O que significa a saída da Venezuela da OEA?

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Mapa Venezuela Topografico

A saída da Venezuela da Organização dos Estados Americanos abre um percurso de incertezas para o país, que enfrenta uma crise econômica e política, além de violentos protestos contra o governo de Nicolás Maduro. Experts escutados pelo GLOBO comentam os possíveis efeitos com a resolução tomada pelo governo Maduro, afirmando ingerência e intervencionismo.

Em meio à escalada de tnervosismosno país, a oposição promete ocoordenaruma nova manifestação nesta quarta-feira, no centro de Caracas. Os manifestantes pretendem chegar à Defensoria do Povo, uma das instituições que acusam de servir ao governo.Ela declarou que a Venezuela não vai continuar “permitindo violações da lei, violações das instituições, arbitrariedades que ultrapassam qualquer muro da moral, da Moralidade” que devem conservar as nações desta organização regional.A chanceler de Argentina, Susana Malcorra, sintetizou os argumentos em defesa da reunião de chanceleres:

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Venezuela: Oposição e analistas consideram rompimento com a OEA inconstitucional

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Mapa Venezuela Topografico

e WASHINGTON — A resolução do governo de Nicolás Maduro de começar o processo de saída da Organização dos Estados Americanos , anunciada na noite de quarta-feira, provocou uma enxurrada de críticas por parte de governos estrangeiros e blocos como a União Europeia e, juristas dentro da Venezujuristas , consideraram inconstitucional ela e membros de a oposição que confirmaram a intenção de a Assembleia Nacional de mandar uma carta em a OEA a medida rechaçando formalmente ,.Analistas locais escutados pelo GLOBO, que em termos políticos, teme-se um aprofundamento da repressão e o mergulho num regime ainda mais ditatorial, e fontes diplomáticas alegaram que o passo inédito na História da entidade vai acentuar o isolamento do país, o que poderia implicar graves consequências financeiras e até bloqueios econômicos. Faz 1 dia, a crise de Venezuela foi debatida por os presidentes de os EUA, Donald Trump, ontem, e da Argentina, Mauricio Macri, em encontro na Casa Branca. Após a conversa, os chefes de Estado divulgaram uma nota dizendo “forte preocupação pela degenerada situação na Venezuela”. O Parlamento Europeu aprovou uma determinação condenando a “brutal repressão a manifestantes pacíficos” e defendeu buscar medidas que “permitam o restabelecimento pleno da democracia”. Na região, governos como o do México questionaram a retirada: — É uma resolução francamente deplorável. Implica que a Venezuela está, também, abdicando a participar desta associação , que tem como finalidade fundamental proteger a democracia — disse o chanceler Luis Videgaray. Já o embaixador do Brasil no organismo, José Luiz Machado e Costa, assegurou que, de certa forma, muitos países já esperavam isso: as relações não eram boas “há algum tempo”. — A Venezuela vem há muito tempo sem debater os grandes assuntos do país, como votações, democracia e a situação da oposição, e se concentrando em questões processuais, técnicas, para evitar a discussão franca — declarou o embaixador. Presidente responde xingando O único país que respaldou a resolução de Caracas foi Cuba, um dos poucos aliados da Venezuela na região, junto a Equador, Nicarágua e Bolívia. — As consequências serão graves. Um presidente que faz o que Maduro está fazendo está declarando ao mundo que faz o que deseja, que não existe respeito a nada. Esse é um recado bastante arriscado. Por um lado, o mundo vai compreender, finalmente, o que está ocorrendo na Venezuela. Mas, por outro, as consequências econômicas serão complicadas, para um país já mergulhado na indigência — opinou a ex-magistrada do Tribunal Supremo de Justiça Rosa Blanca Mármol de León, para quem o governo está violando o Artigo 23 da Constituição, que dá a tratados internacionais o peso de regras legislativas nacionais. — Uma resolução desta magnitude deveria, no mínimo, passar pelo Congresso. A situação é sem precedentes. Faz 55 anos, o governo cubano foi expulso de a OEA, após a Revolução Cubana, mas o país foi somente suspenso. Faz 8 anos, Honduras também foi suspensa após um golpe contra o presidente Manuel Zelaya. Não há um antecedente que permita calcular o futuro da Venezuela, e a única certeza entre analistas é de que a polêmica resolução vai trazer mais isolamento e poderá significar mais fome, pobreza e recessão. Um país fora da OEA vai ser, para Carlos Romero, professor da UCV, ainda menos confiável — e o efeito em termos financeiros pode ser gigantesco. Muitos são perguntados se este isolamento vai ser sustentável a médio e longo prazo— a Venezuela já está mergulhada numa grave crise econômica e vai ser difícil sair dela sem assistência externa. — A última esperança que resta ao governo de Maduro é a Rússia, mas a Rússia vai aceitar que a questão da Venezuela esteja em sua agenda com os EUA e com os demais países do hemisfério? Creio que não — opinou Romero. A saída vai ter um preço com a própria OEA, a quem a Venezuela já deve US$ 8,7 milhões . Mas Maduro não provou muita preocupação com os gastos. — Ao caralho com a OEA! — Faz 1 dia, xingou ele. — Somos livres da OEA e jamais mais vamo voltar. É difícil até mesmo para os chavistas compreender o que o governo busca. A procuradora-geral Luisa Ortega questionou publicamente a repressão. Sua posição é a mesma de figuras como o ex-vice-presidente José Vicente Rangel. Mas assim como a Venezuela está isolada na região, o pequeno grupo de chavistas críticos está isolado no poder. — Para aceitar uma saída negociada, governo e militares precisam de garantias, saber que não vai ser um suicídio político. Uma negociação viável precisa da comunidade internacional e da diplomacia. O isolamento afasta cada vez mais a chance de desfecho democrático — explicou um analista que tem contatos com o chavismo e pediu anonimato. — O governo confirmou seu perfil ditatorial e seu desprezo à comunidade internacional. Mas a oposição perdeu um aliado importante e ficou ainda mais desprotegida. A saída vai levar dois anos. A OEA pode aplicar a Carta Democrática contra o país. Mas com Caracas com um pé fora, isto vai ser irrelevante.

Argentina exibiu a abaixo-assinado , Argentina , Barbados , Brasil , Canadá , Chile , Colômbia , Costa Rica , Estados Unidos , Honduras , Jamaica , Guatemala , México , Panamá , Paraguai , Peru e Uruguai que lhe atribuem , ” personalidade urgente e de interesse habitual “.— Vamos progredindo. Não nos vamo render. Conseguiremos a mudança, se conseguirmos conservar esta pressão. Na quarta-feira vamo voltar às ruas — aalegouo vice-presidente do Parlamento de maioria oinimiga Freddy Guevara.Delcy Rodríguez alegou nesta terça-feira que seu país vai deixar a Organização de Estados Americanos se este órgão realizar uma reunião de chanceleres sem o aval dos de Venezuelade Venezuela, após adverti que amanhã está agendado um Conselho Permanente extraordinário. Delcy Rodríguez é a ministra das Relações Exteriores da Venezuela. que amanhã está agendado um Conselho Permanente extraordinário.Donald Trump alegou nesta quinta-feira que “a Venezuela é uma calamidade”, em reação ao anúncio de Caracas de que se vai retirar da Organização dos Estados Americanos . Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos.

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Cai número de vistos dos EUA para cidadãos de países alvos de banimento de viagens

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Donald and Ivana Trump

Os Estados Unidos emitiram cerca de 40 por cento menos vistos provisória em março para cidadãos de sete países afetados pelos banimentos provisória de viagens feitos pelo presidente Donald Trump do que emitiram em uma média mensal no ano passado, de acordo com análises da Reuters de dados preliminares do governo divulgados nesta quinta-feira.

Faz 3 meses, o Tesouro de America já havia. Steven T. Mnuchin garantiu que o governo continuará perseguindo implacavelmente as redes financeiras e todos os indivíduos envolvidos na produção de armas químicas usadas para cometer o que chamou de “barbaridades”. Steven T. Mnuchin é o secretário do Tesouro.Toner disse: “A declaração feita ontem pela ministra das Relações Exteriores não tem um conseqüência real imediato e nem prático, porque deixar a OEA pode levar até dois anos”.

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Capriles: Maduro vai entrar na lista de genocidas da História

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Mapa Venezuela Topografico

O líder inimigo Henrique Capriles, que realçou a posição da procuradora-geral, Luisa Ortega Díaz, que assegurou que houve um rompimento da ordem constitucional nas resoluções do Supremo de Venezuela contra a Assembleia Nacional, aumentou o tom contra o presidente Nicolás Maduro, acusando-o de ordenar “exterminar os venezuelanos para se conservar no poder”, de acordo com o jornal “El Nacional”. Em quase um mês de protestos contra o governo em todo o país, 27 pessoas foram mortas e mais de 400 ficaram feridas. Em uma resolução inédita, o governo da Venezuela decidiu se retirar da Organização dos Estados Americanos , afirmando ingerência e intervenção de alguns países — liderados pelos Estados Unidos — para derrubar Maduro.

Venezuela, oficialmente República Bolivariana da Venezuela, é um país da América localizado na parte norte da América do Sul, constituída por uma parte continental e um grande número de pequenas ilhas no Mar do Caribe ou oceano das Caraíbas, cuja capital e maior aglomeração urbana é a cidade de Caracas.

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