EU previene falta de compromiso de Canadá y México en renegociación

Por: SentiLecto

Reuters. El Representante Comercial de Estados Unidos previno este martes de que a menos que Canadá y México atiendan las principales demandas de Washington sobre el TLCAN, las gestiones para modernizar el acuerdo comercial “no van a llegar a un resultado satisfactorio”. El Representante Comercial de Estados Unidos es robert Lighthizer.

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Brasil abre 76.599 vagas formais em outubro, declara Caged

Por: SentiLecto

– Faz 1 mês, o Brasil registrou criação líquida de 76.599 vagas formais de emprego, assinalou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério do Trabalho, sétimo resultado positivo consecutivo. No acumulado dos dez primeiros meses do ano, foram abertos 302.189 postos com carteira assinada, dando força à leitura de gradual recuperação da atividade econômica após dois anos de profunda recessão.

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Maia declara que reforma da Previdência ‘não é de direita nem de esquerda’

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Densidade pop Maia 2011

— O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia , alegou nesta segunda-feira, em Porto Alegre, que a reforma da Previdência “não pode mais fazer parte da briga política” e criticou os pré-candidatos que são contra a proposta. Para Maia, que condenou diretamente declarações do ex-presidente Lula que, neste domingo, criticou o projeto durante congresso do PCdoB, em Brasília, a reforma não é de esquerda ou de direita. — Esperava que o presidente Lula, com a experiência que teve e com algum êxito em algumas áreas que teve, e tantas outras pessoas compreendessem que em determinado momento não podem fazer mais parte da briga política. Faz 1 dia, o presidente Lula fez um discurso populista, falando contra a reforma, ontem infelizmente mais uma vez. Fico pensando e imaginando que a pessoa, depois que passa pelo governo, começa a compreender de fato a engrenagem da máquina pública. A reforma da Previdência não é de direita, nem de esquerda. A reforma da Previdência é a salvação do nosso Brasil — declarou Maia, adicionando: — Se desejarmo projetar o Brasil para 20 anos, devemo enfrentar o problema número um, dois, três, que é a Previdência, , ou todos aqueles que vão para a votação estarão mentindo. Maia, que participou de um almoço com empresários, avaliou que, sem a reforma, o país quebrará. — Se não fizermos a reforma, ela será feita da maneira mais injusta em algum momento: com a moratória brasileira, a hiperinflação. Não é justo que aqueles que ganham mais, que as corporações achem que seus problemas não fazem parte de um problema coletivo. O presidente da Câmara prometeu que a reforma vai agredi os privilégios das corporações: — O maior programa de transferência de renda que o Brasil não é o Bolsa Família, é a Previdência. Os mais pobres financiam a Previdência dos que ganham mais. MAIA declara QUE VOTARIA PARA recusar DENÚNCIAS Aliado de Temer, Maia alegou, pela primeira vez, que votaria contra as acusações exibidas pelo Ministério Público contra o presidente — ele não votou nas duas ocasiões em que a Câmara derrubou as denúncias por ser presidente da Casa. Neste final de semana, Maia se reuniu duas vezes com Temer para tratar da reforma da Previdência e ainda da reforma ministerial. Se admirou seu grupo com a indicação de Alexandre Baldy para o Ministério das Cidades. — Se tivesse votado, também teria votado para não aceitar as acusações, mas não voto, porque sou presidente da Câmara —declarou, alegando aos empresários que a Câmara ficou “bastante machucada” com os processo todo das acusações. Ele declarou que “assume sua responsabilidade” nas negociações atuais das reformas. Maia ainda realçou que não houve reações à reforma trabalhista, que melhorou as rnormas na sua opinião. — A legislação trabalhista era um conjunto de leis que em tese protegiam, protegiam e deixaram o Brasil com 14 milhões de desempregados. Essa é a realidade da antiga lei trabalhista — declarou ele. Ele voltou a defender a legalização dos jogos, mas argumentou que isso não vai resolver o problema da falta de recursos para a Segurança, por exemplo.

– O presidente Michel Temer se reuniu neste sábado com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia , e declarou ao aliado que é preciso insistir na eleição da reforma da Previdência. Temer está inquietado com a reação dos partidos da base aliada, que já advertiram não haver condições políticas de se aprovar uma mudança no INSS a menos de um ano da votação de 2018. AO GLOBO, Maia declarou que vai “mostrar o protagonismo da eleição” da reforma da Previdência. Depois que o presidente regressou de São Paulo, ele esteve com Temer no Palácio da Alvorada. Nos bastidores, Temer também deseja o aval de Maia para a reforma ministerial. O presidente passou o dia em articulações. Em São Paulo, ele esteve com o ministro Gilberto Kassab . Temer recebeu relatos de que os líderes dos partidos aliados advertiram que uma reforma ministerial não garante suporte às mudanças na Previdência. Mesmo assim, Maia insiste que é possível votar a Previdência. — Votaremos. Mostraremos o protagonismo da eleição: os números, a situação fiscal dramática — declarou Maia AO GLOBO, após o encontro. Perguntado sobre a reação dos líderes aliados, como o próprio líder do DEM, deputado Efraim Filho , Maia respondeu: — Sem reforma não vamo ter recursos para Educação, Saúde e Segurança, a hiperinflação voltará. Maia também vai passar o dia em articulações políticas. Ele anunciou que vai ir ao 14º Congresso do DEM em Brasília, no qual o partido comunista arremessa a pré-candidatura de Manuela D’Ávila — ex-deputada federal e atual deputada estadual no Rio Grande do Sul — à Presidência da República. Neste domingo, o presidente Temer vai receber de aliados um mapeamento dos votos nas bancadas. O mapa está sendo feito pelo vice-líder do governo na Câmara, deputado Beto Mansur .

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Congresso aumenta projeção para o crescimento da economia em 2018

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Olive Phenology

— Em 1 ano, o Congresso aumentou a projeção para o crescimento de a economia. O relator das receitas do Orçamento do ano que vem, senador Ataídes Oliveira , aumentou a taxa estimada de crescimento do Produto Interno Bruto de 2% para 2,5%. Com isso, a receita primária calculada para o ano que vem também subiu. Ela teve um crescimento de quase R$ 6 bilhões, passando de R$ 1,456 trilhão para R$ 1,462 trilhão. No relatório, que será votado pela Comissão Mista de Orçamento nos próximos dias, o senador alega que um crescimento de 2% para 2018 é uma estimativa conservadora. Oliveira assinala que a economia tem condições de aumentar até 3%, mas que preferiu trabalhar com 2,5% por uma questão de precaução: “Reestimativas constantes deste relatório visam a refletir nossa expectativa de um crescimento de PIB superior ao calculado na mensagem modificativa , de cerca de 2% para 2,5%. Nossa experiência de empresário, atuante e observador dos ritmos de negócio nos leva a apostar que a expansão em 2018 vai alcançar 3%, taxa que não utilizamo em nossa reavaliação da receita por uma questão de precaução”, declara o relatório de Oliveira. A nova previsão de receita tem como base uma ampliação de R$ 3,6 bilhões na arrecadação com impostos, de R$ 1,9 bilhão com contribuição previdenciária e de R$ 105,3 milhões com Salário-Educação. Após descontar as transferências constitucionais para estados e municípios , ficam R$ 4,9 bilhões para a União. No relatório, o senador também alega que a receita extra estimada pelo Legislativo deve ser usada para a diminuição do rombo nas contas públicas no ano que vem. “Em razão do telhado de gastos em forcita, compreendemo que todo excesso de arrecadação vai servir para a melhora das contas públicas, com diminuição de déficit primário calculado pela LDO “.

– Senador Ataídes Oliveira aumentou a perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto a 2,5 por cento, ante 2,0 por cento na peça mandada pelo governo Senador Ataídes Oliveira é o relator de receitas do projeto de lei orçamentária anual de 2018., e passou a estimar um acréscimo de 4,9 bilhões de reais nas receitas primárias líquidas da União. No relatório exibido nesta segunda-feira à Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, Ataídes drealçouter uma expectativa de alta de 3 por cento para a atividade econômica no ano que vem, mas alegou que se incorporou o menor percentual em o documento “por uma questão de precaução”. “Em razão do telhado de gastos em forcita, compreendemo que todo excesso de arrecadação vai servir para a melhora das contas públicas, com diminuição de déficit primário calculado pela LDO “, adicionou. Calcularam-se as receitas líquidas de a União ao todo, em 1,206 trilhão de reais, contra 1,201 trilhão de reais em o PLOA transformado que o governo de o presidente Michel Temer mandou a o Congresso em o fim de outubro. No documento, o governo havia conservado inalterada sua previsão para a expansão do PIB em 2 por cento, buscando ganhar algum espaço para navegar em outro ano de forte rombo fiscal, com meta de déficit primário fixada em 159 bilhões de reais. A diferença nas receitas no relatório advém, basicamente, da maior arrecadação calculada para receitas admininstradas pela Receita Federal e com arrecadação do INSS . “A nossa percepção de que, na mensagem modificativa, o crescimento está aquém do as previsões que o Brasil é capaz de alcançar reforçam ela de mercado. Há um mês, já se calcula que o crescimento do PIB vai ser maior do que 2 por cento. Alguns analistas falam em até 4 por cento”, escreveu Ataídes, chamando atenção para o fato de a economia estar gerando empregos formais acima do esperado. “Com a retomada do crescimento e com menores preços de ampliação da produção – temos ainda habilidade produtiva instalada ociosa. Ademais, parece-nos menosprezado o conseqüência no consumo desse cenário de juros reais baixos”, declarou.— A equipe econômica tem que fazer uma liberação complementar de R$ 7 bilhões no Orçamento de 2017. Segundo integrantes do governo, o valor, que será utilizado para pagar despesas dos ministérios e emendas parlamentares, pode ser anunciado ainda esta semana. O tema foi debatido nesta quinta-feira em reunião da Junta Orçamentária, formada pelos ministérios da Fazenda, Planejamento e Casa Civil. Com o novo desbloqueio, o contingenciamento orçamentário deste ano tem que cair para um valor próximo de R$ 25 bilhões. Os cálculos do governo assinalaram que a liberação é possível graças a um reforço de R$ 5 bilhões nas receitas e a uma diminuição de R$ 2 bilhões em despesas. Os números adaptados das contas públicas precisam ser exibidos oficialmente pelo Ministério do Planejamento até o dia 22 de novembro, data limite para a apresentação do novo relatório bimestral de avaliação fiscal. No entanto, a intenção do governo é antecipar esse anúncio. Do lado das receitas, o alívio fiscal tem que vir de um reforço decorrente dos leilões de usinas da Cemig, cuja arrecadação ficou R$ 1,13 bilhão acima do esperado, e de petróleo e gás , que assombrou positivamente em R$ 2,1 bilhões. O governo também tenta transferir para a União mais R$ 3 bilhões em precatórios que estão parados nos bancos porque são alvo de disputas judiciais. Juntas, essas receitas adicionam R$ 6,2 bilhões. No entanto, o governo também teve algumas perdas. Faz 1 mês, houve, por exemplo, frustração de R $ 1,55 bilhão em um leilão de áreas de o pré-sal realizado O novo Refis também vai ter uma arrecadação menor que a esperada originalmente por causa das mudanças feitas pelo Congresso no programa. A intenção original do governo, que vem sendo pressionado a liberar gastos, era descontingenciar R$ 10 bilhões ou mais. Mas diante das frustrações de receitas, o número tem que ser menor. O Orçamento de 2017 iniciou o ano com um contingenciamento aumentado, de R$ 45 bilhões. Esse aperto foi necessário diante do baixa performance da arrecadação e do engessamento das despesas, que são comprimidas pelos desembolsos com Previdência e folha de pagamento. Como a margem para cortes é pequena, o governo deixou os ministérios próximos de um shutdown , com pagamentos atrasados e perdas em serviços de atendimento à população. Para evitar o shutdown, o governo sugeriu e conseguiu aval do Congresso para aumentar o rombo das contas públicas de 2017 e de 2018. Este ano, a meta fiscal passou de um déficit primário de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões. Já o déficit do ano que vem subiu de R$ 129 bilhões para R$ 159 bilhões. Faz 2 meses, com isso, a equipe econômica conseguiu liberar R $ 12,8 bilhões de o Orçamento. Isso diminuiu o contingenciamento de 2017 para R$ 32,2 bilhões.- O governo anunciou nesta sexta-feira que liberará R$ 7,515 bilhões para gastos dos ministérios e para o pagamento de emendas parlamentares até o final do ano. O número está no relatório de avaliação de receitas e despesas do 5o bimestre de 2017, divulgado nesta sexta pelo Ministério do Planejamento. De acordo com o documento, a estimativa de arrecadação líquida para o ano aumentou para R$ 4,976 bilhões. Ao mesmo tempo, as despesas tiveram uma diminuição de R$ 2,539 bilhões. Com isso, foi possível afrouxar o contingenciamento do Orçamento. De acordo com o Ministério do Planejamento, o governo conseguiu reforçar os cofres públicos com R$ 2,711 bilhões em receitas de precatórios, com R$ 2,619 bilhões de leilões de hidrelétricas, petróleo e gás e com R$ 4,764 bilhões decorrentes da revisão de parâmetros econômicos. Foram revistas as projeções para a conduta de índices de custos e do PIB nominal. Juntos, esses valores adicionam R$ 10,094 bilhões. O relatório assinala, no entanto, que também houve algumas perdas de receitas. A soma esperada com o novo Refis, por exemplo, caiu em R$ 1,270 bilhão por causa das mudanças feitas no programa pelo Congresso. Registrou-se uma queda de R ainda $ 826,6 milhões em a receita esperada com exploração de recursos naturais. A estimativa de arrecadação da contribuição previdenciária também encolheu – R$ 310,2 bilhões – por causa da queda na massa salarial. Do lado da despesa, houve uma queda nas estimativas de gastos com seguro desemprego e abono salarial , com subvenções e subsidiozitos e com despesas com controle de fluxo . Ao mesmo tempo, os gastos com o pagamento de vantagens previdenciários subiram R$ 1,376 bilhão. O Planejamento informou que R$ 593,449 milhões dos recursos liberados serão destinados ao pagamento de emendas impositivas individuais e de bancada. Outros R$ 94,4 milhões vão ir para gastos dos poderes Legislativo e Judiciário. O restante – R$ 6,827 bilhões – vão ir para o poder Executivo. O Orçamento de 2017 iniciou o ano com um contingenciamento aumentado, de R$ 45 bilhões. Esse aperto foi necessário diante do baixa performance da arrecadação e do engessamento das despesas, que são comprimidas pelos desembolsos com Previdência e folha de pagamento. Como a margem para cortes é pequena, o governo deixou os ministérios próximos de um shutdown , com pagamentos atrasados e perdas em serviços de atendimento à população. Para evitar o shutdown, o governo sugeriu e conseguiu aval do Congresso para aumentar o rombo das contas públicas de 2017 e de 2018. Este ano, a meta fiscal passou de um déficit primário de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões. Já o déficit do ano que vem subiu de R$ 129 bilhões para R$ 159 bilhões. Faz 2 meses, com isso, a equipe econômica conseguiu liberar R $ 12,8 bilhões de o Orçamento. Isso diminuiu o contingenciamento de 2017 para R$ 32,2 bilhões. Esse valor agora vai cair para R$ 24,7 bilhões.

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Líderes de Asia-Pacífico decidieron trabajar en pro de un comercio inclusivo

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Leaders of TPP member states

Reuters. Los líderes de la lugar Asia-Pacífico decidieron el sábado afrontar “prácticas comerciales desleales” y “subvenciones que distorsionan el mercado”, en un comunicado marcado por los esfuerzos del presidente de Estados Unidos, Donald Trump, por reformar el escenario global del comercio.

La cumbre del Foro de Cooperación Económica Asia-Pacífico en Vietnam ha expuesto las visiones divergentes entre la política “Estados Unidos Primero” de Trump y el consenso tradicional, que aspira a acuerdos multinacionales y que China defiende.

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