Un aerotaxi de 26.000 euros para Jean-Claude Juncker

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Wappen Davos

Sesiones plenarias en Estrasburgo, el foro de Davos, cumbres con mandatarios extranjeros, reuniones en los Estados miembros… La lista de citas de los funcionarios de la Comisión Europea es larga y, a veces, el valor de los viajes que implican mencionados encuentros demasiado aumentado.

Davos o Davós es una ciudad y comuna Suiza del cantón de los Grisones, ubicada en el distrito de Prettigovia-Davos, círculo de Davos.

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Venezuela nega que Assembleia Constituinte dificulte retorno à ordem democrática

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – EU Council room

O Ministério das Relações Exteriores da Venezuela criticou hoje as declarações da representante da União Europeia para a Política Externa sobre a Assembleia Nacional Constituinte e negou que este órgão dificulte o “regresso pacífico à ordem democrática”.Uando na realidade é público e notório, a União Europeia “pretende fazer crer que as resoluções assumidas pela Assembleia Nacional Constituinte diminuem as chances do ‘retorno pacífico à ordem democrática’ no país, q que o efeconseqüênciassas decresoluçõesm sido indiscutivelmente o conopostorefere o Ministério das Relações Exteriores, em comunicado.Federica Mogherini, que , declarou que a União Europeia rejeita reconhecer a Assembleia Constituinte e pediu a suspensão da “instalação efetiva” daquele órgão, alegou que a recente instalação da Assembleia Constituinte impulsionada pelo Governo de Nicolás Maduro e a destituição da Procuradora-Geral da Venezuela, Luísa Ortega Díaz, dificulta o “retorno pacífico à ordem democrática”. Para o Ministério das Relações Exteriores de Venezuela, os vocábulos de Mogherini “provam uma vez mais a marcada parcialidade” da União Europeia.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança disse: “A votação da Assembleia Constituinte agravou de maneira duradoura a crise na Venezuela”.”A União Europeia e os seus Estados-membros não podem, portanto, reconhecer a Assembleia Constituinte devido a preocupações com a sua representatividade e legitimidade efetiva”, reforçou a de Italia Federica Mogherini.O Ministério das Relações Exteriores da Venezuela considerou contraditório que a UE fale do “respeito pelas instituições” e ao mesmo tempo omita “a tentativa de roubo ao quartel Paramacay, assim como outros atos violentos” que decorreram domingo no país.A Venezuela exortou a União Europeia e os seus dirigentes a “informa-se objetivamente sobre a situação” do país.

O presidente da Venezuela declarou na sexta-feira que a Assembleia Constituinte trabalhará todo o dia de sábado para começar a tratar da instalação de uma “delegação da verdade e da justiça” e do conserto às vítimas da violência.De acordo com a agência espanhola EFE, o chefe de Estado venezuelano foi informado disso mesmo pela presidente da recém-empossada assembleia, Delcy Rodriguez.Maduro, que acusa a oposição de ser culpada pela violência, alegou que mais de 580 membros da Guarda Nacional Bolivariana foram vítimas de ataques com explosivos, espingardas e armas artesanais.O presidente atribuiu alguns destes atos a “paramilitares colombianos da oposição de Venezuela”, os quais acusou de dispararem no domingo, dia das votações, contra guardas nacionais e matar um sargento de 28 anos durante a eleição para a Assembleia Constituinte, vista pela oposição como uma tentativa de consolidar uma ditadura.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.boicotou-se a votação de a Assembleia Constituinte, em o passado domingo, por a oposição que a considera ilegítima,.Faz 4 meses, a vaga de contestação contra o governo de Maduro iniciou passado e desde então mais de 120 pessoas perderam a vida.A presidente do CDS-PP pediu hoje ao Governo “clareza e um vocábulo de tranquilidade, serenidade e confiança” para os portugueses que estão na Venezuela, onde na sexta-feira tomou posse uma Assembleia constituinte.”Hoje [sexta-feira] é o dia em que olhamos para os nossos 500 mil concidadãos que estão na Venezuela, num país onde hoje tomou posse uma Assembleia constituída por uma fraude e contrariando aquilo que é a vontade maioritária do seu povo”, declarou Assunção Cristas, enfatizando ainda que o partido está “inquietado” e vem chamando à atenção do Governo “há muitos meses”.A candidata às evotaçõesautárquicas de Lisboa participou na apresentação da candidatura à junta de frclientelaa Branca do candidato centrista Carlos Coelho, durante a qual sadestacou omprotagonismoe “uma sociedade que não fica de braços cratravessadosmas que utiliza da sua liberdade para que todos possam avançar na vida”.”Perguntamos como as coisas estão a ser preparadas. Já esta semana tive a chance de perguntar ao Governo se estamos a fazer tudo o que podemos fazer do ponto de vista humanitário para auxiliar os nossos concidadãos na Venezuela. Se estamos preparados, se for caso disso, de hoje para amanhã os recebermos todos aqui. Também aqui é bom que o Governo utilize clareza”, enfatizou Assunção Cristas.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A líder centrista realçou que a Venezuela se aproxima de uma “ditadura totalitária de esquerda”, e que “não há nenhum bom exemplo no mundo de ditaduras de esquerda, ou de direita, que façam bem aos seus povos”.A União Europeia rejeitou, na quarta-feira, reconhecer a Assembleia Constituinte eleita no domingo na Venezuela e pediu que a “instalação efetiva” daquele órgão seja suspensa, alegou a chefe da diplomacia da UE, Federica Mogherini, em nome dos Estados-membros do bloco comunitário.Também na quarta-feira, Augusto Santos Silva alegou que Portugal, tal como os restantes países da UE, não pode reconhecer a Assembleia Constituinte da Venezuela eleita no domingo, a qual classificou de “um passo negativo”. Augusto Santos Silva é o ministro dos Negócios Estrangeiros.Convidada a 01 de maio pelo Presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, a votação da Assembleia Constituinte decorreu no domingo passado sob uma forte vigilância militar.Maduro convidou a votação com o principal objetivo de modificar a Constituição em forcita, nomeadamente os aspetos relacionados com as garantias de defesa e segurança da nação, entre outros pontos.A nova Assembleia Constituinte da Venezuela, dotada de poderes infinitos, demitiu hoje das suas funções a procuradora-geral Luisa Ortega, que se tornou numa das principais inimigas ao Presidente Nicolás Maduro.A Assembleia, que decidiu conservar-se em funções por um fase máximo de dois anos, anunciou que Ortega vai ser temporariamente trocada pelo “defensor do povo” [fornecedor] Tarek William Saab.A procuradora tinha anteriormente mencionado que unidades da Guarda Nacional Bolivariana tinham tomado posição em trono do construção da procuradoria-geral no centro de Caracas, impedindo-a de ter acesso ao seu salinha e prometeu continuar a “combater pela liberdade e democracia na Venezuela”.Nomeada procuradora-geral em 2007 pelo morrido presidente Hugo Chávez, Ortega tornou-se na principal figura institucional a desafiar o seu sucessor, Nicolás Maduro e Faz 1 mês, delatou uma rutura de a ordem constitucional com a votação de a Assembleia Constituinte que detém todos os poderes.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Na sexta-feira, a procuradora-geral tinha pedido à justiça a anulação da sessão inaugural deste novo órgão legislativo.Faz 1 mês, a salinha de Ortega explicou que este pedido se baseava em a ” presumível existência de transgressões durante o processo eleitoral “A procuradoria-geral abriu uma investigação na quarta-feira, após as revelações da companhia britânica SmartMatic, culpada pelas operações de voto, que considerou “manipulados” os números oficias sobre a participação.Segundo esta companhia, a diferença entre a participação real e a anunciada pelas autoridades é “pelo menos de um milhão de votos”.Um dia após o escrutínio, Maduro ameaçou “tomar o mandato” da procuradora-geral, que tinha delatado “uma pretensão ditatorial”.

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La UE cree que remoción de fiscal general debilita vuelta a orden democrático

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Federica Mogherini Official

La alta representante de la Unión Europea para la Política Exterior, Federica Mogherini, aseguró el lunes que la toma de posesión de la Asamblea Constituyente en Venezuela y la destitución de la fiscal general, Luisa Ortega, “debilitan más” la “vuelta pacífica al orden democrático”.

La funcionaria ha asegurado que la crisis política, social e institucional que vive la nación eran causas suficientes, pero a ello también se une el secuestro de su hija y su nieto y también asedios continuos en contra de ella y en contra del instituto que preside.

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“No reconoce la Asamblea Constituyente de Maduro”, comunica unión Europea.

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – European Commission flags

La Unión Europea y sus Estados miembros no pueden reconocer a la Asamblea Constituyente de Venezuela. Así declara fue la Alta Representante para la Política Exterior y de Seguridad Común de la UE, Federica Mogherini, que llama por tanto al gobierno de Nicolás Maduro a suspender la Constituyente y respetar las atribuciones del resto de institutos venezolanos, que en un comunicado insistió la falta de “legitimidad y la representatividad” del instituto, dadas las circunstancias en las que se ha producido la elección.

Desde que Pedro Pablo Kuczynski ha asumido hace un año el gobierno, perú se ha vuelto crítico del presidente Maduro , dando un viraje radical a la política de respaldo tácito que ha mantenido el entonces presidente Ollanta Humala desde 2011.Asegura: “Confiamos en que el resultado de esta elección va a abonar, al lado de otros esfuerzos, al objetivo de conseguir el ambiente de calma que necesita esta hermana país”.

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