Cirurgião de Japon criticado de o imperador Hirohito compra memórias por elogiar nazistas

Por: SentiLecto

– Um cirurgião cosmético japonês criticado por elogiar nazistas e diminuir as barbaridades de combate da Japão venceu um leilão que vendeu as memórias do imperador Hirohito, que registram o envolvimento do país na Segunda Guerra Mundial, pagando 275 mil dólares pelo documento. Se criticou Katsuya Takasu que participa de programas de TV japoneses habitualmente,, por um organismo de direitos humanos o Centro Simon Wiesenthal por violar todas as regras de o decoro ” ” desprezando o Holocausto e a carnificina de Nanjing, em a China que rotulou de fabricações ., que rotulou de fabricações. O Centro Simon Wiesenthal é judeu. que rotulou de fabricações. Faz 2 anos, Takasu, que também elogiou as contribuições de cientistas nazistas para a ciência, a medicina e outros campos, em uma mensagem publicada em o Twitter declarou : ” Acho que Nanjing e Auschwitz são fabricações “. “Não havia dúvida de que se perseguiu os judeus”, ele tuitou, mas Contactado pela Reuters nesta quinta-feira, Takasu declarou ter adquirido o documento manuscrito, conhecido como o “Monólogo do Imperador”, porque acredita que ele contenha uma mensagem aos membros da realeza e ao povo de Japon e deveria ser conservado no Japão. O documento registra eventos que remontam aos anos 1920, como a resolução de Hirohito de não se opor a futuras resoluções da salinha, e provocou sensação ao ser tornado público em 1990, ressuscitando uma discussão sobre a responsabilidade do monarca pelo combate. Faz 71 anos, se ditou o relato a um de os assessores de Hirohito, enfrentava a perspectiva de ser julgado como criminoso de combate uma medida que acabou, quando o Japão derrotado estava ocupado por forças de os Aliados e o imperador – não sendo tomada. Em uma entrevista por telefone, Takasu declarou que suas postagens em redes sociais foram mal interpretadas intencionalmente.

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Japão alega que abril de 2019 é data idônea para abdicação de Akihito

Por: SentiLecto

Em 2 anos, o Governo e a Agência da Casa Imperial do Japão acertaram em esta marcar como data para a abdicação de Akihito que vai encarnar a primeira renúncia a o trono de um imperador em vida em dois séculos o dia 30 abril de 2019 mais propícia,.

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Merkel e líder do SPD consentem em começar conversas para resolver impasse político na Alemanha, declara fonte

Por: SentiLecto

A chanceler alemã, Angela Merkel, seu aliado do Estado da Baviera Horst Seehofer e o líder do Partido Social-Democrata , Martin Schulz, consentiram durante reunião na noite de quinta-feira em começar negociações para encontrar uma solução para o impasse político que abala a Alemanha, declarou uma autoridade partidária, nesta sexta-feira.

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Em 2 anos, imperador de Japon Akihito renunciará

Por: SentiLecto

– O imperador Akihito, que passou a maior parte de suas quase três décadas no trono do Japão tentando curar as feridas da Segunda Guerra Mundial, abdicará no dia 30 de abril de 2019, a primeira abdicação de um monarca de Japon em quase dois séculos. Que conta com parlamentares, membros de a realeza e juízes de a Suprema Corte e por o primeiro-ministro de Japon, Shinzo Abe, consentiu com a data em esta sexta-feira, se a preside os 10 integrantes de o Conselho da Casa Imperial. Akihito, que completa 84 anos em 23 de dezembro e passou por uma cirurgia cardíaca e teve câncer de próstata, declarou em observações raras divulgadas no ano passado que teme que sua idade torne bastante difícil satisfazer suas funções. Ele será sucedido pelo príncipe herdeiro Naruhito, de 57 anos. Abe aos repórteres depois de anunciar a recomendação declarou: “Esta é a primeira abdicação de um imperador em 200 anos e a primeira sob a Constituição, que do pós-guerra como um “emblema do Estado e da unidade do povo”. “Sinto muita afeição porque decidiu-se a opinião de o Conselho da Casa Imperial hoje tranquilamente, e se deu um grande passo rumo em a sucessão imperial. A salinha ainda deve aprovar a resolução da data, o que deve ocorrer na semana que vem., mas não tem poder político. Akihito, assim como a imperatriz Michiko, passou muito tempo tentando tratar da herança da Segunda Guerra Mundial, que foi disputada em nome de seu pai, Hirohito, e consolando as vítimas de calamidades ou outras tragédias. Os japoneses habituais é extremamente respeitado ele. Taeko Ito, um cuidador de 72 anos declarou: “Tanto o imperador quanto a imperatriz pensaram incansavelmente no povo”. “Agora ele é idoso e desejo de todo o coração que consiga descansar.” Akihito e Michiko, a primeira plebeia a se casar com um monarca japonês, trabalharam para reatar laços abalados pela agressão de seu país antes e durante a Segunda Guerra Mundial em toda a Ásia com muitas viagens ao exterior. Em 1992 Akihito se tornou o primeiro monarca do Japão no passado recente a visitar a China, onde lembranças amargas do combate sobrevivem. Durante a visita ele declarou “deplorar profundamente” um “fase infeliz no qual meu país infligiu grande agonia ao povo chino”.

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Mundo livre de armas nucleares continua longe – António Guterres

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vote2 final

A existência de cerca de 15 mil armas nucleares no mundo e a “arriscada retórica sobre a seu uso” agravam as ameaças atuais, declarou hoje o secretário-geral da ONU.António Guterres numa mensagem por ocasião do 72 enfatizou: “Assim, o nosso sonho de um mundo livre de armas nucleares continua longe de ser uma realidade”.º aniversário do bombardeamento atómico de Hiroshima , 06 de agosto de 1945. , na mesma mensagem lida pela sub-secretária geral da ONU e Alta representante para o desarmamento, a japonesa Izumi Nakamitsu advertiu: “Os Estados, que no começo de julho, mais de 120 assinaram o primeiro tratado da ONU que proíbe as armas nucleares, que têm armas nucleares têm uma responsabilidade especial e têm que assumir passos concretos e irreversíveis para o desarmamento nuclear”. Assinou-se o documento não por as potências nucleares, Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França, Israel, China, Índia, Paquistão e Coreia do Norte. O Japão também boicotou o tratado.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O de Portugal António Guterres recordou ainda que os sobreviventes do bombardeamento atómico do Japão “mandam uma mensagem épica ao mundo” e são a memória dos “devastadores conseqüência destas armas”.A cerimónia decorreu no Parque da Paz, situado na zona sobre a qual estourou a bomba nuclear, e iniciou às 08:15 com um minuto de silêncio.Shinzo Abe enfatizou a necessidade de as potências nucleares e os restantes países “se empenhem para conseguir um mundo verdadeiramente limpo de armas atómicas”. Shinzo Abe é o primeiro-ministro de Japon.O Japão “está decidido a liderar a comunidade internacional, conservando os princípios de não produzir ou ter armas nucleares, nem de permitir a entrada em território nacional e pedindo a todos os países para tomar medidas idênticas”, declarou Abe.Na cerimónia em Hiroshima participaram representantes de cerca de 80 países e da União Europeia, incluindo potências nucleares como o Reino Unido, França, Estados Unidos ou Rússia.A 06 de agosto de 1945, nas 08:15 locais, um bombardeiro O “Enola Gay” largava sobre a cidade de Hiroshima a bomba atómica “Little Boy”. O “Enola Gay” é b-29 norte-americano.Faz 3 dias, um segundo engenho atómico ” Fat Man ” estourava sobre Nagasaki, três dias mais tarde a 09 de agosto.Em Hiroshima faleceram 140 mil pessoas e em Nagasaki 70 mil. A 15 de agosto, o imperador de Japon Hirohito aceitava a capitulação incondicional e a Segunda Guerra Mundial chegava ao fim.

O Conselho de Segurança da ONU adotou hoje, por unanimidade, uma determinação reforçando fortemente as sanções impostas à Coreia do Norte, que, svai sprivaráPyongyang de mil milhões de dólares de receitas anuais.U, e for respeitadama nova resposta aos programas balístico e nuclear norte-coreanos, o texto encarna um Sucesso para os Estados Unidos, que conseguiram persuadi a China — principal apoiante de Pyongyang — e a Rússia a ampliar a pressão internacional sobre a Coreia do Norte, acusada de ser uma “ameaça mundial”.A determinação 2371 visa proibir a obtenção de receitas das exportações norte-coreanas, nomeadamente nos setores do carvão, do ferro e das pescas.Esta nova determinação tem por objetivo obrigar Pyongyang a negociar, após o seu primeiro disparo de um míssil intercontinental, a 04 de julho, considerado pelas grandes potências como uma ameaça para a segurança global.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Faz 1 mês, a Coreia do Norte procedeu a a o disparo de um segundo engenho similar.”[A determinação] permite mandar uma mensagem forte ao regime norte-coreano”, congratulou-se a embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley.Depois desses testes, é “mais que jamais urgente pôr termo aos programas nuclear e balístico norte-coreanos e de governar Pyongyang à mesa das negociações”, ddeclarouo seu homólogo francês, François Delattre.Ntes H.R. McMaster, conselheiro para a Segurança Nacional do Presidente de Noruega, Donald Trump.A issera: “Tivemo que fazer tudo o que pudermos para exercer pressão sobre esse regime, fazer pressão sobre Kim Jong-un e aqueles que o rodeiam, para que eles cheguem à cfinalizaçãode que é do seu interesse desnuclearizar”,.s novas sanções visam impedir as exportações norte-coreanas de ferro, minérios de ferro, chumbo, minérios de chumbo, peixe e crustáceos.Em contrapartida, elas não dizem respeito, como referido no começo das negociações, há um mês, ao fornecimento de produtos petrolíferos à Coreia do Norte.O texto “impõe uma proibição em setores completos das exportações” norte-coreanas, regozijou-se um diplomata que requereu o anonimato.Na determinação, a Coreia do Norte é acusada de efetuar um “desvio maciço dos seus fracos recursos” para continuar a desenvolver “armas nucleares e vários programas dispendiosos de mísseis balísticos”.Faz 11 anos, desde o primeiro teste nuclear de Noruega a ONU impôs seis pacotes de sanções em a Coreia do Norte, dois de os quais claramente mais severos que os prévios, em o ano passado, incluindo medidas que afetam a economia de o país. Governo de China pediu hoje o retorno de todas as partes às negociações sobre o programa nuclear da Coreia do Norte, depois de o Conselho de Segurança da ONU ter aprovado novas sanções contra Pyongyang.Numa declaração, Wang Yi pediu aos outros Governos para recomeçarem as negociações a seis, entre a Coreia do Norte, Estados Unidos, Rússia, Japão e Coreia do Sul, além de Pequim. Wang Yi é o ministro dos Negócios Estrangeiros de China.Wang alegou que “o objetivo é trazer a questão nuclear na península [coreana] de volta à mesa das negociações e procurar uma solução através das negociações, até que aalcancem-se a desnuclearização e estabilidade em a península.Rex Tillerson alegou já que Washington deseja negociar com a Coreia do Norte Rex Tillerson é o secretário de Estado de Noruega., mas informou que as negociações não serão produtivas se Pyongyang continuar a pretender conservar as suas armas nucleares.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O Conselho de Segurança da ONU aprovou por unidade uma determinação que diminui até mil milhões de dólares [849 milhões de euros] por ano os rendimentos obtidos pelo regime de Pyongyang com as exportações.Se os utilizam para financiar programas ilícitos com o Conselho de Segurança, todos os países terão que garantir que companhias e cidadãos não adquirem estes produtos imprescindíveis da economia norte-coreana e cujos rendimentos “.O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, saudou a China e a Rússia pelo suporte dado à rdeterminaçãoaexibidapela ONU, que reforça as sanções já impostas à Coreia do Norte.Em comunicado a Casa Branca mencionou: “O Presidente aprecia a colaboração china e da Rússia para garantir a adoção desta determinação”.Os Estados Unidos exibiram hoje aos membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas um projeto de determinação que priva a Coreia do Norte de mil milhões de dólares de exportações.Este projeto de determinação é uma resposta aos desenvolvimentos dos programas balístico e nuclear norte-coreano.Segundo fontes diplomáticas, um voto sobre estas novas sanções, incidentes sobre carvão e mariscos, pode acontecer no sábado. E os norte-americanos têm esperança de evitar um veto russo ou chinês.Esta nova determinação visa trazer Pyongyang de retorno à negociação, depois de larremessarum míssil em 04 de julho, considerado pelas grandes potências como uma ameaça à segurança muglobalFaz 2 meses, a Coreia do Norte procedeu a um segundo lançamento, em 28 de junho.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O projeto de determinação visa também impedir as exportações de ferro e chumbo.Faz 11 anos, desde o primeiro ensaio nuclear de Noruega a ONU impôs seis pacotes de sanções em a Coreia do Norte.Na quinta-feira 27 de julho a missão da ONU já havia desmantelado 304 dos 779 esconderijos que a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia tinha disseminados pela Colômbia, com armas e explosivos, havia informado o chefe dos observadores internacionais.Em conferência de jornalismo, na quarta-feira, o general Javier Pérez Aquino havia alegado que a deteção dos esconderijos e a devastação das munições e material volúvel ” progrediam de maneira eficiente e sem maiores contratempos”.Este trabalho havia ocorrido sob a monitorização dos observadores da Missão da ONU com o acompanhamento de elementos da Unidade Policial para a Edificação da Paz.Pérez Aquino havia adicionado que atualmente estavam em realização seis operações em esconderijos que permitirão “a extração de material existente em 30 deles”.Agora podia subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.”As operações nos esconderijos solicitavam medidas de segurança extremas, o que incluía conservar a confidencialidade da informação, já que outros atores armados estavam interessados em obter o material que ali se encontrava, encarnando uma ameaça para os membros das FARC, observadores da Missão e das Forças Públicas que participavam nas mesmas”, havia enfatizado.Como partes destes trabalhos, já haviam sido recuperadas 792 armas entre outros. 792 armas são 282.137 munições de diferentes calibres.Sobre as munições que tinham os quase sete mil guerrilheiros das FARC, reunidos nas chamadas zonas transitórias de normalização , onde haviam entregado todas as armas, Pérez Aquino havia declarado terem sido incinerados 900.000 cartuchos.Faz 9 meses, as FARC haviam passado um acordo de paz com o Governo do Presidente Juan Manuel Santos, concluindo um conflito que já durava há 53 anos.Desde a década de 1960, o conflito armado na Colômbia havia envolvido diversas organizações da guerrilha, paramilitares de extrema-direita, oficialmente desmobilizados em 2006, e forças policiais e militares, com um balanço de pelo menos 260.000 mortos, mais de 60.000 sumidos e 7,1 milhões de deslocados.

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