Google descarta carros autônomos com intervenção humana após testes

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Jurvetson Google driverless car trimmed

A Waymo parou de desenvolver recursos que exigem que os motoristas assumam o controle em situações arriscadas, declarou o presidente-executivo da empresa nesta segunda-feira , mencionando que a confiança no piloto automático deixa os usuários propensos a distrações e pouco preparados para assumir o volante. A Waymo é unidade do veículos autônomos da Alphabet.

As novas rotas têm uma finalidade especial para a Alphabet. O gelado estado, localizado na região norte-nordeste dos EUA, oferece condições extremas para a empresa testar a resposta e os talentos dos radares e câmeras dos automóveis para pistas cobertas de neve, granizo e gelo.

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Tribunal constitucional espanhol cancela declaração de independência da Catalunha

Por: SentiLecto

O Tribunal Constitucional da Espanha cancelou a declaração de independência da Catalunha, feita pelo Parlamento regional na sexta-feira, alegou uma porta-voz da corte nesta terça-feira.

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Usinas eólicas de Enel e Iberdrola no Nordeste têm aval para operação comercial

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Bilbao – Torre Iberdrola 17

– Cinco usinas de energia eólica do grupo de Italia Enel Green Power e uma usina da espanhola Iberdrola, todas no Nordeste, receberam autorização para começar a operação comercial a partir desta terça-feira, segundo despachos da Agência Nacional de Energia Elétrica no Diário Oficial da União. As usinas da Enel, em Campo Formoso, na Bahia, formam o complexo Delfina, e tiveram liberadas para gerar energia máquinas que adicionam um total de 124 megawatts em habilidade instalada. Se construiu Lagoa já o parque de a Iberdrola, 1, em Santa Luzia, em a Paraíba, e as máquinas autorizadas a operar adicionam 31,5 megawatts.

– Atenciosa a uma região com grande potencial de procura, a fabricante de farinha de trigo J.Macêdo inaugurou nesta quinta-feira um novo sistema de descarregamento mecânico de grãos de navios no Moinho de Salvador , no valor de 27,5 milhões de reais, dando permanência a um ciclo de investimentos que deve se concluir no fim de 2018. “Esse nosso ativo é estratégico porque poucos moinhos estão localizados tão próximos a um porto. A razão do investimento foi a localização estratégica, o crescimento do Nordeste e a pertinência das nossas marcas na região”, declarou à Reuters o presidente da cempresa Luiz Henrique Lissoni. Na Bahia, o plano de expansão volta-se àoaaumentodsalvadorenha incluindo a construção de seis novos silos para armazenagem de trigo e produção de farinha, e também admira novas linhas de fabricação de massas e biscoitos em Simões Filho, na Grande Salvador. Lissoni declarou: “A habilidade de esmagamento de trigo no Moinho de Salvador terá que passar de 920 toneladas para cerca de mil toneladas por dia após os investimentos”. A J.Macêdo é líder nacional em farinhas domésticas e misturas para bolo e terceiro maior player em massas. Faz 3 anos, segundo principal mercado para a J. Macêdo após São Paulo, a Bahia, aliás, vai receber a maior parte de os 550 milhões de reais de investimentos calculados para o ciclo começado que vai acarretar em um ” retrofit ” de o parque fabril de a empresa. e que vai acarretar em um “retrofit” do parque fabril da empresa. Ele destacou que o ciclo de investimento considera ainda o aumento do complexo fabril em São José dos Campos e construção de novos silos e do parque industrial do Moinho Fortaleza , berço da companhia, onde o valor investido supera os 70 milhões de reais. “Todos os indicadores de consumo propõem um crescimento a médio e longo prazo para o segmento em que atuamos. Estamos modernizando o parque fabril para continuar nossa trilha de crescimento e de lucratividade”, realçou o executivo em entrevista à Reuters. Conforme ele, as unidades disseminadas pelo país permitem à ecompanhiaconstruir uma “logística de suprimento mbastanteflexível”, mesmo que envolvendo importação de trigo do Canadá, Estados Unidos, Argentina e Paraguai.

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Confiança da indústria no Brasil sobe em outubro ao melhor nível desde 2014, declara FGV

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Fgv logo

– Faz 3 anos, a melhora de a avaliação sobre a situação atual levou a confiança de a indústria de Brasil a o maior platô desde abril de 2014, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira pela Fundação Getulio Vargas . O Índice da Confiança da Indústria teve alta de 2,6 pontos e chegou a 95,4 pontos em outubro, o nível mais alto desde os 97,0 pontos de abril de 2014. Tabi Thuler Santos em nota alegou: “Um sinal de que a retomada de crescimento do setor vem ganhando consistência é a significativa melhora das avaliações sobre a situação presente nos últimos meses”. Tabi Thuler Santos é a coordenadora da Sondagem da Indústria da FGV-IBRE. LEIA MAIS: BC deseja ‘liberdade de ação’ sobre política monetária, mostra ata do Copom VEJA TAMBÉM: Taxa de desemprego recua para 12,4% no terceiro trimestre Os dados da FGV mostraram que o Índice da Situação Atual foi o principal culpado pela melhora da confiança ao subir 4,9 pontos e chegar a 95,5 pontos, uma alta que se estendeu a 14 dos 19 segmentos. Faz 12 anos, dentro do ISA, a FGV realçou que a percepção sobre a situação atual de os negócios alcançou 94,5 pontos, 7,1 pontos acima do resultado a maior alta desde dezembro de 2005. Já o Índice de Expectativas progrediu somente 0,3 ponto, indo a 95,2 pontos, com alta em 7 dos 19 segmentos. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada subiu 0,4 ponto percentual em outubro, alcançando 74,3 por cento. Uma vez que o cenário é de recuperação lenta, de acordo com Thabi, o nível de uso da habilidade continua bastante baixo e com perspectivas incertas, “ e sujeita aos riscos do ambiente político”. O resultado do ICI ficou acima do que se o assinalou pela sua prévia, que assinalava 94,7 pontos em outubro. Os dados acompanham a melhora em outros setores, como a confiança de serviços também divulgada nesta terça-feira. Faz 2 meses, a indústria de Brasilde Brasil encolheu inesperadamente %0,8, suspendendo quatro meses seguidos de alta segundo os dados de o IBGE, mas o movimento não tende a atrapalhar o ritmo de recuperação do setor, o que é reforçado pela melhora ininterrupta da confiança.

– A confiança do comércio no Brasil atingiu em outubro a máxima desde meados de 2014 em um ambiente de inflação e juros baixos, mencionando recuperação do setor, de acordo com Fundação Getulio Vargas . O Índice de Confiança do Comércio do Brasil teve progressão de 3,3 pontos em outubro e chegou a 92,5 pontos, segunda alta seguida e o maior nível desde agosto de 2014 . O coordenador da Sondagem do Comércio da FGV IBRE, Rodolpho Tobler alegou: “A significativa alta do ICOM nos últimos dois meses e o registro de seu maior nível desde 2014 reforçam a percepção de que o conseqüência da crise política de maio passou completamente”. Ele evidencia que a inflação diminui a recuperação influi ela e pela diminuição das taxas de juros, sendo que “o movimento propõe que o segmento segue em recuperação lenta”, completou. Se observou a melhora tanto em a avaliação sobre a situação atual quanto de as expectativas, com alta de a confiança em 10 de os 13 segmentos pesquisados. O Índice de Expectativas subiu 4,1 pontos, para 99,2 pontos, o maior nível desde março de 2014 . Já o Índice da Situação Atual teve alta de 2,3 pontos, chegando a 86,2 pontos, a máxima desde janeiro de 2015 . Nesta semana, a FGV informou que a confiança do consumidor subiu pela segunda vez seguida e atingiu o melhor nível desde março de 2017, enquanto que a confiança da construção chegou ao melhor platô desde o começo de 2015. Essas progressões acontecem em um momento de queda de juros e inflação baixa. O Banco Central retardou o passo e diminuiu na quarta-feira a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 7,5 por cento ao ano, deixando a porta aberta para novos e menos intensos cortes à frente.

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Alphabet começa testes de carros autônomos em Michigan

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Michigan 90

A unidade de carros autônomos da Alphabet, a Waymo, está expandindo seus testes para o estado de Michigan.

O movimento escancara a intenção de agilizar o desenvolvimento de tecnologia para veículos autônomos por parte do Alphabet, que também controla a Waymo. Uma vez que David Lawee, um dos ‘homens fortes’ do Google, passa a integrar o quadro diretivo da Lyft, o elo de conexão entre os três membros, agora, também vai além.

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