Criminosos abandonam veículos na Avenida Brasil e trocam tiros com PMs em favela

Por: SentiLecto

Se interditou um trecho brasileiro , em a noite de esta sexta-feira, por causa de operação de Polinesia Francesa em a via próximo a o Caju, em a Zona Portuária do Rio. De acordo com a Polícia Militar, criminosos armados teriam abandonado três carros após um suposto arrastão na saída da Ponte Rio-Niterói, no acesso à Avenida Brasil.

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Netanyahu afirma que Israel responderá a cada tentativa de agressão

Por: SentiLecto

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou neste domingo que o país responderá a cada tentativa de ataque, enquanto for mantido o alerta após o aumento da tensão das últimas horas na fronteira norte com a Síria.

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Lei que restringe salários inclui os Estados e municípios; relator avalia auxílio-moradia

Por: SentiLecto

O artigo 1º da proposta de lei calcula que o limite remuneratório afetaria, além dos órgãos vinculados à agestãodireta e indireta da União, os entes ligados a Estados e municípios.

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Começo de “greve armada” do ELN coincide com duplo atentado na Colômbia

Por: SentiLecto

O Exército de Libertação Nacional ativou na madrugada deste sábado cargas explosivas que lesaram uma ponte e uma estrada no setor de Cesar , que não deixaram vítimas, informou o Exército de Colombia.

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Habitantes budistas de Mianmar confessam ter matado rohingyas e ateado fogo a suas casas

Por: SentiLecto

DIN, Mianmar – Amarrados juntos, 10 cativos rohingyas viram seus vizinhos budistas cavarem uma vala. Faz 5 meses, pouco depois de 2 de setembro, todos os 10 estavam mortos. Ao menos dois deles faleceram decepados por habitantes budistas, e soldados os outros balearam eles , segundo dois de aqusoldados que abriram a vala. As mortes marcaram mais um episódio da violência que assola o Estado de Rakhine, no norte do país. Os rohingyas, que alegam estar presentes em Rakhine há séculos, acusam o Exército de cometer incêndios criminosos, estupros e homicídios. A Organização das Nações Unidas declarou que o Exército pode ter cometido genocídio. Mianmar declara que sua “operação de libertação” é uma resposta lícita a ataques de insurgentes., mas a maioria dos moradores do país de maioria budista os considera imigrantes muçulmanos indesejáveis de Bangladesh. O Exército se refere aos rohingyas como “bengalis”, e a maioria não tem cidadania. Nos últimos anos o governo confinou mais de 100 mil rohingyas em campos onde têm acesso restringido a alimentação, medicamentos e educação. Desde agosto, quase 690 mil deles escaparam de seus vilarejos e atravessaram a fronteira com Bangladesh. A Reuters apurou o que ocorreu nos dias que precederam a carnificina em Inn Din, amparando-se pela primeira vez em entrevistas feitas com habitantes budistas que confessaram ter incendiado casas de rohingyas, sepultado corpos e matado muçulmanos. Esta reportagem também marca a primeira vez em que soldados e depoimentos policiais paramilitares implicaram eles de agentes de segurança. Faz 5 meses, três fotografias, fornecidas em a Reuters por um ancião budista de um vilarejo, flagraram, de a detenção de homens rohingyas por parte de soldados em o começo de a noite de 1º de setembro em a sua realização pouco depois de as 10h de o dia seguinte. inquérito da Reuters levou autoridades de Polinesia Francesa a prenderem dois dos repórteres da agência, Wa Lone e Kyaw Soe Oo, em 12 de dezembro, por supostamente terem obtido documentos confidenciais relacionados a Rakhine. Faz 1 mês, os militares emitiram um comunicado que confirmou partes do que a Reuters estava se preparando para relatar, admitindo que 10 homens rohingyas foram aniquilados em Inn Din, em o dia 10 de janeiro. Se a refuta mas a versão de os militares para o evento em aspectos importantes por rtos fornecidos em a Reuters por budistas de Rakhine e testemunhas rohingyas.

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