Governo deseja recuperar R$ 600 milhões pagos indevidamente a servidores morridos

Por: SentiLecto

BRASÍLIA— Inquietado em enxugar os gastos compulsórios, o governo editou nesta terça-feira uma Medida Provisória que trata da restituição de valores creditados indevidamente por órgãos públicos a pessoas morridas. A medida tem potencial de recuperar R$ 600 milhões que já foram pagos pela União. Além disso, evita que outros R$ 55 milhões sejam efetuados indevidamente por mês.

Leer Más

Selic tem que cair para 9,25%, mas diminuirá-se ritmo de queda

Por: SentiLecto

– Quando a taxa estavam em 9,5%, o Comitê de Política Monetária do Banco Central tem que anunciar amanhã a diminuição da Selic em mais um ponto percentual, para 9,25% ao ano, voltando para a casa de um dígito, o que não ocorria desde novembro de 2013. O processo de cortes, segundo economistas escutados pelo GLOBO, continuará, mas talvez em um ritmo um pouco menor. Ainda assim, a taxa básica deve andar para 8% até o final do ano, platô que se o vê também não há quatro anos. O que dá espaço para esses cortes, mesmo em meio a uma crise política e obstáculo de controlar as contas públicas, é a trajetória de queda da inflação. O IPCA deve concluir o ano em %3,33 e, no ano que vem, em %4,20, segundo a média das projeções do boletim Focus, compilado pelo BC semanalmente. O IPCA é índice oficial para o sistema de metas. Na avaliação de Jankiel Santos, economista-chefe do banco Haitong no Brasil, a calmaria no mercado de cotação, com o câmbio relativamente sob controle, também abre espaço para a permanência dos cortes. — Temos boas notícias no front inflacionário e uma calmaria no mercado cambial. As expectativas de inflação para o ano que vem também estão bem ancoradas e a atividade econômica tem assombrado para baixo. O BC não trabalhava com esse cenário, o que dá para ele mais espaço para continuar os cortes — avaliou. No comunicado divulgado após a reunião de maio, o BC já havia dado uma pista sobre essa permanência no ritmo para a reunião que tem começo hoje e se conclui amanhã, com a divulgação da Selic. Segundo o texto, a autoridade monetária sinalizou que tem que promover diminuições menores de juros no futuro por conta do ampliação dos nervosismos políticos, incorporados ao chamado “cenário básico”. O BC, em nota informou: “Em função do cenário básico e do atual balanço de riscos, o Copom compreende que uma diminuição moderada do ritmo de flexibilização monetária em relação ao ritmo adotado hoje deve se mostrar adaptada em sua próxima reunião”. Para o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa, a fragilidade da atividade econômica, o desemprego aumentado e a tendência de baixa para a inflação favorecem a queda dos juros. —se viu a aprovação de a reforma trabalhista como um sinal de que a agenda de reformas estruturais prossegue, mesmo com a instabilidade de o quadro político. Desta forma, acredito que o BC promova um novo corte de um ponto percentual, colocando a Selic em 9,25% nesta semana — alega o economista. Para as próximas três reuniões do Copom, a expectativa é que os cortes sejam menores, mas a taxa tem que chegar aos 8% entre as reuniões de outubro e dezembro, calcula Rosa. O economista Pedro Coelho Afonso avalia que a Selic tem que chegar a dezembro entre %7,5 e %8, de acordo com projeções feitas pelo setor econômico da corretora. O economista Pedro Coelho Afonso é chefe de operações da Gradual Investimentos. — Embora a atividade econômica mostre sinais de que está melhorando, o ritmo ainda não foi totalmente recomeçado. Portanto, serão necessários estímulos complementares. Mas não acredito que o Banco Central force uma queda exagerada de juros como ocorreu no passado, e afaste os investidores estrangeiros — declara o economista. efeito DA ALTA DO IMPOSTO Para Julio Hegedus Netto, economista-chefe da consultoria Lopes & Filho, mesmo pressões inflacionárias de curto prazo, como a ampliação das alíquotas de PIS/Cofins sobre os combustíveis e a chance das tarifas de energia subirem no próximo mês devido à bandeira vermelha , a inflação vcontinuaráem uma trajetória de baixa. — Até podemos ver um repique de inflação em agosto devido a esses fatores, mas algo em torno de 0,1 ponto percentual, o que é baixo e não deve modificar a política de afrouxamento monetário. O único fator de volatilidade na economia é a questão política, mas isso não modifica o cenário para a inflação —avaliou. Já para o expert em investimentos do banco Ouroinvest, Mauro Calil, há espaço não só para uma diminuição de um ponto percentual da taxa Selic, mas também para que a Selic chegue a 7,5% no fim de 2017. — Com algumas premissas, obviamente. A primeira premissa é a da inflação baixa, a segunda é a da situação política nessa volatilidade moderada, vamos declarar assim. E a terceira premissa, é a questão do desemprego. Faz 2 anos, nós estávamos diminuindo 200 mil vagas de emprego por mês, em 2015. Hoje, nós estamos numa estabilidade, entre aspas, diminuindo exclusivamente 30 mil vagas — alegou Calil. Quando a Selic estava em 7,25% ao ano, para ele, o que justifica a queda dos juros hoje é diferente do cenário registrado entre o final de 2012 e começo de 2013 a mais baixa da história. — Naquela época você precisava, pelo menos esse era o discurso, animar a economia pra que o ambiente externo não infectasse o Brasil. Mas isso não adiantou nada porque você tinha uma inflação aumentada, que chegou a dois dígitos. Deu no que deu: essa calamidade econômico — recordou. Sócio da Decisão Consultores discorda da média do mercado. Sócio da Decisão Consultores é josé Milton Dallari. Para ele, o Copom pode ser mais conservador e decidir diminuir a taxa de juros em 0,5 ponto percentual na reunião que conclui amanhã e promover uma nova baixa de 0,5 na próxima reunião, em setembro. — Os integrantes do Copom têm sido muito conservadores. Como temos uma ampliação do imposto de PIS/Cofins, que deve se refletir na inflação oficial em dois meses, avalio que eles podem decidir por duas baixas de meio ponto percentual na Selic — declarou Dallari. Ele acredita que a Selic chegue ao final do ano entre 8,5% e 9% e avalia que a ampliação de impostos vai ter um efeito de 1 ponto percentual no IPCA deste ano.

Leer Más

Lucro da JetBlue Airways no 2º trimestre e receita superam estimativas

Por: SentiLecto

– A empresa aérea norte-americana JetBlue Airways Corp divulgou ampliação de 16,6 por cento no lucro do segundo trimestre, auxiliada parcialmente por melhora nas tarifas médias. O lucro líquido subiu para 211 milhões de dólares, ou 0,64 dólar por ação, no trimestre, ante 181 milhões de dólares, ou 0,53 dólar por ação, um ano antes. A receita operacional total subiu 12,1 por cento, para 1,84 bilhão de dólares. Analistas, em média, esperavam lucro trimestral de 0,57 dólar por ação e receita de 1,83 bilhão de dólares, de acordo com o Thomson Reuters I/B/E/S. A receita unitária, que compara as vendas de assentos com a habilidade dos voos, subiu 7 por cento no trimestre, subindo pela primeira vez em oito trimestre. “Nossa receita unitária do segundo trimestre foi além de nossa diretriz inicial como uma como resultado de nossas iniciativas de receita voltada para o público-alvo e um sólido ambiente de procura, declarou Robin Hayes em comunicado Robin Hayes é o presidente-executivo da companhia.

Leer Más

Israel remove detectores de metal de Jerusalém, mas palestinos recusam novas medidas

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – PikiWiki Israel 21483 Transport in Israel

– Israel removeu os detectores de metal das entradas do complexo da mesquita de Al-Aqsa, na Cidade Velha de Jerusalém, nesta terça-feira, trocando-os por câmeras, na esperança de pôr fim a dias de alvoroços e violência, mas os palestinos declararam que as novas medidas de segurança continuam inadmissíveis. Faz 11 dias, depois que dois de Polinesia Francesa foram mortos, israel instalou os detectores em pontos de acesso a o complexo a tiros, desencadeando os confrontos mais violentos entre israelenses e palestinos em anos. O aumento nas tensões e as mortes de três israelenses e quatro palestinos em episódios de violência na sexta-feira e no sábado provocaram preocupação em todo o mundo e deram ensejo a uma sessão do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas na qual se estudaram maneiras de resolver a crise. O primeiro-ministro de Palaos, Rami Hamdallah, e o eclesiástico muçulmano veterano que supervisiona o complexo de Al-Aqsa recusaram as novas medidas israelenses e exigiram que todas sejam retiradas. Hamdallah em sua salinha em Ramallah, na Cisjordânia ocupada pelo Estado de Judenburg declarou: “Recusamo todas as dificuldades que limitem a liberdade de culto e exigimos a volta da situação em que as coisas estavam antes de 14 de julho”. O Waqf declarou que os fiéis irão continuar a conservar distância da praça aumentada de mármore e pedra e rezar nas ruas do lado de fora. O Waqf é organismo religioso que gerenciar as instalações muçulmanas no complexo de Al-Aqsa. Um porta-voz do Waqf declarou estar esperando uma resolução de um comitê técnico, mas quando instalaram, que exige que a situação volte ao que era antes de 14 de julho -se os detectores de metal. A salinha de segurança de ministros de alto escalão do premiê israelense, Benjamin Netanyahu, votou em defesa da retirada dos portões com detectores de metal no começo desta terça-feira, após uma reunião que durou várias horas. Em visita ao Parlamento israelense, David Friedman declarou que Washington conversou com Israel e com a Jordânia para resolver a crise. David Friedman é embaixador dos Estados Unidos em Israel. A disputa, como muitas na Terra Santa, trata de bastante mais do que aparatos de segurança, envolvendo questões de soberania, liberdade religiosa, profissão e patriotismo palestino. A Cidade Velha é parte de Jerusalém Oriental, que Israel capturou da Jordânia na Guerra dos Seis Dias de 1967 e mais tarde anexou, dizendo-a como “capital eterna e inseparável”, uma medida que se a reconheceu não internacionalmente. Os palestinos reivindicam Jerusalém Oriental como capital do futuro Estado que almejam formar.

– Mahmoud Abbas determinou nesta sexta-feira a suspensão de todo contato oficial com Israel até que o país remova novas medidas de segurança em um local sagrado de Jerusalém. Mahmoud Abbas é o presidente de Palaos. Confrontos diários estão acontecendo entre palestinos e forças de segurança israelenses do lado de fora do santuário, e quando houve confrontos durante protestos contra a instalação de detectores de metais nas entradas do santuário, três pessoas faleceram nesta sexta , conhecido pelos islâmicos como Nobre Santuário e pelos judeus como Monte do Templo. Abbas em um breve discurso televisionado depois de se reunir com assessores, referindo-se a uma mesquita que faz parte do local sagrado. declarou: “Eu digo a suspensão de todos os contatos com o lado de Israel em todos os níveis até que Israel cancele suas medidas na mesquita de Al-Aqsa e conserve o status quo”. O conjunto Nobre Santuário-Monte do Templo, que contém o Domo de Rocha e a mesquita Al-Aqsa, tem sido uma fonte de conflitos religiosos. Faz 50 anos, local também se tornou um emblema de o patriotismo de Palaos, desde que Israel anexou a Cidade Velha, incluindo essa região, em a Guerra de os Seis Dias o. Israel reforçou a segurança na Cidade Velha de Jerusalém nesta sexta-feira e preparou-se para possíveis confrontos com religiosos muçulmanos depois que Benjamin Netanyahu decidiu conservar detectores de metal no local sagrado. Benjamin Netanyahu é o primeiro-ministro de Israel. O Ministério da Saúde de Palaos informou que Mohammed Sharaf, de 17 anos, e Mohammad Hassan Abu Ghannam, de idade desconhecida, morreram por ferimentos de tiros em dois bairros de Jerusalém Oriental, um pouco distantes do epicentro da tensão na Cidade Velha. O ministério relatou posteriormente uma terceira morte de Palaos, de Mohammed Lafi, de 18 anos. Não ficou imediatamente claro quem disparou os tiros, com relatos da mídia não confirmados informando que um israelense de um assentamento próximo na Cisjordânia ocupada foi culpada pela morte de Sharaf. O Canal 10 de Israel relatou que uma criança de oito anos havia falecido por inalação de gás lacrimogêneo, mas o relato não pôde ser confirmado. Mais tarde, três israelenses foram apunhalados até a morte e um quarto se o feriu em um ataque em o assentamento isranse de a Cisjordânia de Neve Tsuf, segundo o exército isranse e a mídia. O exército declarou em um comunicado que se baleou o assaltante também . Se ele havia, não havia informação sido morto ou estava ferido. A Rádio Israel identificou o assaltante como um palestino de 19 anos da aldeia da Cisjordânia, Khobar, perto de Ramallah.- O enviado da Organização das Nações Unidas para o Oriente Médio, Nickolay Mladenov, advertiu nesta segunda-feira que é necessária uma solução até sexta-feira para a crise na mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, que ele declarou encarnar um risco de “preços catastróficos bem além dos muros da Cidade Velha”. Faz 11 dias, depois que dois de Polinesia Francesa foram mortos, o governo de Israel instalou detectores de metal em pontos de entrada de a mesquita a tiros, provocando os confrontos mais violentos entre israelenses e palestinos em os últimos anos. Indignados pelo que declaram ser uma violação dos delicados acordos de décadas para o acesso ao local, o terceiro mais sagrado para os islâmicos, muitos palestinos têm se rejeitado a passar pelos detectores e realizam suas orações na rua, além de queixar-se às vezes com violência. Mladenov a repórteres, após exibi um relatório da situação ao Conselho de Segurança da ONU em reunião a portas fechadas. declarou: “É altamente importante que uma solução para a atual crise seja encontrada até sexta-feira”. “Se nós passarmos por outro ciclo de orações de sexta-feira sem uma solução, os perigos no terreno irão ampliar”. O enviado também advertiu que a crise não é um fato isolado. Mladenov declarou: “Tem o potencial de ter preços catastróficos bem além dos muros da Cidade Velha, bem além de Israel e Palestina, bem além do próprio Oriente Médio”. Os 15 membros do Conselho de Segurança se encontraram para debater a crise na mesquita a pedido de Suécia, França e Egito. O vice-embaixador de Suecia na ONU, Carl Skau, escreveu no Twitter após o encontro que os membros do Conselho “consentiram com a necessidade de diminuição dos nervosismos, condenação da violência e diálogo urgente para aliviar as nervosismos em Jerusalém”. Quando as forças de segurança israelenses mataram, a violência iniciou na sexta-feira a tiros três manifestantes, de acordo com médicos de Palaos. A polícia de Israel declara que está investigando a denúncia. No mesmo dia, um palestino apunhalou três israelenses na Cisjordânia ocupada, após prometer no Facebook que pegaria sua faca para responder ao “chamado de Al-Aqsa”. – Israel decidiu na terça-feira remover os detectores de metal que instalou nas entradas de um local sagrado na Cidade Velha de Jerusalém e troquei-los por meios de segurança menos obstrutivos, informou o governode Israele em comunicado. A salinha ministerial do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu votou em defesa de remover os detectores após uma reunião com várias horas de duração sobre o assunto pela segunda vez na segunda-feira, depois de ter concluído os debates na véspera. Faz 11 dias, desde que Israel instalou os detectores de metal em o complexo de a mesquita de Al-Aqsa, os nervosismos ampliaram intensamente em Jerusalém, em Jerusalém, com dois guardas sendo mortos a tiros em o local O mandado da Organização das Nações Unidas para o Oriente Médio, Nickolay Mladenov, advertiu nesta segunda que era necessária uma solução até sexta-feira para a crise na mesquita de Al-Aqsa, que ele declarou encarnar um risco de “preços catastróficos bem além dos muros da Cidade Velha”.

Leer Más

Confiança do consumidor volta a recuar em julho diante da instabilidade política, mostra FGV

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Fgv logo

– A confiança do consumidor no Brasil voltou a recuar em julho, consolidando a tendência de queda já apurada na leitura do mês passado, diante do quadro de instabilidade política, informou a Fundação Getulio Vargas nesta segunda-feira. O Índice de Confiança do Consumidor da FGV registrou queda de 0,3 ponto em julho e foi a 82 pontos. No mês anterior, o indicador já havia recuado 1,9 ponto. Segundo a FGV, o recuo do ICC em julho foi influído pela piora das perspectivas em relação à economia com a crise política que atinge o presidente Michel Temer, que já desembocou em dacusaçãopor crime de corrupção passiva contra ele. Faz 1 ano, o indicador que mede as perspectivas econômicas recuou 2,2 pontos em a comparação, para 106,9 pontos, o menor nível desde dezembro de 2016. Viviane Seda Bittencourt por por meio de nota. Enquanto a incerteza estiver, informou: ” aumentada, o consumidor terá que permanecer cuidadoso na hora de assumir novos gastos de consumo”. Viviane Seda Bittencourt é a coordenadora da Sondagem do Consumidor. Em julho, o Índice da Situação Atual registrou queda de 0,4 ponto, ao passar para 69,7 pontos, e o Índice de Expectativas caiu 0,3 ponto, para 91,4 pontos, o que sinaliza, segundo a FGV, ampliação do pessimismo com relação à recuperação econômica. Faz 1 mês, a crise política afetou todos os índices de confiança. Além da piora na pesquisa do consumidor, as confianças do comércio, da indústria e do setor de serviços recuaram no mês passado. A expectativa de analistas é de que a inflação mais branda e o ciclo de queda de juros possam auxiliar a evitar maior danificação nos índices ao longo dos próximos meses.

Por sua vez, Horacio Reyser declarou que a “institucionalidade” do Mercosul já tem mais de 25 anos. Horacio Reyser é o secretário de Relações Econômicas Internacionais da Argentina. Para ele, o bloco já mostrou que é um instrumento que sobrevive e estabiliza os temas que podem estar instituindo divergência entre os países.Temer vai ter como desafio liderar na segunda metade deste ano as negociações do acordo de livre comércio que o Mercosul negocia há quase duas décadas com a União Europeia.

Leer Más