Despesa das famílias portuguesas desceu em cinco anos – INE

Por: SentiLecto

Faz 2 anos, as famílias de Portugalde Portugal gastaram em média menos e 2016 do que cinco anos antes, tendo descido o peso de as despesas com alimentação e ampliado dos preços com a habitação, revela hoje o INE.Segundo os dados da investigação às Despesas das Famílias 2015/2016 elaborado pelo Instituto Nacional de Estatística , quase dois terços do total dos gastos destinavam-se a habitação, transporte e alimentação, e Faz 7 anos, tinham um peso maior do que quando era de %57, ou seja, menos 3,3 pontos percentuais.A concentração das despesas naquelas áreas conservava o perfil observado nas famílias de Portugal desde o começo deste século, “embora com perda do protagonismo relativo das despesas com produtos alimentares e bebidas não alcoólicas”, explica.A despesa anual média dos agregados familiares foi de 20.363 euros, menos 28 euros do que o valor obtido no começo da década, e entre aqueles que tinham crianças dependentes era cerca de 44% superior na comparação com os agregados sem crianças dependentes .Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Em valores absolutos, esta conduta verificava-se em todas as áreas, com exceção para a saúde em que os agregados sem crianças dependentes registaram uma despesa média anual superior àquela dos agregados com crianças dependentes. Nos agregados sem crianças dependentes, o fator idade condicionava a despesa média, explica o INE, que refere a diminuição do protagonismo das despesas com restaurantes e hotéis e com lazer, recreação e cultura , , e, tomando como referência os agregados compostos por um adulto sem crianças dependentes, verificava-se que nos agregados com um não idoso a despesa média estava 19% acima da despesa média mundial para os adultos que viviam sós .Nas situações em que o adulto era idoso, a despesa descia para 10.459 euros, conduta registada igualmente nos agregados constituídos por dois adultos ou por três ou mais adultos com, pelo menos, uma pessoa idosa.Do total de despesas dos agregados, 31,9% destinava-se a habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis , 14,3% a produtos alimentares e bebidas não alcoólicas e 14,1% a transportes , assinala o INE.Faz 17 anos, os gastos com alimentação encarnavam %18,7, %15,5 em o fase 2005-2006, %13,3 em 2010-2011 e %14,3 em 2015-2016.No mesmo fase, o peso das despesas com habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis ampliou de 19,8% em 2000 para 31,9% em 2015/2016.O Inquérito às Despesas das Famílias revela ainda que, em 2015/2016, mais de três quartos dos agregados familiares em Portugal tinham automóvel, ou seja, uumaaampliaçãode quase cinco pontos percentuais em cinco anos.A bicicleta era um meio de transporte detido por quase 40% das famílias portuguesas, “uma proporção significativamente diferente” daquela relativa a ciclomotores e motociclos , adiciona o INE.

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Inflação retarda para os 0,9% em junho, minímo do ano – INE

Por: SentiLecto

Faz 1 mês, o Índice de Preços em o Consumidor passou de %1,5 para %0,9 em junho, ” refletindo sobretudo a desaceleração de os custos de a classe de os produtos alimentares e bebidas não alcoólicas “, divulgou hoje o INE.Faz 1 mês, de acordo com os dados disponibilizados por o Instituto Nacional de Estatística, a inflação de junho foi a mais baixa de este ano, ficando pela primeira vez em 2017 abaixo de %1.O indicador de inflação subjacente registou uma variação homóloga de 1,1%, menos 0,1 pontos percentuais do que no mês anterior.A variação mensal do IPC, por sua vez, foi -0,4% e a variação média dos últimos doze meses fixou-se em 1,1%, taxa superior em 0,1 pontos percentuais à registada no mês anterior.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor de Portugal registou uma variação homóloga de 1%, taxa inferior em 0,7 pontos percentuais à verificada no mês anterior e inferior em 0,3 pontos percentuais à estimada pelo Eurostat para a área do euro .O IHPC registou uma variação mensal de -0,5% e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi 1,2% .

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Exportações ampliam 15% e importações aumentam 22% em maio — INE

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Euskalkiak koldo zuazo 2008

As exportações ampliaram 15,4% e as importações subiram 22,4% em maio rostito ao fase homólogo, o que se traduziu num agravamento do défice da balança comercial para 1,438 mil milhões de euros.Faz 3 meses, de acordo com os dados divulgados por o Instituto Nacional de Estatística, em abril as exportações tinham registado uma variação homóloga de %0,1 e as importações de %11,4.Faz 2 meses, o défice de a balança comercial de bens situou se de euros em maio de 2017, o que encarna uma ampliação de 503 milhões de euros face a o mês homólogo de 2016.Faz 1 ano, excluindo os Combustíveis e lubrificantes, a balança comercial atingiu um saldo negativo de 1,074 mil milhões de euros, correspondente a uma ampliação de 344 milhões de euros em relação a o mesmo.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo. Faz 2 meses, em maio de 2017, as exportações e as importações de bens ampliaram, respetivamente, %13,2 e %16,5 face a o fase homólogo, adiciona o INE que indica o crescimento de %19,3 de as importações espanhol,, em o trimestre concluído. Faz 2 meses, rostito as exportações aumentaram %17,4 em maio de 2017, sobretudo devido a a conduta de o Comércio Intra – União Europeia, enquanto as importações ampliaram %16,2, reflexo essencialmente de a evolução verificada em as transações Intra-UE.Tendo em conta os principais países de destino em 2016, em maio deste ano, as maiores ampliações, em termos homólogos, registaram-se nas exportações para França e Espanha .Faz 1 ano, em as importações, em o âmbito de os maiores países provedores em o mês em análise, somente as importações brasileiras e de a Rússia reduziram, em termos homólogos.Faz 1 ano, além da informação habitual, atendendo a o começo de as negociações relativas a o ‘ Brexit ‘, o INE incluiu em este destaque informação específica.Faz 1 ano, o Reino Unido, tradicionalmente um de os principais destinos para os bens nacionais, conservou se como o quarto principal mercado com um peso de %7,0.As exportações para este mercado totalizaram os 3,540 mil milhões de euros, correspondendo a uma ampliação de 5,5% rostito ao ano anterior e que encarna um maior dinamismo rostito à evolução gmundialregistada de 1%.No primeiro trimestre de 2017, as exportações de bens para o Reino Unido ampliaram 7%, em comparação com o mesmo fase de 2016, crescimento inferior ao verificado para o total das exportações de bens .Ainda assim, refere o INE, o mercado britânico permaneceu neste fase como o quarto maior destino, com um peso de 6,7%, sendo somente superado por Espanha, França e Alemanha.

Faz 2 meses, a produção em a construção retardou a o ampliar %0,8, face a o mesmo mês de o ano passado, quando em abril tinha subido %1,3, revelou hoje o Instituto Nacional e Estatística.Faz 3 meses, para esta variação de o índice de a construção foi determinante, segundo o INE, a subida de %2 em a produção de a construção de construções, abaixo da subida homóloga de %2,6 compensando a descida de %1 de o segmento de a engenharia civil, mais acentuada do que a quebra de %0,8 em abril.Faz 2 meses, os índices de emprego e de remunerações em o setor ampliaram %2,1 e %1,8, respetivamente, acima das subidas homólogas de %1,7 e %0,5 de o mês anterior, pela mesma ordem.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Portugal tem menos défice e menos desemprego e a atividade económica está a crescer mais, mas a dívida pública continua a subir e a taxa de poupança das famílias está em mínimos históricos.Nas vésperas do dia em que os deputados da Assembleia da República discutem o Estado da Nação, agendado para esta quarta-feira, a Lusa fez um retrato da evolução do país através do que declaram os indicadores económicos e orçamentais desde 2015, o ano em que o atual Governo assumiu funções, comparando com os dados mais recentes já disponíveis para este ano.O Produto Interno Bruto está a aumentar este ano ao ritmo mais elevado dos últimos dez anos: no primeiro trimestre, aumentou 2,8% rostito ao fase homólogo, depois de ter avançado 1,6% em 2015 e 1,4% no ano passado.A taxa de desemprego também tem estado sucessivamente a cair: Faz 2 anos, foi de %12,4 e em 2016, em 2015 permaneceu acima dos dois dígitos mas recuou para os 11,1% da população ativa.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A estimativa provisória do Instituto Nacional de Estatística para a taxa de desemprego assinala para que tenha ficado nos 9,4% em maio deste ano.Na frente orçamental, o défice das gestões públicas está igualmente em queda: em 2015 foi de 4,4%, já contando com o efeito do Banif, e, Faz 1 ano, foi de %2 de o PIB, o mais baixo de a história de a democracia de Portugal, em 2016 e que permitiu o fechamento do Procedimento por Défice Excessivo .Esta performance foi, no entanto, auxiliado pelo valor lembre da despesa que ficou por descativar até ao final do ano , pelo Programa Especial de Regularização do Endividamento ao Estado , que permitiu um perdão total ou parcial de juros aos contribuintes que regularizassem as suas dívidas fiscais , e pelo regime de reavaliação de ativos .Para 2017, os dados mais recentes são relativos ao primeiro trimestre e assinalam para um défice de 2,1% até março, abaixo dos 3,3% verificados no mesmo fase do ano passado e acima da meta de 1,5% para a totalidade do ano, uma performance que faz com que o objetivo anual seja alcançável, segundo os analistas.A dívida pública, por seu lado, ainda não inverteu a tendência de subida que tem vindo a ser anunciada sucessivamente e, em 2015, atingiu os 129% do PIB, tendo disparado para os 130,3% em 2016 e voltado a subir para os 130,5% no primeiro trimestre deste ano.Também a poupança das famílias jamais esteve tão baixa: depois de ter caído para os 4,5% do rendimento disponível em 2015 e para os 4,3% em 2016, no primeiro trimestre deste ano, as famílias pouparam somente 3,8% do seu rendimento disponível, o valor mais baixo desde 1999, o primeiro ano da série do INE.Por oposição, um indicador que tem vindo a evoluir favoravelmente é a confiança dos consumidores que, em junho deste ano, o último mês para o qual o INE já tem dados, voltou a ampliar para um novo máximo desde novembro de 1997, o ano a partir do qual esta informação está disponibilizada.Faz 15 anos, de o mesmo modo, também o clima económico continuou,.Portugal registou no ano passado a segunda taxa de natalidade mais baixa entre os 28 Estados-membros da União Europeia e foi um dos países cuja população reduziu, de acordo com as primeiras estimativas sobre população hoje publicadas pelo Eurostat.De acordo com os dados do gabinete oficial de estatísticas da UE, Portugal teve em 2016 cerca de 87 mil nascimentos — o que representa uma taxa de 8,4 nascimentos por cada 1.000 habitantes, a segunda mais fraca da UE, apenas à frente de Itália, com 7,8), contra 110 mil óbitos , tendo visto a sua população total recuar de 10,341 milhões em 01 de janeiro de 2016 para 10,309 milhões em 01 de janeiro de 2017, o que representa exatamente 2% da população comunitária.O Eurostat enfatiza que se registou uma ampliação da população da UE, de 510,3 milhões em 01 de janeiro de 2016 para 511,8 milhões em 01 de janeiro de 2017, mas registou-se sensivelmente o mesmo número de nascimentos e de óbitos , o que significa que a variação natural da população da União foi neutra e a variação demográfica positiva, de mais 1,5 milhões de moradoras, se deve ao saldo migratório.Com 82,8 milhões de moradoras, o que encarna 16,2% da população total da UE, a Alemanha é o Estado-membro mais populoso, seguida da França, 67 milhões), Reino Unido , Itália, , Espanha e Polónia .Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Em termos mundiais, a população ampliação ao longo de 2016 em 18 Estados-membros e desceu em 10, tendo as taxas de natalidade mais elevadas sido observadas na Irlanda , Suécia e Reino Unido e as mais baixas nos países do sul: depois de Itália e Portugal seguem-se Grécia e Espanha .

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Produção na construção retarda e aumenta 0,8% em maio – INE

Por: SentiLecto

Faz 2 meses, a produção em a construção retardou a o ampliar %0,8, face a o mesmo mês de o ano passado, quando em abril tinha subido %1,3, revelou hoje o Instituto Nacional e Estatística.Faz 3 meses, para esta variação de o índice de a construção foi determinante, segundo o INE, a subida de %2 em a produção de a construção de construções, abaixo da subida homóloga de %2,6 compensando a descida de %1 de o segmento de a engenharia civil, mais acentuada do que a quebra de %0,8 em abril.Faz 2 meses, os índices de emprego e de remunerações em o setor ampliaram %2,1 e %1,8, respetivamente, acima das subidas homólogas de %1,7 e %0,5 de o mês anterior, pela mesma ordem.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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