‘Deus resgate o rei’: sinopses de 29 de janeiro a 3 de fevereiro

Por: SentiLecto

Capítulo 18 – Segunda-feira

Afonso é preso. Petrônio e Orlando ficam petrificados diante de Brice. Martinho informa a Amália que, na ausência de Augusto, a princesa é a única que pode livrar Afonso da prisão. Orlando adverte a Cássio que ninguém consegue tirar Brice do castelo, por não resistirem aos seus encantos. A mandingueira chamada por Rodolfo, que ordena que seus súditos procurem um homem do coração puro, explica ao rei que somente um homem de coração puro poderá expulsar Brice do castelo. Catarina ignora as recomendações de Demétrio e decide tratar Afonso como um preso normal. Quando vai tratar do seu julgamento, demétrio comunica a Afonso que Catarina não deu previsão de. Rodolfo identifica Osiel como um homem de coração puro. Saulo explica a Selena seu obstáculo em falar sobre sua condição de órfão. Josafá adverte a Amália que Catarina é uma pessoa difícil. Constantino descobre que Catarina não libertou Afonso da prisão. Tiago declara a Amália que Afonso ainda vai ficar um tempo na prisão. Amália decide procurar Catarina e entra no castelo sem ser vista. Amália acaba entrando na biblioteca e se depara com Catarina.

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Entidades empresariais veem progressão na aprovação da reforma trabalhista

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Carteiradetrabalho

PAULO. As entidades empresariais comemoram a aprovação da reforma Trabalhista na Câmara, na noite de quarta-feira. Em nota, a Confederação Nacional da Indústria classificou as mudanças aprovadas na legislação um”progressão importante no percurso da modernização das relações do trabalho no Brasil”. A medida, segundo a entidade, valoriza a negociação coletiva e prestigia companhias e trabalhadores que podem dialogar e encontrar soluções pactuadas para seu dia a dia, como calcula a Constituição. “Na visão da CNI, modernizar e desburocratizar as relações do trabalho no Brasil é urgente e necessário. É um percurso que vai contribuir para a retomada dos empregos. Apesar dos progressões da tecnologia e da evolução nas maneiras de se produzir, as leis trabalhistas brasileiras perderam o compasso. A Consolidação das Leis do Trabalho, que se tornou antiquada em diversos aspectos, sobretudo em relação ao trabalho contemporâneo, realizado a distância e com rotinas flexíveis – incompatível com o ultrapassado e compulsório cartão de ponto”, declara a CNI em comunicado, , publicada em 1943, encarnou importante progressão na proteção do trabalhador , mas Segundo a entidade, o “desejo do trabalhador de negociar a divisão das férias em até três vezes ou a adaptabilidade para trabalhar mais horas por dia em troca de folgas, por exemplo, tem respaldo na Constituição de 1988, que reconhece a negociação coletiva como um direito do trabalhador . No entanto, as companhias que adotam medida nesse sentido estão sob o risco de responderem ações trabalhistas”. Por isso, deduz a CNI, “esse foi mais um passo rumo à modernização das relações de trabalho, de modo a garantir competitividade para as ecompanhiase proteção para os trabalhadores”. A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas , também em nota, alegou que a aprovação beneficia o segmento varejista e para mercado de trabalho de Brasil. Para a CNDL, que encarna cerca de 450 mil lojistas em todo país, porém, a mudança tem que estar alinhada com as modernizações das leis trabalhistas já realizadas em vários países. Outro ponto realçado pela entidade, é que a reforma animará a formalização dos postos de trabalho. O presidente da CNDL, Honório Pinheiro declara: “A modernização trabalhista é a grande mudança que o Brasil necessita para ampliar a geração de empregos e contribuir de maneira decisiva para a retomada da economia doméstica”. Vai apreciar-se uma melhoria para a CNDL, ainda, a manutenção de o trabalho intermitente em o texto base, que agora em o Senado, é ” para empregado que poderá compatibilizar as questões pessoais com a atividade laboral e a o mesmo tempo permite uma melhor adequação a os serviços prestados em as companhias “.

A central acredita que vai haver uma “terceirização indiscriminada” que promoverá a substituição dos atuais profissionais que têm empregos com carteira assinada.Na rede municipal de saúde, no entanto, postos e clínicas, vão funcionar normalmente. O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde declara que é solidário à mobilização, mas não pode interromper um serviço imprescindível.- O projeto de reforma trabalhista, que será votado nesta quarta-feira na Câmara, aborda assuntos tão diversos e complicados que mesmo as entidades empresariais, defensoras de primeira hora de mudanças nas leis trabalhista do país, divergem quanto a pontos do projeto. Depois de demonstrar-se bastante discretamente durante as discussões sobre os termos discutidos, a Federação das Indústrias de São Paulo veio a publico ontem para defender o fim do imposto sindical compulsório, um dos pontos mais polêmico da proposta do deputado Rogério Marinho. Uma vez que não há consenso, já a Confederação Nacional da Indústria conserva-se neutra sobre a questão em suas bases. “Ao tomar essa resolução, a Fiesp se mostra coerente com sua luta contra tantos impostos, burocracia, paternalismo e Estado Cartorial. O Brasil vive um momento que pede mudanças, para a construção de instituições e relações mais contemporâneas”, declarou Paulo Skaf no comunicado em que anunciou o posicionamento da entidade. Paulo Skaf é o presidente da Fiesp. A Fiesp, alias, estampa nos principais jornais do país hoje anúncio com o slogan “O Brasil precisa de menos impostos e mais coerência” nos principais jornais do país. Se associa a Fiesp Órgão a o qual , a CNI não tem uma posição definida sobre a questão de o imposto sindical obrigatório que custa anualmente um dia de trabalho de todos os brasileiros com carteira assinada,. A indefinição se deve a divergências internas entre os sindicatos patronais associados, explica declara Alexandre Furlan, presidente da Comissão do Conselho de Relações do Trabalho da CNI. Mas, pessoalmente, Furlan declara ser pessoalmente favorável ao fim da obrigatoriedade do imposto, por compreender que isso traria mais força aos sindicatos, que passariam a ter representatividade mais efetiva. Outro ponto positivo, declara, seria a redução do número dessas organizações no país — existem hoje mais 11 mil sindicatos de trabalhadores e 5 mil patronais no Brasil. Se distribuíram federações e confederações de trabalhadores de acordo com Furlan, de os cerca de R $ 3,5 bilhões em imposto sindical arrecadado em o ano passado, cerca de R $ 1,9 bilhão entre sindicatos, , R $ 778 milhões a os sindicatos, federações e confederações patronais, R $ 582 milhões a o governo, e R$ 178 milhões às centrais sindicais. — O assunto é delicado, porque quem sobrevive das contribuições obrigatórias tem medo de não sobreviver. Há sindicatos que servem a famílias, pessoas, e o fim do imposto obrigatório limparia o sistema — opina Furlan, completando. Quanto ao projeto que vai ir a eleição hoje na Câmara, o dirigente declara que a CNI avalia estar de acordo com 70% dos pontos do relatório do deputado Rogério Marinho. — Na maioria dos pontos, somos convergentes — declara Furlan, realçando como progressões novas normas como a que estabelece que as convenções coletivas tenham força de lei, a chance de se dividir as férias em três fases, a chance de negociação de pausas entre jornadas . Mas a entidade não consente com pontos, como o que determina que se os negoceiem dentro das convenções coletivas, também a norma de a companhia e o seu plano de posições e salários. — Não concordamos porque essas são questões internas que se definem em função das atividades e dos padrões de governança de cada empresa — diz Furlan. Outro ponto do relatório de Marinho do qual a CNI diverge é o que regulamenta o artigo 11, da Constituição, e trata da representação dos trabalhadores, independente dos sindicatos, nas companhias. A Constituição define que toda companhia com mais de 200 empregados tenha um representante mencionado pelos trabalhadores, que tem como prerrogativa um ano de mandato, com mais um prorrogável, fase em que desfrutam de estabilidade de emprego. Pelo texto em análise no Congresso, define-se que para companhias com 200 até 3 mil empregados terão que ser três esses representantes, que serão cinco nas companhias com 3 mil até 5 mil empregados, e sete para aquelas com mais de 7 mil empregados. INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo anunciou ontem que também apoia a extinção da contribuição sindical compulsória. — A reforma de forma acertada sugere a preponderância do negociado sobre o legislado nas relações de trabalho. As negociações serão lícitas se governadas por sindicatos efetivamente representativos de suas categorias. Para tanto, a extinção da contribuição sindical compulsória é condição necessária, dando liberdade a empregadores e trabalhadores de se associarem aos sindicatos que José Romeu Ferraz Neto recordando que ontem a diretoria da Fiesp aprovou por unanimidade suporte ao fim da contribuição sindical, com o voto favorável do SindusCon-SP. José Romeu Ferraz Neto é o presidente do SindusCon-SP. José Romeu Ferraz Neto é o presidente do SindusCon-SP. Para Ferraz Neto, a modernização das relações de trabalho não pode mais se apoiar na existência de 17.081 entidades, das quais 16.451 sindicatos, 583 federações e 47 confederações de trabalhadores, e que em boa parte sobrevivem graças à contribuição sindical ocompulsória — Grande parte dessas entidades não encarna senão seus dirigentes, que vão se perpetuando em sua condução e usando-as para fins particulares. O Brasil não pode mais abrigar equipamentos anacrônicos como a obrigatoriedade do imposto sindical — declarou o dirigente, adicionando que a entidade apoia os demais itens da reforma trabalhista, como a flexibilização dos contratos de trabalho, a criação do trabalho intermitente e as medidas destinadas a desafogar a Justiça do Trabalho. — Esta reforma, junto com a legislação que liberou a terceirização para quaisquer atividades das companhias, certamente dará mais segurança jurídica às relações de trabalho e reverter o desemprego — aalega setor de ti o empresário marco stefanini considera que a reforma trabalhista tem mais pontos positivos do que negativos. Stefanini é ceo do grupo stefanini, que atua no segmento de tecnologia da informação. Para ele, a legislação instituída há anos está defasada em relação à realidade do mercado de trabalho, e especialmente no setor de TI, e as mudanças são bem-vindas: — Na Europa, por exemplo, não existe a concepção de atividade fim e meio. Lá se terceiriza há muito tempo — declara o empresário, recordando que a concepção de terceirização calculado na proposta de reforma conserva os direitos trabalhistas. Segundo ele, nas grandes companhias de tecnologia da informação as pessoas estão contratadas pela CLT. O empresário declara que houve um movimento contra a pejotização. Mesmo assim, declara Stefanini, alguns pontos da reforma devem ser analisados com cuidado para que não se instituam ‘monstros’. A permanência de um representante dos funcionários em cada unidade da empresa pode, na avaliação do empresário, criar um legião de pessoas com estabilidade, exatamente hoje como acontece com representantes de sindicatos. — É preciso cuidado com pontos como esse. Não podemos ter uma legião de pessoas com estabilidade no emprego. Mas no balanço geral, a lei traz bastante mais pontos positivos do que negativos. Por exemplo, em relação entre os acordos entre patrões e empregados. As duas partes negociam, chegam a um acordo e depois isso não vale nada. A reforma muda isso, o que eh positivos — declara ele. Sobre a resistência dos sindicatos e centrais à regulamentação da terceirização , o empresário argumenta que a lei aprovada melhora a relação entre ad ecompanhiasde TI e seus contratados. — Não regulamenta as normas entre a companhia e seus funcionários. Isso quem define é a CLT. Portanto, a terceirização não vai reduzi direitos trabalhistas — declara Stefanini, recordando que o Brasil tem 50% das ações trabalhistas do mundo e 2% do número de funcionários. Portanto, declara o empresário, há algo errado. — Ou as companhias não respeitam a lei os o sistema não está de acordo.— Os dirigentes das centrais sindicais agrediram duramente a aprovação da reforma trabalhista e alegaram que a resposta dos trabalhadores vai vir na greve geral marcada para esta sexta-feira. Central Única dos Trabalhadores, Força Sindical e União Geral dos Trabalhadores consentem que uando a eleição chegar ao Senado, a grande adesão à paralisação desta sexta deve aauxiliara melhorar alguns pontos da reforma q. — Essa proposta é o caos. Vamo ter amanhã a maior greve da história brasileira. A reforma vai ocorrer e, por isso, o que devemo fazer agora é batalhar para que ela seja mais civilizada — declarou o presidente da Força Sindical o Paulinho. O presidente da Força Sindical é deputado federal Paulo Pereira da Silva . Vagner Freitas adicionou que a aprovação da reforma nas vésperas da greve geral assistência a “potencializar” o movimento “na luta contra a retirada dos direitos conquistados”. Vagner Freitas é o presidente da CUT.Ricardo Patah recordou que um dos pontos da reforma que se o aprovou também trata do fim da contribuição sindical. Ricardo Patah é presidente da UGT. — Essa é uma retaliação ao movimento sindical que fragiliza os trabalhadores. O país parará e mostraremos a força do trabalhador que não deseja essa reforma que retira direitos — declarou Patah.

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Passageiro tirado à força de aaeronaveda United quebrou nariz, ddeclaraadvogado

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – 20090524 Buildings along Chicago River line the south border of the Near North Side and Streeterville and the north border of Chicago Loop, Lakeshore East and Illinois Center

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Por: SentiLecto

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