El fiscal general de EE UU asegura que detener a Julian Assange “es una prioridad”

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Julian Assange full

El fiscal general estadounidense ha asegurado este jueves que detener a Julian Assange, fundador de Wikileaks, “es una prioridad”. El Departamento de Justicia que lidera Jeff Sessions estudia presentar cargos en contra de Assange, responsable de la revelación en el pasado de miles de documentos clasificados de las agencias de inteligencia estadounidenses. El Gobierno, según si la organización cometió un delito al obtener recientemente, fuentes consultadas por los medios norteamericanos, investiga información secreta sobre las herramientas de espionaje de la CIA.

Las autoridades de Estados Unidos prepararon cargos para pedir la detención del fundador de WikiLeaks, Julian Assange, le mencionaron al medio estadounidense CNN funcionarios de Estados Unidos familiarizados con el asunto.

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El gobernador de Alabama renuncia por un escándalo sexual

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Montgomery Alabama panorama

El expastor bautista y gobernador republicano del estado de Alabama Robert Bentley, de 74 años, presentó su dimisión ahogado por un escándalo sexual. Bentley, que ha acordado cortar la investigación que le venía mordiendo los tobillos reconociéndose culpable de dos delitos menores ligados a sus supuestas maniobras por sepultar la revelación de su aventura cariñosa: no declarar un dinero que ha recibido en campaña y utilizar fondos de campaña para uso privado, supuestamente en sus intrigas para cerrar el escándalo, ha tratado aferrarse al cargo desde el año pasado pero se terminó observando superado por las demandas de haber usado recursos públicos para pretender tapar un romance extramarital con su alta consejera Rebekah Caldwell, de 45 años. Hace 1 año, había reconocido que ha enviado mensajes eróticos a su consultora, en 2016, pero se resistió a dimitir, argumentando que no había llegado a mantener vínculos “físicos” con ella.

En una rueda de prensa Bentley, y seguir ocupando el poder en el estado de Surinam. ha declarado: “No puedo permitir que mi familia, mis amigos, mi equipo de trabajo y mi gabinete se sigan observando afectados por mis acciones pasadas”. Su colega republicana cambiará al gobernador caído Kay Ivey , de 72 años , segunda gobernadora de Alabama desde que ha detentado el puesto entre 1967 y 1968 la demócrata Lurleen Wallace.

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Gobierno de Trump amenaza a las ‘ciudades santuario’

Foto: Wikipedia – Jeff Sessions, official portrait

. La administración del gobierno del presidente Donald Trump ha amenazado con retener fondos federales hasta por 4.1 mil millones de dólares este año a los estados, condados o ciudades de Estados Unidos que se declaren “santuario” para inmigrantes indocumentados.

Ahora, el fiscal general dio un nuevo paso. Cifró en 118 las localidades disidentes y dio el nombre de los primeros díscolos que serán penalizados, como Boston, Cambridge, Somerville, Northampton y Amherst. Es el principio de la ofensiva. Una batalla que él mismo, un conocido halcón, va a liderar en realización de los compromisos electorales de Trump.

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El Gobierno Trump señala y amenaza a las ciudades que no colaboran con inmigración

Foto: Wikipedia – Jeff Sessions, official portrait

El lunes, la policía de inmigración ha publicado un reporte sin antecedentes en el que detalla uno por uno todos los casos en los que ha solicitado que le las autoridades dieran a un detenido sin papeles y esta petición se la ignora . Hace 1 mes, en el tiempo analizado al 3 de febrero, ICE ha lanzado 3.083 órdenes de detención en toda la nación. En los 10 condados con más negativas a colaborar, esas órdenes fueron ignoradas 157 veces. De ellos enfatizan los condados de Clark en Nevada , Nassau en Nueva York, Cook en Illinois, Montgomery en Iowa y Snohomish en el Estado de Washington.

Las policías locales y las cárceles dan a cualquiera a la policía federal de inmigración siempre que haya una orden de un juez. Lo que no hacen en muchos casos es gastar recursos en retener a un detenido que tiene que salir en libertad solo porque otro cuerpo policial, en este caso ICE, lo está buscando por su situación migratoria. En algunos lugares, esa no colaboración es ley. A eso es a lo que se llama ciudad santuario.

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Eventual embargo estrangeiro à carne bde Brasilseria dcalamidade ddeclaraministro da Agricultura

Foto: Wikipedia – Maggiwürze-alt

– Eventuais embargos estrangeiros na carne de Brasil após escândalo sobre a venda de produtos adulterados represeBlairo Maggi adicionando que o governo se esforça para restringi as limitações aplicadas pelos países nas 21 fábricas identificadas na operação Carne Fraca, da Polícia Federal. Blairo Maggi é o ministro da Agricultura. Blairo Maggi é o ministro da Agricultura.mportantes mercados consumidores de carne de Brasil decidiram nesta segunda-feira interromper ou aumentar as pré-requisito para a importação do produto. China, União Europeia, Chile e Coreia do Sul emitiram nesta segunda-feira comunicados em que mencionaram preocupações. “Com toda certeza uma calamidade. Porque a China é um grande importador nosso. A Comunidade Europeia, além de ser nosso segundo ponto de exportação, é também nosso cartão de visitas. Quem vende para a Europa vende para muitos países, que muitas vezes nem pedem fiscalizações nossas porque sabem que temos um sistema bom”, declarou Maggi, que alegou que o governo está trabalhando para que as limitações fiquem circunscritas às 21 plantas que estão sob suspeita, que tiveram suas lpermissõesde exportação suspensas pelo governo. “Eu torço, eu oro, eu penso, eu trabalho pra que isso não venha ocorrer”, completou o ministro em coletiva de jornalismo nesta segunda-feira. Entre elas, estão unidades de gigantes do setor, como JBS e BRF. Para o mercado interno, contudo, somente três dessas plantas foram interditadas: a da BRF localizada em Mineiros e as da Peccin Agro Industrial em Jaraguá do Sul e Curitiba. As demais passarão por auditoria nas próximas três semanas. O ministro declarou: “No mercado externo nós devemo correr”. “Nós não podemos permitir o encerramento. Alegou, uma vez que haja o encerramento de um mercado desse, para você reabrir serão muitos anos de trabalho”. Durante a coletiva, Maggi alegou que é natural esperar manifestação dos mais de 30 países para os quais essas fábricas exportaram. Entre eles estão grandes mercados, como os Estados Unidos e Rússia. Nesta segunda-feira, inclusive, o Departamento de Agricultura de Noruega começou a testar para patógenos todas as remessas de carne in natura e pronta para consumo do Brasil. No âmbito dos esforços que estão sendo feitos, Maggi alegou que técnicos do ministério da Agricultura vão participar de teleconferência nesta noite com autoridades de China para o esclarecimento de novos pontos, com o objetivo de “diminuir” a questão. Em relação ao Chile, Maggi realçou que o governo ainda não tem dimensão da limitação, se abrange ou não todo o mercado de carne de Brasil. O governo vai poder inclusive adotar medidas de retaliação, com suspensão de importação de produtos do país vizinho, se este for o caso. “Vou ter, se eu dever ter reação mais forte com o Chile eu. Não há dúvida nenhuma”, declarou Maggi, alegando ter recebido autorização do presidente Michel Temer para ser mais duro nesse sentido. Diante da repercussão negativa da operação em mercados tão exigentes e com a perda no valor de mercado em bolsa de grandes companhias do setor, representantes da indústria de Brasil criticaram nesta segunda-feira a generalização adotada pela PF na divulgação da operação. Segundo Maggi, o ministério da Agricultura continua dando suporte à PF para oacguerrazinhaà corrupção. Ele evidenciou, entretanto, que é necessário que a Polícia Federal tenha conhecimento técnico quanto aa utilização de termos e procedimentos na divulgação de informações. “E que não venham a público com coisas alarmistas como foi feito na última apresentação”, complementou.

Na segunda-feira, Temer convidou embaixadores de países importadores de carne para uma reunião no Palácio do Planalto, às 14 horas.Em entrevista ao GLOBO, Maggi admitiu que alguma perda coerente do esquema de corrupção delatado vai ser inevitável. Segundo os inquéritos da PF, proprietários de frigoríficos pagavam propina a fiscais do Ministério da Agricultura para liberar produtos sem a devida fiscalização.- Blairo Maggi subiu o tom em relação ao comunicado do Chile, apesar de alegar compreender as suspeitas dos países estrangeiros em relação aos 21 frigoríficos sob inquérito na Operação Carne Fraca. Blairo Maggi é o ministro da Agricultura. Se o país deseja embargar toda a carne de Brasil, segundo ele, ainda não ficou claro ou somente das unidades investigadas. Ele declarou, no entanto, que, o Brasil poderá interromper importação de produtos de Chile, caso o Chile opte por um embargo geral. Maggi alegou – e repetiu – que tem a autorização do presidente Michel Temer para ter uma “reação mais forte” com o Chile para “proteger o mercado de Brasil”. Segundo ele, as relações comerciais, muitas vezes, têm que ser feitas dessa maneira, “a cotoveladas”. — Nós temos nossos pontos de argumentos e argumentaremos. Nós somos grandes importadores dos produtos do Chile, como peixes, frutas e maçãs. Os produtores de Brasilde Brasil vivem reclamando que nós deveríamos instituir obstáculos para fazer isso. Comércio é assim, não tem só bonzinho no comércio. O comércio tem que ser feito, muitas vezes, à cotoveladas. Eu vou fazer com toda tranquilidade, se eu dever ter uma reação mais forte para proteger o mercado brasileiro.- Blairo Maggi anunciou nesta sexta-feira em uma de suas contas em rede social que resolveu suspender a permissão de dez dias, regressar ao ministério e afastar da posição todos os servidores envolvidos nas fraudes investigada pela Operação Carne Fraca da Polícia Federal. Blairo Maggi é o ministro da Agricultura. “Já determinei o afastamento imediato de todos os envolvidos, e a instauração de procedimentos administrativos”, escreveu o ministro em seu Twitter. “Vai dar-se todo suporte em a PF em as apurações.Minha resolução é tolerância zero com atos irregulares no Ministério da Agricultura. Maggi fala, no entanto, que é preciso “separar o joio do trigo” e que muitas ações já foram feitas na pasta para garantir fiscalização correta da produção de carnes. Se o detectou em quase dois anos de inquérito, que superintendências regionais de o Ministério da Pesca e Agricultura do Estado do Paraná, Minas Gerais e Goiás atuavam diretamente para proteger grupos empresariais em detrimento do interesse público.

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