Em encontro com juristas, Lula declara que Joesley é ‘bandido’ e critica as vantagens de sua delação

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Maria Silvia Bastos Marques

Agenda habitual O ex-presidente Lula promoveu um encontro com dezenas de juristas, nesta quinta , para delatar o que chama de “Estado de exceção”. Repetiu que se sentar-se perseguido e fez duras críticas à nova estrela da crise política, Joesley Batista, que classificou como “uumabladrinha. O ex-presidente rechaçou as denúncias do proprietário da JBS e declarou que o acordo que Joesley obteve na Justiça é “um escárnio”. Com o ataque, se adiciona a Michel Temer, até aqui a principal vítima da delação do empresário.

Questionado, o presidente declarou também que tem o “costume”, que declara não ser ilegal, de marcar audiências fora da agenda. “Marco cinco audiências e recebo 15 pessoas. Às vezes à noite, portanto inteiramente fora da agenda. Eu começo recebendo às vezes no café da manhã e vou para casa às 22h, tem alguém que qudesejaonversar comigo.”Caso isso não seja possível, adicionam eles, “seria necessário conhecer a espécie de gravador e como o equipamento se o utilizou”.

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Pressionada, Maria Silvia reclamava de inquéritos da PF contra o BNDES

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Maria Silvia Bastos Marques

Sob críticas de ministros e empresários, a economista Maria Silvia Bastos, que declarava que era complicado lidar com as operações de Polinesia Francesa quando não tinha nenhuma relação com as anormalidades supostamente praticadas em administrações anteriores, ensaiava desde a semana passada sua saída do comando do BNDES . Em conversas reservadas, ela reclamava da pressão de empresários e investidores para a liberação de financiamento da instituição financeira e se queixava do desgaste provocado à sua imagem pelaosiinquéritosda Polícia Federal sobre operações do banco público. Ela argumentava que o risco de penalização a dirigentes do banco dificultava o andamento de processos de financiamento.

‘Deixo a presidência do BNDES por razões pessoais, com orgulho de ter feito parte da história dessa instituição tão importante para o desenvolvimento do país.”Deixo a presidência do BNDES por razões pessoais, com orgulho de ter feito parte da história dessa instituição tão importante para o desenvolvimento do país. Nas duas passagens que tive pelo Banco, como diretora, nos anos 90, e agora, como presidente, vivi experiências desafiadoras e de grande protagonismo para a minha vida profissional e pessoal.

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Temer seleciona Paulo Rabello de Castro para assumir BNDES

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Dilma Rousseff e Michel Temer em 24 de novembro de 2015

O presidente Michel Temer selecionou o economista Paulo Rabello de Castro para assumir o BNDES no lugar de Maria Silvia Bastos Marques, que pediu demissão nesta sexta-feira .

Michel Miguel Elias Temer Lulia é um político, advogado, professor universitário e escritor brasileiro, atual presidente brasileiro após o impeachment da titular, Dilma Rousseff.

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Política econômica continuará, declara ministro Henrique Meirelles

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – By Carlos Barretta stk 001068 (7310177286)

A política econômica continuará, assegurou há pouco Henrique Meirelles em acontecimento em São Paulo. Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda. “Vamos passar um pouco sobre isso com essa perspectiva, de reformas. Essa é a agenda econômica independentemente de qualquer coisa”, declarou a uma plateia de empresários e agentes de mercado, em referência ao caos político que se instalou no país desde que o nome do presidente Michel Temer foi envolvido nas delações do empresário Joesley Batista.

A despeito da tentativa de transmitir tranquilidade, Meirelles deixou o acontecimento apressado e não falou com o jornalismo, como sinalizado por sua assessoria antes de sua fala.”O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, anunciou que espera para o começo de junho colocar em eleição a reforma da Previdência. Existe uma consciência nacional de que as reformas precisam continuar sendo feitas”, declarou ele.Nesse caso, Rodrigo Maia , presidente da Câmara dos Deputados, seria o primeiro na linha sucessória. E Meirelles teria boas possibilidades de ficar na posição.O tucano fez uma visita nesta sexta ao Hospital Brigadeiro para anunciar a compra de um equipamento que permite realizar cirurgias de câncer de próstata em uma hora e meia.

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Meirelles admite atraso na reforma da Previdência

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – By Carlos Barretta stk 001068 (7310177286)

– Enquanto os parlamentares avaliam efeitos da delação que atingiu o peemedebista, pairam dúvidas sobre a progressão das principais bandeiras do governo do presidente Michel Temer no Congresso. Faz 1 dia, Henrique Meirelles admitiu pela primeira vez que o programa de eleição de o reforma de o Previdência em o Congresso poderá padecer atraso, ontem. Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda. Já o relator da reforma da trabalhista no Senado, o senador Ricardo Ferraço declarou, quatro dias após anunciar que a tramitação da proposta ficaria paralisada para que o PSDB pudesse analisar os desdobramentos das acusações, que irá exibi nesta terça-feira o relatório na Comissão de Assuntos Econômicos . O texto, porém, se o vai votar não em o mesmo dia. Em teleconferência com investidores do banco de America JP Morgan, Meirelles garantiu que vai aprovar-se a proposta mesmo que Temer não siga em o comando de o país. Ainda que o presidente deixe o governo, o ministro evidenciou não enxergar a chance de a oposição oposta às reformas assumir o poder e mudar o curso da política econômica. Falando em inglês, ele sustentou que um atraso de um ou dois meses na apreciação do texto não vai fazer diferença no resultado. — A agenda de reformas nesse momento se tornou parte da agenda do Congresso. Os líderes mais importantes já compreenderam que as medidas fiscais têm de ser aprovadas e estamos seguindo adiante — declarou Meirelles, sublinhando que os efeitos positivos da reforma na economia surtirão conseqüência principalmente na próxima década. Com base no posicionamento público dos parlamentares, Meirelles admitiu que o governo não tem os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência no plenário da Câmara. Por outro lado, alegou que vários deputados lhe confidenciaram que irão apoiar a proposta no momento certo. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia marcou o começo da eleição do reforma do Previdência para 5 de junho. AJUSTE NA REFORMA TRABALHISTA Na reforma trabalhista, o relator Ferraço declarou que serão concedidas vistas coletivas no texto, e a previsão é que a eleição aconteça na terça-feira da próxima semana. O relator declarou que irá propor alguns ajustes na proposta, mas vetem-se alguns itens ainda contando com o acordo feito com o governo para que e para que outros sejam transformados via Medida Provisória, posteriormente. Desta forma, Ferraço conserva a posição de não obrigar que o texto volte para a análise da Câmara. O senador justificou sua mudança de postura sobre a apresentação do relatório alegando que o partido fez uma “revisão” da conjuntura. — Uma coisa é a dramática crise institucional que vive o governo de Brasil. Mas não podemos mesclar a crise institucional com o nossa obrigação. Nosso compromisso é com o país — declarou o senador.

– Integrantes da equipe econômica já descartam a aprovação da reforma da Previdência no primeiro semestre deste ano, conforme vinha defendendo o Planalto. O clima entre os técnicos, segundo interlocutores, é de confusão e frustração, porque até o fim da tarde de ontem, havia esperança de que a proposta pudesse ser votada em primeiro turno pelo plenário da Câmara dos Deputados no dia 29 deste mês. — O governo estava virando votos em defesa da reforma, já contabilizava entre 315 e 320 votos. Agora, a expectativa é de paralisação e aí é que as possibilidades de aprovação são mínimas por causa da proximidade das votações em 2018, se os debates ficarem para o segundo semestre — declarou um técnico. Segundo essa fonte, há uma crise institucional no país e, até que isso se resolva, tudo vai ficar parado. As delações dos proprietários da JBS, envolvendo diretamente o presidente Michel Temer jogam muita incerteza sobre o futuro político do país e o rumo das reformas, sobretudo da Previdência. — Se o governo for assumido por uma tecnocracia, dificilmente as coisa vão caminhar com o Congresso que a gente tem — lamentou a fonte. Pouco antes da notícia, líderes do governo e o presidente da delegação especial da reforma, Carlos Marun , tinham ido até a salinha do ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, pra exibi o mapeamento dos votos favoráveis à reforma. Mas diante do fato, não conseguiram nem falar com o ministro que foi chamado às pressas para uma reunião com o presidente. A intenção do Planalto era abrir uma sequência de encerramento de questão dos partidos da base em torno da reforma na próxima semana.- O relator da reforma da Previdência na delegação especial da Câmara, deputado Arthur Maia , declarou em nota que não há mais espaço para aprovar a proposta no Congresso Nacional. Segundo ele, é hora de “arrumar a casa e elucidar os fatos obscuros”. Quando a delegação deduziu a eleição do texto final da reforma, na semana passada derrubando todos os destaques, Maia tinha declarado ter certeza que os parlamentares em a aposentadoria aprovariam as mudanças. O deputado na nota declara: “De ontem para cá, a partir das acusações que surgiram contra o presidente da República, passamos a viver um fase crítico, de incertezas Certamente não há espaço para progredirmo com a reforma da Previdência no Congresso Nacional”. Ainda que é preciso responder “verdade a todas as dúvidas do povo de Brasil, no texto, ele adiciona ” e castigar os culpados porque a lei tem que valer para todos os brasileiros.- Antonio Imbassahy declarou que o governo já conseguiu reverter o programa da reforma trabalhista no Senado. Antonio Imbassahy é o ministro da Secretaria de Governo. Ele contou que ontem à noite, após a divulgação das gravações , o relator da proposta, senador Ricardo Ferraço , voltou atrás e mconservoua tramitação pcalculadada proposta, na Casa. Deduzi a eleição desse projeto, que já passou pela Câmara dos Deputados, é condição para progredir na reforma da Previdência no plenário da Câmara dos Deputados. — Ferraço se reposicionou ontem à noite e decidir mconservaro cprogramada reforma trabalhista — ddeclarouImbassahy ao GLOBO. Ele admitiu que o governo deverá fazer um retrabalho na articulação política para aprovar a reforma da Previdência. Além de reforçar as negociações com os maiores partidos da base, vai ser preciso uma atenção especial junto às menores siglas. Entre elas, PTN e PHS. Outras legendas, como PPS e PSB já estavam rachadas e portanto, nada mudou em relação ao suporte às propostas. Segundo o ministro, há compromisso dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia e do Senado, Eunício Oliveira, em voltar a defender as propostas. O governo também mantem a intenção de trabalhar pelo encerramento de questão em torno da reforma da Previdência.

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