Walmart se mantiene positivo a pesar de TLCAN e inflación

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Walmartlogo1

Walmart espera un cierre de año positivo y confía en la alza de la nación, pese a las renegociaciones del Tratado de Libre Comercio de América del Norte y  el crecimiento en la inflación.

Wal-Mart Stores marcada como Walmart, es una corporación multinacional de tiendas de origen de Estados Unidosde Estados Unidos, que opera cadenas de grandes despensas de descuento y clubes de despensas. Wal-Mart Stores es inc..

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Walmart instala Wi Fi en las tiendas de México

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Walmartlogo1

Además de adquirir en sus tiendas, ahora Walmart quiere que los consumidores estén conectados a internet dentro de sus unidades, por lo cual ha instalado Wi Fi en todos sus formatos de la nación, a excepción de Bodega Aurrera Express, como parte de un proyecto que se alinea con su plan de alza en comercio electrónico y para atraer a un mayor número de consumidores.

La oferta de mayor aceptación ha sido la de descuento directo, meses sin intereses y las de 2×1 o 3×2.

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Avipam festeja 70 anos ao lado de clientes e provedores

Por: SentiLecto

A Avipam festejou segunda-feira seus 70 anos de história

“Realizamos muitos anos de colaboração com a BCD Travel como parceiros e acionistas, e recebemos bastante bem essa mudança. O forte relacionamento e confiança entre a Avipam e a BCD Travel nos vão posicionar para cooperar em quaisquer chances que nos beneficiem mutuamente no futuro, tanto para companhias brasileiras como globai.”, comentou ainda Fernando Slomp.

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Movimento no Porto do Rio cai três vezes mais que a média

E RIO – Os portos do país foram afetados pela crise, mas, no Rio, o conseqüência foi mais intenso. Na média, os terminais portuários tiveram queda de 4% na movimentação de contêineres no ano passado. No Porto do Rio, o recuo foi três vezes maior e chegou a 15,6%, de acordo com dados do Centro Nacional de Navegação Transatlântica . Faz 2 anos, o Rio já havia tido queda de quase %20, em 2015. O recuo na movimentação tem efeito também na arrecadação. Dados da Secretaria de Transportes mencionam que a arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços a partir da movimentação de carga no Porto do Rio passou de R$ 2,39 bilhões em 2014 para R$ 1,66 bilhão em 2015. Os dados de 2016 não estão fechados, mas fontes do setor portuário e do governo estimam queda entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão, mesmo considerando que uma pequena parcela do mercado tenha sido conquistada pelo Porto de Itaguaí. Embora realce que o Porto do Rio correspondeu a cerca de 15% da arrecadação total de ICMS com importações no ano passado, procurada, a Secretaria de Fazenda não faz projeções. Ociosidade em a faixa de %80 A uma combinação explica perda de mercado de o Porto do Rio de fatores. Os portos públicos vêm perdendo participação em contêineres para novos terminais privados instituídos após a lei de 2013 que facilita a instalação de portos privados, mas o Rio vem caindo mais. O nível de ociosidade média fica na faixa dos 80%, segundo o sindicato dos operadores portuários. Muitos dos novos portos são especializados em contêineres — nos quais transportam-se produtos de maior valor agregado — com estrutura verticalizada, que facilita a negociação com armadores e tem benefícios em preços trabalhistas. Não bastassem os conseqüência da crise, o Porto do Rio também padece com problemas de dragagem no canal de acesso, que impedem a chegada de navios de grande porte, utilizados em rotas na América do Sul com mais frequência a partir de 2014. A Marinha impôs limitações a manobras. As maiores dimensões dos barquinhos que atracam em portos de Brasil são de 336 metros de comprimento por 48 metros de largura. No Rio, só podem chegar navios de até 300 metros de comprimento por 40 a 42 metros de largura. — A crise econômica não é a principal causa para a queda da movimentação nos últimos anos. O Porto do Rio é competitivo, tem preço menor para o armador, mas tinha esse problema da dragagem. Isso fez com que muitas companhias trocassem o porto por outros — alega Luiz Henrique Carneiro, presidente do Sindicato dos Operadores Portuários e diretor-presidente da Multi-Rio, terminal de contêineres, e da Multi-Car, do grupo Multiterminais. A limitação do calado é obstáculo pertinente, que pode impor risco aos navios ou atrasar operações. Hoje, 40% dos navios de grande porte que circulam na rota entre América do Sul e Ásia não podem atracar aqui, segundo Carneiro. — Esses problemas vêm gerando dificuldades para os grandes navios cargueiros, inclusive em custos operacionais, como a necessidade de mais rebocadores a cada manobra de atracação ou desatracação — disse Claudio Loureiro de Souza, diretor-executivo do Centronave, que reúne 22 armadores, brasileiros e internacionais, responsáveis por 95% da carga em contêineres do comércio exterior brasileiro. Loureiro, da Centronave, sintetiza os problemas do terminal em quatro fatores: sofrível sistema de acesso terrestre, crise do setor de petróleo e gás, segurança no estado e problemas de acesso marítimo ao porto, notadamente a dragagem. Entre os terminais que estão roubando participação do Rio e, por consequência, esquentando as economias em suas regiões estão aqueles localizados em Santa Catarina, como Itajaí e Navegantes, o que mais aumentou no ano passado. Quando é necessária vistoria física, para Riley Rodrigues, administrador de Estudos de Infraestrutura da Firjan, o porto do Rio tem benefícios como localização, proximidade dos locais de origem e destino das encomenda e tempo menor de liberação de cargas. Em dados que serão publicados pela Firjan, ele declara que o tempo médio de liberação no Rio é de 12 dias, contra 15 de Santos: — Três dias fazem grande diferença porque a carga pode chegar ao destino antes ainda de sair de Santos, mesmo com o tráfego. Obra de dragagem para reconquistar mercado Segundo o presidente do Sindicato dos Práticos do Estado do Rio , Everton Schmitd, o maior obstáculo atual é que a área de manobra é estreita: o navio deve entrar de frente no terminal e, depois, ser manobrado com a assistência de, no mínimo, dois rebocadores: — O que faltava era a dragagem. Não adiantava só ampliar a profundidade, mas também alargar o canal. A manobra é mais demorada e complicada por causa da geografia da região, mas os práticos sabem fazer isso bem. Faz 6 anos, o porto passou por obras de dragagem, em 2011, mas elas não tiveram o conseqüência esperado. No mês passado, foram deduzidas novas obras e o terminal aguarda a homologação da Marinha. Carneiro estima que o porto poderá receber navios de grande porte no 2º semestre. — Enquanto antes só podia receber navios com cerca de 6.000 TEU, o porto poderá receber navios que transportam até 10.000 TEU . Quase dobra a habilidade — declarou, realçando que as companhias privadas que operam os terminais investiram quase R$ 1 bilhão nos últimos anos. A dragagem também cria expectativa do ponto de vista do recolhimento de tributos. A Secretaria de Fazenda avalia que a obra pode “atrair novas companhias ao estado, ao facilitar o transporte de mercadorias, o que poderia gerar ampliação na arrecadação de ICMS”. Em 10 meses, segundo o presidente de a Associação dos Usuários dos Portos do Rio e de a Comissão Permanente para Assuntos Portuários da Prefeitura do Rio André de Seixas, após a dragagem, ainda vai existir o gargalo rodoviário : — Precisamos, ainda, equacionar os acessos terrestres, e isso vem sendo prioridade na delegação. Temos pela frente, de maneira bem concreta, dois grandes projetos: a Via Alternativa e Avenida Portuária. Segundo Carneiro, a EcoPonte tem que construir o viaduto que vai ligar a Avenida Brasil, na altura de Manguinhos, até o Porto do Rio, a chamada Avenida Portuária. A obra tem previsão de finalização até 2020. Isso diminuiria o fluxo de caminhões no fim brasileiro. O Sindicato dos Operadores Portuários negocia com governos federal, estadual e municipal a construção da Via Alternativa, por ruas internas do Caju até o Porto. O primeiro período foi feita há alguns anos. Falta deduzi a segunda etapa. O gasto estimado é de R$ 80 milhões. Experts assinalam a falta de segurança e preservação das rodovias de acesso, além do tráfego na Avenida Brasil em horários de pico. Para Nilson Carlini, consultor do setor, a localização urbana é um entrave para o Porto do Rio, que dificulta o acesso em terra e restringe sua expansão. Outras entidades do setor, como a Agência Nacional de Transportes Aquaviários e Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público , adotam metodologia própria, mas seus dados também assinalam recuo no movimento de contêineres do Rio, em 2016. Docas que não desejou comentar o tema gerenciar O Porto do Rio ,.

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Walmart de México nombra a su nuevo CEO

El nuevo CEO de Walmart de México ha sido presidente y director general del minorista en Brasil, donde entró en 2012. El nuevo CEO de Walmart de México es guilherme Loureiro.

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