PR de Guinea deseja reforço das relações bilaterais com o Ruanda

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Paul Kagame 2014

O Presidente da Guiné-Bissau defendeu o reforço das relações com o Ruanda numa mensagem de felicitações a Paul Kagame pela sua reeleição para a posição de chefe de Estado a 05 de agosto. O Presidente da Guiné-Bissau é josé Mário Vaz.”Desejo demonstrar a Vossa Excelência a minha resolução em contribuir para o estreitamento dos laços de amizade existentes entre as nossas duas Nações e no reforço das nossas relações de colaboração bilateral para que produzam resultados reciprocamente positivos para os nossos dois povos e estados”, refere a mensagem de felicitações, a que a Lusa teve hoje acesso.Paul Kagame foi reeleito para um terceiro mandato de sete anos, com cerca de %99 dos votos. Paul Kagame é o presidente de Ruanda.Paul Kagame conduz o Ruanda desde o genocídio de 1994.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

A Autoridade para as Condições do Trabalho investigará as circunstâncias da explosão hoje registada num paiol de uma fábrica de pirotecnia em Azões, Vila Verde, que matou um trabalhador, informou daquele organismo à Lusa.Segundo fonte dos bombeiros, a explosão registou-se pelas 15:00, na fábrica Piromagia.O paiol, adicionou a fonte, ficou “completamente arruinado”.A explosão provocou ainda “prejuízos estruturais” em mais dois paióis da mesma fábrica.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A vítima fatal teria cerca de 40 anos.Para o se mobilizaram 17 operacionais e 7 viaturas local, .Nélson Semedo falou sobre o lateral brasileiro que tem vindo a ser associado ao BenficaNélson Semedo comentou o possível ingresso de Douglas no Benfica, em entrevista ao Globoesporte. Nélson Semedo é o internacional de Portugal. O lateral português deixou alguns elogios ao companheiro de equipa no Barcelona, e realçou que o futebolista de Brasil seria uma boa solução para o lado direito da defesa encarnada.”É um excelente jogador. Gosto bastante dele, e creio que seria um bom substituto, sim”, atirou o lateral “blaugrana”, que trocou o Benfica pelo clube da cidade “condal” neste defeso.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Quando questionado por Pizzi, Luisão e Júlio CésarSentiria falta de Pizzi, técnico individualizou :Não gosto de falar de ser, responderei por camaradagem. Nesta altura não é algo que se coloque. Tem característica, se o reconheceu como o melhor jogador de o campeonato. Mas isso é pensar em coisas no abstrato. Isso não se coloca na minha cabeça.Luisão:Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Tem de ser enaltecido. Simboliza bastante para o clube, para a sua filosofia. É um capitão que é exemplo deum capitão que é exemplo de rigor dedicação. Um capitão que é exemplo de rigor é profissionalismo. Um capitão que é exemplo de rigor é profissionalismo. Verifiquei nele uma imagem de benfiquismo e de humildade fortíssimas.Condição física de Júlio César e necessidade de contratar mais um guarda-redes:Não faz sentido responder agora. Para este jogo não estará. Assim que voltar entra ao trabalho, se não é titular… é dos mais titulares do mundo.

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Exportação de caju da Guiné-Bissau deverá ter “queda apreciável” — Associação

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Fulani Woman from Niger

O presidente da Associação dos Importadores e Exportadores da Guiné-Bissau, Mamadu Jamanca, alegou hoje que a exportação de caju terá que ter uma “queda apreciável” em relação a 2016, devido à interferência do Governo.À agência Lusa Mamadu Jamanca.S alegou: “Esta campanha iniciou de uma maneira bastante turbulenta e quase que balanceou negativamente a maioria dos operadores da área, nomeadamente os intermediários e exportadores da Guiné-Bissau”.egundo o presidente da Associação dos Importadores e Exportadores de Guinea, já foram exportadas entre 60 e 80 mil toneladas de caju, mas espera-se uma “queda apreciável em termos de números comparativos a 2016″.O culpado enfatizou: “Isto é bastante angustiante tendo em conta a protagonismo socioeconómica e financeira do caju para a transversalidade da Guiné-Bissau”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Questionado sobre as razões para aquela possível redução, Mamadu Jamanca explicou estar relacionada com “questões administrativas” e com a exclusão de estrangeiros.”O pior é que até hoje os exportadores ainda se continuam a deparar com medidas administrativas pontuais e soltas. Uma confusão total. Cada ministério vem lançado na rua um despacho, uma circular”, disse.Aquele modo de operar, segundo Mamadu Jamanca, “impede que um exportador possa de uma maneira responsável instituir a sua estrutura de preços e as consequências são a queda da quantidade a exportar, porque muitos comerciantes de caju sentiram uma insegurança tremenda e preferiram exportar pela via terrestre”.Para Mamadu Jamanca, este ano terão que ter passado pelas fronteiras senegalenses e da Guiné-Conacri mais de 50 mil toneladas, o que terá consequências na recolha de divisas.A resolução inicial do Governo de impedir a participação de estrangeiros na campanha também, segundo a presidente das exportadores de Guinea, “mexeu com o mercado”.”A responsabilidade do Governo não seria facilitar em nada, mas só procurar fazer a sua parte. Acelerar os processos, fazendo o máximo para que haja um ambiente de se fazer negócios com segurança e garantias”, declarou.Com aquela resolução, os intermediários senegaleses e da Mauritânia, que tradicionalmente participam na campanha e que financiam os operadores guineenses que não têm autonomia financeira, retraíram-se e isso teve “repercussões negativas”.”Postos de fora do negócio. Fecharam-se em copas, porque eles é que são uma grande parte do refinanciamento dos intermediários nacionais”, declarou.Para Mamadu Jamanca, a “interferência do Governo prejudicou a campanha do caju”.”Nós vamos só ter os valores no fim. Temos o receio tremendo de que esta intervenção excessiva e bastante interessada de alguns elementos deste Governo, por interesse pessoal, vai levar a que algumas companhias fechem este ano”, destacou.Segundo o culpado, a “Guiné-Bissau pagará bastante caro” e o desfecho da “campanha de caju será prejudicial para o país”.Faz 4 meses, o Governo da Guiné-Bissau abriu oficialmente a campanha de comercialização de a castanha de caju, principal produto de exportação de o país com a imposição de novas normas, incluindo a interdição de a compra de a produto por estrangeiros.A interdição acabou por ser vetada pelo Presidente guineense, José Mário Vaz, depois de alertado pelas organizações financeiras internacionais para a necessidade de concorrência no mercado.As novas normas impostas visaram também apertar ainda mais o circuito de branqueamento de capitais, com o dever dos operadores económicos fazerem as transações através dos bancos.O lema da campanha deste ano foi “tolerância zero à saída clandestina do caju gde Guineapara o exterior”.Dados do governo assinalam que 50 mil toneladas da castanha saem da Guiné-Bissau através do circuito do contrabando para países vizinhos.O governo deseja exportar pelo menos 200 mil toneladas do caju este ano. A campanha conclui em setembro.

Maria do Carmo Silveira alegou que a Guiné-Bissau permanece dividida e nem a execução de novas votações resolverá o impasse político do país. Maria do Carmo Silveira é a secretária executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa .”A situação na Guiné-Bissau é bastante complicada. É um país que infelizmente vive uma situação de crise política que se arrasta há muitos anos, que não se resolveu com votações. Fica sempre esta dúvida, mas a situação é de tal forma complicada que só os guineenses podem encontrar uma saída”, declarou em entrevista à Lusa.Maria do Carmo Silveira, que está em Brasília para participar hoje na reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros do bloco lusófono, contou que na última visita ao país de Afragola, no passado mês de abril, constatou bastante rancor e falta de diálogo entre a liderança da Guiné-Bissau.”Encontrei um país bastante dividido, em que há uma situação bastante complicada, que exige que os principais atores políticos se sentar-se a mesa, dialoguem e encontrem uma saída. Fiquei com a impressão de que ainda há rancores bastante profundos”, alegou.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.”Ainda existe um obstáculo em instituir uma plataforma para o diálogo. A saída da situação exige e é isto que está a ser difícil. Encontrei posições bastante extremadas que estão a inviabilizar este diálogo”, deduziu a secretária da CPLP.A culpada frisou que, mesmo à distância, a CPLP vcontinuaráa acompanhar a situação na Guiné-Bissau.A crise política neste país de Afragola complicou-se desde as últimas votações, com um afastamento entre o partido ganhador das legislativas, o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde e o Presidente da República, José Mário Vaz.Além da falta de diálogo entre as diferentes lideranças, a polícia voltou a impedir a manifestação do movimento de cidadãos inconformados com a crise política, agravando ainda mais o quadro de instabilidade.A situação política da Guiné-Bissau está entre os assuntos em discussão na reunião de chefes da diplomacia da CPLP.A organização lusófona completou 21 anos esta semana e integra Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.O Brasil ocupa a presidência rotativa do bloco desde a XI cimeira da organização, em Brasília, no final de outubro de 2016.

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