Marcelo preside hoje ao Conselho do Estado e Conselho Superior de Defesa

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Marcelo recebe das mãos de Mohamed VI, o Grande-Colar da Ordem de Wissam Al-Mohammadi de Marrocos

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Incêndios: Marcelo agradece solidariedade e pede resposta rápida sobre responsabilidades

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vote2 final

O Presidente da República agradeceu hoje a solidariedade demonstrada pelos portugueses após os incêndios na região Centro e insistiu que é preciso uma “resposta rápida e exaustiva às iindagaçõessobre factos e responsabilidades”.Numa nota colocada no ‘site’ da Presidência da República, quando passa um mês sobre o incêndio de Pedrógão Grande que fez 64 mortos e mais de 250 feridos, Marcelo Rebelo de Sousa “agradece as sugestões, opiniões, vocábulos de solidariedade e votos de afliçãozinha que lhe os Portugueses conduziram eles” e apela ao apuramento rápido de responsabilidades.”Depois de termos vivido uma dor sem medida perante uma calamidade quase sem precedente na história portuense, aguardamos pela resposta rápida e exaustiva às iindagaçõessobre factos e responsabilidades”, lê-se na nota.Mas, ao mesmo tempo, prossegue Marcelo Rebelo de Sousa, deve-se “louvar a almazinha nacional de entreajuda e de reconstrução, que bastante tem contribuído para que seja mais rápida a recuperação das pessoas e comunidades atingidas pela calamidade”, referindo-se aos donativos conseguidos, no valor de 13,3 milhões de euros.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O Presidente, que se encontra no México em visita de Estado deduziu: “Tudo com a visão nacional, sempre provada pela nossa pátria, ao longo dos séculos, perante as adversidades mais pesadas e complicadas”.Faz 1 mês, os incêndios começados em Pedrógão Grande provocaram 64 mortos e mais de 200 feridos e consumiram mais de 53 mil hectares.Os fogos da região Centro afetaram aproximadamente 500 habitações, quase 50 companhias e os empregos de 372 pessoas.As perdas diretas dos incêndios ascendem a 193,3 milhões de euros, estimando-se em 303,5 milhões o investimento em medidas de prevenção e relançamento da economia.

O luto nas comunidades atingidas por desastres deve ser trabalhado por técnicos com formação específica, que permitam individualizar os cuidados terapêuticos às populações, o que ainda nem sempre aocorre aadvertiuum eexpertda Ordem dos Psicólogos Portugueses.”Infelizmente em Portugal ainda temos bastante pouca atenção a estes fenómenos do luto. Achamos que toda a gente passa por perdas e toda a gente se irá, de uma forma ou de outra, reabilitar, digamos assim, no seu processo de vida futura. E quando leva mais, só ocorre alguma atenção a estes processos de luto do que uma pessoa”, declarou à Lusa Eduardo Carqueja.O psicólogo destacou o protagonismo de em casos como o incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande a 17 de junho haver organização e uma “avaliação e monitorização” das comunidades afetadas pela calamidade. O psicólogo é expert em luto. pela calamidade.O também presidente da direção regional do Norte da Ordem dos Psicólogos Portugueses advertiu que o país “carece de técnicos especializados na abordagem do luto”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.”Se eu não tiver formação específica em intervenção em luto, não chega ser só psicólogo , se eu não tiver formação em luto, não chega ser só psiquiatra”, frisou.O expert admitiu que a Direção Geral de Saúde exiba em breve “linhas orientadoras” para intervenções nesta área, “porque senão podem ser mais prejudiciais na abordagem do que beneficiar a pessoa que está em luto”.Nesse sentido, a OPP tem em curso um plano para colocar 1.000 psicólogos, formados para intervenção em desastre, à disposição das entidades de Proteção Civil.Recuando a março de 2001, à queda do tabuleiro da Ponte Hintze Ribeiro, em Entre-os-Rios, que arrastou para a morte 59 pessoas, a maioria de Castelo de Paiva, o psicólogo explicou ser preciso continuar a trabalhar com familiares das vítimas, incidindo na fmaneirade “contar a história” e na mformade “encontrar uumassignificaçãopara a perda”.O aguaceiro que assolou a Madeira em fevereiro de 2010, provocando 43 mortos, seis desaparecidos, 250 feridos e 600 desalojados, ou os incêndios de 2016 na ilha, em que faleceram três pessoas e foram arruinadas 37 habitações, contribuíram para que os psicólogos insulares tenham mais experiência na resposta a estes fenómenos do que no continente, por aliarem o conhecimento teórico à prática, reconheceu Eduardo Carqueja.Neste caso, notou, o trabalho desenvolvido em meio escolar e em grupos terapêuticos tem que passar por “não deixar dramatizar em excesso” os eventos e procurar fazer compreender que determinados fenómenos decorrem da natureza e que não podem ser controlados pelas pessoas.O que fazer então em relação ao incêndio que, em junho, deflagrou em Pedrógão Grande?”Tudo isto que agora está a acontecer ainda vivemos em momentos de muita intensidade, que seguramente vai precisar de dois, três anos de acompanhamento”, estimou o dirigente da OPP, sublinhando que “as pessoas têm de ser abordadas no seu local”, por se tratar de uma população idosa, com dificuldades de mobilidade.No seu compreender, não basta declarar somente que se pode recorrer a um centro de saúde e será preciso avaliar quem tem ânimo e se consegue deslocar, no pressuposto de que “tem de ser um serviço organizado e coordenado para se ir junto das pessoas”.”É importante também percebermos que será a primeira vez que estas pessoas viverão uma noite de Natal seguramente sem muitas pessoas importantes. Como é que elas vão ser auxiliadas a ultrapassar isto? Elas estão a ser preparadas para isto?”, questionou Eduardo Carqueja.O psicólogo vincou que nos processos de luto as primeiras datas marcantes sem a presença de pessoas próximas são momentos “de grande agonia, de grande efeito emocional”.”No fundo é a primeira vez que eu viverei o Natal, por exemplo, sem a presença da minha mãe ou sem a presença do meu filho, coisa que jamais ocorreu, então é natural que emocionalmente eu esteja mais afetado”, declarou.Perante esta reação individual de ajustamento à realidade, Eduardo Carqueja antecipou que, ppossivelmente no próximo pfasenatalício, Pedrógão Grande evai estarcrepletode pessoas que qdesejamprestar o seu asuporte mas o seguinte “pode ser o primeiro Natal efetivo [em] que as pessoas sentirão a ausência e o vazio”.Faz 1 mês, Catarina Martins responsabilizou o Governo em a distribuição rápida de as assistências, europeia e de solidariedade de os portugueses, em as populações afetadas por os incêndios de junho, em Pedrógão Grande. Catarina Martins é a coordenadora do Bloco de Esquerda.A solidariedade europeia, mas também a de todo o país, deve chegar o mais depressa possível às populações”, aalegouCatarina Martins na apresentação do candidato bloquista à câmara de Odivelas nas autárquicas de 01 de outubro, Paulo Sousa.Na véspera de se indicar um mês sobre o incêndio de Pedrógão Grande, que fez 64 mortos e mais de 250 mortos, a líder bloquista admitiu que “o Estado não pode fazer tudo”.A isse.: “Mas cabe ao Governo a responsabilidade de acelerar, pedir clareza, de falar com as instituições privadas que receberam essa solidariedade de todo o país, para termos a certeza que chega da melhor forma, da forma mais justa às populações afetadas”,.gora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O Presidente da República falou por telefone com o presidente da Câmara de Alijó, Carlos Magalhães, sobre o incêndio naquele concelho, à chegada à Cidade de México, dideclarou Lusa fonte da Presidência da República.Marcelo Rebelo de Sousa telefonou ao autarca de Alijó no domingo na noite, já hoje de madrugada em Lisboa, antes de jantar com o séquito portuguêsde Portugal que o acompanha na sua visita de Estado ao México. O autarca de Alijó é distrito de Vila Real.sua visita de Estado ao México.Questionado pelos jornalistas sobre eventuais novos equívocos na rede do SIRESP , o chefe de Estado declarou ter como princípio “no estrangeiro não falar de questões internas”, adicionando: “Portanto, não vou falar”.No entanto, o Presidente da República lembrou que nesta segunda-feira “passa um mês” sobre o começo do incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande e que depois alastrou a outros concelhos da região centro, provocando 64 mortos e mais de 200 feridos.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Alegou: “Embora distante, tenho no meu pensamento a calamidade que aconteceu, as vítimas da calamidade, os seus familiares, os feridos ainda hospitalizados, os muitos que combateram contra o fogo, os muitíssimos que demonstraram a solidariedade, a necessidade de se fazer aquilo que eu declarou em Portugal que era preciso fazer”.Reiterou: “Mas não me pronunciarei agora sobre matéria de fogos aqui no estrangeiro”.O Presidente da República chegou no domingo ao México para uma visita de Estado de cerca de 48 horas, concentrada na capital de Mexico, com uma forte componente económica. O Presidente da República é marcelo Rebelo de Sousa.

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Altice/Media Capital: Chefe de Estado recebeu hoje Altice, Prisa, Media Capital e grupo Impresa

Por: SentiLecto

O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, recebeu hoje de manhã uma comissão das companhias Altice, Prisa e Media Capital, e ao começo da tarde o presidente e o presidente executivo do grupo Impresa, que segundo uma nota divulgada no portal da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa “recebeu hoje ao final da manhã uma comissão da Altice, Prisa e Media Capital”. , e “recebeu também ao começo da tarde os drs. Francisco Pinto Balsemão e Francisco Pedro Balsemão”.A Altice, grupo que adquiriu há dois anos a PT Portugal, anunciou hoje que chegou a acordo com a de Espanha Prisa para a compra da Media Capital entre outros meios, numa operação que a companhia de Espanha avalia em 440 milhões de euros. A compra da Media Capital é talento da TVI.A ERC tem de se pronunciar sobre a operação quando for contactada pela Autoridade da Concorrência , antes desta última dar o seu parecer sobre o negócio. O parecer do regulador dos media é vinculativo.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Primeiro-ministro exibe hoje ao PR nomes dos novos secretários de Estado

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – António Costa, 119.º chefe de governo de Portugal

O primeiro-ministro exibe hoje ao Presidente da República os nomes dos novos secretários de Estado do Governo, incluindo a autonomização da área da habitação com a criação de uma nova Secretaria de Estado.António Costa anunciou a apresentação dos novos elementos do executivo durante a sua intervenção na abertura da discussão sobre o estado da Nação, na Assembleia da República, na quarta-feira.No domingo, os secretários de Estado da Internacionalização, Jorge Costa Oliveira, dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade e da Indústria, João Vasconcelos, exibiram ao primeiro-ministro o pedido de exoneração das suas funções. Os governantes demissionários foram entretanto constituídos arguidos no âmbito das viagens pagas pela Galp, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, para assistirem a jogos de futebol do Euro2016. A Procuradoria-Geral da República revelou esta semana que neste caso estão em inquérito “factos suscetíveis de integrarem a prática de crimes de recebimento injustificado de benefício, calculados na Lei dos Crimes de Responsabilidade de Titulares de Cargos Políticos”.Relativamente à nova Secretaria de Estado da Habitação, de acordo com António Costa, é uma área que tdeve serprioritária nas políticas públicas, dconduzidaàs classes médias e em especial às novas gerações.Questionado sobre a anunciada criação de uma nova Secretaria de Estado, o Presidente da República alegou na quarta-feira aos jornalistas que, “além da proposta de nomes, pode ocorrer que o senhor primeiro-ministro venha com uma mudança da orgânica do Governo”, mas que “essa mudança da orgânica da Governo tem de ser incorporada num diploma”.”O Presidente da República, se houver mudança na orgânica do Governo, deverá promulgar o diploma. Depois, se houver mudança de membros da Governo deverá aceitar a exoneração e depois terá de designar os novos membros do Governo”, destacou.Hoje, Marcelo Rebelo de Sousa recebe do primeiro-ministro as propostas de designação de novos secretários de Estado e espera que a cerimónia de posse “vai ser o mais rápido possível”.

A Galp reafirmou hoje a legalidade do que chama uma “prática tradicional” em comunicado divulgado após o anúncio da constituição de três secretários de Estado como arguidos na investigação sobre viagens pagas pela petrolífera para jogos do Euro2016.Galp, numa nota às redações.A firma: “As maneiras de ativação da patrocínio utilizadas, incluindo os convites para integrar o séquito de suporte nos jogos, são práticas tradicionais seguidas por diversas companhias e não tiveram outro objetivo que não fosse o suporte à Seleção Nacional”,.Se o realizou em conformidade com a lei, petrolífera insiste que o pagamento de viagens, refeições e bilhetes para os jogos da seleção nacional ” ” e que a deslocação de “pessoas relacionadas com parceiros de negócio, com entidades institucionais e com dezenas de clientes, corporativos e individuais”, decorreu “sem qualquer segredo ou tratamento distinguido, e sem que tal pretendesse constituir a atribuição de um qualquer benefício patrimonial e bastante menos da qual se esperasse a obtenção de qualquer contrapartida”.A Galp adianta ainda que, desde o primeiro momento, tem conservado “uma leal cooperação” com as autoridades no âmbito deste processo e deu conta de terem sido já escutados “nos últimos meses, enquanto testemunhas, alguns” dos seus colaboradores.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.”Compreendendo o Ministério Público que, em termos processuais, a companhia deve ser constituída arguida, vão continuar a ser prestados todos os esclarecimentos”, adiciona.O Ministério Público anunciou esta manhã a constituição como arguidos dos secretários de Estado da Internacionalização, Jorge Costa Oliveira, dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade, e da Indústria, João Vasconcelos, na investigação sobre viagens pagas pela Galp para assistir a jogos do Euro2016.A nota elucida que a razão do inquérito é chance da prática da crime de “recebimento injustificado de benefício” por aqueles titulares de posição política ou de alto posição público, no exercício das suas funções, e que a Lei dos Crimes de Responsabilidade de Titulares de Cargos Políticos castiga com prisão de um a cinco anos.Esta lei especifica que se, em troca daquelas viagens, tiver sido dado ou prometido a titular de posição político ou alto posição público, ou a terceiro por indicação ou conhecimento deste, benefício patrimonial ou não patrimonial que não lhe seja devida, no exercício das suas funções ou por causa delas, o crime é castigado com pena de prisão até 5 anos ou com pena de multa até 600 dias.Mas a mesma lei exclui desta responsabilidade as “comportamentos socialmente adequados e conformes aas utilizações e tradições”, sendo este o motivo porque a Galp insiste que o pagamento destas viagens são uma “prática tradicional”.Na semana passada, no âmbito da mesma inquérito, já tinham sido constituídos arguidos dois chefes de salinha.O Presidente da República exonerou o tenente-general José Antunes Calçada das funções de secretário do Conselho Superior de Defesa Nacional, na sequência da sua passagem à situação de reserva, confirmou hoje à Lusa fonte oficial debelemita notícia desta exoneração foi progredida pelo Diário de Notícias, que refere que esta informação surgiu depois do jantar que o chefe de Estado e Comandante Supremo das Forças Armadas, Marcelo Rebelo de Sousa, teve com os quatro chefes militares, na segunda-feira, no Palácio de Belém.O tenente-general Antunes Calçada era Comandante do Pessoal do Exército e no sábado o Expresso noticiou a sua demissão “por divergências inultrapassáveis” com o Chefe do Estado-Maior do Exército, alegadamente devido à fmaneiracomo o general Rovisco Duarte decidiu exonerar cinco comandantes no caso do froubode Tancos.Num curto comunicado, no sábado à tarde, o Exército confirmou que o tenente-general Antunes Calçada tinha pedido a passagem à situação de reserva, “a qual foi aceite pelo general Chefe do Estado-Maior do Exército”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.”A fim de assegurar a manutenção da cadeia de comando” foi designado tenente-general Rodrigues da Costa “para assumir a posição de Comandante do Pessoal em acumulação”, referia o mesmo comunicado. Tenente-general Rodrigues da Costa é o vice-chefe do Estado-Maior do Exército.Questionado pela Lusa, fonte da salinha do ministro da Defesa rejeitou, na altura, comentar o pedido de passagem à reserva do general Antunes Calçada, aafirmandotratar-se de um atemado âmbito administrativo do Exército.O Conselho Superior de Defesa Nacional é o órgão específico de consulta do Presidente da República para os temas relativos à defesa nacional e à organização, funcionamento e disciplina das Forças Armadas, presidido pelo chefe de Estado, e tem a próxima reunião marcada para dia 21.Segundo a lei de Defesa Nacional, este órgão é secretariado por um oficial general ou outra personalidade de reconhecido mérito, designado e exonerado pelo Presidente da República, escutado o Governo. Iguala-se a posição de secretário de a Conselho Superior de Defesa Nacional , para todos os conseqüência, a cargo de direção superior de o primeiro grau.O primeiro-ministro de Cabo Verde declarou hoje que o casamento homossexual não está na agenda política do Governo, classificando como “opinião pessoal” a posição do secretário-geral do partido no poder , Miguel Monteiro, oposta ao casamento gay.Ulisses Correia e Silva falava àoijornalismona cidade dpraiense após assinar o Acordo de Concertação Estratégica com os parceiros sociais, e na sequência da declaração do secretário-geral do Movimento para a Democracia , o deputado Miguel Monteiro, que na segunda-feira se alegou contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.Numa publicação na sua página pessoal na rede social Facebook, o político fundamentou a sua posição com passagens da Bíblia, escrevendo “200% contra”.”Eu desejo declarar que é uma posição pessoal do cidadão Miguel Monteiro que tem a sua própria opinião”, iniciou por alegar o primeiro-ministro, que também é líder do MpD.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Ulisses Correia e Silva destacou que o casamento entre pessoas do mesmo sexo não está na agenda política do Governo, mas garantiu que “se estiver será debatida”.”Não temos nenhum problema relativamente a esta matéria. Não está na agenda política do Governo, não foi debatida”, prosseguiu o chefe do Governo, alegando que é preciso fazer a discussão sobre o tema com tolerância e respeitando a “liberdade de expressão total”.”Em relação a esta matéria, tenho máxima de tolerância, não tenho estigma, nem preconceitos. Agora, não pode haver também intolerância a quem se posicione contra. As pessoas são livres de ter o seu posicionamento, quando chegar o momento político, sim, vamo ter sobre a mesa resoluções que têm que ser tomadas, se for o caso”, concluiu.A posição de Miguel Monteiro surge depois de, na sequência do Dia do Orgulho Gay, a comunidade LGBT de Cabo Verde ter reclamado o direito à união de facto e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.A declaração suscitou críticas, mas também elogios à “coragem” e manifestações de concordância com Miguel Monteiro, que defendeu o seu direito a ter opinião e reafirmou o seu juízo em resposta a vváriascobservaçõesdos internautas.

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PSP indica hoje 150 anos com cerimónia na Praça do Império, em Lisboa

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A PSP, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, indica hoje 150 anos de existência com uma cerimónia na Praça do Império, em Lisboa, numa comemoração em que quase 400 novos agentes assumirão o compromisso de honra. Segundo a Polícia de Segurança Pública, os quase 400 novos agentes concluíram agora o curso na Escola Prática de Polícia e no começo da próxima semana entrarão ao serviço nos diversos comandos do país.A cerimónia vai ser presidida pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e vai contar com as presenças do presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues António Costa Ferro Rodrigues é primeiro-ministro., e ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa.se festejam as comemorações de os 150 anos de a PSP em a mesma semana em que de comportar-se com Animosidade racial, de maneira desumana e cruel em o caso que envolveu vários jovens de a Cova da Moura em 2015.Estes 18 polícias da Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial da Amadora estão acusados por acusação caluniosa, insulto, injúria à integridade física e falsidade de tdepoimento além de outros tratamentos cruéis e degradantes ou desumanos e sequestro agravado e fadulteraçãode documento.No âmbito das comemorações, a PSP vai também arremessar, hoje à tarde, uma moeda de dois euros para cfestejaras origens da instituição.

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