Scheidt não pensa em se aposentar e vê nossa categoria como recomeço

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Scheidt robert sac

Robert Scheidt disputou os Jogos Olímpicos Rio 2016 aos 43 anos e concluiu na quarta colocação. Um ano mais velho, um dos principais velejadores da história do Brasil mudou para a categoria 49er e não tem planos de aposentadoria. O desportista paulista, em entrevista à Gazeta Esportiva, revelou como foi o processo de mudança de categoria, que vem sendo como um recomeço em termos de ganhar nnovoshtalentos e deixou claro que ainda tem muitas alternativas para continuar velejando.

“Em Split, o oceano tem ondas parecidas com as do Rio de Janeiro, onde treino diariamente. Acredito que eu tenha uma velocidade boa em relação aos outros velejadores. O objetivo inicial é entrar na flotilha ouro”, disse o desportista.O Brasil vai ter um representante: João Pedro Souto de Oliveira, que vai disputar o Mundial pela segunda vez na carreira. O País tem grande costume no torneio, já que Robert Scheidt é o maior campeão, com nove ouros, duas pratas e um bronze.

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Scheidt e Borges fecham Europeu em 31º e miram Mundial

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Scheidt robert sac

Nesta sexta-feira, os ventos fortes em Kiel, na Alemanha, que chegaram a mais de 55km/h, impediram que as últimas regatas da flotilha de prata do Campeonato Europeu da classe 49er fossem realizadas.

Desta forma, Robert Scheidt e Gabriel Borges fecharam a competição na 31ª colocação entre as 92 embarcações que estavam na disputa. Ao todo, os brasileiros venceram duas das 15 regatas e adicionaram 103 pontos perdidos.

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Em dia de ventos fortes, Scheidt e Borges caem para 17º na Alemanha

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Tinoco and Borges 2011 Snipe

Os velejadores Robert Scheidt e Gabriel Borges não conseguiram ter uma boa performance nesta sexta-feira na Kieler Woche na Alemanha. A Kieler Woche é a tradicional Semana de Vela de Kiel. Padecendo com fortes ventos, a dupla não repetiu os bons resultados conquistados anteriormente e caíram para 17º na classificação geral na disputa da classe 49er.

Robert e Gabriel voltam à água nesta quinta para disputar outras quatro regatas. Os melhores vão atuar na flotilha de ouro na sexta e no sábado, buscando uma vaga na medal race do domingo. O Brasil ainda tem outra dupla na disputa: Carlos Lorente e Marco Grael, que aparecem em 15º.

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Final de Robert Scheidt na vela é protelada para esta terça por falta de vento

Foto: Wikipedia – Scheidt robert sac

A regata da condecoração da classe laser, de Robert Scheidt, foi protelada para terça-feira em razão da falta de vento na raia Pão de Açúcar ao longo da tarde desta segunda . É o primeiro dia em que a falta de vento prejudicou bastante a execução das regatas. O inverno no Rio é conhecido como um fase de poucos ventos durante o dia. “No inverno carioca temos muitos dias sem vento nenhum. A gente torce para que amanhã haja a regata”, alegou Scheidt. Ele tentou aguardar o começo da prova na área habitual do público, onde estava sua família. Mas foi tietado por muitos fãs e acabou se recolhendo para o local destinado aos desportistas. O velejador tenta a sexta condecoração olímpica para se tornar isolado o brasileiro com mais pódios em Jogos. Scheidt precisa de uma combinação de resultados para conseguir o bronze, única condecoração possível para ele. Se protelou mulher de o brasileiro além da classe de o brasileiro, também a regata final de a classe laser radial, em que disputa a lituana Gintare Scheidt, . Ela não tem possibilidade de condecoração. Num dia de ventos fracos, somente as regatas em raias fora da baía de Guanabara, que na classe 49er FX, marcadas na raia Niterói, a dupla Martine Grael e Kahena Kunze caiu para a terceira posição ao fim do dia, foram realizadas. Elas ficaram em 11º na última prova e ficaram atrás das equipes da Espanha e Nova Zelândia. As dinamarquesas que lideravam a classe caíram para quarto. Martine declarou: “A queda das dinamarquesas mostra como a disputa-se nossa classe”. A dupla é a principal esperança de condecoração na equipe de vela do Brasil. Restam ainda três regatas antes da prova final, calculada para quinta . Na classe 49er, Marco Grael e Gabriel Borges estão na 10ª posição, última a se classificar para a regata da condecoração. Também restam três disputas para definir quem chega à última etapa. Que esporte é esse? – Olimpíada – Folha de S.Paulo

O velejador Robert Scheidt, 43, precisa de uma regata quase perfeita na segunda-feira para chegar ao sexto pódio e se isolar como o maior medalhista do país. Instituiu-se o desafio após duas regatas ruins que o deixaram em quinto em a classificação geral em este sábado e distante de os líderes. Por causa da pontuação acumulada, Scheidt só pode conquistar agora a condecoração de bronze na classe laser. Para obtê-la,deverá colocarr na “medal race” quatroembarcaçõess entre o seu e do neozelandês Sam Meech, atual terceiro colocado. Precisa conservar-se a frente do francês Jean Baptiste Bernard, em quarto após 12 provas. “Não é inimaginável, mas quando estava em segundo, é uma situação bem mais difícil do que estava ontem [ ]. Vamos combater para ver. Ainda tenho chance de brigar por uma condecoração. Tem que entrar para tentar ganhar. É isso que a gente fará”, declarou Scheidt, com semblante cabisbaixo em razão da performance nas duas últimas regatas. O pior resultado foi na primeira disputa do dia, na raia Pão de Açucar e acompanhada pela torcida na areia da praia do Flamengo. Scheidt optou por ficar num lado da flotilha em que o vento não auxiliou. Largou em 31º e teve de recuperar-se durante a prova. Concluiu em 26º. Na outra regata do dia, ficou em 11º. “Foi um dia bem frustrante. Estava um dia lindo, com vento. Velejei abaixo do que eu sei. Não larguei bastante bem. O princípio da regata custou bastante. Depois, na segunda e terceira volta, insisti bastante no lado esquerdo da raia que teoricamente era melhor. Mas não deu”, declarou ele. Scheidt tenta se tornar isolado o maior medalhista do país. A lituana Gintare Scheidt não tem mais possibilidades de condecoração na classe laser radial. A lituana Gintare Scheidt é a mulher do brasileiro. Outra esperança de condecoração na vela do Brasil concluiu bem o dia. A dupla Martine Grael e Kahena Kunze, da classe 49er FX, conservaram-se na segunda posição após cinco regatas. Elas estão atrás somente da dupla dinamarquesa Jena Hansen e Katja Steen Salskov-Iversen, que conservaram admirável regularidade. Apesar de não ter vencido nenhuma regata, ficou sempre entre os quatro primeiros. “No início do campeonato é bastante difícil desejar pensar nos outros competidores. Tem que pensar em fazer o seu melhor e depois no final ver onde está”, declarou Martine. Que esporte é esse? – Olimpíada – Folha de S.Paulo O outro representante da família não teve performance tão bom. O velejador Marco Grael e Gabriel Borges ficaram na nona posição após cinco regatas, restando outras oito. Neste domingo iniciam as regatas da condecorações. A primeira é a classe RS:X, na qual o Brasil tem remotas possibilidades de condecoração. Patrícia Freitas precisa de uma combinação improvável de resultados para sair da nona posição e ficar entre os três primeiros. Já Ricardo Winicki não tem possibilidade de ir ao pódio. Ricardo Winicki é o “Bimba”. Na classe laser radial, a brasileira Fernanda Decnop ficou em último e não disputa a regata da condecoração. Na classe finn, Jorge Zarif está em sexto e tenta se aproximar dos líderes, faltando três regatas, incluindo a da condecoração. A dupla Isabel Swan e Samuel Albrecht, na Nacra 17, tem somente uma prova para tentar sair da 11ª posição e se classificar para a “medal race”. Na classe 470 feminina, Ana Barbachan e Fernanda Oliveira estão em sétimo após metade das regatas deduzidas. Na masculina, Henrique Haddad e Bruno Bethlem estão na 24ª posição. Calendário Olímpico

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