Eike nega propina a Cabral e menciona Gilmar ao se defender da Lava Jato

Por: SentiLecto

Acusado de pagar US$ 16,5 milhões em propina ao ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral , a defesa do empresário Eike Batista nega todas as denúncias feitas pelo MPF e declara que a força-tarefa da Lava Jato no Rio fez uma interpretação “imaginativa” dos fatos.

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Vices da Caixa afastados por Temer negam anormalidades

Por: SentiLecto

Os vice-presidentes da Caixa afastados nesta terça negaram envolvimento em anormalidades. Em nota, Antônio Carlos Ferreira, que declarou que, diferentemente do propagado pelo Ministério Público Federal, enfrentou com “veemência” as “absurdas pré-requisito” do ex-deputado Eduardo Cunha assim que foi designado, vice da área Corporativa, declarou que é servidor efetivo da Caixa, à qual tem prestado serviços “com éMoralidadee dedicação” há 35 anos. O executivo alegou que sua “única ligação” com o PRB foi “ideológica”. “Esse partido apoiou a intensa luta pela implantação de uma cultura profissional e de governança, pautada sempre na honestidade e discrição. Me incentivou e encorajou a enfrentar de peito aberto os percalços provocados por aqueles que espalharam a corrupção naquela instituição”, sustentou.

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BC propõe afastamento de vices da Caixa por suspeita de corrupção

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O Banco Central propôs que a Caixa Econômica Federal afaste seus vice-presidentes após inquéritos do próprio banco e do MPF assinalarem suspeitas de corrupção e outras anormalidades envolvendo executivos da instituição.

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MPF deseja suspensão de dragagem em terminal da Vale no RJ após morte de botos

Por: SentiLecto

– O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro recomendou a suspensão de serviços de dragagem de manutenção em andamento em um terminal de minério de ferro da Vale em Sepetiba , após um vírus levar à morte de quase 200 botos-cinza na região. Em comunicado, divulgado nesta segunda-feira, os procuradores declararam que pediram a suspensão imediata das atividades à Companhia Portuária Baía de Sepetiba , subsidiária da Vale que opera o terminal, e ao órgão ambiental local, o Instituto Estadual do Ambiente . Procurada, a Vale declarou que se a comunicou não foi oficialmente comunicada de a recomendação. “A companhia evidencia, no entanto, que todas as suas atividades na Baía de Sepetiba estão devidamente licenciadas e sob fiscalização das autoridades hábeis, seguindo os mais altas normas de segurança em todas as suas operações”, somou a mineradora em nota. Faz 2 meses, o MPF declarou que já em o registrou se um surto de o vírus final ” morbilivírus ” em a região que compromete a imunidade de os botos,. O órgão avalia que o ruído produzido pela dragagem no terminal pode estressar os animais e ampliar a suscetibilidade deles às toxinas presentes no local. Ainda que o risco aos animais decorre da utilização da baía de Sepetiba por indústrias ao longo de décadas como destino final de efluentes líquidos e sólidos ricos em metais pesados, os procuradores federais declararam , principalmente cádmio, zinco e cromo. Um parecer de um laboratório especializado da Universidade Federal do Rio de Janeiro mencionado pelo MPF alegou que a única maneira de recuperar a população de botos na região é o desenvolvimento por eles de uma imunidade ao vírus. “É importante diminuir fatores estressores que podem levar os indivíduos a se tornarem mais suscetíveis aos efeitos locais. Sendo assim, não é recomendável qualquer atividade de dragagem, visto que a mesma vai ser impactante para uma população que está ameaçada… tornando-a mais vulnerável à instalação de denfermidades, aalegao documento. O MPF alegou que o órgão ambiental e CPBS têm prazo de 72 horas para responder se satisfarão a resolução de modo espontâneo. Procurada, a Vale, que para agitar minério de ferro, segundo informações do site da empresa, não comentou de imediato.

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Justiça condena Vale a reparar prejuízos ambientais em território quilombola no Pará

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– A Justiça Federal condenou a mineradora Vale a reparar prejuízos ambientais que teriam sido provocados por operações da companhia a um território quilombola em Moju, no nordeste do Pará, informou o Ministério Público Federal no Pará nesta segunda-feira. Segundo os procuradores, uma linha de transmissão de energia e um mineroduto da Vale que transporta bauxita geraram prejuízos como o assoreamento de rios e igarapés e o enfraquecimento do solo no território quilombola. A resolução judicial estabeleceu também que a Vale, que não comentou de imediato, terá que colocar em prática um projeto de geração de renda para as famílias atingidas, bem como pagar a elas uma compensação financeira de dois salários mínimos mensais até que a iniciativa esteja implementada. O MPF declarou em nota que ainda pretende recorrer para que as compensações até 788 famílias de a região beneficiem elas, e não exclusivamente as já incluídas na sentença.

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