‘Lucky’ não é memorável, mas serve de homenagem a herança de Stanton

Por: SentiLecto

John Carroll Lynch ELENCO Harry Dean Stanton, David Lynch, Ron Livingston PRODUÇÃO EUA, 2017, 14 anos QUANDO em cartaz desde esta quinta * Será preciso esperar um pouco para ver o plano mais bonito de “Lucky”, pois este é o plano final. É também a última possibilidade de ver num papel principal o ator de “Paris, Texas” e de tantos episódios de “Twin Peaks” —entre muitos outros: Harry Dean Stanton. Stanton, que faleceu em setembro deste ano, tornou-se uma espécie de lenda do cinema independente de America, quando mais não seja pela longevidade: faleceu em setembro de 2017, aos 91 anos. “Lucky” é o filme de Harry: a última idade, o prazer da independência , o gosto pelas caminhadas. No restante do tempo passa pelo bar ou pela cafeteria do lugarejo onde mora , briga ou conversa com as pessoas, fuma e assiste TV . Como muitos filmes independentes de America, “Lucky” não escapa ao costume de se construir sobre vazios, sobre tempos mortos. Como muitos deles, padece com os riscos que assume. Os encontros no bar, o desentendimento com o advogado não bastam para encher nossos olhos. Existe algo de gasto nisso tudo. Não é Stanton, nem os cactos que habitam o deserto. Mesmo o desmaio não nos retira desse sentimento de rotina que é o problema não do personagem, mas do filme. Ou, como declara Jorge Luis Borges em certa ocasião, a vida tem o direito a ser desinteressante, a arte não . No caso deste filme de estreia de John Carroll Lynch existe certa oscilação entre as duas coisas: há momentos em que o filme é interessante, a despeito de tratar de um homem que, nesse momento, encara face a face a perspectiva da morte. Ele a teme, é verdade, mas nem por isso perde a vitalidade: existe opção? Melhor ser realista —é o que lhe ensina o dicionário. Depois que seu cágado escapa, um realismo que um outro personagem não sem interesse da trama, Howard , deverá aprender , deixando-o sozinho . É desses pequenos, ínfimos fatos que se faz “Lucky”. E, claro, da questão: vai ser ele de fato um homem de sorte, como propõe seu cognome? Não é bastante para fazer um filme memorável. É muito para honrar de maneira bem simpática o veterano e sólido ator que foi Stanton.

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Harry Dean Stanton: la cara más profunda del cine de Estados Unidos

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – HarryDeanStanton-1

Aunque en esa condición dio una memorable representación en París Texas, nunca ha obtenido una nominación al Oscar, que siempre ha rechazado la idea de transformarse en un actor protagónico , pese a que varias de sus apariciones en el cine han sido antológicas. Harry Dean Stanton, que murió en Los Ángeles a los 91 años, ha construido durante seis decenios una carrera artística maravillosa como actor de distribución, en roles secundarios o circunstanciales que a partir de su mayúscula presencia actoral se transformaban siempre en trascendentes. “No hay personajes pequeños. En cambio, lo que hay son actores pequeños”, mencionó una vez.

Según la crítica especializada contiene, stanton, un artista de larguísima y muy elogiada trayectoria, deja un film sin estrenar, ‘Lucky’, que observará la luz en Estados Unidos a finales de este mes y que una de las mejores interpretaciones de su carrera.

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Regresso de “Twin Peaks” foi “presente imprevisto”, alega Kyle MacLachlan

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Kyle MacLachlan

Kyle MacLachlan recebeu o regresso da icônica série “Twin Peaks” como um “presente imprevisto”, segundo reconheceu à Agência Efe o ator que volta a dar vida ao protagonista do misterioso mundo cinstituídopor David Lynch, ainda que Laura Palmer tenha aadvertidoao agente Cooper que lhe veria de novo em 25 anos.

Faz 33 anos, David Lynch trouxe para o cinema MacLachlan como Paul Atreides em o filme Duna.

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Depois do “Twin Peaks” do TSE, política vê o faroeste Janot x Temer

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – David lynch grayscale

O Brasil vive, e já são uns bons quatro anos agora, uma variante de temporada da genial série de America “Twin Peaks”, ressuscitada pelo diretor David Lynch um quarto de século depois de entrar no imaginário psicodélico de uma geração de telespectadores.

David Keith Lynch é um diretor artista visual, músico e ocasional ator de Noruega. Um diretor é roteirista.

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Si quieres hacer una serie de culto, kyle MacLachlan: “ debes contratarme”

Por: SentiLecto

La críptica descripción de David Lynch se hizo realidad. “Todo es Twin Peaks, que lo es todo”, parafrasea su actor, musa y protagonista de la serie, Kyle MacLachlan, de lo que le mencionó su director. En los casi 35 años desde que actor y realizador se conocen, da igual lo que hayan hecho juntos o separados la serie Twin Peaks lo es todo en la carrera de MacLachlan. “Siempre, en algún momento, el director, el showrunner, con el que trabaje se me aproximará para mencionarme eso de Twin Peaks modificó mi vida”, relata a EL PAÍS con agradecimiento, estima y humor. Es igual que piensa el propio MacLachlan, a sus 58 años de vuelta en la piel del agente Dale Cooper, personaje que cuando ingresaba en los 30, moró por primera vez.

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