Eletrobras tem que vender ações no Brasil, EUA e Europa em privatização, declara CEO

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Eletrobras

– A estatal Eletrobras, que não dispõe de recursos para participar da ‘descotização’, terá que emitir novas ações no Brasil e no exterior em meio ao processo de privatização da empresa planejado pelo governo federal para ocorrer até o final do primeiro semestre de 2018, declarou Wilson Ferreira Jr. em vídeo divulgado nesta segunda-feira. Wilson Ferreira Jr. é o presidente da empresa. Os recursos da emissão de ações deverão ser usados pela Eletrobras no pagamento de um bonificações ao governo para uma mudança no regime de venda da produção das hidrelétricas mais antigas da empresa, para condições mais positivas, em um processo que vem sendo chamado de “descotização”. Se não fosse a oferta de novas ações, em um vídeo na página do Ministério de Minas e Energia no Facebook, Ferreira declarou que a Eletrobras não teria como pagar esse bonificações ao Tesouro que ao mesmo tempo terá que diluir o governo federal a uma fatia minoritária na companhia…. a democratização do capital da Eletrobras, através da emissão de novas ações no mercado de Brasil, estadunidense e europeu… permitirá à Eletrobras obter os recursos necessários para fazer frente a esse investimento na descotização”, ddeclarouo executivo. A privatização da Eletrobras foi alvo de uma reunião nesta segunda-feira entre o presidente Temer e autoridades ligadas ao processo, como o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho. O governo federal deve diminuir sua participação acionária na estatal Eletrobras a menos de 40 por cento em meio ao plano de desestatizar a empresa, declarou nesta segunda-feira Dyogo de Oliveira durante encontro com empresários em Madri, na Espanha, segundo mensagens no Twitter da pasta. Dyogo de Oliveira é o ministro do Planejamento. O Ministério de Minas e Energia, inclusive, anunciou nesta segunda-feira o lançamento da campanha #PorUmaNovaEletrobras,a favor daa privatização, que tem sido alvo de críticas principalmente por sindicatos de trabalhadores da estatal.

— Em reunião nesta segunda-feira, no Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer bateu o martelo e decidiu que vai encaminhar-se a privatização de a Eletrobras a o Congresso Nacional por meio de um projeto de lei. Além disso, ficou definido que parte do dinheiro arrecadado com a operação será destinado a um programa de revitalização do Rio São Francisco, segundo fontes que acompanharam o encontro. O governo dividirá o dinheiro decorrente da privatização da companhia, que se o vai destinar não somente para tapar o rombo em as contas públicas em 2018 159 bilhões. Parte dos recursos serão destinados a cobrir encargos setoriais, como maneira de diminuir as contas de luz em 2019. O restante vai para o Tesouro Nacional. A equipe econômica já conta com ao menos R$ 12,2 bilhões decorrentes da venda do controle da estatal. Em meio a uma de suas piores secas da História, o Rio São Francisco receberá um programa de revitalização bancado pela privatização da Eletrobras pelos próximos 30 anos. Nos primeiros 15 anos, serão destinados ao menos R$ 350 milhões para as ações. A privatização da Eletrobras foi debatida em uma reunião de mais de uma hora com Temer, os ministros Fernando Coelho Filho , Henrique Meirelles , Moreira Franco , Sérgio Etchegoyen e o presidente da estatal, Wilson Ferreira. No encontro, Temer confirmou a resolução de mandar para análise de senadores e deputados a proposta de venda da companhia por meio de um projeto de lei. Inicialmente, o governo desejava que esse tema fosse debatido via medida provisória . O projeto está sendo concluído e vai ser enviado ao Congresso, em regime de urgência, ainda nesta semana. A diferença entre as dois espécies de instrumento legislativo é a velocidade de tramitação da proposta. O projeto de lei só passa a valer depois de ser aprovado na Câmara, no Senado e ser sancionado pelo presidente da República, enquanto a MP entra em forcita imediatamente após a publicação. Enquanto um projeto de lei depende da vontade dos dirigentes do Congresso, uma medida provisória também tem prazos para ser votada. A resolução de encaminhar o tema via projeto pode atrasar o andamento da operação. Por isso, integrantes do Ministério de Minas e Energia ainda defendem que pontos do processo sejam debatidos via medida provisória. A equipe econômica tem pressa e deseja deduzi o processo no primeiro semestre do próximo ano. O governo federal deve diminuir sua participação acionária na estatal a menos de 40%, segundo o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira. O ministro declarou hoje que uma oferta de novas ações da Eletrobras na B3 , para diluir a fatia da União na empresa, deve acontecer “em 2018, se possível no primeiro semestre”, segundo o Twitter do ministério. Atualmente, a União, fundos ligados ao governo e o BNDES adicionam uma participação de cerca de 63% na estatal. O tema precisa passar pelo Congresso porque a lei que instituiu a Eletrobras proíbe que a União perca o controle da estatal. Apesar disso, a legislação placentina autoriza a venda de companhias. Para evitar conflitos judiciais e dar segurança ao processo, o projeto deixará claro a chance de privatizar a companhia. A privatização da Eletrobras não se vai dar pela simples venda de ações. O processo envolve “zerar” o contrato de 14 hidrelétricas pelas quais remunera-se a estatal a custos fixos, em um regime de “cotas”. A companhia poderá adquiri essas usinas, que vão passar a ser pagas pela energia produzida com valores de mercado — em um processo chamado de “descotização”. Para pagar por essas usinas, a Eletrobras vai se capitalizar, com lançamento de ações na bolsa de Valores. Se o vai diluir, o governo não subscreverá essas ações e o controle. Como o custo cobrado pela energia dessas hidrelétricas “cotizada” vai ampliar, pode haver efeito nas tarifas de energia. Por isso, parte dos recursos da venda serão utilizados para cobrir encargos setoriais que compõem a conta de luz.

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Temer sanciona lei que prioriza a restituição do Imposto de Renda a professores

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Cristovam Buarque (Foto oficial de senador)

Se publicou a sanção de o projeto de lei que prioriza o pagamento de a restituição de o Imposto de Renda em esta sexta-feira a professores. Aprovado pelo Congresso, o texto de autoria do senador Cristovam Buarque . Os idosos seguem no topo da lista de prioridades da restituição.

Se vai publicar a proposta em o Diário Oficial da União de amanhã.

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BC da Rússia diminui juros para 8,25% e sinaliza mais cortes

Por: SentiLecto

O banco central de Rusia cortou os juros em 0,25 ponto percentual nesta sexta-feira e declarou que vai considerar mais diminuições da taxa nos próximos meses.

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Tribunal constitucional espanhol começa análise de eleição sobre independência da Catalunha

Por: SentiLecto

O tribunal constitucional espanhol anunciou nesta sexta-feira que começou a análise da eleição realizada pelo Parlamento da Catalunha em que foi dita independência da região em relação à Espanha.

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Governo catalão irá recorrer a tribunal constitucional contra intervenção de Madri

Por: SentiLecto

A Catalunha recorrerá ao tribunal constitucional contra a aplicação do artigo 155 da Constituição de Espanha pelo governo central, que colocaria a gestão da região nas mãos de Madri, declarou Jordi Turull nesta terça-feira. Jordi Turull é o porta-voz do governo regional.

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