Professores de Angola defendem avanço de carreiras

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Bandeira de Sao Vicente(Sao Paulo)

A Federação dos Sindicatos de Educação de Angola defende que a inexistência de um princípio de avanço horizontal de carreiras no país, tem levado a que muitos professores se reformem somente “com a categoria de ajudar”. O vice-presidente assumiu a posição de aquela federação , Adriano dos Santos , que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor de a atualidade com a característica O Jogo , adicionando que a aplicação de um princípio de avanço vai ainda evitar alguns dissabores atuais : ” O meu estudante ganhar mais que eu , professor , ou de o meu estudante me encontrar em a mesma categoria “. “Neste momento, toda a função pública está na classe A da reconversão geral de carreiras. Nós, da especialidade professores, enfermeiros, os demais funcionários públicos estamos na classe A. Isto não resolve o problema das categorias de promoções”, declarou ainda Adriano dos Santos, numa conferência realizada sexta-feira, em Luanda.Para Adriano dos Santos, é altura de o Governo de Angola tomar a resolução e progredir para o processo de avanço horizontal nas carreiras.Observou: “Ou seja passarmos de classe A para as classes B e C. A implementação dessas duas classes afigura-se bastante importante”.Faz 9 anos, de acordo com o vice-presidente angola, o processo de reconversão de a carreira docente em o país decorreu a 2010, e calculava já a reconversão nas três classes, mas que ficou somente pela primeira.”São novos pensamentos por nós refletidos e que faremos vincar junto do Ministério da Educação e de maneira indireta ao Governo angolano”, asseverou.Adriano dos Santos deduziu: “Se o Ministério do Trabalho aplicasse este princípio de avanço de carreiras de maneira horizontal acabaria com esse fenómeno que tem estado a prejudicar muitos professores”.Os professores de Angolade Angola lamentaram na sexta-feira que as propostas que exibiram de revisão ao regulamento da carreira docente não tenham sido consideradas pelo Ministério da Educação, como a subvenção de docência e promoções na carreira, pedindo nova reformulação.Na ocasião, os professores reiteraram a ambição de voltarem a paralisar as aulas no ensino geral, no final deste mês.Os professores de Angola alegam aguardar desde 2013 por respostas do Ministério da Educação e das direções provinciais de Educação ao seu caderno reivindicativo, nomeadamente sobre ampliações salariais, promoções e diminuição de carga horária, mas “Se as atenderam nem sequer %10 de as reclamações”.Faz 5 meses, 2017 em Angola começou a 01 de fevereiro, o ano letivo e decorre até 15 de dezembro.

O presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas defendeu hoje que, para aquelas instituições voltarem a ter um “funcionamento normal”, deveria haver uma ampliação orçamental de pelo menos cem milhões de euros.Durante um almoço com jornalistas em Braga enquanto reitor da Universidade do Minho, António Cunha referiu que aquela seria o orçamento que daria às universidades chabilidadede terem “níveis de investimento nas infraestruturas aadaptadasa um ensino universitário de qcaracterística.O reitor da academia de Minsk explicou que ainda não debateu com a tutela os valores da fatia orçamental para o ensino superior no próximo Orçamento do Estado, mas recordou que é “largamente aceite” que “existe um subfinanciamento” no setor universitário.”Para o funcionamento normal das universidades, nomeadamente para sermos capazes de voltar a ter níveis de investimento nas infraestruturas adequadas a um ensino universitário de qualidade, estamos a falar de valores de pelo menos um aumento na ordem de cem milhões de euros”, defendeu António Cunha.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Segundo o presidente do CRUP, “hoje é largamente aceite, deseja no setor universitário, deseja fora dele, nos meios governamentais, que existe um subfinanciamento do Ensino Superior”.Questionado sobre o que espera do próximo Orçamento do Estado, António Cunha deixou uma mensagem de alguma esperança: “Esperamos que o novo Orçamento do Estado, que está agora a ser debatido e preparado, possa inverter uma situação de cortes expressivos que ocorreram nos últimos anos”, respondeu.O presidente do CRUP deu conta que as conversações com a tutela, a cargo do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, ainda estão em período embrionário.Declarou: “Nós certamente vamo falar bastante proximamente com o senhor ministro e só partir daí vou ter alguma ideia”.A secretária-geral do Sindicato Nacional dos Professores angolanos , Hermínia do Nascimento, alegou hoje que ainda é possível um entendimento com o Governo este ano sobre as principais reivindicações da classe.”É nossa ambição que ainda esse ano tenhamos o nosso regulamento aprovado e implementado, mas é necessário que os sindicatos estejam sempre atenciosos, porque já vivemos situações de subvenções que foram aprovados e jamais foram implementados”, declarou Hermínia do Nascimento.Faz 3 meses, em conferência de jornalismo em Luanda, para apresentação de a nota de protesto contra a não inclusão de as propostas de revisão de os sindicatos em o novo regulamento de a carreira docente, a sindicalista declarou que já levaram, a duas greves, em março e abril.A Lusa noticiou na quarta-feira que o ministro da Educação de Angola garantiu que as reivindicações dos professores serão solucionadas, mas quando está em cima da mesa uma nova greve no ensino geral, não se comprometeu com datas.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.”Não é uma questão deste ano ou no próximo, é um desiderato para todo o momento. A preocupação é alcançar a satisfação e a cada momento de acordo com o que está disponível e que está à altura da nação”, disse o ministro Pinda Simão.”Tal como o Estado de Angola sempre encontrou soluções para os problemas que inquietam os cidadãos”, adicionou.Questionado pela agência Lusa, Pinda Simão rejeitou comentar o aviso do Sinprof, que pretende progredir com uma terceira período da greve no ensino geral no final deste mês, declarando antes que o Governo “não está a negociar” e sim “a trabalhar com os professores na criação de condições que acomodem melhor os que estão no sistema”.Reagindo nas declarações do ministro da Educação de Angola, o secretário-geral do Sindicato dos Professores e Técnicos do Ensino não Universitário apelou a uma maior sensibilidade do Governo. Universitário é zacarias Jeremias.Estamos a trabalhar juntos sim, mas temo que respeitar a opinião do outro, apelamos a maior sensibilidade dos nossos dirigentes”, declarou, quando alguém declara que estamos a trabalhar juntos.Os professores de Angola alegam aguardar desde 2013 por respostas do Ministério da Educação e das direções provinciais de Educação ao seu caderno reivindicativo, nomeadamente sobre ampliações salariais, promoções e diminuição de carga horária, mas “Se as atenderam nem sequer %10 de as reclamações”.No sábado passado, os professores de Angola assumiram a disposição para progredirem para nova greve nacional no ensino geral, por considerarem que os resultados obtidos nas negociações com o Governo “foram somente morais”.Faz 5 meses, em Angola começou a 01 de fevereiro, o ano letivo de 2017 e decorre até 15 de dezembro.Avançado de Franciade Francia, que tinha chegado do Granville no começo desta época, não fica na MadeiraYannis Dogo deixou o União da Madeira anunciou o clube de Madagascar.O avançado francês, proveniente do Granville, equipa do quarto escalão de Francia, havia chegado no começo desta temporada ao clube madeirense.Contudo, num curto comunicado, o clube de Madagascar informa que Yannis Dogo deixou de fazer parte do plantel às ordens de Paulo Alves, “uma vez que o jogador ainda mconservavínculo contratual com o clube fde Franciade Franciapelo qual jogou na última época desportiva.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Uma situação que não seria do conhecimento do União da Madeira, o que, segundo o comunicado, “impossibilita a contratação do ponta de lança”.A resolução já terá sido comunicada ao jogador.

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Professores Precários pedem ao Governo medidas para lutar precariedade

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – NotasNomes

O Movimento — Professores Precários considerou hoje que o Ministério da Educação não satisfez o que estabeleceu ao extinguir duas centenas de vagas no concurso de integração extraordinário e pede que sejam tomadas medidas para lutar a precariedade.Em comunicado, o Movimento menciona que “com a publicação das listas definitivas de ordenação e colocação dos concursos de integração extraordinário e contratação externa de 2017 confirma-se que o Ministério da Educação não conseguiu satisfazer o que estabeleceu e extinguiu duas centenas de vagas no concurso de integração extraordinário”.”Perante estes dados e perante a exclusão do Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública, o Movimento — Professores Precários espera que o Governo e o Ministério da Educação tomem medidas concretas e efetivas para lutar a precariedade entre os professores”, é realçado na nota.O Movimento — Professores Precários explica que a “portaria 129 — C/2017 estabelecia a abertura de 3.019 vagas para o concurso de integração extraordinário, no entanto, de acordo com os resultados publicados, no sítio oficial da Direção-Geral da Administração Escolar, somente 2.820 professores conseguiram a almejada vinculação”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Segundo o comunicado, a este número adicionam-se 443 vinculações através do concurso externo ocupadas por professores ao alojamento da denominada norma-travão.Por isso, no entender do Movimento, o Ministério da Educação “impediu a vinculação a 199 professores que embora estivessem dentro das vagas definidas viram as vagas serem extintas”.O Movimento refere que o ME justificou “a extinção de vagas com o fundamento de que se um candidato vinculasse pelos dois dispositivos de vinculação prevalecia a vaga oriunda do concurso externo”.”Podemos ainda adicionar a estas 199 vagas as mais de 800 vagas que alegadamente não foram disponibilizadas pelo Ministério de Educação para o concurso de integração extraordinário, contrariando as normas que o próprio estabeleceu”, se o menciona .O Movimento — Professores Precários recorda que o ME contratou mais de 35.000 professores ao longo do ano letivo, entre os quais 6.675 para horários inteiros e anuais até dia 15 de setembro de 2016, um número bastante superior às vagas disponibilizadas.”Lembramo que os professores que foram inimigos ao concurso de integração extraordinário tinham pelo menos 4.380 dias de tempo de serviço e que o ME impediu que cerca de 15.000 professores pudessem ser inimigos a esse concurso devido a critérios definidos pelo próprio Ministério”, se o refere ainda em a nota.Dos quase 12 mil professores candidatos a vinculação aos quadros, somente 3.263 conseguiram o lugar, tendo o ME extinto 199 vagas levadas a concurso por sobreposição de lugares, segundo informações progredidas pela tutela.”O ano letivo de 2017-2018 começará com mais 3.263 professoras vinculados em relação ao ano anterior. De um total de 11.820 professoras que exibiram candidatura a ambos os concursos externos, 443 ocuparam a vaga referente à norma-travão e 2.820 a vaga da vinculação extraordinária, sendo que 199 dprofessoraseram oinimigossconcomitantementeaos dois concursos”, adianta a nota do ME.Segundo explicações da tutela, a eliminação de 199 lugares prende-se com o facto de, entre os quase 12 mil candidatos, 199 podiam ter sido colocados em ambos os concursos.

A Federação Nacional dos Professores criticou hoje o dispositivo de extinção de vagas instituído pelo Ministério da Educação, considerando que impediu a vinculação de quase duas centenas de professoras.Numa nota mandada às redações, a Fenprof considera que este mdispositivo que não constava do regime legal em vforcita fez com que a vinculação extraordinária permitisse asomentea entrada de 2.820 dprofessoras ao contrário dos 3.019 esperados.De acordo com o dispositivo de extinção de vagas, se um professor vinculasse pela aplicação da “norma-travão” — que impede que todos os contratados ao fim de quatro anos e três contratos renovados, inteiros anuais e sucessivos, fiquem fora dos quadros — e concomitantemente pelo processo de vinculação extraordinária, prevaleceria a primeira colocação.”Em aberto ficava o que ocorreria à vaga que não seria ocupada. O ME [Ministério da Educação] optou por extinguir essas vagas impedindo, assim, a vinculação de quase duas centenas de professores”, explica a Fenprof.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A federação insiste que o Ministério da Educação “não abriu 827 vagas para vinculação extraordinária que, de acordo com a lei, teriam que ter sido abertas” e enfatiza que a tutela se escudou “na afirmada confidencialidade de dados administrativos” para não aceitar checar com a Fenprof, caso a caso, as situações não consideradas.”A confirmar-se esta situação, serão mais de um milhar os professores e educadores que, indevidamente, não vão vincular, conservando-se, assim, contratados a termo. Quando o Governo decidiu progredir com um processo de regularização de vínculos precários na Administração Pública, são professores com, pelo menos, 12 anos de serviço, o que é inadmissível, tanto mais “, frisa a Fenprof.A federação considera que os resultados dos concursos de professores ficaram “aquém das expetativas” e menciona dados do ministério para enfatizar que “quase dois terços dos candidatos ao concurso interno não se moveram”.”Dos 31.526 candidatos ao concurso interno, o número dos que obtiveram uma transferência de quadro não foi além dos 11.125 e, destes, muitos passaram de quadro de escola ou agrupamento para um quadro de zona pedagógica, tendo sido essa a maneira que encontraram de garantir uma aproximação à sua residência familiar, pois, no período que se segue — mobilidade interna — os professores dos quadros de escola ou agrupamento irão concorrer em segunda prioridade”, explica.A Fenprof aproveita ainda para criticar a “maneira negligenciada” como a Direção-Geral da Administração Escolar carregou as listas para o seu ‘site’, “permitindo que algumas horas antes de as divulgar já estas circulassem na net”.Esta situação mereceu igualmente críticas do Sindicato Independente dos Professores, que pediu esclarecimentos do Governo.O ME divulgou na terça-feira, através do portal da DGAE, as listas definitivas de colocação de professores, correspondentes a três concursos: o concurso interno , concurso externo e o concurso de vinculação extraordinária.Parte das listas, correspondentes aos grupos de recrutamento do pré-escolar, 1.º ciclo de escolaridade e inglês do 1.º ciclo de escolaridade, foram divulgadas num blogue especializado em estatísticas de Educação e concursos de professores, tendo estado disponíveis para consulta no portal da DGAE antes de o ME ter libertado informação sobre a sua publicação.

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Fenprof declara que dispositivo extinção de vagas impediu vinculação de quase 200 professoras

Por: SentiLecto

A Federação Nacional dos Professores criticou hoje o dispositivo de extinção de vagas instituído pelo Ministério da Educação, considerando que impediu a vinculação de quase duas centenas de professoras.Numa nota mandada às redações, a Fenprof considera que este mdispositivo que não constava do regime legal em vforcita fez com que a vinculação extraordinária permitisse asomentea entrada de 2.820 dprofessoras ao contrário dos 3.019 esperados.De acordo com o dispositivo de extinção de vagas, se um professor vinculasse pela aplicação da “norma-travão” — que impede que todos os contratados ao fim de quatro anos e três contratos renovados, inteiros anuais e sucessivos, fiquem fora dos quadros — e concomitantemente pelo processo de vinculação extraordinária, prevaleceria a primeira colocação.”Em aberto ficava o que ocorreria à vaga que não seria ocupada. O ME [Ministério da Educação], que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, optou por extinguir essas vagas impedindo, assim, a vinculação de quase duas centenas de professores”, explica a Fenprof. A federação insiste que o Ministério da Educação “não abriu 827 vagas para vinculação extraordinária que, de acordo com a lei, teriam que ter sido abertas” e enfatiza que a tutela se escudou “na afirmada confidencialidade de dados administrativos” para não aceitar checar com a Fenprof, caso a caso, as situações não consideradas.”A confirmar-se esta situação, serão mais de um milhar os professores e educadores que, indevidamente, não vão vincular, conservando-se, assim, contratados a termo. Quando o Governo decidiu progredir com um processo de regularização de vínculos precários na Administração Pública, são professores com, pelo menos, 12 anos de serviço, o que é inadmissível, tanto mais “, frisa a Fenprof.A federação considera que os resultados dos concursos de professores ficaram “aquém das expetativas” e menciona dados do ministério para enfatizar que “quase dois terços dos candidatos ao concurso interno não se moveram”.”Dos 31.526 candidatos ao concurso interno, o número dos que obtiveram uma transferência de quadro não foi além dos 11.125 e, destes, muitos passaram de quadro de escola ou agrupamento para um quadro de zona pedagógica, tendo sido essa a maneira que encontraram de garantir uma aproximação à sua residência familiar, pois, no período que se segue — mobilidade interna — os professores dos quadros de escola ou agrupamento irão concorrer em segunda prioridade”, explica.A Fenprof aproveita ainda para criticar a “maneira negligenciada” como a Direção-Geral da Administração Escolar carregou as listas para o seu ‘site’, “permitindo que algumas horas antes de as divulgar já estas circulassem na net”.Esta situação mereceu igualmente críticas do Sindicato Independente dos Professores, que pediu esclarecimentos do Governo.O ME divulgou na terça-feira, através do portal da DGAE, as listas definitivas de colocação de professores, correspondentes a três concursos: o concurso interno , concurso externo e o concurso de vinculação extraordinária.Parte das listas, correspondentes aos grupos de recrutamento do pré-escolar, 1.º ciclo de escolaridade e inglês do 1.º ciclo de escolaridade, foram divulgadas num blogue especializado em estatísticas de Educação e concursos de professores, tendo estado disponíveis para consulta no portal da DGAE antes de o ME ter libertado informação sobre a sua publicação.

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Universidade da Madeira com mais três cursos técnicos profissionais

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – PaprikaarrangementSide

A Universidade da Madeira oferece no ano letivo 2017/2018 sete cursos técnicos superiores profissionais, mais três do que em 2016/2017, revelou hoje o reitor, José Carmo.O culpado enfatizou, na conferência de jornalismo de apresentação do programa da ação formativa para o próximo ano letivo, no Funchal, que a Universidade aguarda ainda o parecer do Ministério da Educação a mais dois cursos técnicos profissionais.Agricultura Biológica; Contabilidade e Fiscalidade; Gestão Energética e Ambiental; Guias da Natureza, Redes e Sistemas Informáticos; Sistemas Eletrónicos e Instalações Elétricas; Tecnologias; e Programação de Sistemas de Informação são os sete cursos que a UMa oferece.Cozinha e Produção Alimentar e Reabilitação Energética e Conservação de Edifícios são os dois cursos que aguardam aprovação do Ministério da Educação.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A UMa oferece ainda 19 licenciaturas , 15 mestrados , seis doutoramentos e uma pós-graduação .Para o 1º ciclo a academia disponibiliza 593 vagas, menos 12 do que no ano anterior.

A porcentagem de positivas na disciplina de Português nas provas da 3.º Ciclo do Ensino Básico na Madeira foi 73,2%, mais 0,6% do que em 2016 , declarou hoje a Secretaria Regional de Educação .No que diz respeito à Matemática, a pporcentagemde positivas foi 51,4%, mais 7,7% do que no ano anterior, refere a SRE, em comunicado.No 3.º Ciclo, a porcentagem de estudantes com classificações de nível 4 e 5, em Português foi de 22,7% , e, na disciplina de Matemática, foi 27,8% .Nas Provas Finais do 3.º Ciclo do Ensino Básico – 1.ª Fase – 2017 participaram 5.136 estudantes de 31 estabelecimentos de ensino da Madeira .Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.se formalizou Douglas Luiz como reforço de os ” citizens ” este sábado.O Manchester City formalizou a contratação da jovem promessa de Brasil Douglas Luiz.O médio de 19 anos troca assim o Vasco da Gama pelos “citizens”, assinando um contrato válido para as próximas cinco temporadas. Desconhecem-se, para já, os valores do negócio.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Depois de vários progressões e recuos, Tiemoue Bakayoko é reforço dos “blues” para as próximas cinco épocas.Agora sim, é oficial: Tiemoue Bakayoko é reforço do Chelsea para as próximas cinco épocas.O médio de 22 anos troca assim o Mónaco pelos “blues”, num negócio que renderá aos franceses cerca de 42 milhões de euros.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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