S&P 500 conclui semana mais forte em cinco anos

Por: SentiLecto

– O S&P 500 concluiu com ligeira alta nesta sexta-feira e fechou sua semana de mais rápida alta desde 2013, embora tenha devolvido a maior parte de seu ganho do começo da sessão após um tribunal dos Estados Unidos indiciar diversos russos por interferência na votação presidencial de 2018. Enquanto o S&P 500 ganhou 0,04 por cento, o Dow Jones subiu 0,08 por cento, a 25.219 pontos , a 2.732 pontos. O Nasdaq Composite recuou 0,23 por cento, a 7.239 pontos. A salinha do procurador especial dos EUA, Robert Mueller, declarou que um tribunal federal dos EUA indiciou 13 cidadãos russos e três entidades russas sob denúncia de interferir com as votações dos EUA em um esforço para apoiar o então candidato Donald Trump. O S&P 500 havia subido mais de meio por cento, mas perdeu quase toda a progressão após o anúncio dos indiciamentos. “O mercado estava procurando uma desculpa para mudar de direção e as manchetes da Rússia fariam isso. Você teve um rali para a semana e as pessoas têm procurado uma desculpa para realizar lucros antes do fim de semana”, declarou Dennis Dick, operador da Bright Trading. Uma correção do mercado desencadeada por preocupações sobre inflação no começo de fevereiro aumentaram preocupações de que um mercado altista de nove anos havia acabado, mas dados sobre custos ao consumidor e vendas de varejo nesta semana deixaram investidores menos preocupados. Nesta sexta-feira investidores adquiriram ações da Johnson & Johnson, Abbvie e Pfizer, todas com alta de mais de 1,4 por cento e apoiando o S&P 500 mais do que quaisquer outras ações.

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Ibovespa fecha em alta e sobe 4,5% na semana com exterior favorável

Por: SentiLecto

– O principal índice de ações da B3 fechou em leve alta nesta sexta-feira, após uma sessão sem uma direção firme, concluindo uma semana mais curta e positiva, em que o pregão de Brasil se beneficiou de um ambiente mundial mais favorável a ativos de risco. O Ibovespa subiu 0,28 por cento, a 84.524 pontos. Na semana, progrediu 4,48 por cento. O volume financeiro no pregão desta sexta-feira adicionou 10,928 bilhões de reais. A bolsa de Brasilde Brasil não funcionou segunda e terça-feira em razão do Carnaval no Brasil, recomeçando os negócios na tarde de quarta-feira sob influência do tom benigno nas praças acionárias mundiais, onde investidores aparentemente passaram a priorizar o crescimento econômico ante os riscos de uma inflação mais alta. De acordo com profissionais da área de renda mutável, o Ibovespa esteve muito correlacionado com o movimento nos pregões no exterior, particularmente Wall Street. Nesta sexta-feira, a falta de alento em boa parte do dia em Nova York abriu espaço para um respiro no mercado doméstico, com a cena corporativa local também sob os holofotes e investidores ainda se preparando para a retomada da temporada de balanços na próxima semana. No final da tarde, o norte-americano S&P 500 subia 0,4 por cento, o que auxiliou no encerramento positivo do Ibovespa. DESTAQUES – VALE concluiu em alta de 0,17 por cento, a 46,03 reais, após oscilar no vermelho em boa parte da sessão, apesar de números de produção no quarto trimestre considerados fortes por analistas do Credit Suisse. As ações vinham de uma série de três altas, em que acumularam ganho de 10,5 por cento. Estrategistas do Itaú BBA recomendaram a venda das ações até 45,30 reais. – GERDAU PN subiu 6,2 por cento, a 15,93 reais, máxima desde fevereiro de 2014. A notícia de que Wilbur Ross recomendou limitações fortes para importação de aço e alumínio impulsionou a ação . Wilbur Ross é o secretário de Comércio dos Estados Unidos. – GRUPO PÃO DE AÇÚCAR PN recuou 2,57 por cento, antes da divulgação do resultado trimestral na próxima segunda-feira, após o encerramento do mercado. Analistas do JPMorgan avaliam que os números não têm que mostrar boas tendências de margens e podem ditar uma reação negativa das ações. – FIBRIA saltou 6,6 por cento e SUZANO PAPEL E CELULOSE progrediu 5,17 por cento, na ponta positiva do Ibovespa, em meio à notícia publicada no jornal O Estado de S. Paulo na edição desta quinta-feira de que as cempresasvoltaram a ddebatera pchancede combinar ativos ou até mesmo psugeriuma aquisição. – BRF caiu 2,62 por cento, novamente na ponta negativa, conforme investidores seguem cuidadosos quanto ao balanço no último trimestre de 2017 na próxima semana . Em nota a clientes nesta quinta-feira, o BTG Pactual avaliou que o resultado de quarto trimestre deve desapontar investidores. No setor, MARFRIG cedeu 1,93 por cento e JBS perdeu 0,62 por cento. – PETROBRAS PN concluiu com variação positiva de 0,1 por cento e PETROBRAS ON fechou com variação negativa de 0,05 por cento, em sessão sem tendência únida para os custos do petróleo, que fecharam em alta.

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Ibovespa fecha quase estável, mas progride 4% na semana com cena externa favorável

Por: SentiLecto

– O principal índice de ações da B3 fechou praticamente estável nesta sexta-feira, após uma sessão sem uma direção firme, concluindo uma semana mais curta e positiva, em que o pregão de Brasil se beneficou de um ambiente mundial mais favorável a ativos de risco. De acordo com dados preliminares, o Ibovespa, que progrediu 4,27 por cento, também conforme dados pré-ajuste de encerramento, fechou com variação positiva de 0,07 por cento, a 84.349 pontos. O volume financeiro no pregão desta sexta-feira adicionava 9,7 bilhões de reais.

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Safra de soja no Brasil atinge 17% da área; chuva provoca perda pontual em MT

Por: SentiLecto

– Embora chuvas recentes comecem a provocar perdas pontuais nas lavouras do principal produtor nacional, a safra de soja da colheita 2017/18 no Brasil progrediu para 17 por cento da área, com Mato Grosso, que teve boa progressão na semana, passando de 30 por cento para 45 por cento, ainda puxando os trabalhos , informou nesta sexta-feira a AgRural. Conforme a consultoria, a safra até quinta-feira no país estava ligeiramente atrasada ante a média de cinco anos, de 19 por cento, e bem aquém do observado há um ano, quando os trabalhos atingiam 26 por cento da área., e segue na liderança entre os Estados”. “Os reportes de soja com excesso de umidade têm ampliado, mas as perdas são pontuais e, por enquanto, não ameaçam a supersafra do Estado”, cogitou a consultoria. Experts têm advertido para a previsão de mais chuvas não só em Mato Grosso, mas também em boa parte do Brasil na segunda quinzena de fevereiro, o que pode comprometer os trabalhos de campo. Conforme a AgRural, no Paraná, segundo maior produtor, chuvas registradas nesta semana “colocaram freio aa progressão das colheitadeiras”. Por lá, somente 5 por cento da área foi colhida, contra 20 por cento há um ano e 23 por cento na média recente. Há atrasos também em Mato Grosso do Sul, que colheu 16 por cento da colheita, “mas como o plantio foi muito concentrado devido ao atraso inicial, muita soja vai estar pronta para safra nas próximas semanas”. “Desde que o clima permita, isso tem que dar alento extra aa progressão dos trabalhos. O mesmo vale para o Paraná”, comentou a consultoria. Segundo a AgRural, há safra também em Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Pará e Rondônia. Parte da fronteira agrícola Matopiba e o Rio Grande do Sul ainda não começaram os trabalhos. MILHO Em relação ao milho de 1ª colheita, a AgRural realçou que a safra no centro-sul –a consultoria não considera Norte/Nordeste– estava em 15 por cento até quinta-feira, ante 14 por cento no ano passado e 16 por cento na média de cinco anos. Já o milho de 2º colheita, o “safrinha”, semeado logo após a safra de soja, havia sido plantado em 26 por cento da área total estimada para o centro-sul do Brasil, ante 31 por cento na média de cinco anos e 36 por cento no ano passado, refletindo o ritmo lento nos trabalhos de retirada da oleaginosa. Mato Grosso lidera, com 48 por cento, mas há bastante atraso no Paraná, onde somente 9 por cento da área está semeada –bastante atrás dos 33 por cento da média de cinco anos. “Caso o plantio não deslanche na segunda quinzena de fevereiro, a queda na área de milho safrinha do Paraná, estimada pela AgRural em 8,4 por cento, vai poder se aumentar. Para o centro-sul, a expectativa de diminuição de área é de 4,6 por cento”, deduziu a consultoria.

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JBS investe R$40 mi para entrar no mercado de ingredientes de nutrição animal

Por: SentiLecto

– A empresa de alimentos JBS está entrando no segmento de nutrição animal com a criação de uma nova companhia que vai produzir ingredientes para as fábricas de rações para passaritos e porcos do grupo. O novo negócio, chamado JBS Feed Solutions, demandou investimentos de cerca de 40 milhões de reais nos últimos dois anos e vai fazer parte da estrutura da JBS Novos Negócios. A unidade modificará coprodutos da cadeia de produção de proteína animal em plasma e hemácias em pó. Nelson Dalcanale em nota declarou: “O nosso foco com a JBS Feed Solutions é o atendimento nas necessidades das próprias companhias do grupo no mercado nacional”. Nelson Dalcanale é o presidente da JBS Novos Negócios.A fábrica, instalada em Campo Grande em uma área de 4 mil metros quadrados, começa a funcionar em março e vai ter a habilidade de produzir cerca de 550 toneladas de hemácias em pó e 200 toneladas de plasma em pó por mês. Tais insumos podem compor de 2 a 6 por cento das rações, segundo a JBS, que busca entrar em um mercado no qual o Brasil é líder de produção na América Latina e o terceiro no mundo, conforme pesquisa mundial sobre ração animal da Alltech, divulgada nesta sexta-feira. Selecionou-se Campo Grande de acordo com o executivo, em função de o Mato Grosso do Sul ter participação pertinente em a produção nacional de bovinos em a geração de coprodutos . e, portanto, na geração de coprodutos. O levantamento estima que a produção de ração totalizou 1,07 bilhão de toneladas no mundo no ano passado. Faz 1 ano, o Brasil produziu quase 70 milhões de toneladas de ração animal, em comparação com 187 milhões de toneladas em a China e 173 milhões de toneladas em os Estados Unidos, declarou a Alltech.

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