Ar-condicionado e refrigerador que gastam muita energia sairão do mercado

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Wikcionário

Aparelhos de ar condicionado, refrigeradores e congeladores que consomem muita energia sairão do mercado. O Ministério de Minas e Energia colocou em consulta pública um conjunto de normas e metas estabelecendo novos níveis de eficiência energética desses equipamentos. A proposta é interromper a produção, importação e venda dos produtos menos eficientes de maneira escalonada.

O ajuste está em linha com a Política de Eficiência Energética da pasta. E foca nos produtos vistos como vilões na conta de luz. No ano passado, o consumo de energia elétrica das residências no país bateu 29% do consumo total. Aparelhos de ar condicionado, refrigeradores e congeladores equivaleram a 60% dessa fatia, segundo o MME.

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Eletrobras tem que comprovar térmicas para evitar devolução de dinheiro, declara Aneel

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Eletrobras

O diretor da Aneel Tiago Correia cobrou nesta quarta que a Eletrobras, que tem que provar a existência das térmicas”, alegou Correia, em entrevista durante a feira Brazil Wind Power, comprove a existência de térmicas que justifique repasse de recursos do consumidor para a companhia Amazonas Energia, assunto que estimula um embate entre a agência e a estatal. Faz 14 dias, a Aneel determinou que a Eletrobras devolva R $ 3 bilhões em a CCC, cobrada em a tarifa de energia que teriam, sido passados irregularmente em a Amazonas Energia para custear em a região Norte. térmicas, em o dia 16a região Norte.

“As descotizações quando forem sugeridas serão feitas no tempo e ao longo de cinco, seis anos. Isso não vai ocorrer assim, não será feita a descotização de uma só vez”, alegou.

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Ações nos EUA progridem após dois dias de queda; setor de energia recua

Por: SentiLecto

– O índice S&P 500 concluiu a embora os nervosismos entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte tenham conservado os investidores inquietos e uma queda nos custos do petróleo, segunda-feira em ligeira alta, após dois dias de declínio tenha pressionado as ações do setor de energia. O índice Dow Jones .DJI> subiu 0,13 por cento, a 21.703 pontos, enquanto o S&P 500 .SPX> ganhou 0,12 por cento, a 2.428 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq .IXIC> recuou 0,05 por cento, a 6.213 pontos. Os investidores começaram a concentrar sua atenção na reunião de Jackson Hole que vai contar com a presença da chair do Federal Reserve, Janet Yellen, e outros banqueiros centrais mundiais e que iniciará no fim desta semana. Os investidores estão buscando qualquer indicação para onde deve andar a política monetária. O vice-chair do Fed, William Dudley, que no passado adotou uma postura mais “dovish” na formulação de política monetária, declarou no começo deste mês que o fato de as condições financeiras mostrarem alívio recentemente, apesar do ampliação da taxa de juros do Fed, é uma razão para conservar os planos para apertar a política monetária. Wayne Wicker, diretor de investimentos da ICMA-RC em Washington declarou: “Essa confluência de crescimento forte e baixa inflação, que é algo como o nirvana para investidores, nós pensamos que não pode durar para sempre”. Os Estados Unidos e a Coreia do Sul começaram exercícios militares conjuntos nesta segunda-feira, ampliando os nervosismos com a Coreia do Norte. O índice de energia do S&P 500 .SPNY> recuou 0,6 por cento, liderando a queda entre os setores do S&P 500, depois que os custos do petróleo caíram quase 2 por cento.

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Governo anunciará ampliação dos royalties para mineração e outras mudanças no setor

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Dilma Rousseff segurando a filha Paula

/ RIO DE JANEIRO – O governo federal irá anunciar na terça-feira uma ampliação das alíquotas da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais e a criação de uma agência reguladora para o setor de mineração, alegaram à Reuters três fontes com conhecimento do atemanesta segunda-feira. Até à noite desta segunda-feira, os percentuais das novas alíquotas não estavam fechados, mas o escalonamento proposto pelo governo deve ficar entre 2 e 4 por cento, com a margem de cima podendo ir um pouco além. De acordo com uma fonte que trabalha diretamente com o texto, as variações vão depender da espécie de minério, da extração e do mercado. A expectativa do governo é de ampliar a arrecadação com o CFEM em até 15 por cento. Atualmente, a alíquota mínima é de 0,2 por cento, para rochas valiosas, coradas lapidáveis, carbonetos e metais nobres. A máxima, de 3 por cento, minério de alumínio, manganês, sal-gema e potássio. Há ainda duas intermediárias, de 1 e 2 por cento. Publicariam-se as mudanças em o cálculo de a CFEM via medida provisória, segundo uma de as fontes. “A agência reguladora vai trocar o DNPM . Algumas normas do código de mineração mudam”, alegou a mesma fonte, na condição de anonimato. De acordo com uma das fontes palacianas, o presidente Michel Temer se reuniu na noite desta segunda-feira com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, do Ministério das Minas e Energia, Fernando Bezerra, e técnicos dos ministérios para acertar o texto. Além da mudança na alíquota e na criação da agência reguladora, o novo texto deverá aumentar a licença para participação de companhias estrangeiras no setor de exploração mineral. Ao todo, mais de 20 pontos do código de mineração deverão ser atualizados. O MME informou nesta segunda-feira que o governo federal vai anunciar amanhã o Programa de Revitalização da Indústria Mineral Brasileira. Entretanto, não deu detalhes sobre o assunto. A cerimônia, marcada no Palácio do Planalto, vai contar com a presença do presidente Michel Temer, do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, e do secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Vicente Lôbo. Há anos o Brasil vem tentando modernizar as normas que regem o setor de mineração, vigentes desde a década de 1960, mas sem êxito. Faz 4 anos, o governo de a ex-presidente Dilma Rousseff exibiu uma proposta que se a uniu a outro projeto que já tramitava em a Câmara desde 2011,. Uma nova versão do texto chegou a ser exibida em 2015, entretanto, deduziu-se o debate até hoje não . Faz 9 meses, Paulo Pedrosa, alegou a jornalistas que um de os principais problemas de a reforma que estava em curso era a quantidade de assuntos em um mesmo documento, em outubro de o ano passado o secretário-executivo de o Ministério de Minas e Energia. Pedrosa declarou na ocasião que o governo iria buscar dividir o debate regulatória em três principais tópicos: institucional, que trata da criação de uma agência reguladora; arrecadação do governo com a atividade de mineração e normas e processos de análises.

Atualmente, as alíquotas de PIS/Cofins que incidem sobre gasolina, diesel e álcool são, respectivamente, de 0,3816 real por litro, 0,2480 real por litro e 0,1200 real por litro, segundo a Receita Federal.Faz 2 meses, até maio, último dado disponível, o rombo primário de o governo central adicionava 167,6 bilhões de reais, bem acima da meta fechada para o ano, em 12 meses.

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Petroleiras se saem melhor do que provedores na disputa sobre conteúdo local

Prevaleceu sobre os pontos defendidos pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços — obviamente mais ligado ao setor que fornece para as operadoras de petróleo, embora o discurso oficial das autoridades em Brasília seja de que o debate do conteúdo local definida nesta terça-feira não tenha ganhadores e vencidos, maneira e conteúdo revelam que a posição do Ministério de Minas e Energia – mais ligada às petroleiras por natureza de oprofissão—.

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