Equipes de resgate correm contra o tempo em busca de desaparecidos em deslizamentos na Califórnia

Por: SentiLecto

BARBARA, Estados Unidos – Equipes de resgate no sul da Califórnia recomeçaram nesta quinta-feira a difícil tarefa de vasculhar toneladas de destroços em busca de sobreviventes dos deslizamentos que atingiram comunidades costeiras do Estado, deixando ao menos 17 mortos. Depois que uma parede de lama atingiu na área entre o mar Pacífico e a Floresta Nacional Los Padres, até o momento há 17 desaparecidos , de acordo com autoridades do condado de Santa Barbara. Bill Brown na TV KCAL, de Los Angeles declarou: “No momento, nossos recursos estão focados em determinar se alguém ainda está vivo em alguma destas estruturas que foram lesadas”. Bill Brown é o xerife do condado de Santa Barbara.Cerca de 500 membros de equipes de resgate utilizando cães, helicópteros militares e equipamentos de imagens térmicas estão no local. Esforços de busca e resgate têm sido lentos, conforme as equipes precisam andar por lama na profundidade da cintura, árvores caídas, pedregulhos e outros destroços. O escritório do xerife em publicação no Twitter na noite de quarta-feira informou: “Outro dia duro no condado de Santa Barbara conforme equipes de busca e resgate, bombeiros e forças de segurança de todo nosso condado e nossos condados vizinhos buscaram por sobreviventes e retiraram pessoas”. Os deslizamentos devastadores, que foram provocados por fortes chuvas no começo de terça-feira, se moveram por vales arruinados por incêndios florestais históricos que atingiram a área no mês passado. A corrente de destroços do deslizamento arruinou 100 casas, lesou centenas de outras estruturas e feriu 28 pessoas, declarou Amber Anderson, porta-voz do Departamento de Bombeiros do condado de Santa Barbara. Entre as propriedades lesadas estavam hotéis históricos e casas de famas, incluindo a apresentadora e atriz Oprah Winfrey e a apresentadora Ellen DeGeneres, que vivem ambas na comunidade costeira de opulência de Montecito. Deteriores declarou em seu programa apresentado nesta quinta-feira que a cidade de 9 mil moradoras é uma comunidade “juntada”. Declarou: “Não é exclusivamente uma comunidade rica, é cheia de muitas espécies diferentes de pessoas, de todos as experiências”. “E há famílias sumidas, há pessoas que não encontram familiares… é catastrófico”. Uma série de incêndios florestais no mês passado, incluindo o incêndio Thomas –o maior da história do Estado– devastou flora de encostas, o que impediu o solo de absorver água da chuva. “Primeiro nós tivemos um incêndio em nosso rancho, e agora nós estamos inundando, então este último mês tem sido bastante ruim”, declarou Charles Stoops, em frente sua casa, que estava cercada por lama de quase um metro de profundidade.

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Conab aumenta projeção de colheita de soja 17/18 do Brasil; vê queda de 5,6% em milho total

Por: SentiLecto

– A Companhia Nacional de Abastecimento aumentou novamente sua estimativa para a colheita de soja 2017/18 do Brasil, em meio a condições climáticas favoráveis entre o fim de novembro e começo de janeiro, importante fase de desenvolvimento das lavouras. Faz 1 mês, quando o volume já havia, em seu 4º levantamento a Conab estimou a produção de soja brasileira em 110,4 milhões de toneladas, de 109,2 milhões de toneladas esperadas em dezembro sido revisado para cima. A nova estimativa vem praticamente em linha com a média de 110,2 milhões de toneladas calculada em uma recente pesquisa da Reuters com agentes do mercado. O volume, contudo, quando o tempo considerado pelo setor como praticamente “perfeito” permitiu aumentadas produtividades, segue aquém do recorde de 114,1 milhões de toneladas observado em 2016/17. Segundo a Conab, o rendimento das lavouras de soja brasileiro tem que alcançar nesta colheita 3,15 toneladas por hectare, queda de 6,2 por cento na comparação anual. Tal recuo alivia o conseqüência positivo que a ampliação de área semeada poderia dar nesta temporada. Conforme a empresa, o Brasil deve plantar em 2017/18 um recorde de quase 35 milhões de hectares com soja, alta de 3,2 por cento sobre 2016/17. MILHO No caso do milho, que junto com a soja responde por 90 por cento dos grãos cultivados no país, a Conab calcula uma queda de 5,6 por cento na produção total de 2017/18 ante 2016/17, para 92,347 milhões de toneladas, com área de 17 milhões de hectares . O milho perdeu espaço neste ano para a soja, na esteira de custos pouco atrativos para o produtor após uma colheita histórica no ano passado, de quase 98 milhões de toneladas. Em 11 meses, segundo a Conab, a primeira colheita terá que totalizar 25,17 milhões de toneladas, ligeira ampliação ante as 25 milhões de toneladas calculadas em dezembro. Conservou-se a estimativa de a segunda colheita colhida já em o inverno, em 67,2 milhões de toneladas. A estimativa da segunda colheita é a “safrinha”. Ainda segundo a Conab, a colheita total de grãos e oleaginosas do Brasil em 2017/18 deverá adicionar 227,94 milhões de toneladas, ante 226,53 milhões estimados em dezembro e 237,67 milhões de toneladas em 2016/17. O volume é o segundo maior da história, atrás somente do recorde registrado em 2016/17.

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Safra de soja 2017/18 do Brasil se aproxima de recorde do ano passado, declara AgRural

Por: SentiLecto

– A colheita de soja 2017/18 do Brasil, que tem que produzir 114 milhões de toneladas de soja no ciclo vigente, volume superior ao de 112,9 milhões estimado em dezembro e bem próximo do de 114,1 milhões registrado em 2016/17, em período inicial de safra, deve se aproximar do recorde do ano passado, em meio a condições climáticas favoráveis em dezembro e começo de janeiro, informou nesta quinta-feira a AgRural, que revisou para cima sua estimativa para a temporada. A quantidade também fica acima da média de 110,2 milhões de toneladas de uma recente pesquisa da Reuters com agentes do mercado. Além do ampliação na área semeada, que em 2017/18 deverá aumentar 2,5 por cento, para 34,8 milhões de hectares, a AgRural também menciona o tempo bom em regiões produtoras do país para revisar seus números. Consultoria em relatório estacou: “O crescimento de 1,1 milhão de toneladas da produção em relação à estimativa de dezembro deveu-se a ajustes positivos nas produtividades das regiões Centro-Oeste e Sudeste e nos estados dparanaensese de Santa Catarina, onde as chuvas de dezembro e do icomeçode janeiro beneficiaram as lavouras em pfasereprodutivo”,.Conforme a AgRural, esses ajustes aumentaram a produtividade média do Brasil em 0,5 saca por hectare, para 54,6 sacas. “Mesmo assim, uando o país colheu média recorde de 56,1 sacas por hectare., essa produtividade ainda é inferior à da scolheitapassada, q ” MILHO Em relação ao milho primeira safcolheitaolhido no verão, a AgRural eleaumentoua estimativa de produção no centro-sul do país para 19,9 milhões de toneladas, de 19,7 milhões na projeção anterior e de 25 milhões de toneladas em 2016/17. Se conservou a área em 2,8 milhões de hectares. “A pequena ampliação da produção em relação ao mês anterior deveu-se à melhora da expectativa das produtividades dparanaense Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Os incrementos nesses Estados superam as perdas provocadas pela falta de umidade em dezembro e começo de janeiro no Rio Grande do Sul”, explicou a consultoria. Se estima a produtividade média de o centro-sul de acordo com a AgRural, em 117,7 sacas por hectare, ante 116,7 sacas em a projeção de dezembro e 123,9 sacas em a colheita 2016-17. Faz 11 meses, a AgRural informou que vai revisar seus números para a segunda colheita, a ” safrinha “, em o começo. Por ora, a nível Brasil, estão conservados em 59,2 milhões de toneladas de produção e 10,8 milhões de hectares de área. Se estima a produção total de milho brasileira com a revisão de a colheita de verão, em a colheita 2017-18 agora em 84,3 milhões de toneladas, contra 84,1 milhões em a estimativa de dezembro e 97,6 milhões de toneladas em a colheita 2016-17. Para esse cálculo, a AgRural considera as estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento para o milho primeira colheita no Norte-Nordeste.

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Abiove aumenta estimativa de produção de soja em 2018, vê exportação recorde em 2017

Por: SentiLecto

– Em 1 ano, o Brasil terá que produzir 109,5 milhões de toneladas de soja, estimou nesta terça-feira a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais , que aumentou sua previsão ante as 108,8 milhões de toneladas consideradas no levantamento divulgado em novembro. Nas últimas semanas, consultorias e entidades do setor vêm reajustando para cima seus números de safra, em meio a condições climáticas favoráveis para o desenvolvimento da oleaginosa no Brasil, maior exportador mundial da commodity. [nL1N1NZ1ES] Mais cedo nesta terça-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento também já havia aumentado sua estimativa para a produção de soja dentro do ano-safra 2017/18, começado em julho. [nL1N1OC0HZ] Em paralelo, a Abiove conservou sua projeção de processamento de soja em 2018 em um recorde de 43 milhões de toneladas , com estoques finais de 4,5 milhões de toneladas, ante 5,6 milhões de toneladas na previsão anterior. Em 1 ano, a Abiove de a commodity conservou a exportação em 65 milhões de toneladas, mas Faz 1 mês, a associação aumentou o número para um recorde de 67,8 milhões de toneladas, de 66 milhões de toneladas em a previsão de novembro. Segundo o secretário-geral da Abiove, Fábio Trigueirinho, as exportações brasileiras foram atípicas ao final de 2017, o que levou a vendas ainda maiores que as calculadas para o ano, devido à scolheitahistórica, de cerca de 114 milhões de toneladas. “O que foi diferente é o tamanho da produção, trabalhamos 12 meses, esticamos um pouco mais…”, declarou ele durante apresentação das estimativas em São Paulo. Trigueirinho adicionou que o Brasil, com a colheita lembre deste ano, ficou mais competitivo nos últimos meses de 2017, em um fase marcado pelas vendas dos Estados Unidos. Isso auxiliou o Brasil a progredir no mercado da China, maior importador mundial, que adquiriu 52 milhões de toneladas de soja de Brasil em 2017, volume que equivale a mais da metade das importações de China. Conforme a Abiove, a exportação de soja em grão neste ano tem que gerar receita de 25,4 bilhões de dólares e, em 2018, de 24 bilhões de dólares. Considerando-se todo o complexo , os embarques têm que render 31,5 bilhões de dólares neste ano e 30 bilhões de dólares no próximo.

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MRV arremessará imóveis para média renda em cidades com alto poder aquisitivo, declara copresidente

Por: SentiLecto

– A nova linha de produtos da MRV para o segmento de média renda, anunciado nesta terça-feira, vai adotar o mesmo modelo de financiamento dos projetos de imóveis econômicos, com repasse do imóvel durante a obra, e se vai concentrar em capiRafael Menin que mencionou Ribeirão Preto, Campinas, São José dos Campos e Londrina. Rafael Menin é o copresidente da maior construtora de imóveis econômicos do país. Rafael Menin é o copresidente da maior construtora de imóveis econômicos do país. Menin em encontro com analistas e investidores, em São Paulo comentou: “Há uma lacuna nesse mercado e o modelo atual desse segmento está atrasado na nossa opinião, tem sido pouco inovador”. CAIXA E FGTS Menin alegou que a adequação da Caixa Econômica Federal ao índice de Basileia inquieta no curto prazo, mas é um sinal de que o banco está se empenhando em melhorar sua administração. O copresidente, adicionando que a instituição tem se voltado cada vez mais para crédito habitacional. declarou: “Estamos olhando lá na frente e desejamo sustentabilidade”. O diretor-executivo de Finanças e Relações com Investidores da MRV, Leonardo Guimarães Côrrea, realçou que a empresa também vê consistência por parte do governo e de gestores do FGTS em conservar o fundo dedicado à habitação. “Vemos outros setores tentando ter acesso a esses recursos, mas vemos consistência de governo e gestores em deixar o fundo focado na habitação”, alegou Côrrea.

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