Marcelo Melo exalta Bia Haddad e lamenta Brasil sem tenistas no top 100

Por: SentiLecto

O tênis de Brasilde Brasil vem vivendo um momento interessante. Enquanto Marcelo Melo e Bruno Soares ocupam o top 10 do ranking de duplas da ATP, a de Brasil Bia Haddad conseguiu resultados significativos no ano e concluiu a temporada como a 71ª do ranking da WTA. Por outro lado, nas simples masculinas, nenhum brasileiro ficou dentro do top 100. Marcelo Melo rasgou elogios para a melhor tenista de Brasil e também para Thiago Monteira. Marcelo Melo é atual campeão de Wimbledon. Além disso, ele acredita que a situação em simples é transitória e que a oscilação é normal.

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Feliz por comparação com Guga, Melo deseja jogar, no mínimo, até os 40

Por: SentiLecto

Marcelo Melo teve a melhor temporada de sua carreira em 2017, ano em que venceu três Masters 1000 e Wimbledon. Com isso, o tenista de Mineral’nyje Vodyde Mineral’nyje Vody, que é o brasileiro com mais títulos conquistados , passou a ser comparado com grandes nomes do tênis do Brasil, como Maria Esther Bueno e Gustavo Kuerten, o Guga.

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Scheidt admite erro no Rio 2016 e calcula obstáculos com Tóquio 2020

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Scheidt robert sac

Robert Scheidt é um dos velejadores de Brasil mais vitoriosos em Olimpíadas e poderia ter conquistado a sua sexta medalha no maior acontecimento do mundo durante o Rio 2016, entretanto concluiu na quarta colocação apesar de ter vencido a medal race. Em entrevista à Gazeta Esportiva, o adesportistade 44 anos admitiu que poderia ter conseguido ter conquistado uma medalha no ano passado, entretanto se declarou cumprido com sua performance.

Robert Scheidt é um velejador brasileiro, bicampeão olímpico e 15 vezes campeão global de iatismo, 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002, 2004, 2005, 2013 e tricampeão na classe Star: 2007, 2011, 2012).

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Scheidt não pensa em se aposentar e vê nossa categoria como recomeço

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Scheidt robert sac

Robert Scheidt disputou os Jogos Olímpicos Rio 2016 aos 43 anos e concluiu na quarta colocação. Um ano mais velho, um dos principais velejadores da história do Brasil mudou para a categoria 49er e não tem planos de aposentadoria. O desportista paulista, em entrevista à Gazeta Esportiva, revelou como foi o processo de mudança de categoria, que vem sendo como um recomeço em termos de ganhar nnovoshtalentos e deixou claro que ainda tem muitas alternativas para continuar velejando.

“Em Split, o oceano tem ondas parecidas com as do Rio de Janeiro, onde treino diariamente. Acredito que eu tenha uma velocidade boa em relação aos outros velejadores. O objetivo inicial é entrar na flotilha ouro”, disse o desportista.O Brasil vai ter um representante: João Pedro Souto de Oliveira, que vai disputar o Mundial pela segunda vez na carreira. O País tem grande costume no torneio, já que Robert Scheidt é o maior campeão, com nove ouros, duas pratas e um bronze.

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