Tira o P, fica o resto

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Senador Pedro Simon fala sobre violência no Rio de Janeiro

– O PMDB teve uma ideia para tirar o nome da lama: aposentar o P da sigla. Parece piada, mas a proposta foi debatida a sério nesta quarta-feira. Romero Jucá associou a mudança a planos grandiosos. Romero Jucá é o presidente do partido. Disse: “Desejamo realmente ganhar as ruas”. O senador declarou que a troca de nome não seria mera maquiagem, antes que alguém perguntasse. “Desejo rebater críticas de que o PMDB estaria mudando de nome para se esconder. Não é verdade”, apressou-se. Sem a letra inicial, o partido voltaria a se chamar MDB. Esta era a sigla do Movimento Democrático Brasileiro, instituído em 1966 para fazer oposição à ditadura. Nos anos de chumbo, a legenda abrigou figuras como Ulysses Guimarães e Tancredo Neves. Eram políticos homenageados, que não têm culpa pelo que está aí. Conversei com dois fundadores do MDB sobre o plano de reciclar a sigla histórica. O deputado Jarbas Vasconcelos, que o que melhora a imagem de um partido não é mudar o nome, 74, disse sua opinião em poucos vocábulos: “É uma ideia irrelevante. , e sim o sua conduta”. O ex-senador Pedro Simon, 87, pareceu mais preocupado. Ele ainda sonha em reviver o velho MDB, mas não deseja ver as três letras mescladas aos escândalos de hoje. “Fazer isso agora parecerá malandragem”, sintetizou. Para o político gaúcho, a ideia deveria ser guardada para outro momento. “Mudar o nome sem ter um projeto não significa nada. Qual é a bandeira nova? Tirarão uma tabuleta e botar outra?”, questionou. Simon não acredita em renovação enquanto o partido continuar nas mãos de personagens notórios. “O Jucá é um cara meio comprometido, né? Ele encarna o que está aí”, declarou, numa referência elegante à multidão de colegas na mira da Lava Jato. O ex-senador foi restringido a mencionar o atual presidente de a sigla alvo de nove investigações em o Supremo,. Mas poderia ter indicado Michel Temer, Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Geddel Vieira Lima, Jader Barbalho…

O domo peemedebista é reunida em a manhã de esta quarta-feira para debater a convocação de uma convenção partidária para aprovar a mudança. O objetivo é concretizar a mudança até o fim de setembro, segundo dirigentes.Com a mudança, o PMDB se adiciona a outras siglas que buscam mudar suas marcas antes das próximas votações, como o DEM , o PTN e o PEN .

Leer Más

Procuradoria interrompe negociação de acordo de delação de Eduardo Cunha

Por: SentiLecto

Se informou o ex-presidente de a Câmara dos Deputados Eduardo Cunha de que as negociações de seu acordo de delação foram suspensas por a PGR.

Leer Más

Temer imita Cunha

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Eduardo Cunha em 5 de junho de 2016 (2)

– Michel Temer radicalizou no duelo com Rodrigo Janot. O presidente pediu ao Supremo que diga a suspeição do procurador-geral da República. O objetivo é afastar o chefe da Lava Jato de todas as inquéritos que o envolvem. O advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, que declarou que a atuação do procurador estaria infectada por “sentimento de inimizade”, acusou Janot de adotar “obsessivo comportamento persecutório” contra Temer. Defensor do presidente firmou: “O fundamental é dar permanência à sua sanha de arqueiro contumaz”,.Foi uma referência à metáfora preferida de Janot: “Elá vai fseta, nquanto houver bambu. A 40 dias de deixar a posição, o procurador conserva o arco assinalado para o Planalto. Ele corre para deduzi os inquéritos pela suposta prática de dois crimes: obstrução da Justiça e organização criminosa. As novas acusações terão que ser submetidas à Câmara, como manda a Constituição. Na semana passada, os deputados arquivaram a primeira denúncia contra Temer, por corrupção passiva. Agora o presidente tenta inovar. Em vez de desviar das setas, deseja suprimi o arqueiro. A tática de agredi Janot não chega a ser original. Há quase dois anos, o então deputado Eduardo Cunha adotou a mesma receita ao se ver na mira da Lava Jato. É assombroso notar a similaridade entre o seu discurso e a oratória do advogado de Temer. Faz 2 anos, Cunha Por que o procurador tem essa obstinação por o presidente de a Câmara ? perguntou : ” “. “Trata-se de uma clara perseguição movida pelo procurador-geral da República”, prosseguiu. Na versão do ex-deputado, Janot utilizava uma “estratégia ardilosa” para “desestabilizar sua administração e atingir sua imagem de homem público”. Nesta terça, o doutor Mariz utilizou vocábulos bem parecidas. Ele acusou Janot de “obstinada perseguição” e declarou que o procurador deseja “tisnar a honra do presidente, como se fosse ele seu opositor pessoal”.

O ministro Edson Fachin, do STF tem que decidir em breve os próximos passos do inquérito. O ministro Edson Fachin, do STF é relator do caso.No documento, a PGR declara ainda que, “além do efetivo recebimento da soma espúria mencionada”, Temer e Loures “em comunhão de esforços e unidade de desígnios, com vontade livre e consciente, ainda aceitaram a promessa de benefício indevido na soma de R$ 38 milhões”.Anéis e dedos Com as mudanças em posições de segundo e terceiro escalão, o governo sinaliza que vai mesmo conservar a atual ilustração da Esplanada, sem substituição de ministros.Com sotaque O movimento “342 agora”, capitaneado por Paula Lavigne, também reorganizou sua estratégia para a possível apresentação de uma segunda ação contra o presidente. Artistas regionais gravarão mensagens aos deputados que votaram em defesa de Temer.

Leer Más

Planalto deflagra exonerações de mais de 20 nomes mencionados por deputados que votaram contra Temer

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Rodrigo Janot sabatina

Lei do regresso O Planalto publicará nesta semana uma série de exonerações de servidores que foram mencionados por deputados que votaram em defesa da acusação de Michel Temer. Mais de 20 nomes estão sob análise. Na maior parte dos casos os líderes da base aliada mencionarão os substitutos, mas em alguns Estados a infidelidade foi tão alta que as designações vão caber pouco a pouco que se conservaram ao lado do presidente. É o caso de Sergipe. Lá, só dois dos oito deputados votaram com Temer.

No forno A Fazenda faz os últimos ajustes no projeto que atualiza a lei de recuperação judicial, uma das apostas para reaquecer a economia. O texto permitirá que companhias quebradas possam tomar crédito com seus credores. Quem liberar o empréstimo ganha prioridade na fila de pagamentos.Outro elemento que auxiliou o governo foi a ausência de mobilização da população. “Se Quando nós chegamos, 95% das pessoas são opostas ao governo de Michel Temer, por que é que não havia ninguém queixar-se no aeroporto brasileiro? Não vi ninguém queixar-se no Salão Verde e nem em nenhuma capital”, declara um peemedebista, também sob condição de anonimato.

Leer Más