Ex-presidente da autarquia declara: ‘A CVM está sobrecarregada’

Por: SentiLecto

– O ex-presidente da Comissão de Valores Mobiliários Ary Oswaldo Mattos Filho declara que quando ele tomou posse no órgão, a falta de recursos e a carência de mão de obra já existiam, em 1989, no governo do presidente Fernando Collor. A autarquia só tinha um computador, da marca Cobra, que era utilizado para fazer a folha de pagamento de 300 funcionários, quando assumiu. Era mais rápido fazer essa tarefa à mão, ddeclarouMattos. Por que os processos na CVM caminham lentamente? A CVM está sobrecarregada. Quando foi instituída, em 1976, só cuidava de ações e debêntures. Hoje, inspecionar certificados, letras, fundos e toda a espécie de valores mobiliários. E tem o problemas da verba, que é pequeno e ainda padece muitos contingenciamentos. Quais são os conseqüência práticos dessa falta de recursos? São vários. A CVM, por exemplo, não consegue treinar seus profissionais em órgãos de fiscalização do mercado no exterior, como a SEC, nos EUA, e os correspondentes na Europa. Hoje, entre os investidores, estão grandes fundos de investimento internacionais. Eles desejam uma legislação cada vez mais internacional e unificada de fiscalização do mercado, já que investem em vários países. Por isso o treinamento é necessário. A MP que ampliou o valor das multas aplicadas pela CVM pode melhorar esse quadro? Pode ser que melhore. A MP é uma luz no fim do túnel. Mas isso, se as multas dos acordos de leniência ficarem na CVM. O risco é que, no Ministério da Fazenda ao qual a CVM está subordinada, leve esses recursos para o Tesouro. O Ministério da Fazenda é um aperto. Quem conhece a gestão pública sabe que isso é possível. O que mais atrapalha? Falta de funcionários. Na CVM, quando o processo chega àofperíodofinal, o julgamento é feito pelo colegiado. Além das múltiplas tarefas que eles têm, precisam ler os processos, fazer uma argumentação bem fundamentada e julgar. Isso leva tempo. No Banco Central, por exemplo, só o diretor de fiscalização julga os processos. Os processos seriam mais rápidos, se o colegiado tivesse auxiliares. É mais adequado que o presidente da CVM seja um advogado? Acho que é. Ali o tempo todo se lida com leis, que já existem ou que o Congresso aprova. Mas o colegiado pode ser diversificado. Minha equipe tinha advogados, auditores e economistas. E eu tive a liberdade de escolher cada um. Hoje, as indicações são todas políticas.

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Força Tarefa da Lava Jato e BC acertam mudança em MP sobre leniência

Por: SentiLecto

Modificará-se a medida provisória que dá a o Banco Central poderes para festejar acordos de leniência com pessoas físicas ou jurídicas de o setor financeiro pedido de a força tarefa de a Lava Jato . a pedido da força tarefa da Lava Jato. Representantes do Ministério Público Federal, que ficou acordado que, “nos casos que envolvam a apuração simultânea de ilícitos administrativos e penais, haja coordenação entre os órgãos”, segundo nota divulgada pelo BC, e do BC se reuniram nesta sexta-feira em Curitiba . Para isso, será feita mudança na proposta original por meio de emenda.

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UE diz ceticismo com garantias de May para cidadãos do bloco no Reino Unido após Brexit

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Theresa May declarou que sua oferta de garantir os direitos dos cidadãos da União Europeia que moram no Reino Unido depois da desfiliação britânica do bloco foi “bastante justa e bastante séria”, mas seus pares na UE disseram ceticismo, e o líder belga declarou que a oferta pode conter uma surpresa desagradável da espécie “gato por lebre”.

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Nações da OEA não alcançam consenso para declaração de condenação à Venezuela

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Mapa Venezuela Topografico

CANCÚN, México – A Organização dos Estados Americanos não conseguiu emitir uma declaração formal condenando o governo da Venezuela pela forma como está tratando da crise política e econômica no país, apesar de um esforço de última hora do México e dos Estados Unidos na noite de quarta-feira.

Mas países-membros, inclusive o México, se comprometeram a insistir no tema até que a crise na Venezuela, onde ao menos 75 pessoas faleceram em mais de dois meses de protestos, seja resolvida tranquilamente.

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BC vê inflação menor em 2017 e 2018, mas sinaliza de novo que tem que cortar menos os juros

Por: SentiLecto

– O Banco Central diminuiu suas previsões sobre inflação neste ano e no próximo, mas reafirmou que a diminuição moderada do ritmo de corte na Selic deve se mostrar adaptada diante do cenário de incerteza que envolve a economia, em meio à intensa crise política que enfrenta o governo do presidente Michel Temer. Faz 1 mês, que cortou a Selic em 1 ponto percentual que iniciou em outubro passou a ver a alta de o IPCA em 3,8 por cento em 2017 em 2018 por o cenário de mercado sobre 4 e 4,6 por cento vistos em o comunicado de a última reunião de o Comitê de Política Monetária, de maio e em 4,5 por cento,, segundo Relatório Trimestral de Inflação divulgado em esta quinta-feira o BC a 10,25 por cento a o ano ciclo de afrouxamento passado. Faz 11 meses, o BC escreveu : ” Em função do cenário básico e de o balanço de riscos avaliados em sua última reunião, o Copom compreendeu que uma diminuição moderada de o ritmo de flexibilização monetária em relação a o ritmo adotado em aquela ocasião deveria se “. No relatório, reafirmou que o ritmo de flexibilização daqui para frente continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação. E adicionou: “O Copom reitera sua preferência por explicitar condicionalidades sobre a evolução da política monetária, o que melhor transmite a racionalidade econômica que guia suas resoluções”. Para analistas, o BC continuou assinalando que deve cortar menos a taxa básica de juros daqui para frente, em meio à crise política, mas a manutenção do ritmo de diminuição de 1 ponto não estava totalmente descartada. “A crise possivelmente gera conseqüência desinflacionários, mas isso não implica ampliar osRoberto Padovani, que calcula diminuição de 0,75 ponto nos juros em julho com a Selic fechando o ano em 9 por cento. Roberto Padovani, que calcula diminuição de 0,75 ponto nos juros em julho é o economista-chefe da corretora Votorantim. Roberto Padovani, que calcula diminuição de 0,75 ponto nos juros em julho é o economista-chefe da corretora Votorantim. Roberto Padovani, que calcula diminuição de 0,75 ponto nos juros em julho é o economista-chefe da corretora Votorantim. No relatório, a autoridade monetária repetiu a mensagem da ampliação das incertezas diante da crise política, e reiterou que o resultado líquido desse quadro pode ser tanto desinflacionário, em função do efeito negativo sobre a atividade econômica, quanto inflacionário, com mudanças na formação de custos e sobre as estimativas da taxa de juros estrutural. “Existe também a chance de os conseqüência e a trajetória prospectiva de a inflação forem compensadas não ser impactada. Não há, portanto, relação direta e mecânica entre a ampliação de incerteza e a política monetária”, reforçou. Faz 11 meses, em o mercado de juros futuros, as apostas majoritárias continuavam em corte de 0,75 ponto em a Selic, segundo dados de a Reuters. A inflação vem mostrando sinais favoráveis, com o IPCA adicionando nos 12 meses até maio alta de 3,60 por cento, bem abaixo do centro da meta de inflação de 4,5 por cento para este ano e o próximo, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. No documento, o BC também calculou inflação em torno de 4,3 por cento nos 12 meses até o segundo trimestre de 2019. A equipe econômica deseja diminuir a meta de inflação para 2019, resolução que vai tomar na próxima reunião do Conselho Monetário Nacional , na semana que vem. A ideia é cortar o centro da meta, estabelecido em 4,5 por cento desde 2005, para algo entre 4 e 4,25 por cento. O BC também conservou sua perspectiva para o crescimento do Produto Interno Bruto neste ano a 0,5 por cento, justificando que colocou na balança resultados favoráveis de indicadores de atividade recentes que, se conservados, levariam a uma revisão de alta, mas também ao maior ambiente de incertezas, que pode ter conseqüência negativo sobre a economia.

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