Mortes: Um português que deixou herança na construção em Santos

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – CLD

Aos 18 anos, desembarcado no porto de Santos, o de Portugal Armênio Mendes trazia pouca coisa: uma caixa com ferramentas de marcenaria e algum dinheiro, quando chegou a São Paulo. Nascido em 1944, no vilarejo Chão de Couce, do distrito de Ansião, que tem hoje menos de 2.000 moradoras, Armênio, que iniciou foi empreender no ramo da construção civil, começando o que se tornaria a construtora Miramar, veio ao Brasil com vontade de empreender. Ao chegar, mudou-se para Vicente de Carvalho, distrito do Guarujá, onde conseguiu seu primeiro emprego, como funcionário de um estaleiro.

Nascido em Belo Horizonte, Nélio jogou no time de base do Cruzeiro na adolescência, mas preferiu trocar o futebol por uma carreira no ramo de telecomunicações, tendo se formado na Escola Técnica de Minas Gerais, em 1967.

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Mortes: Tetéia, deleite e incentivo de toda a família

Por: SentiLecto

Mais nova de quatro irmãos, Cecilia Lottenberg estava sempre rodeada de paparicos. Os amigos da família elogiavam a beleza e a arrumação da menina, que, ainda pequena, ganhou o cognome de Tetéia. O nome pegou e a acompanhou até o final, assim como a elegância.

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Mortes: Premiado pai das noites do consternação

Por: SentiLecto

No meio de uma conversa com colegas, Agnelo Pacheco poderia desviar o olhar de repente. Puxava um papelzinho, rabiscava e pronto: estava ali a base da nova campanha publicitária da companhia.

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Mortes: Um inventor infatigável que buscava agradecimento

Por: SentiLecto

Podia ser durante uma conversa ou em um momento de descanso no sofá, Nélio José Nicolai, que jogou no time de base do Cruzeiro na adolescência, estava sempre instituindo. A família chegava a flagrá-lo escrevendo no ar enquanto dormia, como se sua mente não parassejamaisa., mas preferiu trocar o futebol por uma carreira no ramo de telecomunicações, tendo se formado na Escola Técnica de Minas Gerais, em 1967.

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Mortes: O mineiro que colocou no mapa parte do DF

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vista parcial da cidade.

No cerrado que rodeava a recém-criada capital federal, Joel Rocha Mundim sabia dizer onde estava cada árvore, cada mina d’água naquele início dos anos 1970. Apesar de ser mineiro e novo na região, ele já estava no projeto que daria origem a cidades-satélites como Ceilândia, Guará 2 e Samambaia.

Engenheiro, Joel atuava para acomodar a enxurrada de novos habitantes que chegava a Brasília e na guerrazinha às moradias irregulares que começavam a surgir. Assim, ele participou das desapropriações, dos estudos topográficos, da divisão de lotes.

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