Escola de Enfermagem de Coimbra lidera projeto para melhorar autonomia de idosos

Por: SentiLecto

A Escola Superior de Enfermagem de Coimbra lidera um consórcio que desenvolverá um projeto de promoção da autonomia de idosos fragilizados, através da aprimoramento da cognição e habilidade de passeata e uso de produtos de suporte.O projeto “Mind&Gait” envolve os institutos politécnicos coimbrões, de Leiria e de Santarém, a Cáritas Diocesana de Coimbra e a Misericórdia de Alcobaça, foi hoje anunciado.”O que se pretende é o desenvolvimento de uma intervenção combinada, composta por um programa de estimulação cognitiva – por computador e através de terapia animal assistida – e por um programa de atividade física”, explica a ESEnfC, em comunicado.Adicionalmente, adiciona a nota, “Vai construir-se um dispositivo autobloqueador para andarilhos, para permitir a atividade em segurança”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O consórcio liderado pela ESEnfC sustenta que o projeto vai “incrementar ganhos em saúde e característica de vida numa população frágil”, além de “diminuir os preços em cuidados de saúde”, na medida em que vai “estender a independência dos idosos e diminuir os gastos em internamento hospitalar”.Os promotores do projeto enfatizam que se trata de uma população bastante vulnerável a quedas e fraturas, incapacidade, dependência, hospitalização e institucionalização.João Apóstolo lidera a equipa , professor de a ESEnfC, e integra experts das áreas de enfermagem, terapia ocupacional engenharia informática e design. Terapia ocupacional é ciência do Exercício.O projeto “Mind&Gait” é cofinanciado com fundos comunitários, no âmbito do Sistema de Apoio à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico, com um incentivo do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional de 126.343 euros para um investimento elegível de 148.639 euros.

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Incêndios: Mais de 500 operacionais lutam fogo na Sertã

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Elanoides forficatus

Mais de 500 operacionais, apoiados por um meio aéreo, estavam a lutar hoje à noite um incêndio no concelho da Sertã, distrito de Castelo Branco, imencionaa página na Internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil .De tarde, eram cerca de 250 os operacionais mobilizados para este fogo, mas o número ampliou e, pelas 21:40, a ANPC mencionava que estavam 544 operacionais no terreno, apoiados por 168 meios terrestres.Já em período de determinação está um incêndio em Coimbra, mas são ainda mais de 300 os operacionais presentes no teatro de operações.O fogo no concelho de Gavião, distrito de Portalegre, mobiliza 229 operacionais e há ainda dois fogos a registar em Castelo Branco, um unindo 107 operacionais e outro 61.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Ainda que há um incêndio em Vila Flor, a ANPC menciona , distrito bragançanobragançano, que mobiliza 162 operacionais e 62 meios terrestres.Embora o de Coimbra esteja em período de determinação, os principais fogos estão todos ativos , sendo que a Proteção Civil já antecipava, ao final da tarde, uma noite complicada.”Calcula-se um prolongamento dos trabalhos. Nenhum destes incêndios se aproxima da seu período de finalização, estão todos ativos”, disse a adjunta nacional de operações da Autoridade Nacional de Proteção Civil , Patrícia Gaspar, em ‘briefing’ aos jornalistas na sede da entidade, em Carnaxide, cerca das 19:00.

Mais de 200 operacionais, apoiados por 44 veículos e quatro helicópteros, estão a lutar hoje à tarde um incêndio no concelho de Gavião, no distrito de Portalegre, no Alentejo, ddeclarouà agência Lusa fonte dos bombeiros.Segundo a fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Portalegre, o fogo deflagrou às 16:11 numa zona de floresta, perto da localidade de Domingos da Vinha, na fclientelade Belver.Cerca das 18:30, o incêndio tinha duas frentes ativas e as chamas estavam a ser lutadas por 221 operacionais e 44 veículos de corporações de bombeiros dos distritos de Portalegre, Évora e Castelo Branco e da GNR, apoiados por quatro helicópteros.As chamas chegaram a ameaçar as aldeias de Areia e Outeiro Cimeiro, as protegeram-se quais. A fonte declarou: “Não houve problemas e estão fora de perigo”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Portugal perde Mundialito para o Brasil

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Coimbra 03

Enquanto Mauricinho arrecadou o galardão de melhor marcador da competição, em termos individuais, Mão conquistou o prémio de melhor guarda-redes da prova. Derrotou-se a seleção de Portugal de futebol de praia por o Brasil que respondeu por Rodrigo e Mauricinho,,, em o encontro decisivo de o Mundialito de 2017 realizado em a praia carcavelense, em Cascais. A equipa de Brasil entrou melhor na partida da terceira jornada, colocando-se em benefício com dois golos sem resposta, assinalados por Bruno Xavier e Datinha.Ainda no primeiro fase, Portugal diminuiu por Léo Martins, mas o brasileiro Rodrigo voltaria a aumentar o benefício para dois golos.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.No segundo fase, Coimbra e Léo Martins marcaram para os portugueses, masRicardinho ainda conseguiu colocar o marcador em 5-4, relançando a partida, mas Rodrigo acabaria por fazer o 6-4 final, assegurando para o Brasil o Mundialito 2017, o 14.º troféu conquistado pela formação sul-americana.Enquanto Mauricinho arrecadou o galardão de melhor marcador da competição, em termos individuais, Mão conquistou o prémio de melhor guarda-redes da prova.O prémio de MVP foi para o brasileiro Rodrigo.

A seleção de Portugal de futebol de praia venceu este sábado a congénere da Rússia por 3-1, em jogo a contar para a segunda jornada do Mundialito 2017 realizado na praia de Carcavelos, em Cascais.Depois de ter estado a perder durante grande parte da partida, no terceiro fase a ‘equipa das quinas’ operou a reviravolta com três golos, da autoria de Madjer, Léo Martins e Bê Martins.Portugal e Brasil — que hoje derrotou a França por 9-0 — seguem na frente da prova, com seis pontos, enquanto Rússia e França continuam sem qualquer ponto.Na sexta-feira, Portugal estreou-se na competição a golear a França por 5-0, com Jordan Santos a realçar-se com um ‘hat-trick’.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A terceira jornada realiza-se no domingo, com a Rússia e a França a jogarem às 14h30, sendo que o Portugal-Brasil, às 16h00, vadefinirá veganhadoro Mundialito, torneio que os pupilos de Mário Narciso tentam vencer pela sexta vez.O Mundialito reúne as únicas campeãs do Mundo FIFA .A seleção de Portugal de futebol feminino vai efetuar no domingo, no Estádio do Sparta de Roterdão, na Holanda, o 11.º jogo com a Escócia, mas o primeiro numa grande competição.As duas equipas são estreantes num Europeu de futebol feminino e, ao longo da história, desde 1994, encontraram-se várias vezes em períodos de qualificação, com um registo favorável às britânicas.Quando Portugal goleou no Barreiro, é preciso recuar 23 anos, até 1994, para recordar o último triunfo de uma seleção portuguesa de futebol feminino diante da Escócia , por 8-2, num jogo em que a mais internacional de sempre, Carla Couto, ‘bisou’.Faz 22 anos, antes, também em a qualificação a equipa de as ‘ quinas ‘ tinha vencido em o Forthbank Stadium, em Stirling, em aquelas que são os duas únicos triunfos frente em as escocesas.gora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Faz 16 anos, depois, a equipa britânica empatou três jogos 2007 e, em o último, em 2014, em a qualificação para o Mundial de 2015, em Viana do Castelo, com a atual sub-capitã de Portugal Dolores Silva a fazer o 1-1 a os 89 minutos de grande penalidade,,.Os confrontos entre os dois conjuntos contabilizam ainda cinco triunfos para a Escócia, duas vezes em 2002, em 2003, 2004 e 2008, um dos quais também com pesada diferença no marcador, com uma vitória por 8-1 sobre as lusas, em Nelas.No domingo, as duas equipas vão ir defrontar-se pela 11.ª vez, pela primeira vez num grande palco, em jogo da segunda jornada do grupo D do Europeu feminino, que vai ter começo às 18:00 , com arbitragem da húngara Katalin Kulcsár.A Seleção Brasileira de futebol de praia é campeã do Mundialito. Neste domingo, em Cascais, a equipe venceu os anfitriões de Portugal por 6 a 4, confirmando mais uma conquista do País na modalidade.

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Incêndios: AE13 cortada na zona Almalaguês devido a fogo em Coimbra

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Coimbra 03

A Autoestrada do Pinhal Interior está cortada na zona de Almalaguês devido ao incêndio que lavra hoje à tarde no concelho dcoimbrãosegundo a Proteção Civil.A página da internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil adianta que o incêndio iniciou às 15:10, na fclientelado Santo António dos Olivais, concelho dcoimbrãoNo local estão 118 operacionais, apoiados por 29 meios terrestres e quatro aeronaves.Outra ocorrência importante realçada na página da internet da ANPC é o incêndio que lavra no concelho da Sertã, distrito de Castelo Branco, e que está a ser lutado por 269 operacionais, cinco meios aéreos e 85 viaturas.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Segundo a Proteção Civil, o incêndio tem duas frentes ativas e iniciou às 13:47, na localidade de Mosteiro de São Tiago, na fclientelade Várzea dos Cavaleiros, no concelho da Sertã.Para este incêndio já foram acionados grupos de reforço de Lisboa, Santarém e Portalegre.

Quase 40 concelhos de oito distritos portuenses estão hoje em risco ‘máximo’ de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera .De acordo com o Instituto, estão em risco ‘máximo’ cerca 40 concelhos dos distritos de Faro, Leiria, Portalegre, Santarém, Viseu, Castelo Branco, Guarda e Bragança.O IPMA dava conta de vários concelhos com risco ‘aumentado’ e ‘bastante elevado’ em todos os 18 distritos portuenses.O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis, que podem variar entre “diminuído” e “máximo”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 em cada dia relativamente à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.ÀS 06:30, de acordo com a página da Internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil não havia incêndios de grandes dimensões.Quanto ao estado do tempo, o IPMA calcula para hoje céu pouco nublado ou limpo, tornando-se em geral bastante nublado no litoral Norte e Centro a partir do meio da tarde.A previsão assinala ainda para vento fraco a moderado de noroeste, soprando moderado a forte, às vezes com rajadas até 65 quilómetros por hora no litoral e nas terras altas, em especial durante a tarde.Em Lisboa, as temperaturas oscilarão entre 16 e 24 graus Celsius, no Porto entre 13 e 22, em Vila Real entre 11 e 25, em Viseu entre 09 e 24, em Bragança entre 12 e 28, na Guarda entre 10 e 24, em Coimbra entre 12 e 24, em Castelo Branco entre 14 e 30, em Portalegre entre 12 e 29, em Santarém entre 15 e 26, em Évora e Beja entre 13 e 30 e em Faro entre 15 e 31.Após duas temporadas no Cagliari, o médio uniu-se à LázioDavide Di Gennaro é reforço da Lázio. O médio de 29 anos prosseguirá a carreira no clube de Roma, depois de duas temporadas no Cagliari.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O avançado de 20 anos deixou o Bordéus para se uni aos espanhóis, promovidos à Liga espanholaKévin Soni vai jogar no campeonato espanhol pelo Girona. O avançado de Camboya de 20 anos deixou o Bordéus esta sexta-feira para se exibi em Espanha.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Pedrógão Grande: António Costa acredita que “já está tudo elucidado”

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – António Costa, 119.º chefe de governo de Portugal

Faz 1 mês, António Costa alegou em Coimbra que acredita que ” já está tudo elucidado ” relativamente em a contabilização de as vítimas fatais de o incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande, Leiria, em junho passado. António Costa é o primeiro-ministro.”Creio que isso já está tudo elucidado pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, que reiterou hoje que o incêndio do mês passado em Pedrógão Grande fez 64 vítimas fatais, em “consequência direta” do fogo, e pelo Ministério da Justiça”, declarou o primeiro-ministro, questionado pelos jornalistas sobre uma notícia do Expresso que refere que a lista de 64 mortos do incêndio de Pedrógão Grande exclui vítimas indiretas e que houve pelo menos 65 mortos. Quando o primeiro-ministro chegava a um acontecimento coordenado pela Federação de Coimbra do PS, o líder do executivo escusou-se a prestar mais declarações aos jornalistas, que confrontaram António Costa com a notícia do semanário.Segundo o jornal, a lista de 64 mortos do incêndio de Pedrógão Grande exclui vítimas indiretas. De acordo com o semanário, os critérios para elaborar a lista oficial das vítimas fatais do incêndio “excluem mortes indiretas”, designadamente a de uma mulher que quando escapou das chamas, foi atropelada.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O semanário refere que pediu a lista oficial de mortos ao Ministério da Justiça, tendo recebido a indicação de que a identificação das vítimas fatais era “informação emergente da atividade do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses e da Polícia Judiciária, integrada no inquérito-crime do Departamento de Investigação e Ação Penal da Comarca de Leiria, que se encontra em segredo de justiça”., e que outros eventuais casos não se integram nos critérios “definidos”.Os critérios que foram identificados para apurar as vítimas do incêndio são “mortes por inalação e queimaduras”, resultantes do fogo, adiantou à agência Lusa a adjunta nacional de operações Patrícia Gaspar.

O antigo deputado e dirigente socialista Henrique Neto abandonará o Partido Socialista, uma saída anunciada num artigo de opinião hoje publicado no jornal Expresso.Henrique Neto, depois de desfiar várias críticas à atuação do primeiro-ministro, António Costa.O escreve: “É para mim óbvio que só me resta a resolução de me demitir de militante do Partido Socialista”. antigo candidato à Presidência da República ciniciao texto com críticas à atuação política no caso dos incêndios que há mais de um mês caprovocaram morte a 64 pessoas.”A responsabilidade pela morte de 64 pessoas inocentes, famílias inteiras, não pode continuar a ser uma questão alienada pela propaganda política. Pessoalmente, tenho de alegar o que me parece óbvio: António Costa tem a maior carga de responsabilidade pelo que fez e pelo que não fez”, lê-se no texto de Henrique Neto.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Quanto ao caso da assalto de armamento em Tancos, o antigo deputado socialista considera que António Costa colocou “a sua cultura propagandística à frente do seu papel de primeiro-ministro”.Para Henrique Neto, a “recusa em elucidar os portugueses” tem sido uma “forte caraterística” do atual Governo, com implicações em casos como o Banif, Montepio, Novo Banco ou Caixa Geral de Depósitos.Inda o candidato à Presidência da República em 2016.He screve: “António Costa é um bom executante da política à portuguesa e um erro de ‘casting’ como estadista e primeiro-ministro”,.Faz 24 anos, nrique Neto, empresário de 81 anos, aderiu a o PS, convidado pelo então secretário-geral Jorge Sampaio. Antes, tinha sido militante do PCP, entre 1968 e 1975, tinha participado na campanha de Humberto Delgado em 1958 e foi, em 1969, candidato às evotaçõeslegislativas da Oposição Democrática pelo distrito dleiriense.A Liga para a Proteção da Natureza considera que o incêndio que há um mês atingiu a zona de Pedrógão Grande, e provocou 64 mortes, levou a que pela primeira vez se tenha falado de assuntos de fundo.”Finalmente descobrimos que o problema é grave, recorrente, e que exige outra espécie de mobilização e de recursos”, declarou à Lusa o presidente da LPN, Tito Rosa.E o Estado de Portugal estava a tirar as lições certas, para que Pedrógão não se repita, mais de um mês após a calamidade a Lusa perguntou à LPN s.Tito Rosa respondeu que um mês é mbastantepouco tempo.Mas é tempo, declarou, de começar a fortalecer o Estado na sua habilidade de intervir na florestar. Receia é que, “passado este foco da discussão política”, não se continue a atuar “para fortalecer o que é necessário fortalecer”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O ambientalista, destacando que mais meios para a floresta são fundamentais, se necessário retirando-os “da construção de mais uma estrada”. declara: “Veremos, na aprovação do Orçamento Geral do Estado para 2018, se reforça-se o Instituto de Conservação da Natureza e de as Florestas”.E deste mês que passou fica para Tito Rosa também uma perceção: “Talvez, pela primeira vez, toda a sociedade de Portugal se apercebeu que o tema é grave”.Mas tal não vai impedir, garante, que continue a haver anos com fogos, porque a situação de caos florestal não depende de um determinado governo mas é o resultado de “décadas de desamparo, de prevenção posta de lado”, e não se resolve de um dia para o outro.Tito Rosa lamenta que não se tenha também seguido uma cultura de sensibilização das populações para a questão da prevenção dos fogos florestais. “Se o confirmou que é preciso investir em esta área e não só em helicópteros e aeronaves”.E continua: “Investiu-se bastante em meios mas o que falta é trabalhar no terreno. Hoje os poucos técnicos florestais estão em salinhas. Não é com leis e mais leis que se resolve o problema”.A solução para outros Pedrógão Grande, a definitiva, não vai ser ao fim de um mês, quando for assumido que o problema tem de ser visto como um convênio de regime e olhá-lo numa perspetiva de duas década,vai será s, defende Tito Rosa.O incêndio de há um mês em Pedrógão Grande levou a que finalmente houvesse “um debate amplo” sobre a floresta, declara a associação ambientalista Zero, mas a “verdadeira lição” só se verá daqui a uma década.Mais de um mês depois de um incêndio que iniciou na zona de Pedrógão Grande que provocou 64 mortes, e o país aprendeu alguma coisa com a calamidade, a Lusa perguntou à Zero se se está a tomar as dresoluçõescorretas.Paulo Lucas, que na Zero acompanha a área da biodiversidade, agricultura e florestas, respondeu que, na área da guerrazinha ao fogo existiram equívocos, pelo que é preciso colocar em dúvida todo o funcionamento do sistema.”Faleceram pessoas e isso não é explicável só com o fogo”, mas admitiu não saber se se aprendeu alguma coisa.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Já quanto ao problema estrutural, que é a reforma da floresta, “as coisas estão encaminhadas no bom sentido”, porque “finalmente houve um debate amplo, que já tinha que ter sido feita há décadas”.Mas, adverte, a reforma da floresta levará anos a surtir conseqüência, “não basta aprovar uma lei no parlamento”. Essa reforma envolve mentalidades, envolve governantes e população, e as lições só serão tiradas daqui a sete ou dez anos.A floresta, alerta, é desorganizada e lutar contra os fogos é ordená-la, criar locais sem floresta, gerir numa lógica de conjunto “e não de cada terreno um voto”, colocar técnicos no terreno. “Era bom que o Governo testasse isso em Pedrógão Grande e Figueiró dos Vinhos”.Mas declara também que nada é rápido nem fácil. Diminuir e condicionar a produção de eucaliptos, exemplifica, levará a uma pressão da indústria e a uma ampliação de plantações ilegais, difíceis de inspecionar.Para iniciar, adianta, tinha que haver planos regionais de ordenação florestal, com uma expressão cartográfica. “É preciso um bom sistema de informação geográfica, o sistema não pode continuar com a opacidade que tem neste momento”.Depois, sobre os incêndios, há muitos trabalhos e estudos que é preciso uni e articular. Por agora o que sentem Paulo Lucas e a Zero é que “não há articulação, há desorganização”.E não percebe como é que não há planos municipais para fazer rostito às amudançasclimáticas, porque é que as pessoas não são informadas e sensibilizadas para estas matérias, porque é que pode haver bocas de incêndio nas cidades mas não em espaços rurais.Aprendeu o país alguma coisa com o desastre do mês passado? Pelo menos há um debate, declara o ambientalista.Mas a verdade é que agora, como há um mês, no assunto dos incêndios florestais e da luta que é preciso frear “não há articulação nenhuma”, está-se “sempre à espera do bombeiro e do helicóptero”.

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