Grupo JBS enfrenta 34 mil processos na Justiça do Trabalho

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Friboi jbs

O grupo JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, responde a 34 mil ações trabalhistas. O dado está nas demonstrações financeiras de 2016 da companhia e pode encarnar perda de R$ 2,6 bilhões. Faz 2 anos, havia 31,1 mil processos em andamento, em 2015.

Jbs s.a. é uma companhia de Brasil de goiás, fundada em 1953.

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Experts divergem sobre proposta de reforma trabalhista

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Justicatrabalho

Em entrevista ao GLOBO, dois experts exibem pontos diferente acerca da proposta da reforma trabalhista. Reflexão ocorre após Rogério Marinho alegar que pretende aceitar algumas das emendas que melhorem e tornem mais claro o texto. Rogério Marinho é o relator do texto. Apesar disso, Marinho mas já adiantou que não pretende mexer “nem um milímetro” no que diz respeito ao fim da obrigatoriedade da contribuição sindical.

– Deputado Rogério Marinho recebeu na segunda-feira uma enxurrada de emendas que tentam transformar o texto do seu relatório. Deputado Rogério Marinho é o relator da reforma trabalhista. Foram pelo menos 450 sugestões de mudanças, protocoladas, sobretudo, pela oposição. Ao GLOBO, Marinho declarou que pretende aceitar algumas das emendas que melhorem e tornem mais claro o texto, mas já adiantou que não pretende mexer “nem um milímetro” no que diz respeito ao fim da obrigatoriedade da contribuição sindical. Ronaldo Nogueira garantiu que o governo respeitará a resolução do Congresso nessa questão. Ronaldo Nogueira é o próprio ministro do Trabalho. — Estamos estudando. A gente vai fazer, se houver chance de melhorar. O que não farei é desfigurar o texto. Críticas construtivas, eu acatarei todas — declarou o relator. A maior parte das emendas mexe em quatro pontos: o fim da obrigatoriedade do imposto sindical, a jornada intermitente, a licença para que mulheres lactantes ou gestantes trabalhem em ambientes insalubres com autorização médica e a criação de uma delegação para encarnar os trabalhadores dentro da companhia. SALVAGUARDAS SOBRE TERCEIRIZAÇÃO Com relação ao fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, a tendência é ser sancionado pelo presidente Michel Temer, para não instituir mal-estar com a base de suporte — apesar das resistências de entidades sindicais patronais e de trabalhadores. O próprio ministro do Trabalho já defendeu publicamente a manutenção da contribuição sindical da maneira como se a cobra hoje. Por ora, o Palácio do Planalto evita se posicionar sobre o assunto, afirmando que a questão está com o Legislativo. — O governo respeitará a resolução soberana do Congresso — assegurou Nogueira ao GLOBO, ao ser perguntado sobre o fim do imposto sindical compulsório. O discurso dos parlamentares é que o fim do imposto sindical compulsório deixará mais dinheiro na mesa do trabalhador. Até quem está contra a medida admite, nos bastidores, que Temer teria obstáculo de vetar, porque o imposto é impopular. O presidente também precisa comprazer a base para vencer o desafio da reforma da Previdência — que enfrenta resistências ainda maiores por parte das bancadas. Outro tópico visto como impopular é a jornada intermitente. Nessa modalidade de contrato, o empregado poderá trabalhar alguns dias por semana, ou somente algumas horas por dia, de acordo com a necessidade do empregador. Isso, no entanto, tem de ser acordado com, no mínimo, cinco dias de antecedência. Para o relator, é difícil mexer nesse item. Seu argumento é que essa é uma maneira de lutar a precarização dessa espécie de trabalhador, que hoje está à margem da legislação. De acordo com o ministro do Trabalho, o governo também tem que acatar a resolução do Congresso sobre a regulamentação da jornada intermitente. Este é um pleito antigo do setor de serviços, como restaurantes, hotéis e casas de espetáculos, mas enfrenta forte oposição das centrais sindicais. Além disso, houve inúmeras emendas na tentativa de mudar dois pontos: aquele que permite que a mulher grávida ou lactante trabalhe em ambientes insalubres, desde que com autorização médica, e o que estabelece como tem que ser a representatividade dos trabalhadores dentro da companhia. O relatório calcula a criação de uma delegação, nas companhias com mais de 200 empregados, para encarnar os trabalhadores. Essa delegação não tem que ter, segundo o texto, relação com a representação sindical. Há, ainda, emendas pontuais que pretendem mexer em toda a estrutura do texto. Deputado Daniel Vilela protocolou quatro emendas. Deputado Daniel Vilela é o próprio presidente da delegação. Uma delas tenta, por exemplo, incluir um novo artigo dentro das salvaguardas à lei da terceirização, sancionada no fim do mês passado pelo presidente Michel Temer. O relatório já calcula que um trabalhador com carteira assinada não pode ser demitido e recontratado como pessoa jurídica num prazo de 18 meses. Vilela deseja incluir a previsão de que, além de não ser contratado como PJ, o empregado também não possa ser recontratado vinculado a uma companhia terceirizada. Deputado Darcísio Perondi também exibiu várias emendas na tentativa de incluir no texto mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho que mudam a maneira como se trata os professores. Deputado Darcísio Perondi é o vice-líder do governo.Ele deseja introduzi, por exemplo, um artigo que calcula que “o exercício de atividade docente na educação superior não se sujeita à imatriculado professor em órgão de regulamentação profissional”, ou seja, no Ministério da Educação. TESTE DO suporte PARA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA O ministro do Trabalho garantiu que há consenso entre os líderes da base e o governo sobre a proposta. A intenção é debater e votar a matéria na delegação nesta terça-feira, a partir das 10h, e levá-la ao plenário amanhã. O objetivo é que, até quinta-feira, o texto seja aprovado e possa ser encaminhado ao Senado. Antes disso, no entanto, os deputados devem votar uma medida provisória que trata de concessões, que está trancando a pauta. — Está tudo certo para que a reforma seja aprovada amanhã na delegação e na quarta-feira pelo plenário da Câmara dos Deputados — declarou Nogueira. Para aprovar o texto em plenário, o governo precisa de 257 votos favoráveis. Na semana passada, o Palácio do Planalto foi pego de surpresa ao não conseguir votos suficientes para votar um requerimento de urgência para agilizar a reforma trabalhista. O requerimento teve de ser pautado novamente para ser aprovado, após uma intensa mobilização da base. Se encara a análise de o projeto de lei que modifica a CLT em plenário como um teste de o suporte de a base para a eleição de a reforma de a Previdência. O PSB decidiu na segunda-feira fechar questão contra as reformas previdenciária e trabalhista. O PSB é o sexto maior partido da base. O projeto que será votado se sugere a modernizar as leis trabalhistas. O parecer do relator revoga cerca de 20 itens da CLT e transforma mais de 90. O cerne da proposta é permitir que o acordado entre companhias e sindicatos tenha poder de lei para 16 temas, entre os quais jornada, banco de horas e participação nos lucros. O acordado, no entanto, não vai poder se sobrepor ao legislado no caso de direitos imprescindíveis, como FGTS, salário mínimo e férias.

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Parar o Congresso Nacional

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vote2 final

Você deixaria o seu futuro e o futuro de seus filhos ser decidido por criminosos ou por pessoas com fortes suspeitas de crimes? Pois é isso que está ocorrendo agora.

Questões fundamentais para o seu futuro, como o sistema de aposentadorias e as leis trabalhistas, estão sendo decididas por pessoas indiciadas na participação em crimes milionários ou que são réus em ações penais correndo no STF. Só na última lista da Lava Jato são 24 senadores e 39 deputados indiciados, inclusive os atuais presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Além disto, quatro senadores e 50 deputados respondem atualmente por ações penais no STF.

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Recuperação do grau de investimento seria ‘coroamento’ para governo, declara Jucá

Foto: Wikipedia – Deputado Michel Temer

Acreditar que o governo Michel Temer pode chegar ao fim com a recuperação do grau de investimento declarou: – Um dia depois de a agência de risco Moody’s alterar a perspectiva da nota de crédito do Brasil de negativa para estável, o senador Romero Jucá, que acredita também que o governo pode chegar ao final do ano com um quadro “completamente estabilizado”. Para ele, isso seria um “coroamento” do trabalho que o governo vem fazendo na economia. — O prazo do governo Michel Temer é um prazo curto, nós temos pressa. Faz 1 dia, melhorou o rating brasileiro e nós podemos, se fizermos tudo certo, chegar a o final de o governo com recuperação de o investment grade que seria o coroamento de todo um trabalho de estruturação de o país, — declarou o presidente de o PMDB : —, ontem Tem muita coisa para fazer, não pararemos, estamos confiantes e achamos que estamos no percurso certo — completou. Se ele é, o grau de investimento é uma espécie de selo que classifica um país como seguro ou não para investidores e ou não um bom pagador. Faz 9 anos, o Brasil tinha grau de investimento, mas Faz 2 anos, com a piora de as contas públicas e perspectiva de baixo crescimento, perdeu o selo. Jucá evidenciou que o governo vai conseguir aprovar as reformas que tramitam no Congresso, sendo a principal delas a da Previdência, e declarou que, com estabilidade, o país tem um dos principais potenciais para atrair investimentos. — O Brasil, se tiver estabilidade, é um país altamente atrativo para investimentos nacionais e internacionais, e isso repercute na geração de empregos.

– Após reunião da bancada do PMDB, o líder do partido no Senado, Renan Calheiros , criticou nesta quarta-feira a forma “equivocada” com que o governo Michel Temer vem tocando as reformas que deseja aprovar e declarou que, se continuar a comportar-se assim, poderá inviabilizar a aprovação de reformas como a tributária. Temer vai receber senadores do PMDB para um jantar na noite de hoje, ocasião na qual, declarou Renan, ele dirá “gentilmente” essa insatisfação ao presidente da República, que tem sido alvo constante de ataques do ex-presidente do Senado. — Conversar não arranca pedaço — declarou o peemedebista, referindo-se ao encontro desta noite com Temer. O senador alegou que a atitude do governo já prejudicou a reforma da Previdência, que está em tramitação na Câmara dos Deputados, e inviabilizou o Refis. Segundo ele, se o presidente continuar comportar-se de maneira “equivocada”, também vai inviabilizar reformas como a trabalhista e tributária. — Eu temo é que o governo equivocadamente continue a encaminhar as reformas. O governo já instituiu muitos obstáculos para a reforma da Previdência, já inviabilizou o Refis, não teve adesão absolutamente nenhuma e, se continuar dessa maneira, com essa influência, o governo vai inviabilizar as outras reformas, trabalhista, tributária… debater reforma tributária ampliando carga não tem sentido — criticou Renan. Ainda que defendeu, o peemedebista alegou , na reunião da bancada, que todos os senadores falem “francamente” com o presidente Temer e que conversa não arranca pedaço. — Defendi que todos têm que conversar francamente, abertamente, porque conversa não arranca pedaço.

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Esquerda, da casa-grande, ficou revoltada porque senzala votou por conta própria

As votações de 2016 mostraram que, para os monopolistas da moral e das virtudes, quando vota em candidato de esquerda, pobre só presta. No Twitter, diversos comentários absolutamente abjetos de eleitores de Marcelo Freixo foram feitos contra a maioria esmagadora de famílias pobres que votaram em seu oponente.

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