Militares na República Centro-Africana vestem-se “à Benfica”

Por: SentiLecto

Os militares portugueses na República Centro-Africana agradeceram a oferta de 160 camisolas personalizadas do BenficaOs militares da Força Nacional Destacada da Organização das Nações Unidas na República Centro-Africana vestiram-se “à Benfica” para agradecer a oferta de 160 camisolas personalizadas do clube da Luz.As camisolas foram entregues por Luís Filipe Vieira ao General Rovisco Duarte numa ação organizada pela Fundação Benfica. O General Rovisco Duarte é chefe do Estado-Maior do Exército, que as fez chegar aos 160 militares portugueses. Luís Filipe Vieira é presidente do clube da Luz.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Tancos/Armas: Azeredo Lopes assinala “quatro falhas” na discussão sobre a assalto

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Retrato oficial José Alberto Azeredo Lopes

O ministro da Defesa sustentou hoje existirem “quatro falhas principais” que infectaram a discussão sobre o roubo de Tancos, frisando em primeiro lugar que a segurança dos paióis é uma questão de administração operacional.”É tipicamente uma questão que cabe aos ramos. Dificilmente se encontra um domínio com uma natureza mais operacional”, alegou José Azeredo Lopes, que declarou não ter recebido qualquer pedido, chamada de atenção ou relatório que “identificasse uma situação grave de insegurança”, numa intervenção perante a delegação de Defesa Nacional, onde está a ser escutado sobre o roubo de material de combate em Tancos. “Não tinha qualquer conhecimento de uma situação que fosse urgente corrigir, direta ou indiretamente, à segurança daqueles paióis”, frisou.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A “terceira falha”, prosseguiu, foi ter sido “acusado” de desvalorizar o caso. Azeredo Lopes rejeitou qualquer desvalorização, enfatizando que nas suas intervenções públicas “foram no sentido de, sem meios vocábulos, o qualificar como grave”.”Quando invoquei outros casos, mesmo deixei claro que não visava por qualquer maneira reduzi a gravidade deste triste acontecimento de 28 de junho”, adicionou.Faz 1 mês, quando estava a aterrar em Bruxelas, o ministro de a Defesa Nacional declarou ter pelRovisco Duarte, que o pôs a o corrente de a ” gravidade ” de a assalto Rovisco Duarte, que o pôs a o corrente de a ” gravidade ” de o assalto. sido pelRovisco Duarte, que o pôs ao corrente da “gravidade” do assalto Rovisco Duarte, que o pôs ao corrente da “gravidade” da assalto. Rovisco Duarte, que o pôs ao corrente da “gravidade” da assalto é o chefe do Estado-Maior do Exército. pelo chefe do Estado-Maior do Exército, Rovisco Duarte, que o pôs ao corrente da “gravidade” da assalto., revelando que teve uma “longa conversa telefónica” com o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, sobre o tema assinalou: “A quarta falha é o alegado grave efeito internacional na imagem portuense”.Segundo Azeredo Lopes, o secretário-geral da Organização “jamais sobrevalorizou os factos de Tancos e insistiu no crédito e na fiabilidade portuense como membro da NATO e velho aliado”.

Rovisco Duarte vai ser escutado na delegação parlamentar de Defesa Nacional na próxima quinta-feira, nas 18:00, declarou na Lusa fonte parlamentar. Rovisco Duarte é o chefe do Estado-Maior do Exército.aprovou-se audição de o general Rovisco Duarte foi hoje aprovada por unanimidade em a reunião de a delegação de Defesa Nacional, em a sequência de um requerimento de o PSD visando obter esclarecimentos sobre o roubo de material de combate Santarém, em Tancos, em o concelho de Vila Nova da Barquinha,.Os deputados aprovaram também Azeredo Lopes ainda sem data marcada. Azeredo Lopes é a audição do ministro da Defesa Nacional. Os grupos parlamentares insistiram para que as audições se realizassem ainda esta semana.A audição do chefe do Estado-Maior do Exército poderá decorrer à porta fechada, já que essa tem sido a prática da cdelegaçãode Defesa Nacional para as reuniões com chefes militares.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O Exército anunciou na quinta-feira que foi detetada na quarta-feira, ao final do dia, a violação dos perímetros de segurança dos Paióis Nacionais de Tancos e o arrombamento de dois ‘paiolins’, tendo sumido granadas de mão ofensivas e munições de calibre nove milímetros.Na sexta-feira, o Exército adicionou que entre o material de combate roubado na quarta-feira dos Paióis Nacionais de Tancos estão “granadas foguete anticarro”, granadas de gás lacrimogéneo e explosivos, mas não divulgou quantidades.Na sequência do roubo, Rovisco Duarte demitiu cinco comandantes de unidades do ramo para não interferirem com os processos de averiguações sobre o roubo de material de combate em Tancos. Rovisco Duarte é o chefe do Estado-Maior do Exército.O Ministério Público anunciou hoje que foi aberto uma investigação, estando em causa suspeitas da prática dos crimes de associação criminosa, tráfico de armas internacional e terrorismo internacional.A delegação parlamentar de Defesa aprovou hoje as audições do ministro Azeredo Lopes e do chefe do Estado-Maior do Exército para que prestem esclarecimentos urgentes sobre o roubo de armamento em Tancos. O Estado-Maior do Exército é rovisco Duarte.aprovaram-se as audições, solicitadas por o PSD e por o CDS-PP, por consenso entre todas as bancadas em a reunião de a delegação, devendo ser escutado em primeiro lugar o general Rovisco Duarte e só depois o ministro de a Defesa, José Azeredo Lopes.Os deputados coincidiram em classificar como “bastante grave” o roubo de material de combate, em Tancos, detetado na passada quarta-feira, alegando esperar que as audições possam realizar-se ainda na presente semana.A audição ao ministro da Defesa terá que decorrer à porta aberta, mconservandose a pchancede fechar a reunião à comunicação social se surgir algum motivo que o justifique.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Na reunião, o deputado do PSD Bruno Vitorino considerou que o roubo nas instalações militares de Tancos é uma situação “sem paralelo” que afeta a credibilidade do país e que configura uma tipologia de crime “bastante complicada com consequências impossíveis”.Bruno Vitorino indicou que “há dúvidas do ponto de vista político”, considerando que o ministro “não desconhecia” a situação de fragilidade “já identificada na defesa dos Paióis” de Tancos.O deputado criticou duramente o ministro da Defesa afirmando que “a cada dia que passa há mais dúvidas e os esclarecimentos são nenhuns”.A ausência de uma informação oficial sobre o roubo de Tancos , o presidente , por parte do Governo a o parlamento , foi também notada Santarém de a delegação , o social-democrata Marco António Costa , que em o final declarou que só não informou os deputados de a delegação de o acontecido porque soube de o caso por a comunicação social.Do lado do CDS-PP, que também solicitou a presença do ministro da Defesa, o deputado João Rebelo considerou “bastante importante” que as audições se realizem esta semana, “o mais depressa possível”., indicando o “efeito na imagem portuense” e na confiança que os portugueses depositam nas instituições. declarou: “Tudo o que ocorreu é algo de bastante grave, gravíssimo”.o PS. Classificou-se o roubo O foi também classificado como um caso de ” enorme gravidade ” deputado socialista José Miguel Medeiros declarou que a situação exige ” todas as explicações, o apuramento de tudo o que se passou e a garantia que foram tomadas de todas as medidas necessárias para que não se volte a repetir “.Propondo que a audição do general Rovisco Duarte fosse realizada em primeiro lugar – sugestão sediada por todos os grupos parlamentares – Miguel Medeiros defendeu que as audições devem acontecer “esta semana”.Declarou: “Esta é a prioridade do país”.Para o BE, a situação “é gravíssima” e implica que devem ser apuradas todas as responsabilidades “custe o que custar e doa a quem doer”, frisou o deputado João Vasconcelos, que assinalou já algumas ilações.Sustentou: “O Estado chegou a uma situação bastante difícil que levou a uma decapitação dos serviços públicos, a uma decapitação das Forças Armadas pelo anterior governo”.Do lado do PCP, o deputado António Filipe defendeu que a gravidade do roubo prova “o estado de degradação a que governou-se as Forças Armadas”.”É preciso apurar tudo o que for possível apurar e refletir sobre a situação de pauperização a que chegaram as Forças Armadas”, defendeu, adicionando que é preciso “refletir sobre as medidas a tomar para que situações enxovalhantes como esta não ocorram”.O Exército divulgou quinta-feira passada o roubo de material de combate de dois paiolins dos Paióis Nacionais de Tancos, Santarém.Na sexta-feira, o Exército adicionou que entre o material de combate roubado na quarta-feira dos Paióis Nacionais de Tancos estão “granadas foguete anticarro”, granadas de gás lacrimogéneo e explosivos, mas não divulgou quantidades.O Presidente da República visitou hoje os paióis nacionais de Tancos, alvo de um roubo classificado de “bastante grave” a semana passada, numa deslocação que considerou “bastante útil”.”Foi bastante útil e importante em termos informativos a vinda cá. É completamente diferente ter a noção distante e outra coisa é vir ao terreno”, declarou Marcelo Rebelo de Sousa no final de uma visita, que durou cerca de duas horas, ao local onde se situam os Paióis Nacionais de Tancos, em Vila Nova da Barquinha, no distrito de Santarém.O Presidente da República desejou “saudar a inquérito em curso, os passos dados” e exprimir o seu suporte, recordando que, “desde a primeira hora, declarou que era fundamental levar a inquérito até ao fim”.Acompanhado pelo ministro da Defesa, Azeredo Lopes, e pelos chefes do Estado-Maior General das Forças Armadas, general Pina Monteiro, e do Exército, general Rovisco Duarte, numa comissão que incluiu ainda o secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrelo, e elementos da Polícia Judiciária Militar, Marcelo Rebelo de Sousa visitou a área onde se situam os 15 paióis e cinco paiolins, dentro do perímetro militar de Tancos, no concelho de Vila Nova da Barquinha, no distrito de Santarém.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.o segundo comandante de o Estado recebeu o chefe de o Regimento de Infantaria n.º 1, que exerce o comando desta unidade militar “em suplência”, dada a destituição dos cinco comandantes das unidades envolvidas, tendo visitado a área onde se situam os paiolins assaltados, antes de se reunir com os culpados militares e políticos que o acompanharam.Aos jornalistas no final da visita. disse: “Foi útil bastante útil em termos informativos e também ocasião para apoiar a inquérito em curso e apoiar e incentivar aquilo que venham a ser os passos seguintes no inquérito”.Antes da deslocação a Tancos, o Presidente da República tinha insistido, em Castanheira de Pera, distrito leiriense, na pré-requisito de “um inquérito total” no caso do roubo de material militar, anunciado quinta-feira pelo Exército, “doa a quem doer e não deixando ninguém imune”.Marcelo Rebelo de Sousa no final da visita a Castanheira de Pera. declarou: “Pensando no renome portuense, no renome das Forças Armadas, pensando na autoridade do Estado e na segurança das pessoas, é bastante simples: tem de se apurar tudo, de alto a baixo, até ao fim, doa a quem doer”.O Exército anunciou na quinta-feira que foi detetada na quarta-feira, ao final do dia, a violação dos perímetros de segurança dos Paióis Nacionais de Tancos e o arrombamento de dois ‘paiolins’, tendo sumido granadas de mão ofensivas e munições de calibre nove milímetros.Na sexta-feira, o Exército adicionou que entre o material de combate roubado na quarta-feira dos Paióis Nacionais de Tancos estão “granadas foguete anticarro”, granadas de gás lacrimogéneo e explosivos, mas não divulgou quantidades.Na sequência do roubo, Rovisco Duarte demitiu cinco comandantes de unidades do ramo para não interferirem com os processos de averiguações sobre o roubo de material de combate em Tancos. Rovisco Duarte é o chefe do Estado-Maior do Exército.Num comunicado hoje divulgado, o Ministério Público informou que foi aberto uma investigação, estando em causa suspeitas da prática dos crimes de associação criminosa, tráfico de armas internacional e terrorismo internacional.No perímetro militar de Tancos estão localizados os batalhões de Engenharia n.º 1 e de Paraquedistas, o Comando da Brigada de Reação Rápida e os Paióis Nacionais de Tancos, que estão sob o controlo da Unidade de Apoio Geral de Material do Exército , com sede em Benavente.Além da demissão dos comandantes destas quatro unidades, três coronéis e um tenente-coronel , foi ainda destituído o comandante do Regimento de Infantaria n.º 15, de Tomar, também responsável pela segurança do perímetro, alegou fonte do Exército.O tenente-coronel Vicente Pereira adiantou que o material existente nos paióis nacionais é todo registado pela Entidade Gestora da Direção de Material e Transporte, cabendo o contrO tenente-coronel Vicente Pereira adiantou que o material existente nos paióis nacionais é todo registado pela Entidade Gestora da Direção de Material e Transporte, cabendo o controlo no terreno na UAGME. O tenente-coronel Vicente Pereira é porta-voz do Exército. O tenente-coronel Vicente Pereira é porta-voz do Exército.os 15 paióis instalados no perímetro de Tancos um funciona como oficina, tendo o roubo acontecido em dois dos cinco paiolins existentes.A nomeação de paiol ou paiolim está relacionada com a dimensão das construções e a espécie de munições aí armazenada, declarou.

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Tancos/Armas: Marcelo considera “bastante útil” visita aos paióis militares

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Marcelo recebe das mãos de Mohamed VI, o Grande-Colar da Ordem de Wissam Al-Mohammadi de Marrocos

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