Estamos preparados para qualquer cenário durante as votações, declara Ilan à rádio Jovem Pan

Por: SentiLecto

– O alto volume de reservas em dólar, a inflação baixa e a diminuição de contratos de swaps cambiais são algumas ferramentas que permitem ao Banco Central lidar com “qualquer cenário” de volatilidade nos mercados durante o fase eleitoral deste ano, declarou Ilan Goldfajn nesta terça-feira. Ilan Goldfajn é o presidente do Banco Central. A autoridade monetária em entrevista à rádio Jovem Pan ddeclarou “Estamos preparados para qualquer cenário neste ano”.Em 9 meses, o primeiro turno de as votações presidenciais ocorrerá, em um cenário polarizado e ainda sem certeza sobre uma possível participação de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 22 dias, o Tribunal Regional Federal de a 4ª Região vai julgar um recurso de o petista contra condenação no caso do tríplex guardense. Faz 11 meses, em meio a um ciclo de afrouxamento de os juros que levou a taxa básica Selic em a mínima histórica de 7 por cento em dezembro, o BC sinalizou que há espaço para mais um corte em a reunião de o Comitê de Política Monetária mas quando se compara à situação vivida nas reuniões passadas, também avalia um volume maior de incertezas aalegou”Sinalizamos que há chance de uma diminuição moderada da flexibilização monetária, mas também falamos que tem mais incerteza dessa vez”, declarou, mencionando a ata da última reunião do Copom. “Avaliaremos, tendo aí um mês e pouquinho para a resolução, veremos aqui como é que rola a conjuntura econômica.” A aprovação de ajustes e reformas, em especial as mudanças na Previdência Social atualmente em debate no Congresso, permitem uma queda na taxa de juros estrutural da economia e, consequentemente, declarou o presidente do BC na entrevista, abre mais espaço para a atuação do Copom. Alegou: “É sempre importante o Congresso nos ajustes”. O Congresso é o governo. “O juro estrutural da economia fica menor quanto mais a gente fizer a obrigação de casa, como por exemplo a reforma da Previdência.” Os componentes de inflação sujeitos à influência direta da taxa básica de juros estão “em torno da meta”, de acordo com o presidente do BC, que atribui à deflação dos prcustose alimentos o eventual descumprimento da meta no ano passado. “A parte que levou à inflação mais baixa tem a ver com a parte que o Banco Central não tem controle direto, que é inflação de alimentos”, explicou Para 2018, o ideal é se concentrar em componentes “mais estáveis” para projetar o comportamento da inflação, apontou Ilan, ressaltando que preços administrados como gasolina, botijão de gás e eletricidade possuem mais volatilidade por serem reajustados em linha com preços internacionais.

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Ibovespa cai após confirmação de deferimento da reforma da Previdência

Por: SentiLecto

– Faz 10 meses, o principal índice de a bolsa paulista fechou em queda em esta, pressionado por a confirmação de deferimento de a eleição de a reforma de a Previdência para fevereiro, o que deixa uma pausa menor para aprovação de a medida antes de o processo eleitoral. O Ibovespa fechou em queda de 0,67 por cento, a 72.428 pontos. O giro financeiro do pregão adicionou 11,3 bilhões de reais, impulsionado pelo leilão de compra e venda dos papéis ordinários do Itaú Unibanco, que não fazem parte do índice de referência da bolsa. Mais cedo, Rodrigo Maia anunciou que se vai votar a reforma em a Casa após o Carnaval, no dia 19 de fevereiro Rodrigo Maia é o presidente da Câmara dos Deputados., e avaliou que quando for, a proposta vai ter entre 320 e 330 votos favoráveis a plenário. A confirmação veio após o líder do governo no Senado, Romero Jucá , ter antecipado no final da tarde passada que a apreciação da proposta ficaria para fevereiro de 2018. Uma vez que votações o próximo ano marcam ele, com o deferimento, a janela para aprovação da medida ficou mais estreita. “Se tiver alguma probabilidade de aprovação é início do ano e não pode se arrastar para março, abril, maio. Cada mês que passar a probabilidade vai diminuindo”, disse gestor de recursos da Mapfre Investimentos Thiago Souza. DESTAQUES – ELETROBRAS ON caiu 3,8 por cento e ELETROBRAS PNB teve queda de 2,8 por cento, entre as maiores perdas do Ibovespa, com receios que o provável deferimento da eleição da reforma da Previdência possa prejudicar o processo de privatização da elétrica. – PETROBRAS PN recuou 1,12 por cento e PETROBRAS ON perdeu 0,82 por cento, apesar da alta para os custos do petróleo no mercado internacional e tendo no radar a precificação da oferta inicial de ações da BR Distribuidora na véspera, em 15 reais a ação, no piso da faixa indicativa. Com a operação, a petroleira ergueu cerca de 5 bilhões de reais. – ITAÚ UNIBANCO PN caiu 1,58 por cento e BRADESCO PN teve perda de 0,79 por cento, auxiliando a pressionar o Ibovespa devido ao peso em sua composição. A sessão também foi negativa para os demais bancos que figuram o índice, com SANTANDER UNIT fechando em queda de 0,81 por cento BANCO DO BRASIL ON recuando 0,39 por cento. – ITAÚ UNIBANCO ON, que não faz parte do Ibovespa, caiu 3,22 por cento e teve o maior volume financeiro da bolsa, de 1,76 bilhão de reais, após leilão para compra e venda de papéis. Na véspera, o banco informou acordo com a Fundação Antônio e Helena Zerrenner , que pretendia alienar, por meio de leilão, 31.793.134 ações ordinárias de emissão do Itaú. O banco informou interesse em participar do leilão para adquiri papéis, no âmbito de seu programa de recompra de ações. – VALE ON teve alta de 0,36 por cento, revertendo as perdas vistas mais cedo, apesar da queda para os contratos futuros do minério de ferro na China.

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Bancos mudam apostas para Selic após Copom e com dúvidas sobre reforma da Previdência

Por: SentiLecto

– Grandes bancos transformaram suas apostas para a trajetória da taxa básica de juros brasileira depois que o Banco Central diminuiu a Selic para o menor nível da história e diante das dúvidas sobre se o governo Michel Temer vai ser capaz de aprovar a reforma da Previdência neste ano na Câmara dos Deputados. Em um movimento amplamente esperado pelo mercado, o Comitê de Política Monetária do BC, que alegou que novos passos da política monetária precisam ser adotados com precaução, diminuiu a taxa básica para 7 por cento ao ano na quarta-feira, ante 7,5 por cento ao ano antes , e[nL1N1O624A] A leitura do comunicado e a conduta benigna da inflação levaram o Credit Suisse a modificar sua expectativa, passando a esperar mais uma diminuição da Selic em fevereiro contra estabilidade vista antes. No comunicado, o Copom revisou sua expectativa para a alta do IPCA neste ano a 2,9 por cento, ante 3,3 por cento anteriormente, valor que ficaria abaixo da meta oficial. A equipe econômica brasileira em comunicado declarou: “Achamos que o Copom também sinalizou que esse corte de 25 pontos básicos seria possivelmente o último corte da taxa de juros do ciclo atual de afrouxamento monetário, ao indicar “. Faz 10 meses, o BC ” telegrafou ” uma nova diminuição moderada em o ritmo de cortes em a avaliação de o BTG Pactual, a o divulgar que vai adotar ” precaução “. Se Ilan Goldfajn e sua equipe desejam desencorajar esperanças de cortes complementares além de fevereiro, ou ambas as chances, por outro lado, ainda não é possível saber se esse vocábulo menciona que o BC vai fazer um novo balanço de riscos e deixará a Selic inalterada em fevereiro declarou o BTG em comunicado. “Talvez a ata do Copom solucionará algumas dessas dúvidas de Finlandia textuais, mas por agora estamos levando em conta a parte central do comunicado e mudando nosso call para o nível final da Selic neste ciclo para 6,75 por cento, após corte de 25 pontos básicos que agora esperamos em fevereiro”, alega a nota do BTG, assinada pelo economista Eduardo Loyo. Faz 10 meses, em uma linha diferente, o Itaú Unibanco já esperava um corte antes de a resolução de o Copom, mas transformou suas projeções diante do risco de que a reforma da Previdência não seja aprovada pelo Congresso. Faz 10 meses, o banco diminuiu de 0,5 para 0,25 ponto sua expectativa para o corte de a Selic “Reconhecemos que a ausência de melhorias na agenda de reformas e de ajuste fiscal tornaria o segundo corte de 0,25 pontos porcentuais menos provável e, consequentemente, ampliaria a possibilidade do ciclo de flexibilização concluir com a taxa Selic em 6,75 por cento.” As possibilidades de eleição da reforma da Previdência na próxima semana estão menores, declarou à Reuters uma liderança governista, devido a resistências de partidos aliados como o PRB, o PR e o PSD. [nL1N1O71C3] Nesta sessão, o dólar operava com forte alta ante o real, invalidando a queda acumulada nos últimos quatro pregões e se aproximando dos 3,30 reais, diante da precaução com as possibilidades de o governo conseguir votar a reforma da Previdência em breve devido àodobstáculode conquistar asuportepolítico suficiente. [nL1N1O70XI]

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