REEDIÇÃO-Expectativa para inflação este ano cai ainda mais, com deflação maior em junho

Por: SentiLecto

SÃO PAULO – A expectativa para a inflação no Brasil neste ano caiu ainda mais na pesquisa Focus do Banco Central, com deflação maior em junho, enquanto os economistas que mais acertam as projeções aumentaram a estimativa para a taxa básica de juros em 2018.

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Nações da OEA não alcançam consenso para declaração de condenação à Venezuela

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Mapa Venezuela Topografico

CANCÚN, México – A Organização dos Estados Americanos não conseguiu emitir uma declaração formal condenando o governo da Venezuela pela forma como está tratando da crise política e econômica no país, apesar de um esforço de última hora do México e dos Estados Unidos na noite de quarta-feira.

Mas países-membros, inclusive o México, se comprometeram a insistir no tema até que a crise na Venezuela, onde ao menos 75 pessoas faleceram em mais de dois meses de protestos, seja resolvida tranquilamente.

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BC vê inflação menor em 2017 e 2018, mas sinaliza de novo que tem que cortar menos os juros

Por: SentiLecto

– O Banco Central diminuiu suas previsões sobre inflação neste ano e no próximo, mas reafirmou que a diminuição moderada do ritmo de corte na Selic deve se mostrar adaptada diante do cenário de incerteza que envolve a economia, em meio à intensa crise política que enfrenta o governo do presidente Michel Temer. Faz 1 mês, que cortou a Selic em 1 ponto percentual que iniciou em outubro passou a ver a alta de o IPCA em 3,8 por cento em 2017 em 2018 por o cenário de mercado sobre 4 e 4,6 por cento vistos em o comunicado de a última reunião de o Comitê de Política Monetária, de maio e em 4,5 por cento,, segundo Relatório Trimestral de Inflação divulgado em esta quinta-feira o BC a 10,25 por cento a o ano ciclo de afrouxamento passado. Faz 11 meses, o BC escreveu : ” Em função do cenário básico e de o balanço de riscos avaliados em sua última reunião, o Copom compreendeu que uma diminuição moderada de o ritmo de flexibilização monetária em relação a o ritmo adotado em aquela ocasião deveria se “. No relatório, reafirmou que o ritmo de flexibilização daqui para frente continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação. E adicionou: “O Copom reitera sua preferência por explicitar condicionalidades sobre a evolução da política monetária, o que melhor transmite a racionalidade econômica que guia suas resoluções”. Para analistas, o BC continuou assinalando que deve cortar menos a taxa básica de juros daqui para frente, em meio à crise política, mas a manutenção do ritmo de diminuição de 1 ponto não estava totalmente descartada. “A crise possivelmente gera conseqüência desinflacionários, mas isso não implica ampliar osRoberto Padovani, que calcula diminuição de 0,75 ponto nos juros em julho com a Selic fechando o ano em 9 por cento. Roberto Padovani, que calcula diminuição de 0,75 ponto nos juros em julho é o economista-chefe da corretora Votorantim. Roberto Padovani, que calcula diminuição de 0,75 ponto nos juros em julho é o economista-chefe da corretora Votorantim. Roberto Padovani, que calcula diminuição de 0,75 ponto nos juros em julho é o economista-chefe da corretora Votorantim. No relatório, a autoridade monetária repetiu a mensagem da ampliação das incertezas diante da crise política, e reiterou que o resultado líquido desse quadro pode ser tanto desinflacionário, em função do efeito negativo sobre a atividade econômica, quanto inflacionário, com mudanças na formação de custos e sobre as estimativas da taxa de juros estrutural. “Existe também a chance de os conseqüência e a trajetória prospectiva de a inflação forem compensadas não ser impactada. Não há, portanto, relação direta e mecânica entre a ampliação de incerteza e a política monetária”, reforçou. Faz 11 meses, em o mercado de juros futuros, as apostas majoritárias continuavam em corte de 0,75 ponto em a Selic, segundo dados de a Reuters. A inflação vem mostrando sinais favoráveis, com o IPCA adicionando nos 12 meses até maio alta de 3,60 por cento, bem abaixo do centro da meta de inflação de 4,5 por cento para este ano e o próximo, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. No documento, o BC também calculou inflação em torno de 4,3 por cento nos 12 meses até o segundo trimestre de 2019. A equipe econômica deseja diminuir a meta de inflação para 2019, resolução que vai tomar na próxima reunião do Conselho Monetário Nacional , na semana que vem. A ideia é cortar o centro da meta, estabelecido em 4,5 por cento desde 2005, para algo entre 4 e 4,25 por cento. O BC também conservou sua perspectiva para o crescimento do Produto Interno Bruto neste ano a 0,5 por cento, justificando que colocou na balança resultados favoráveis de indicadores de atividade recentes que, se conservados, levariam a uma revisão de alta, mas também ao maior ambiente de incertezas, que pode ter conseqüência negativo sobre a economia.

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Empresários e centrais sindicais veem precaução na resolução do Copom

Por: SentiLecto

PAULO. Entidades empresariais e centrais sindicais lamentaram a resolução do Comitê de Política Monetária de conservar o ritmo de corte da taxa Selic em um ponto percentual. Em comunicado, a Confederação Nacional da Indústria , alega que foi a “recente turbulência política” que impediu que o Banco Central acentuasse o ritmo de queda dos juros. A CNI, recordando que a inflação situa se abaixo da meta para este ano. caso o ambiente de incertezas não tivesse dificultado os horizontes da economia, declara: “A diminuição de um ponto percentual promovida hoje pelo Copom poderia ter sido maior “. Para a CNI, a intensidade do ritmo de queda dos juros, agora, vai depender da solução das incertezas políticas, de modo a viabilizar a permanência das reformas em debate no Congresso. “Na avaliação da CNI, as reformas são cruciais tanto para a garantia do equilíbrio fiscal de longo prazo como para a modernização das relações econômicas e a elevação da competitividade dos produtos brasileiros. São, portanto, fundamentais para a consolidação do crescimento econômico”. A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro realça que os sinais de recuperação da economia ainda são bastante incipientes, e como a inflação conserva-se em trajetória cadente, há espaço para que o Copom dê permanência ao processo de diminuição da taxa de juros. “A duração e a intensidade desse processo, contudo, dependem da aprovação das reformas, fator chave para o equilíbrio das contas públicas e para a retomada do crescimento econômico e da geração de empregos”, declara a Firjan, em comunicado. Para o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo , Paulo Skaf, o Copom errou ao não promover corte “mais incisivo” da taxa de juros, diante das expectativas de inflação abaixo da meta tanto para 2017 como para 2018. Skaf, em nota declarou: “Ao não agilizar a queda dos juros, o Banco Central desacelera o processo de retomada da economia e da geração de empregos”. A diminuição de um ponto da taxa Selic anunciada hoje, na avaliação da Força Sindical, de pouco servirá para a recuperação da economia de Brasil. “Precisamos ser mais arrojados no que se refere à taxa de juros. Uando tantos brasileiros não têm acesso sequer, o Brasil não pode ficar à mercê de tanta cprecauçãoq a produtos básicos para sua subsistência.O excesso de zelo é a tranca que fecha as portas do crescimento econômico”, declarou Paulo Pereira da Silva o Paulinho. Paulo Pereira da Silva é o presidente da Força. Antonio Neto, presidente brasileiro , faz coro e declara que o corte de um ponto pouco auxiliará na reversão do quadro recessivo e de desemprego nas alturas. “É essencial que o Copom execute cortes mais acentuados para que o Brasil aumente de forma agilizada. Os juros altos desestimulam o investimento e diminuem a habilidade produtiva, freando, consequentemente, o consumo e ampliando drasticamente o preço da dívida pública, que conserva os altos lucros do sistema financeiro em detrimento das condições de vida do povo de Brasil”, declara o dirigente da CSB.

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Copom diminui taxa da Selic de 11,25% para 10,25%

Por: SentiLecto

– O Comitê de Política Monetária fez exatamente o que esperavam os economistas e diminuiu a taxa básica de juros de 11,25% ao ano para 10,25% ao ano. Essa foi a sexta queda seguida promovida pela diretoria do Banco Central. Isso levou os juros básicos do país para o menor nível desde janeiro de 2014. Essa queda era esperada porque a inflação de Brasil está em 3,77% nos últimos 12 meses, reflexo da recessão econômica que o país cruza. A meta para o ano é de 4,5%, o que dá espaço para o BC cortar ainda mais os juros. A dúvida dos analistas é até onde o Banco Central tem espaço para continuar a cortar a taxa que funciona como guia para toda a economia. Atualmente, a principal incerteza é a instabilidade do presidente da República, Michel Temer, envolvido nas acusações que tumultuam o país e, por isso, deverá prestar testemunho aos investigadores da Operação Lava-Jato. Com o envolvimento do presidente, o andamento das reformas da economia de Brasilde Brasil que estão no Congresso Nacional está comprometido. O mercado financeiro, entretanto, ainda aposta que parte expressiva das mudanças mais importantes tem que passar no Legislativo. Essas dúvidas recentes já começam a infectar as projeções para o país. As apostas são de que o BC vai ser mais conservador e a queda dos juros vai ser gradual. Nesta semana, a autarquia divulgou a pesquisa feita com os economistas na sexta-feira da semana passada. A ideia é que o BC vai chegar até o fim do ano com um juro básico de 8,5% ao ano. O que mudou é o ritmo de queda dos juros, que, agora, tem que ser mais lento para chegar a esse platô. Por outro lado, com toda a incerteza, os analistas já assinalam uma inflação levemente maior a que esperada antes tanto neste ano quanto para o ano que vem. A projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo nos dois anos ainda está abaixo da meta traçada pela equipe econômica: 3,95% para 2017 e 4,40% para 2018. A crise política também afetou a estimativa para a recuperação da economia, que tem que ter um ritmo menor. A expectativa para a variação do Produto Interno Bruto é de 0,49% neste ano e de 2,48% no ano que vem.

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