Parar o Congresso Nacional

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vote2 final

Você deixaria o seu futuro e o futuro de seus filhos ser decidido por criminosos ou por pessoas com fortes suspeitas de crimes? Pois é isso que está ocorrendo agora.

Questões fundamentais para o seu futuro, como o sistema de aposentadorias e as leis trabalhistas, estão sendo decididas por pessoas indiciadas na participação em crimes milionários ou que são réus em ações penais correndo no STF. Só na última lista da Lava Jato são 24 senadores e 39 deputados indiciados, inclusive os atuais presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Além disto, quatro senadores e 50 deputados respondem atualmente por ações penais no STF.

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Recuperação do grau de investimento seria ‘coroamento’ para governo, declara Jucá

Foto: Wikipedia – Deputado Michel Temer

Acreditar que o governo Michel Temer pode chegar ao fim com a recuperação do grau de investimento declarou: – Um dia depois de a agência de risco Moody’s alterar a perspectiva da nota de crédito do Brasil de negativa para estável, o senador Romero Jucá, que acredita também que o governo pode chegar ao final do ano com um quadro “completamente estabilizado”. Para ele, isso seria um “coroamento” do trabalho que o governo vem fazendo na economia. — O prazo do governo Michel Temer é um prazo curto, nós temos pressa. Faz 1 dia, melhorou o rating brasileiro e nós podemos, se fizermos tudo certo, chegar a o final de o governo com recuperação de o investment grade que seria o coroamento de todo um trabalho de estruturação de o país, — declarou o presidente de o PMDB : —, ontem Tem muita coisa para fazer, não pararemos, estamos confiantes e achamos que estamos no percurso certo — completou. Se ele é, o grau de investimento é uma espécie de selo que classifica um país como seguro ou não para investidores e ou não um bom pagador. Faz 9 anos, o Brasil tinha grau de investimento, mas Faz 2 anos, com a piora de as contas públicas e perspectiva de baixo crescimento, perdeu o selo. Jucá evidenciou que o governo vai conseguir aprovar as reformas que tramitam no Congresso, sendo a principal delas a da Previdência, e declarou que, com estabilidade, o país tem um dos principais potenciais para atrair investimentos. — O Brasil, se tiver estabilidade, é um país altamente atrativo para investimentos nacionais e internacionais, e isso repercute na geração de empregos.

– Após reunião da bancada do PMDB, o líder do partido no Senado, Renan Calheiros , criticou nesta quarta-feira a forma “equivocada” com que o governo Michel Temer vem tocando as reformas que deseja aprovar e declarou que, se continuar a comportar-se assim, poderá inviabilizar a aprovação de reformas como a tributária. Temer vai receber senadores do PMDB para um jantar na noite de hoje, ocasião na qual, declarou Renan, ele dirá “gentilmente” essa insatisfação ao presidente da República, que tem sido alvo constante de ataques do ex-presidente do Senado. — Conversar não arranca pedaço — declarou o peemedebista, referindo-se ao encontro desta noite com Temer. O senador alegou que a atitude do governo já prejudicou a reforma da Previdência, que está em tramitação na Câmara dos Deputados, e inviabilizou o Refis. Segundo ele, se o presidente continuar comportar-se de maneira “equivocada”, também vai inviabilizar reformas como a trabalhista e tributária. — Eu temo é que o governo equivocadamente continue a encaminhar as reformas. O governo já instituiu muitos obstáculos para a reforma da Previdência, já inviabilizou o Refis, não teve adesão absolutamente nenhuma e, se continuar dessa maneira, com essa influência, o governo vai inviabilizar as outras reformas, trabalhista, tributária… debater reforma tributária ampliando carga não tem sentido — criticou Renan. Ainda que defendeu, o peemedebista alegou , na reunião da bancada, que todos os senadores falem “francamente” com o presidente Temer e que conversa não arranca pedaço. — Defendi que todos têm que conversar francamente, abertamente, porque conversa não arranca pedaço.

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Esquerda, da casa-grande, ficou revoltada porque senzala votou por conta própria

As votações de 2016 mostraram que, para os monopolistas da moral e das virtudes, quando vota em candidato de esquerda, pobre só presta. No Twitter, diversos comentários absolutamente abjetos de eleitores de Marcelo Freixo foram feitos contra a maioria esmagadora de famílias pobres que votaram em seu oponente.

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Mais de 300 mil participantes vão pagar por déficit nos fundos

O déficit de R$ 53,1 bilhões acumulado pelos quatro fundos de pensão estatais investigados pela Operação Greenfield, da Polícia Federal, já morde ou está prestes a morder a renda de pelo menos 315 mil trabalhadores, aposentados e pensionistas. O desequilíbrio nas contas exige que os participantes, ao lado das companhias patrocinadoras, façam aportes extraordinários para que os planos restabeleçam sua saúde financeira — o chamado equacionamento, no calão da previdência adicional.

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Economistas veem corte menor da Selic em 2106 e aumentam projeção para IPCA no ano

– Economistas de instituições financeiras voltaram a ver um menor afrouxamento monetário este ano, em meio ao cenário de inflação persistentemente aumentada, que levou o mercado também a ampliar a estimativa para o IPCA este ano, e com o Banco Central reforçando a existência de riscos, principalmente no campo fiscal. Pesquisa Focus do BC, que escuta semanalmente uma centena de economistas de instituições financeiras mostrou que a estimativa agora é que a Selic –atualmente em 14,25 por cento– conclua o ano em 13,75 por cento, ante 13,50 por cento na semana anterior. Conservou-se a projeção para o fim de 2017, em 11 por cento. A estimativa para a inflação medida pelo IPCA, que subiu 0,52 por cento, acumulando alta de 8,74 por cento em 12 meses, este ano subiu a 7,31 por cento, ante 7,20 por cento na semana anterior. Se conservou a projeção para 2017, em 5,14 por cento, após recuar por seis semanas seguidas. A meta para o próximo ano é de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual. A elevação na projeção para o IPCA este ano veio na esteira dos dados mais recentes que mostraram resistência da inflação. O BC reiterou, na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária , que não há espaço para corte na taxa básica de juros –em 14,25 por cento há um ano– no curto prazo. No documento, também estimou a inflação pelo IPCA em torno de 6,75 por cento para 2016. O Top 5 –grupo que mais acerta as projeções no Focus– conservou a projeção para a Selic ao fim do ano em 13,75 por cento e em 11,25 por cento para 2017. Para a inflação este ano, a mediana subiu para 7,41 por cento, ante 7,20 por cento. Para 2017, a estimativa subiu para 5,25 por cento após 4,97 por cento na semana anterior. A expectativa dos economistas para a retração do Produto Interno Bruto este ano passou a 3,20 por cento, ante queda de 3,23 por cento na semana anterior. Para 2017 a projeção permaneceu em crescimento de 1,10 por cento.

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