Em privado, PSDB torce por cassação da chapa no TSE em nome de uma ‘transição ajuizada’

Por: SentiLecto

Torcida velada Em privado, tucanos admitem que a melhor saída para a crise seria a cassação da chapa Dilma-Temer pelo TSE. Declaram que, dessa forma, o presidente sairia por um “percurso constitucional”, abrindo espaço para “uma transição ajuizada”, garantindo “o andamento das reformas”. Fiquem comigo Assegurando, que entrou em contato com CNI , CNF e Fiesp, que não vai abdicar, Michel Temer decidiu fazer uma ofensiva para reconquistar o suporte do empresariado.

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El ‘hacker’ de Telefónica solicita perdón a sus compañeros: “Ha sido un error emitir información interna y pareceres”

Por: SentiLecto

Hace 1 día, Chema Alonso propagó una carta a todos los trabajadores de la compañía, vía intranet, en la que aceptó haber cometido ” errores ” en la negociación de las primeras horas de la crisis del ciberataque mundial de la semana pasada. Chema Alonso es el ‘hacker’ de Telefónica. “El viernes ha sido uno de esos días en los que pudieron ser cometidos errores Errores, como el que yo mismo me atribuyo y que me llevo como lección personal aprendida al emitir información interna y/o pareceres en redes sociales sobre lo sucedido en momentos inapropiados. Errores que pueden escapar de nuestro control y ser malinterpretados o usados. Errores que pueden dañarnos como equipo y como compañía”, ha apuntado en el escrito.

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La guerra del siglo XXI

Por: SentiLecto

En menos de una semana el término malware pasó a formar parte de nuestras vidas. El virus digital que desde el viernes ha causado el mayor cibertataque de la historia no solo puso en solfa a medio mundo infectando los ordenadores, sino que alertó sobre lo que nos espera, las nuevas formas de delincuencia y guerra del siglo XXI. Por la red, estos virus corren más rápido que la vieja pólvora. Para la ficción van a quedar la guerra con revólveres de Solo ante la amenaza, las espadas de El señor de los anillos o los cañones de El día más largo.El presente es digital.

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Mudanças em Refis alarmam equipe econômica

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Deputado Michel Temer

– A equipe econômica ficou de cabelo em pé com as mudanças feitas pelo Congresso na medida provisória 766, que cria o Programa de Regularização Tributária , uma espécie de Refis, para os contribuintes com dívidas junto à União. Faz 2 dias, aprovou se o texto transformado em a delegação mista encarregada de analisar o tema e, agora, segue para eleição em o plenário de a Câmara dos Deputados. Segundo técnicos do governo, a MP foi completamente desvirtuada e deixou de ser um programa de regularização para se tornar uma extensa anistia que compromete os cofres públicos. Por isso, caso ela seja aprovada pelo Legislativo no formato atual, só vai restar à equipe econômica recomendar ao presidente Michel Temer o veto. Faz 1 dia, conforme noticiou a colunista de o GLOBO Lydia Medeiros, as mudanças em o texto assombraram por a abrangência de as vantagens concedidas. Originalmente, a MP tinha como objetivo acalmar o caixa das companhias, permitindo que elas usassem perdas fiscais para abater débitos num limite de até 80%. Os 20% restantes poderiam ser pagos à vista ou parceladamente, em 24 meses. Quem não tivesse perda a abater poderia pagar o valor devido em 120 meses, dando 20% de entrada. Não havia qualquer diminuição de multas ou juros. A proposta, no entanto, não comprouve ao setor produtivo. Diversas entidades, como a Confederação Nacional da Indústria , reclamaram das condições do programa. Houve reuniões com o Ministério da Fazenda, na qual os empresários pediram a anistia de multa e juros sobre as dívidas negociadas. Eles também afirmaram que a MP, que , deputado Newton Cardoso Jr. , incluiu em seu parecer diminuição de multa e juros, acabou com limitações aa utilização de créditos fiscais, permitiu que companhias em recuperação fiscal participem do regime e dobrou o prazo de parcelamento de 120 para 240 meses, só iria beneficiar um grupo diminuído de grandes companhias. A pressão funcionou. Ele instituiu ainda um bonificações de adimplência que diminui os encargos para quem conservar o pagamento regular por seis meses.

— O Senado aprovou nesta quarta-feira a Medida Provisória 752, a chamada “MP das Concessões”, que estabelece condições para a prorrogação e a relicitação de contratos de parceria nos setores rodoviário, ferroviário e aeroportuário. O governo editou A MP diante da obstáculo de os consórcios em obter financiamentos para investir e pagar outorga em a União.Para o Executivo, o texto possibilita o aumento dos investimentos no país, o que coopera para a progressão do crescimento econômico no Brasil. Se aprovou o projeto por 48 votos a favor e 19 contra. Se não fosse votado pelo Senado, o texto perderia a validade nesta quinta-feira. Aprovado na Câmara na noite desta terça-feira, a medida provisória só foi debatida pelos senadores após o governo costurar um acordo com a oposição. Pelas normas do Senado, uma medida provisória só é debatida na Casa sete dias após ser aprovada na Câmara. O líder do governo no Senado, Romero Jucá , aceitou fazer uma mudança de redação no projeto para deixar claro o direito de passagem de terceiros nas ferrovias concedidas e garantiu que o Palácio do Planalto não vai vetar nenhum ponto da medida. O presidente Michel Temer agora vai sancionar o texto. A medida provisória busca dar segurança jurídica para a prorrogação contratual , prorrogação antecipada e relicitação de concessões e privatizações dos setores rodoviário, ferroviário e aeroportuário que fazem parte do Programa de Parcerias de Investimentos . São objeto da proposta as concessões feitas nos últimos 12 anos. Esses contratos poderão ser prorrogados, em alguns casos, por até 30 anos. A prorrogação alcança as concessões em andamento e permite que o concessionários ampliem a tarifa, em troca de novos investimentos, principalmente em rodovias. Atualmente, para fazer esse tipo de mudança são analisados os contratos de cada concessão, cada um com regras específicas. A intenção do governo é ter normas mais parecidas em todos os contratos. De acordo com o texto aprovado, a prorrogação de contratos vai depender de condições como estudo técnico, avaliação prévia da gestão pública, consulta popular, análise do Tribunal de Contas da União e cumprimento das metas vigentes. Quando o poder público extingue contratos de concessão unilateralmente por descumprimento de deveres contratuais, a medida vai evitar ainda o processo de caducidade — nesses casos, o concessionário tem que indenizar o estado. Pela norma estabelecida na medida provisória, o concessionário fica desobrigado de indenizar o governo, mas terá que garantir a permanência da prestação das serviços até o começo do novo contrato. Senadores da oposição criticaram a medida provisória, apesar de consentirem em votar o projeto. Os parlamentares afirmam que afirmam que a medida é uma maneira ilegal de beneficiar os concessionários, entre elas companhias investigadas pela Operação Lava-Jato. — Essa medida provisória é um escândalo. No meio do escândalo da Lava-Jato, em que as concessões são mencionadas, o governo manda para cá uma medida sobre exatamente isso. É uma MP feita para beneficiar empreiteiras, para beneficiar as concessionárias do aeroportos, a medida descaradamente estabelece uma nova tentativa de livrar concessionárias dos compromissos, perdoar multas e deixá-las livres para fazersomentes o que as interessa —alegouu o senador Randolfe Rodrigues .

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El PSOE rechaza “los fuegos artificiales irresponsables” de Pablo Iglesias: “Ahora no nos va a embaucar”

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Antonio Hernando 2010 (cropped)

El PSOE no necesitó ni cinco minutos para rechazar de plano la propuesta de moción de censura que planteó esta mañana por sorpresa Unidos Podemos. Con una tonalidad muy duro, Antonio Hernando rechazó los “fuegos artificiales irresponsables” de Podemos. Antonio Hernando es el portavoz del Grupos Socialista. “Hace un año nos embaucó; ahora no nos va a embaucar. Nuestra contestación es ‘no'”, aseguró categórico. El portavoz socialista aseguró que esta mañana asistimos a “una rueda de prensa idéntica” a la producida hace un año, cuando Pablo Iglesias, que llamó al PSOE “10 minutos antes de su rueda de prensa”, ha aprovechado que Pedro Sánchez estaba reunido con Felipe VI para proponerse como vicepresidente de un Gobierno de alianza entre el PSOE y Podemos en el que él controlaría el CNI y gran parte de los resortes del Estado. “Hemos observado la misma mala fe y la misma falta de precisión”, manifestó Antoinio Hernando.

Los españoles dieron esta herramienta constitucional en las elecciones del 20-D y después del 26-J a Unidos Podemos -al menos la décima parte de los diputados, según el art. 113- y este grupo parlamentario ha acordado usarla.

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