversária, o que normalmente leva meses, no mínimo. Faz 7 anos, várias concorrentes calculavam uma concorrência aberta, desde que o BC quebrou o duopólio de a adquirência em o setor, em 2010. A própria First Data, que estreou no setor no Brasil há três anos, calculava ter 7 por cento do mercado brasileiro em cinco anos. Atualmente, tem 3 por cento do mercado. Quando ocorrer, ganhará quem está acostumado a operar com margens mais apertadas, ele declarou: “A concorrência virá e como nós”. “Estamos acostumados com briga de rua.” Marin, que presidiu o Citibank no Brasil de 2005 a 2012, entrou na First Data para América Latina há dois anos. Baseado em São Paulo, comanda as operações da empresa para América Latina desde o México até o Argentina. Comprada pela companhia de private equity KKR por 29 bilhões de dólares em 2007, a First Data abriu o capital há dois anos, com uma oferta inicial de 2,6 bilhões de dólares. Desde então, tem se concentrado no crescimento orgânico da receita, como maneira de diminuir seus níveis de alavancagem. Na América Latina, a empresa vem tendo crescimento de cerca de 40 por cento do Ebitda na base sequencial nos últimos seis trimestres até junho, ritmo que deve se estender por mais alguns anos, declarou Marin. Segundo ele, o movimento deve ser puxado por mercados como Colômbia e México, onde os meios eletrônicos respondem por cerca de 17 por cento dos gastos privados, ante aproximadamente 30 por cento no Brasil. Por aqui, calculou, a retomada da economia e a maior abertura devem auxiliar a First Data. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços , o mercado de Brasil de cartões deve voltar a aumentar no ritmo de dois dígitos em 2018, apoiado na recomeçada do consumo e da maior utilização de meios eletrônicos de pagamento no pagamento.

– A sueca Electrolux anunciou que assumirá os direitos da marca de eletrodomésticos Continental na América Latina, após a corte de Brasil que gerenciar a falência da Mabe aceitou a oferta de 70 milhões de reais para aquisição da propriedade intelectual da companhia falida. Ricardo Cons em comunicado ao mercado nesta segunda-feira declarou: “A Continental vai ser um ativo precioso para a Electrolux, apoiando o crescimento ininterrupto e lucrativo em nossa região “. Ricardo Cons é diretor de área de negócios da Electrolux Major Appliances na América Latina.

Leer Más

GACM obtiene 4,000 mdd para construir Nuevo Aeropuerto

Por: SentiLecto

Grupo Aeroportuario de la Ciudad de México ha colocado con éxito 4,000 millones de dólares en los mercados internacionales de capitales a través de bonos verdes. La emisión ha tenido una gran aceptación y ha contado con la participación de más de 750 inversionistas provenientes de Asia, Europa, Estados Unidos y América Latina.

Leer Más

Cade aprova operação entre Itaú Unibanco e Citibank, mediante condições

Por: SentiLecto

– O Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou nesta quarta-feira, por unanimidade, a compra das operações de varejo do Citibank no Brasil pelo Itaú Unibanco, mediante condições calculadas em um acordo de controle de concentrações a ser assinado com as partes. Entre as condições estão limitações, por parte do Itaú, para compra de instituições financeiras por até 30 meses a partir da assinatura do acordo. A proposta de acordo já havia sido proposta em julho pela superintendência-geral do Cade e o relator acatou ela de o processo nPaulo Burnier assim como pelos demais conselheiros. Paulo Burnier é o plenário.

Leer Más