Comissão investigará seis ministros por caronas em voos da FAB

Por: SentiLecto

A delegação de Moralidade da Presidência da República instaurou inquérito contra seis ministros para apurar se houve anormalidade na oferta de caronas a parentes e lobistas em voos da FAB .

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Dyogo Oliveira nega definição para mudança no presidência do BNDES

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Paulo Rabello de Castro

– Dyogo Oliveira alegou nesta segunda-feira que não há nenhuma mudança definida no comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social . Dyogo Oliveira é o ministro do Planejamento. Hoje , Paulo Rabello que é alvo de pressão para deixar a posição após ter ocupa a cadeira , sido anunciado como pré-candidato em a Presidência da República pelo PSC.O debate ocorre em um momento em que o presidente Michel Temer considera uma reforma ministerial até o fim do ano, como uma maneira de reorganizar a base do governo e conseguir suporte para a reforma da Previdência. — Não há nenhuma mudança no BNDES definida. Não temos observação a esse respeito — declarou. Ele ainda comentou a resolução do governo de não revisar, oficialmente, o crescimento do país de 0,5% para 0,7% para este ano e de 2% para 2,5% para 2018. O governo já considera esse cenário como provável, mas não atualizou o relatório bimestral de receitas e despesas, divulgado na última sexta-feira. Segundo Oliveira, isso aconteceu porque a equipe econômica prefere permanecer com avaliações conservadoras. — Desde o começo exibimo projeções e avaliações muito conservadoras e bastante sólidas. Temos feito isso e isso tem trazido agradecimento da política fiscal, da característica das informações e da clareza dos dados. A gente deseja conservar isso e não achamos que era o momento de fazer essas revisões.

PAULO/BRASÍLIA, 16 Nov – O governo prepara um descontingenciamento de cerca de 7 bilhões de reais no Orçamento deste ano, alegaram nesta quinta-feira à Reuters duas fontes do governo com conhecimento sobre o atema em meio à melhora recente na arrecadação. O número final, no entanto, ainda não está fechado. Segundo uma das fontes, que faz parte da equipe econômica, a liberação dos recursos tem que ser mais pulverizada entre as áreas do governo. Faz 2 meses, após a liberação de 12,8 bilhões de reais em o fim o contingenciamento de despesas discricionárias em o ano caiu a 32,1 bilhões de reais para garantir o cumprimento de a meta de déficit primário de 159 bilhões de reais para o governo central. Diante da avaliação que a máquina pública seguia excessivamente pressionada, Dyogo Oliveira já havia assinalado que o governo esperava contar com recursos extras em uma série de frentes que, se confirmados, levariam a um novo descongelamento nos gastos. Dyogo Oliveira é o ministro do Planejamento. Desde então, o governo viu a arrecadação com o Refis, programa de regularização tributária, assombrar positivamente, também contando com a receita além da inicialmente estimada em leilões de hidrelétricas e de petróleo. Por lei, o governo tem até o dia 22 deste mês para mencionar suas ações para cumprimento da meta fiscal em novo relatório bimestral de receitas e despesas, no qual reestima suas contas para o ano. A tendência, contudo, é que isso seja antecipado para esta sexta-feira. O martelo deverá ser batido nesta tarde, em reunião da Junta Orçamentária no Palácio do Planalto, com a presença de Oliveira e dos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e da Casa Civil, Eliseu Padilha. A nova rodada de descontingenciamento encarnará um alento para diversas pastas na Esplanada num momento em que o governo do presidente Michel Temer prepara mudanças nos comandos dos ministérios para reorganizar sua base no Congresso Nacional e destravar a eleição de importantes pautas para o Orçamento, incluindo a reforma da Previdência.- O governo descongelou 7,516 bilhões de reais do Orçamento de 2017, após aumentar as receitas esperadas com concessões, precatórios e arrecadação, mostrou o relatório de receitas e despesas do 5º bimestre divulgado nesta sexta-feira. Desse total, 593,45 milhões de reais serão utilizados para emendas parlamentares, em meio ao esforço do presidente Michel Temer para reorganizar sua base no Congresso Nacional e destravar a eleição de importantes pautas para as contas públicas, incluindo a reforma da Previdência. “Não cabe ao governo liberar emendas, cabe ao governo satisfazer “, alegou a jornalistas o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, adicionando que a legislação manda que os descontingenciamentos sejam proporcionais para todas as despesas calculadas. No documento, os ministérios da Fazenda e do Planejamento aumentaram a receita primária total em 7,252 bilhões de reais no ano, a 1,380 trilhão de reais. Se aumentou a receita líquida de a União descontadas as transferências devidas a Estados e municípios, em 4,977 bilhões de reais, a 1,150 trilhão de reais. A principal contribuição nesse sentido veio dos 4,764 bilhões de reais a mais na receita gerenciar calculada para o ano por conta da revisão na inflação e do Produto Interno Bruto nominal. Também pesaram a favor o acréscimo de 2,620 bilhões de reais na receita com concessões após valores que superaram estimativas em leilões de hidrelétricas e de petróleo, e de outros 2,711 bilhões de reais a mais com devolução de precatórios, incorporados depois de informações fornecidas pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal. O ministro alegou: “Não há nenhuma outra expectativa de receitas extraordinárias para 2017″. Por outro lado, o governo reduziu em 1,270 bilhão de reais a receita esperada com o Refis após Temer ter sancionado versão aprovada no Congresso Nacional com condições mais benevolentes para os contribuintes. O Refis é programa de regularização tributária. As despesas primárias totais, por sua vez, foram diminuídas em 2,539 bilhões de reais, a 1,301 trilhão de reais em 2017. Os principais destaques ficaram com o menor valor estimado com gastos com seguro desemprego e abono salarial e com subvenções, subsidiozitos e Proagro . O governo continuou esperando progressão do Produto Interno Bruto de 0,5 por cento em 2017, mas Faz 2 meses, reduziu sua conta para a alta de o IPCA a 3,2 por cento, sobre 3,5 por cento em o relatório anterior, divulgado. Com o movimento, o contingenciamento total no ano caiu a cerca de 24,6 bilhões de reais, sobre 32,1 bilhões de reais, soma vista pelo governo como necessário para garantir o cumprimento da meta de déficit primário de 159 bilhões de reais para o governo central . — Após o anúncio de que o governo liberará R$ 7,515 bilhões para gastos dos ministérios e para o pagamento de emendas parlamentares, Dyogo Oliveira declarou, nesta sexta-feira, que não há previsão de um novo descontingenciamento até o final do ano. Dyogo Oliveira é o ministro do Planejamento. Segundo ele, não há previsão de novas receitas que poderiam ingressar nos cofres públicos e, portanto, não há margem para liberar mais orçamentos. — Não há outras expectativas de receitas extraordinárias ou de descontingenciamento — declarou Oliveira. O ministro admitiu, no entanto, que a autorização para que os ministérios façam mais gastos anunciada hoje não vai ser suficiente para atender à dprocurados órgãos públicos: — A situação da maioria dos órgãos é de aperto mbastanteduro. Assim, a liberação não parará as reclamações dos órgãos públicos. Ainda há obstáculo bastante grande em muitas áreas. Oliveira explicou ainda que o aumento do rombo fiscal de 2017 em R$ 20 bilhões se mostrou necessária. Sem ela, o governo não teria conseguido diminuir o contingenciamento do Orçamento de 2017, o que provocaria uma paralisação da máquina pública. Se usou toda a margem com a mudança de a meta fiscal de o ano, para mais gastos. — Ficou provado que havia a necessidade de mudança da meta. Era completamente inimaginável conservar o Estado funcionando sem os recursos que foram liberados. Acertou-se a medida e era necessária.

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Com recuperação governo vai ter condições de atuar para diminuir desigualdade, declara ministro

Por: SentiLecto

– Dyogo Oliveira alegou nesta segunda-feira que a crise econômica afetou o bem estar da população de Brasil. Dyogo Oliveira é o ministro do Planejamento. Segundo ele, no entanto, a recuperação da atividade servirá como indutor para reduzi a desigualdade social. Segundo ele, com a adoção de medidas estruturais, como a implementação de um telhado para os gastos, com a reforma trabalhista e a “racionalização dos gastos do governo” já é possível entrever uma perspectiva positiva para a economia brasileira. — Apesar de ser considerado um país de renda média alta, o Brasil exibe ainda número expressivo de pessoas vivendo em condições consideradas de pobreza. A retomada da economia dá condições ao governo de voltar a atuar, de de maneira mais vigorosa, como indutor do processo de desenvolvimento e de redução das assimetrias sociais — declarou. Em acontecimento coordenado pelo Fundo Internacional do Desenvolvimento Agrícola sobre colaboração triangular e Sul-Sul para suporte à tmudançasrural, o ministro ainda cmencionouo Bolsa Família, que , por exemplo, concebido como um mdispositivode transferência de renda condicionada ao cumprimento de ações na área de educação e saúde, aexibemum grande potencial de replicabilidade em países de renda média com segmentos da população em condição de vulnerabilidade financeira, como exemplo de programa a ser replicado.

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