BC chegou a debater vantagens de fim tempestivo de cortes de juros, mostra ata do Copom

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Senate budget committee

– O Banco Central chegou a debater as vantagens da antecipação tempestiva da ciclo de afrouxamento monetária, mas julgou mais benéfico sinalizar o fechamento gradual diante das circunstâncias atuais de inflação baixa e indícios de recuperação econômica. BC, que cortou a taxa básica de juros novamente em 1 ponto percentual, levando-a 8,25 por cento ao ano, por meio da ata do Comitê de Política Monetária divulgada nesta terça-feira. pontou: “Um processo gradual facilita a comunicação e permite o acúmulo de mais evidências sobre a conduta da economia à época de efechamentodo ciclo”,.”Avaliando as circunstâncias atuais, o Copom julgou conveniente sinalizar que, o Comitê antevê fechamento gradual do atual ciclo de flexibilização monetário, caso o cenário básico evolua conforme esperado no momento”, completou o comunicado., e mencionou que vai retardar o ritmo de diminuições de maneira gradual.

“Os membros do Copom realçaram o protagonismo de outras iniciativas e investimentos em infraestrutura que visam ampliação de produtividade, ganhos de eficiência, maior adaptabilidade da economia e aprimoramento do ambiente de negócios. Esses esforços são fundamentais para a retomada da atividade econômica e da trajetória de desenvolvimento da economia de Brasil.”Segundo o BC, na medida em que a recuperação da economia progride, a expectativa é que a alta do consumo abra espaço para a retomada do investimento.- A divulgação A semana vai marcar ela de importantes indicadores econômicos e de atividade em o Brasil e em o exterior. A maior expectativa está em torno da ata do Comitê de Política Monetária , que mencionará com maior transparência os próximos passos da autoridade monetária. Na última quarta-feira à noite, o Copom do Banco Central rdiminuiude 9,25% para 8,25% ao ano a taxa Selic. No comunicado, deixou aberto a chance de, na próxima reunião, cortar os juros em 0,75 ponto percentual, ante expectativa majoritária de 0,50 ponto. Na terça-feira, analistas e economistas irão avaliar o teor do documento para adaptar as suas projeções. No exterior, atenção para o cálculo dos prejuízos provocados pelo furacão Irma, nos Estados Unidos, e resolução de política monetária na Reino Unido.- Economistas de instituições financeiras passaram a ver a taxa básica de juros ainda mais baixa neste ano e no próximo, com inflação menor e melhora na perspectiva para o crescimento econômico. A pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira mostrou que a perspectiva para a Selic em 2017 caiu a 7 por cento, de 7,25 por cento antes, enquanto que para 2018 foi a 7,25 por cento, de 7,5 por cento. Com isso, a expectativa geral para este ano se alinha à do grupo que mais acerta as previsões, o Top 5, que continua vendo a taxa básica a 7 por cento. Porém, o Top-5 conservou a expectativa de que a Selic concluirá 2018 também nesse platô. Na semana passada, o BC cortou a Selic em 1 ponto percentual, a 8,25 por cento ao ano, e mencionou que vai retardar o ritmo de diminuições de maneira “gradual”. Faz 11 meses, para a reunião de política monetária os economistas consultados por o BC para a pesquisa semanal conservaram a perspectiva de um corte de 0,75 ponto percentual em a Selic. O afrouxamento monetário acontece em meio a um cenário cada vez mais favorável da inflação, mesmo com sinais um pouco mais consistentes de recuperação econômica. Em relação à alta do IPCA, as contas no Focus mostraram rdiminuiçãotanto para 2017 quanto para 2018. Para este ano, a expectativa de inflação passou a 3,14 por cento, 0,24 ponto percentual a menos do que na semana anterior, enquanto que para o ano que vem foi a 4,15 por cento, 0,03 ponto a menos. Em relação à atividade econômica, o Produto Interno Bruto , deve caumentar0,6 por cento em 2017 na mediana das projeções, uma melhora de 0,10 ponto percentual ante o levantamento anterior. Em 1 ano, a conta também melhorou, a uma expansão de 2,10 por cento de 2 por cento,, para 2018.

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Com queda de juros a 8,25%, poupança supera ganho da maioria dos fundos

Por: SentiLecto

A queda da taxa básica de juros para 8,25% ao ano deixou a poupança mais atrativa que a maioria dos fundos de investimento de renda fixa, de acordo com simulações feitas pela Anefac, que estima o rendimento mensal da poupança em 0,47% com a Selic a 8,25% ao ano, . Nesta quarta , o Copom decidiu diminuir a Selic em 1 ponto percentual, em linha com o esperado pelo mercado. Tomou-se a resolução de o BC diante de um cenário de inflação comportada e em uma tentativa de reanimar a atividade econômica de o país.

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Bolsa sobe e renova maior platô desde novembro de 2010; dólar cai

Por: SentiLecto

A Bolsa de Brasil fechou acima dos 72 mil pontos nesta segunda-feira e se aproximou de seu pico histórico, em dia de volume diminuído nos mercados globais por causa de feriado nos Estados Unidos. O dólar concluiu a sessão cotado a R$ 3,13. O Ibovespa, que ainda está no maior nível desde 8 de novembro de 2010, quando acabou a 72.657 pontos, que reúne as ações mais negociadas do mercado brasileiro, subiu 0,28%, para 72.128 pontos. Faz 9 anos, o recorde histórico de a Bolsa de Brasil foi a os 73.516 pontos.

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