Maior central sindical argentina se mobiliza e ameaça com nova greve geral

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Puerto Madero bs as

A Confederação Geral do Trabalho , a maior central sindical argentina, coordenou nesta terça-feira uma grande mobilização em Buenos Aires para queixar-se contra as políticas do governo de Mauricio Macri e ameaçou convidar uma nova greve geral de abrangência nacional.

Argentina, oficialmente República Argentina, é o segundo maior país da América do Sul em território e o terceiro em população, constituída como uma federação de 23 províncias e uma cidade autônoma, Buenos Aires, capital do país.

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Terrorismo atinge a Espanha em meio a ampliação de ‘turismofobia’

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Foto oficial del nou Govern Puigdemont

Ao mesmo tempo que tenta reivindicar as Ramblas para os próprios habitantes, os ataques em Barcelona e Cambrils ocorreram em um momento em que a capital catalã “falece de Sucesso” —expressão utilizada na Espanha, que recebeu 36,3 milhões de turistas, cerca de 11% mais que o mesmo fase do ano passado, para se referir a incapacidade de dar conta do próprio êxito—. O turismo, que agita a economia de Espanha, ficou grande demais. O alerta veio em dados do Instituto Nacional de Estatística . A Catalunha responde sozinha por mais de 23% do total, e recebeu 8,6 milhões de viajantes.

Catalunha é uma comunidade autónoma espanhola, situada a nordeste da Península Ibérica.

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Volume de negócios nos serviços agilizou no primeiro trimestre ao ampliar 7,1% – INE

Por: SentiLecto

Quando nos três meses anteriores tinha ampliado 5,1%, o crescimento do volume de negócios nos serviços agilizou no segundo trimestre ao subir 7,1% , enquanto na variação mensal abrandou em junho, anunciou hoje o INE.”No 2.º trimestre de 2017, as vendas de serviços ampliaram 7,1% “, refere o Instituto Nacional de Estatística .Faz 2 meses, segundo os dados revelados, em a variação mensal, ” o índice de volume de negócios em os serviços passou de um crescimento homólogo de %7,0 para %5,9 em junho “.Comparativamente com o mês anterior, o índice de volume de negócios nos serviços registou uma taxa de variação de 3,3% .Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Faz 2 meses, os índices adaptado de conseqüência de calendário, exibiram variações homólogas positivas em junho.No caso do emprego, a subida foi de 3,6% , nas remunerações brutas o acréscimo foi 5,5% e nas horas trabalhadas a ampliação foi de 4% .As áreas que mais contribuíram para a variação do índice agregado do volume de negócios foram o comércio por grosso , o conserto de veículos automóveis e motociclos e a de transportes e armazenagem e variações homólogas de 4% e 10,5%, respetivamente .No abrigo, restauração e similares a ampliação foi o mais intenso em junho e a maior aceleração rostito ao mês anterior .

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Produção na construção sobe 1,2%, em junho, mais que em maio, emprego aumenta 2,1% – INE

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Construção Estrada 1

Faz 2 meses, a produção em a construção ampliou %1,2, relativamente a igual mês de 2016, mais que enquanto o emprego subia %2,1 e as remunerações %1,6, em maio anunciou hoje o INE.Faz 2 meses, o índice de produção em a construção ” registou uma taxa de variação homóloga de %1,2. Os índices de emprego e de remunerações aumentaram 2,1% e 1,6%, respetivamente “, refere o Instituto Nacional de Estatística .Faz 3 meses, a engenharia civil exibiu uma subida, a o passar de uma variação homóloga de %0,5 em maio para %1,2 o segmento, sendo que ” mais influiu a aceleração de o índice agregado “.Faz 2 meses, quando em o mês anterior tinha subido %1,1, a construção de construções exibiu um crescimento de %1,2.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Quanto ao emprego na construção, aumentou 2,1% em termos homólogos .Na comparação com o mês anterior, o índice de emprego indicou uma variação de 0,3% . Faz 12 anos, que elucida que começou a apresentação de novas séries de índices de Produção, Emprego e Remunerações em a Construção, com valores retrospetivos desde janeiro de 2005, tendo como ano de base 2015, enquanto as séries anteriores tinham como ano base 2010, as remunerações efetivamente pagas subiram %1,6 em variação homóloga, em junho segundo o INE. Quando comparado com o mês anterior, o índice das remunerações ampliou 6,5%.Esta mudança, explica, é compulsória de acordo com as normas da União Europeia e “teve como principais mudanças uma nova amostra de companhias e a atualização da estrutura de ponderadores tendo por referência 2015, de modo a melhorar a representatividade estatística dos índices”.Estas mudanças originaram revisões nos resultados anteriormente publicados, adiciona o INE.

Faz 1 mês, a produção automóvel em Portugal voltou a cair, com menos %13,5 que em igual mês de 2016, ficando em as 12.314 unidades, %96,4 para exportação, revelou hoje a ACAP.Faz 1 mês, segundo a Associação Automóvel de Portugal, em julho, ” saíram de as fábricas de automóveis nacionais 12.314 veículos automóveis ligeiros e pesados, menos %13,5 do que em o mesmo “.Faz 1 mês, embora aquela tenha registado uma redução de somente %0,7, esta queda ” arrastou a variação homóloga a julho de o corrente ano para a zona vermelha “, destaca a ACAP.Faz 1 mês, o resultado negativo registado deveu se em a queda em a produção de automóveis ligeiros de passageiros, já que os veículos comerciais exibiram uma conduta positiva.gora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A produção acumulada nos primeiros sete meses totalizou 93.704 unidades.A informação estatística relativa a julho confirma o protagonismo que as exportações encarnam para o setor automóvel já que 96,4% dos veículos fabricados em Portugal tiveram como destino o mercado externo.Esta situação, enfatiza a ACAP, “contribui de maneira expressiva para a balança comercial portuguesa”.A Europa continua a ser o mercado líder nas exportações dos veículos fabricados em Portugal, com 84,2%, com a Alemanha a ter 18,8%, Espanha 14,9%, Reino Unido 11,3% e França 10,7%.O mercado de Asipovicy, liderado pela China , conserva o segundo lugar nas exportações de automóveis fabricados em Portugal.

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Subutilização do trabalho corresponde a “praticamente o dobro” dos desempregados – INE

Por: SentiLecto

A subutilização do trabalho abrangeu 903,3 mil pessoas no segundo trimestre deste ano, o que corresponde a “praticamente o dobro da população desempregada”, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística .Segundo o INE, no final do segundo trimestre de 2017, havia 461,4 mil pessoas desempregadas, o que se traduz numa taxa de desemprego de 8,8% da população ativa, mas estes números não dão uma imagem completa do estado atual do mercado de trabalho.Por isso, o INE publicou hoje pela primeira vez um indicador que é adicional aos indicadores do desemprego: a subutilização do trabalho, que agrega a população desempregada, o subemprego de trabalhadores a tempo parcial, os inativos à pdemandade emprego mas não disponíveis e os inativos disponíveis mas que não procuram emprego e, com este novo indicador, chega-se a uma imagem mais aextensado mercado de trabalho.Este novo indicador pretende dar “uma medida mais abrangente da subutilização do trabalho do que a medida, mais restrita, correspondente à taxa de desemprego” e é também complementado pela taxa de subutilização do trabalho, que mede a relação entre a subutilização do trabalho e a população ativa alargada.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Assim, no segundo trimestre deste ano, “a subutilização do trabalho abrangeu 903,3 mil pessoas e a taxa correspondente ascendeu a 16,6%”, segundo o INE, que acrescenta que “ambos os indicadores correspondem a praticamente o dobro da população desempregada e da taxa de desemprego”, uma relação que “tem vindo a aumentar”, já que “era de 1,6 e 1,5, em cada caso, no 1.º trimestre de 2011″.Comparando com o trimestre anterior, a subutilização do trabalho reduziu 8,4% e, comparando com o trimestre homólogo, verifica-se uma queda mais acentuada, de 13,7% .O INE detalha a subutilização do trabalho por componentes e deduz que o subemprego de trabalhadores a tempo parcial abrangeu 210,1 mil pessoas no segundo trimestre deste ano, o que encarna uma queda de 4% rostito ao trimestre anterior e de 6,7% rostito ao mesmo trimestre do ano passado.se o estimou já o número de inativos em a demanda de emprego mas não disponíveis para trabalhar %12,7 face a o primeiro trimestre de 2017 e %18,6 em relação a o segundo trimestre de 2016 em 27,2 mil, tendo ampliado.se o estimou finalmente, o número de inativos disponíveis mas que não procuram emprego em 204,6 mil pessoas, uma diminuição de %6,6 em relação a o trimestre precedente e de %14,5 se comparado com o mesmo fase de o ano passado.O INE exibe também uma análise retrospetiva e deduz que este indicador da subutilização do trabalho em Portugal “tem descrito uma trajetória descendente e próxima da da população desempregada”, registando “decréscimos frequentes desde o segundo trimestre de 2013″.Entre o primeiro trimestre de 2011 e o primeiro trimestre de 2013, “a população desempregada e a subutilização de trabalho ampliaram 37,7% e 38,5%, respetivamente “.Neste fase, “a taxa de desemprego passou de 12,4% para 17,5% e a taxa de subutilização do trabalho de 18,9% para 26,4%”, segundo o INE.Faz 4 anos, a população desempregada e a subutilização de o trabalho reduziram %50,2 e %38,5, respetivamente “, sendo que, em este fase, ” a taxa de desemprego passou de %17,5 para %8,8 e a taxa de subutilização de o trabalho de %26,4 para %16,6, no entanto entre o primeiro trimestre de 2013 e o segundo trimestre de 2017.”.

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