Previdência: reforma tem que ser diferente para militares e civis, declara ministro

Foto: Wikipedia – RaulJungmann

Raul Jungmann defendeu, em entrevista coletiva, na manhã desta sexta-feira, que a reforma da Previdência seja encarada em condições diferentes para servidores civis e militares. Raul Jungmann é o ministro da Defesa. Ele não detalhou quais serão as especificidades do plano para os militares, mas declarou que eles também serão exigidos como contribuintes, e que os civis são prioridade na reforma.

— Sou totalmente em defesa da reforma da Previdência que, aliás, será feita com atraso. O que está em debate, hoje, já deveria ter sido feito há muitos anos, assim como sugeri em 1996, mas não consegui suporte — declarou Stephanes ao EXTRA.

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Mercados europeus sobem impulsionados pelo setor bancário

MILÃO/ LONDRES – Os mercados europeus tiveram alta nesta sexta-feira, revertendo as perdas na sessão anterior, com as ações do setor bancário em alta, assim como as do fundo de hedge Man Group.

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Unica responde inquérito da China; declara que não há base para limitar açúcar do Brasil

– A União da Indústria de Cana-de-Açúcar declarou que não vê embasamento para um inquérito pelo governo chinês a respeito de importações de açúcar, segundo um comunicado nesta sexta-feira. A Unica declarou que mandou respostas iniciais ao Ministério de Comércio da China em 12 de outubro, argumentando que não há justificativas para que o país asiático aplique salvaguardas ao açúcar brasileiro.

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Diminuição de custo da gasolina reforça queda de juros na semana que vem

A primeira diminuição nos custos dos combustíveis desde 2009, anunciada nesta manhã pela Petrobras, tem que ter conseqüência benéfico sobre a inflação do ano que vem e reforça a resolução do Banco Central sobre o juros na reunião deste mês, que ocorre na próxima quarta-feira, podendo até aumentar o corte na Selic — a previsão do mercado é de diminuição de 0,25 ponto percentual, de 14,25% ao ano para 14% ao ano.

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Petrobras diminui custos do diesel em 2,7% e da gasolina em 3,2% nas refinarias

Foto: Wikipedia – Petrobrasbolivia2006

PAULO/RIO DE JANEIRO – O Grupo Executivo de Mercado e custos da Petrobras decidiu em sua primeira reunião diminuir o custo do diesel em 2,7 por cento e da gasolina em 3,2 por cento nas refinarias , segundo informou a estatal em nota nesta sexta-feira. Esses custos vão entrar em forcita a partir da zero hora de sábado , declarou a Petrobras, que a assessoria de jornalismo da companhia alegou que, o efeito seria de aproximadamente 0,05 real na bomba para os dois combustíveis, se o reajuste nos combustíveis for totalmente repassado para a bomba. “A resolução do grupo gestor levou em conta o crescente volume de importações, o que diminui a participação de mercado da Petrobras, e também a sazonalidade do mercado global de petróleo e derivados”, explicou a estatal. Com os custos dos combustíveis mais baixos no exterior do que no Brasil, muitos integrantes do mercado estavam aproveitando para importar derivados e ganhar mercado da estatal no país. Segundo a Petrobras, o efeito do reajuste no custo final ao consumidor depende de resoluções de postos de combustíveis e distribuidoras. NOVA POLÍTICA Juntamente com o reajuste, a Petrobras anunciou que sua Diretoria Executiva aprovou, na quinta-feira, a implantação de uma nova política de custos de gasolina e diesel comercializados em suas refinarias, que terá que incluir avaliações para revisão de custos pelo menos uma vez por mês. Dessa maneira, vai haver um maior número de reajustes por ano e de forma mais rápida, declarou a jornalistas o presidente da Petrobras, Pedro Parente. Executivos da empresa alegaram ainda que a nova política objetiva atrair parceiros para o setor, em um momento em que a companhia busca vender fatia pertinente na BR Distribuidora. A nova política a ser praticada pela empresa vai ter como princípios: o custo de paridade internacional , que já inclui preços como frete de navios, preços internos de transporte e taxas portuárias; uma margem para remuneração dos riscos inerentes à operação, tais como volatilidade da taxa de ccotaçãoe dos pcustos sobreestadias em portos e lucro; além de tributos. A política também visa conservar o nível de participação no mercado e garantir que os custos jamais fiquem abaixo da paridade internacional.

– A rede varejista Lojas Americanas demonstrou interesse em participar do processo de aquisição de participação societária na BR Distribuidora, unidade de combustíveis da Petrobras, segundo fato pertinente divulgado pela companhia nesta quinta-feira. A empresa declarou que recebeu prospecto para participar do processo competitivo de aquisição, mas que inexiste, “no momento, definição quanto à futura apresentação de proposta para aquisição de participação na BR Distribuidora”. Enquanto a BR Distribuidora controla a maior rede de postos de combustíveis do país, a Lojas Americanas, uma das mais tradicionais redes de varejo do país, conta com mais de mil lojas em todo o território brasileiro, segundo informação de seu site. Na visão do gestor Eduardo Roche, da Canepa Asset Management, a notícia até faz sentido, do ponto de vista de uma parceira na qual a Lojas Americanas entraria como responsável na gestão das lojas de conveniência dos postos. Ele, ainda que entre os sócios da rede varejista estejam os bilionários do fundo de private equity 3G Capital, que controla indiretamente a brasileira Ambev alegou: “O que não faria sentido é a Lojas Americanas entrar sozinha nessa, mesmo tendo a Petrobras como parceira na operação dos postos, porque o cheque é bastante grande”. A Petrobras não estimou um valor para a BR Distribuidora, mas toda a subsidiária de combustíveis da estatal chegou a ser avaliada no passado por cerca de 10 bilhões de dólares por analistas do UBS Securities. Previamente, a Petrobras anunciou que o processo competitivo tem por objetivo o compartilhamento do controle da BR Distribuidora, de modo que a petroleira conserve 49 por cento do capital votante e a maioria do capital social da subsidiária de combustíveis. A BR Distribuidora, formalmente conhecida como Petrobras Distribuidora, é um dos principais ativos envolvidos no processo de desinvestimento da petroleira estatal, cuja meta é obter 34,6 bilhões de dólares por meio de venda de ativos entre 2015 e 2018. Ainda que tenha, com problemas financeiros, a Petrobras busca erguer recursos por meio de venda de ativos para fazer frente ao seu enorme endividamento líquido, de 332,4 bilhões de reais em 30 de junho diminuído drasticamente seu plano de investimento de cinco anos para 74,1 bilhões de dólares. A Petrobras estima que o processo de venda da BR Distribuidora vai estar deduzido no ano que vem.

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