Temer seleciona Paulo Rabello de Castro para assumir BNDES

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Dilma Rousseff e Michel Temer em 24 de novembro de 2015

O presidente Michel Temer selecionou o economista Paulo Rabello de Castro para assumir o BNDES no lugar de Maria Silvia Bastos Marques, que pediu demissão nesta sexta-feira .

Michel Miguel Elias Temer Lulia é um político, advogado, professor universitário e escritor brasileiro, atual presidente brasileiro após o impeachment da titular, Dilma Rousseff.

Leer Más

Presidente do BNDES abdica Presidente do BNDES é maria Silvia Bastos Marques.

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Maria Silvia Bastos Marques

A presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, que mandou carta aos funcionários afirmando “razões pessoais”, abdicou nesta sexta-feira.

– Maria Silvia Bastos Marques pediu demissão da presidência do BNDES nesta sexta-feira, conforme antecipou o colunista do GLOBO Ancelmo Gois. Ela se encontrou com o presidente Michel Temer na tarde de hoje, no Palácio do Planalto, e decidiu deixar a posição, afirmando razões pessoais. A assessoria de jornalismo do governo confirmou a informação, mas declarou que não vai soltar nota para explicar a saída. Maria Silvia vinha sendo alvo de críticas do empresariado por supostamente segurar orçamento para financiamento das companhias. O ministro Moreira Franco, da Secretaria Geral da Presidência, sempre negou a chance de demitir a agora ex-presidente do BNDES.- Maria Silvia Bastos Marques pediu demissão da presidência do BNDES nesta sexta-feira. Ela se encontrou com o presidente Michel Temer na tarde de hoje, no Palácio do Planalto, e decidiu deixar a posição, afirmando razões pessoais. A assessoria de jornalismo do governo confirmou a informação, mas declarou que não vai soltar nota para explicar a saída. Maria Silvia vinha sendo alvo de críticas do empresariado por supostamente segurar orçamento para financiamento das companhias. O ministro Moreira Franco, da Secretaria Geral da Presidência, sempre negou a chance de demitir a agora ex-presidente do BNDES.A presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social , Maria Silvia Bastos Marques, abdicou aa posição nesta sexta-feira, afirmando motivos pessoais, informou a instituição.

Leer Más

Impeachment de Temer não é hoje uma saída real, declara analista

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Deputado Michel Temer

Estes são links externos e vão abrir numa nova janela

Apesar dos oito pedidos exibidos à Câmara, um processo de impeachment contra Michel Temer é a consequência menos provável das adenúnciasque pairam sobre o presidente, segundo Márcio Coimbra, coordenador do MBA de Relações Institucionais do Ibmec.

Leer Más

Governo não tem mais prazo e reforma da Previdência vai ser a possível

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Plenário do Congresso (16428945352)

– O governo não desistiu das reformas previdenciária e trabalhista, mas adotará agora um tom mais cuidadoso nas conversas com os parlamentares. Não se trabalha mais com prazo e será feito o que for possível, declarou um interlocutor do Planalto. Segundo essa fonte, isso não significa, porém novas concessões na Previdência, mas que não vai existir mais pressão sobre os parlamentares por data. O programa anterior era aprovar os duas propostas ainda no primeiro semestre. Mas após a crise gerada pela divulgação de conversas comprometedoras entre o presidente Michel Temer e o proprietário do frigorífico JBS, os relatores da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia e da trabalhista, senador Ricardo Ferraço anunciaram na quinta-feira a suspensão da tramitação das propostas. A avaliação do Planalto é que eles se precipitaram ao tomar a resolução antes do pronunciamento de Temer e da divulgação do teor das gravações. LEIA MAIS: Com incerteza, PIB pode padecer terceiro ano de queda Segundo fontes do Planalto, além dos relatores que serão chamados para conversas, os líderes do governo iniciam já no fim de semana a disparar telefonemas para reverter os estragos na base e reconquistar os votos necessários para a reforma da Previdência. Segundo o deputado Beto Mansur , que está ajudando o governo na comunicação da reforma, ainda falta persuadi, pelo menos, 100 parlamentares indecisos a fim de conseguir uma maioria segura. Para aprovar a proposta, que modifica a Constituição, são necessários 308 votos. — Vamos iniciar um trabalho para reconstruir a base. Como num castelo de cartas, perdemos um andar na reforma da Previdência, recuamos um passo, mas continuaremos o processo de negociação — declarou um técnico. No caso da eleição da reforma trabalhista no Senado, declarou a fonte, há interesse do próprio PSDB, apesar dos problemas enfrentados pelo partido. Além disso, senadores de outras siglas defendem as mudanças. Moreira Franco declarou ao GLOBO que esse trabalho iniciou na quinta-feira mesmo, o que levou alguns ministros a desistirem de deixar o governo. Moreira Franco é o ministro geresano. Ele realçou que a aprovação das duas reformas é um dos principais objetivos do governo para assegurar a retomada da economia e gerar empregos. — Agora, conversaremos com as forças políticas para reforçar esse trabalho, instituir as condições para que o Congresso aprove as reformas — realçou o ministro, reafirmando que o governo não em prazo.

– Integrantes da equipe econômica já descartam a aprovação da reforma da Previdência no primeiro semestre deste ano, conforme vinha defendendo o Planalto. O clima entre os técnicos, segundo interlocutores, é de confusão e frustração, porque até o fim da tarde de ontem, havia esperança de que a proposta pudesse ser votada em primeiro turno pelo plenário da Câmara dos Deputados no dia 29 deste mês. — O governo estava virando votos em defesa da reforma, já contabilizava entre 315 e 320 votos. Agora, a expectativa é de paralisação e aí é que as possibilidades de aprovação são mínimas por causa da proximidade das votações em 2018, se os debates ficarem para o segundo semestre — declarou um técnico. Segundo essa fonte, há uma crise institucional no país e, até que isso seja resolvido, tudo vai ficar parado. As delações dos proprietários da JBS, envolvendo diretamente o presidente Michel Temer jogam muita incerteza sobre o futuro político do país e o rumo das reformas, sobretudo da Previdência. — Se o governo for assumido por uma tecnocracia, dificilmente as coisa vão caminhar com o Congresso que a gente tem — lamentou a fonte. Pouco antes da notícia, líderes do governo e o presidente da delegação especial da reforma, Carlos Marun , tinham ido até a salinha do ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, pra exibi o mapeamento dos votos favoráveis à reforma. Mas diante do fato, não conseguiram nem falar com o ministro que foi chamado às pressas para uma reunião com o presidente. A intenção do Planalto era abrir uma sequência de encerramento de questão dos partidos da base em torno da reforma na próxima semana.Após duas semanas em silêncio, a senadora Marta Suplicy anunciou Ricardo Ferraço como relator da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais , presidida por ela. Ferraço vai acumular duas delegações: ele já é o relator na Comissão de Assuntos Econômicos e também vai relatar a matéria na CAS. — A CAS vai mencionar o senador Ricardo Ferraço como relator. Isso vai ser feito em conjunto, porque ele é relator na CAE, nós vamos adaptar o programa. Nós não temos que ser açodados nem que ser bastante vagarosos. O senador tem sido constante em todas as audiências públicas que a CAS fez. Ele é um estudioso, tem que sair bastante bem, temos um diálogo bom com ele — declarou Marta Suplicy A senadora fez o anúncio logo antes do começo da segunda sessão plenária temática para debater a reforma trabalhista. Quando iniciou oficialmente a tramitação da reforma no Senado, desde a semana passada já houve quatro audiências públicas. Isso porque o governo tem pressa de votar logo o projeto e abrir assim espaço para a eleição da reforma da previdência. O Palácio do Planalto deseja medir o suporte da base primeiro com as mudanças na lei trabalhista. O objetivo é que a proposta chegue em plenário já no fim de maio. Na audiência pública desta quarta-feira têm que ser ouvidor Ronaldo Nogueira Vagner Freitas Ronaldo Nogueira é o ministro do Trabalho.; o presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho, Ângelo Fabiano Farias da Costa; o presidente brasileiro Antônio Neto; o presidente do Instituto do Desenvolvimento do Varejo, Antônio Carlos Pipponzi; e a advogada e Especialista em Direito Econômico, Celita Oliveira Sousa.- O relator da reforma da Previdência na delegação especial da Câmara, deputado Arthur Maia , declarou em nota que não há mais espaço para aprovar a proposta no Congresso Nacional. Segundo ele, é hora de “arrumar a casa e elucidar os fatos obscuros”. Quando a delegação deduziu a eleição do texto final da reforma, na semana passada derrubando todos os destaques, Maia tinha declarado ter certeza que os parlamentares em a aposentadoria aprovariam as mudanças. O deputado na nota declara: “De ontem para cá, a partir das acusações que surgiram contra o presidente da República, passamos a viver um fase crítico, de incertezas Certamente não há espaço para progredirmo com a reforma da Previdência no Congresso Nacional”. Ainda que é preciso responder “verdade a todas as dúvidas do povo de Brasil, no texto, ele adiciona ” e castigar os culpados porque a lei tem que valer para todos os brasileiros.

Leer Más

Padilha e Moreira Franco declaram: “Brasil não pode parar”

Por: SentiLecto

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha , divulgou na madrugada de hoje um vídeo no qual declara que o país está progredindo e não pode parar em função de acusações feitas por meio de delação premiada. “Nós do governo temos de conduzi. O Brasil e os brasileiros não desejam e não pararão. O Brasil não parará”, declarou o ministro.

Leer Más