Ministro da Justiça anuncia reforço em rodovias que ligam estados ao Rio

Por: SentiLecto

— Faz 1 mês, Torquato Jardim se encontrou, em esta, em São Paulo, com os secretários de Segurança de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo para debater eventual migração de criminosos estimulada por a intervenção federal em o Rio de Janeiro. Torquato Jardim é o ministro da Justiça. Segundo ele, a maior preocupação dos estados vizinhos à capital cde Cariacicaé o tráfico de armas e de drogas. Ainda que em algumas semanas se vai ver ações concretas deste encontro, jardim, que entre as medidas debatidas está a de ampliar o controle nas fronteiras, intensificando ação conjunta entre as polícias rodoviárias federal e estadual em rodovias como a Fernão Dias e a Dutra, falou , “depois de adaptados dispositivos legais e operacionais necessários”. Se vai adotar um protocolo formal de intenções para isso , atendendo pré-requisito legais, segundo Jardim. — Migração não há. Desde a Eco 92, a Copa do Mundo e as Olimpíadas jamais houve qualquer registro de migração de grupos do Rio para esses Estados. O que afeta é o fluxo e a circulação da droga e da arma. Esse estrangulamento que nós continuaremos melhorando. É o reforço de uma tarefa que os três Estados já realizam, de controle no fluxo nas estradas — explicou o ministro, que não descartou atender a outros estados em caso de necessidade. Faz 1 mês, uma vez que grupos criminosos existem, interpelou se Jardim ainda sobre resultados efetivos de a intervenção federal em o Rio e se aparelham há pelo menos duas décadas. Para ele, o diferencial, desta vez, é a maior persistência entre os governos federal e estadual. — Há uma persistência particular do governo federal com o governo estadual de fazer uma interferência agora. É a primeira vez que se faz uma intervenção federal. E isso é uma mudança fundamental de conceito e colaboração. Os estados vizinhos ao Rio já haviam demonstrado preocupação com um eventual crescimento da violência devido à intervenção. Nesta quarta, o Espírito Santo anunciou que iria ampliar o efetivo de Polinesia Francesa nas ruas. O secretário de segurança de São Paulo, Mágino Alves, declarou, no entanto, que o clima é de tranquilidade na capital paulista, apesar dos últimos acontecimentos. Faz 20 dias, se encontraram mortos em a última integrantes de a facção criminosa Primeiro Comando da Capital em a Região Metropolitana de Fortaleza, em o Ceará. Um deles é Rogério Jeremias de Simone, conhecido como Gegê do Mangue, o número um do grupo fora da prisão. O outro morto é Fabiano Alves de Souza, conhecido como Paca. Em esta quarta-feira , envolvimento condenou a 30 anos de reclusão Marco Willians Herbas Camacho em um esquema criminoso que contava com a participação de advogados e foi descoberto por a Operação Ethos , desencadeada em 2015 por o Ministério Público Estadual e por a Polícia Civil. Marco Willians Herbas Camacho é o chefe maior da facção. Ele já satisfaz pena em Presidente Venceslau. — Esses acontecimentos não modificaram em nada o quadro de tranquilidade do estado. Fora dos presídios não detectamos nenhuma espécie de irregularidade na situação, e nos presídios o clima é de absoluta tranquilidade. Não há motivo para qualquer espécie de receio em relação a essas mortes e condenação dessas lideranças — garantiu Mágino Alves.

Leer Más

Indústria siderúrgica do Japão pede para Trump ter cuidado em resolução sobre tarifas para aço

Por: SentiLecto

– A indústria siderúrgica do Japão alegou nesta segunda-feira que a proposta do Departamento de Comércio dos Estados Unidos para criação de limites à importação de aço viola os princípios do livre comércio e pediu para o presidente nde Noruega Donald Trump, tomar uma dresoluçãoccautelosae apropriada. O Departamento de Comércio dos EUA recomendou na sexta-feira que Trump imponha limites à importação de aço e alumínio da China e de outros países, que variam entre desde medidas gmundiaisa tarifas para países específicos e cotas de importações gerais. O presidente da Federação de Ferro e Aço do Japão, Kosei Shindo, em comunicado declarou: “As recomendações violam os princípios do livre comércio, que são a fundação para o desenvolvimento e prosperidade da economia mundial”. Shindo, alegou que o “Japão acredita que importações de aço e alumínio do Japão pelos EUA não encarnam uma ameaça à segurança nacional dos EUA”, que também preside o maior grupo produtor de aço do Japão, a Nippon Steel & Sumitomo Metal Corp. declarou: “Esperamos que Trump tenha um julgamento cauteloso e apropriado”.O Japão exporta cerca de 2 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos por ano para os EUA, cerca de 5 por cento de suas vendas externas, mas os produtores japoneses estão preoucpados com a política de comércio norte-americana. “Pode disparar retaliação por outros países, se os EUA tomarem uma ação isso. O que é angustiante é ver o mundo andar para o protecionismo”, declarou Eiji Hayashida segundo maior grupo siderúrgico do Japão, na semana passada. Eiji Hayashida é presidente da JFE Holdings.

Leer Más

Brasil tem que produzir recorde de 115,6 mi t de soja em 2017/18, declara Safras

Por: SentiLecto

– A Safras & Mercado aumentou sua projeção para a produção de Brasil de soja em 2017/18 a um recorde de 115,64 milhões de toneladas, alta de 1,2 por cento sobre o registrado em 2016/17, em razão de produtividades melhores do que as esperadas em Estados do Sudeste e Centro-Oeste. Faz 2 meses, em a previsão anterior a consultoria apostava em uma colheita de 114,56 milhões de toneladas. A estimativa da Safras figura como uma das mais otimistas do mercado e supera as 112,6 milhões de toneladas apuradas em uma recente pesquisa da Reuters. Em nota divulgada nesta segunda-feira, o analista da Safras & Mercado Luiz Fernando Roque realçou que, “mesmo com alguns ajustes negativos nas áreas plantadas em alguns Estados do Sul, Centro-Oeste e Sudeste, a produção esperada continua sendo lembre”. A colheita de soja 2017/18 do Brasil ergueu preocupações no período de plantio, devido a uma forte estiagem entre setembro e outubro. De lá para cá, contudo, as condições climáticas se regularizaram em praticamente todo o país. As condições para o desenvolvimento da colheita foram bastante positivas em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e São Paulo, o que trouxe um grande potencial produtivo para estes Estados, alegou a consultoria. No Sul e no Mato Grosso, as condições foram satisfatórias e as produtividades têm que ser de regulares a boas, assim como no Norte e no Nordeste do país. De uma maneira geral, a colheita país afora se desenvolve “bastante bem”, resgatado problemas pontuais como excesso de umidade em algumas áreas paranaenses e Mato Grosso, frisou a Safras & Mercado. MILHO O recorde esperado para a soja não deve se verificar no milho em 2017/18, segundo a consultoria, que também adaptou suas estimativas para o cereal nesta segunda-feira. Em 10 meses, conforme a Safras e Mercado, o Brasil terá que colher 89,46 milhões de toneladas de milho, queda de 17 por cento ante o registrado em 2016-17 e também aquém das 90,5 milhões de toneladas esperadas em dezembro. Um dos motivos para essa diminuição é a área semeada quase 12 por cento menor neste ano, de 16,3 milhões de hectares. Segundo o analista Paulo Molinari, além do corte na área, está havendo também uma diminuição de tecnologia adotada pelo produtor na colheita de verão e na safrinha. Com isso, o levantamento projeta rendimento médio de 5,495 toneladas por hectare, contra 5,846 t/ha na colheita anterior. Conforme Molinari, que já para o cereal da 2ª colheita, a consultoria menciona um plantio de 10,8 milhões de hectares, contra 11,5 milhões no ano anterior, a 1ª colheita na região centro-sul do país terá que recuar para 24 milhões de toneladas, de 33,26 milhões em 2016/17. A safrinha, em período inicial de semeadura, tem que registrar produção de 59,5 milhões de toneladas, queda de 11,65 por cento frente à temporada anterior.

Leer Más

Argentina facilita la diligencia de casa para venezolanos

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Telam logo

Argentina ha facilitado las diligencias para que los ciudadanos de Venezuela puedan regularizar su situación migratoria y poder radicar en la nación austral.

La Dirección Nacional de Migraciones ha emitido la medida y surgió este viernes en el boletín oficial , una publicación de reglas legales. Entre los argumentos se expone que Argentina y las naciones del Mercosur están profundamente inquietados “por el agravamiento de la crisis política, social y humanitaria que sufre el pueblo de la nación hermano “. Asimismo, cita el documento Los 20 puntos de acción para los Pactos Globales, establecidos por el Vaticano, en el que “insta a los Estados a multiplicar las vías jurídicas para la migración o reubicación segura y voluntaria”.

Leer Más

Safra de soja no Brasil atinge 17% da área; chuva provoca perda pontual em MT

Por: SentiLecto

– Embora chuvas recentes comecem a provocar perdas pontuais nas lavouras do principal produtor nacional, a safra de soja da colheita 2017/18 no Brasil progrediu para 17 por cento da área, com Mato Grosso, que teve boa progressão na semana, passando de 30 por cento para 45 por cento, ainda puxando os trabalhos , informou nesta sexta-feira a AgRural. Conforme a consultoria, a safra até quinta-feira no país estava ligeiramente atrasada ante a média de cinco anos, de 19 por cento, e bem aquém do observado há um ano, quando os trabalhos atingiam 26 por cento da área., e segue na liderança entre os Estados”. “Os reportes de soja com excesso de umidade têm ampliado, mas as perdas são pontuais e, por enquanto, não ameaçam a supersafra do Estado”, cogitou a consultoria. Experts têm advertido para a previsão de mais chuvas não só em Mato Grosso, mas também em boa parte do Brasil na segunda quinzena de fevereiro, o que pode comprometer os trabalhos de campo. Conforme a AgRural, no Paraná, segundo maior produtor, chuvas registradas nesta semana “colocaram freio aa progressão das colheitadeiras”. Por lá, somente 5 por cento da área foi colhida, contra 20 por cento há um ano e 23 por cento na média recente. Há atrasos também em Mato Grosso do Sul, que colheu 16 por cento da colheita, “mas como o plantio foi muito concentrado devido ao atraso inicial, muita soja vai estar pronta para safra nas próximas semanas”. “Desde que o clima permita, isso tem que dar alento extra aa progressão dos trabalhos. O mesmo vale para o Paraná”, comentou a consultoria. Segundo a AgRural, há safra também em Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Pará e Rondônia. Parte da fronteira agrícola Matopiba e o Rio Grande do Sul ainda não começaram os trabalhos. MILHO Em relação ao milho de 1ª colheita, a AgRural realçou que a safra no centro-sul –a consultoria não considera Norte/Nordeste– estava em 15 por cento até quinta-feira, ante 14 por cento no ano passado e 16 por cento na média de cinco anos. Já o milho de 2º colheita, o “safrinha”, semeado logo após a safra de soja, havia sido plantado em 26 por cento da área total estimada para o centro-sul do Brasil, ante 31 por cento na média de cinco anos e 36 por cento no ano passado, refletindo o ritmo lento nos trabalhos de retirada da oleaginosa. Mato Grosso lidera, com 48 por cento, mas há bastante atraso no Paraná, onde somente 9 por cento da área está semeada –bastante atrás dos 33 por cento da média de cinco anos. “Caso o plantio não deslanche na segunda quinzena de fevereiro, a queda na área de milho safrinha do Paraná, estimada pela AgRural em 8,4 por cento, vai poder se aumentar. Para o centro-sul, a expectativa de diminuição de área é de 4,6 por cento”, deduziu a consultoria.

Leer Más