Experts x Grandes Bancos. Essa disputa já tem um ganhador.

Por: SentiLecto

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Muitos se questionam se os fundos de investimento dessas instituições rendem mais que os fundos das gestoras independentes, embora a maioria dos brasileiros ainda invista nos próprios bancos em que têm conta corrente. O Insper elucidou cientificamente em o estudo de o Mestre em Administração de Empresas Leandro Florenzo formado essa dúvida.

O Insper é uma instituição de ensino superior de Brasilde Brasil que atua nas áreas de negócios, economia, direito, engenharia mecânica, engenharia mecatrônica e engenharia da computação.

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Para Meirelles, indicadores mostram que Brasil voltou a aumentar

Por: SentiLecto

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Os últimos números dos setores de serviços e varejo, conjugados com os do Banco Central sobre a atividade econômica, mencionam que “o Brasil já voltou a aumentar”, alegou Henrique Meirelles nesta quinta . Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda.

Henrique de Campos Meirelles é um executivo da área financeira com sólida carreira internacional.

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Economia de Brasil progride 0,25% no segundo trimestre, assinala Banco Central

Por: SentiLecto

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– Numa surpresa positiva para os economistas, a economia de Brasil voltou a aumentar no segundo trimestre deste ano. A alta foi de 0,25% no fase, nas contas do Banco Central. Esse foi o segundo trimestre seguido de crescimento da atividade e, se o dado for confirmado oficialmente pelo IBGE, que só serão conhecidos mês que vem, consolida a saída do país da recessão. Após a divulgação de dados setoriais mais favoráveis, os analistas revisaram as suas apostas de uma queda no trimestre para algo no campo positivo. Revisaram-se todos os números de os meses anteriores e isso exibiu uma melhora de o IBC-Br, o índice de atividade de o Banco Central que tenta antecipar o conduta de o Produto Interno Bruto. Os números do BC revelam que o Brasil carrega conseqüência da crise menores que no passado. Nos últimos 12 meses concluídos em junho, o país acumula uma retração de 1,82%. A melhora foi rápida. Até maio, o Brasil retraia — apesar da melhora recente — numa velocidade de 2,23%. Faz 2 meses, os dados influíram. Nesta quinta-feira, o Banco Central divulgou o seu cálculo próprio, o IBC-Br. O incide de atividade da autarquia ficou em 0,5% em junho. Pelos cálculos do IBGE, a economia de Brasil voltou a ficar no azul no primeiro trimestre após dois anos. O Produto Interno Bruto registrou alta de 1% no primeiro trimestre, na comparação com os últimos três meses do ano passado, influído principalmente pela boa performance da agropecuária. O BC instituiu ICB-Br O IBC-Br para ser uma referência de a conduta de a atividade econômica que sirva para orientar a política de controle de a inflação por o Comitê de Política Monetária , uma vez que o dado oficial de o Produto Interno Bruto é divulgado por o IBGE com defasagem em torno de três meses. Tanto o IBC-Brquanto o PIB são indicadores que medem a atividade econômica, mas têm diferenças na metodologia. Esse indicador do BC leva em conta trajetória de variáveis consideradas como bons indicadores para a performance dos setores da economia . Calcula-se o pib já pelo ibge a partir da soma de os bens e serviços produzidos em a economia. Pelo lado da produção, considera-se a agropecuária os serviços, além dos impostos. A agropecuária é a indústria. Já dados de o consumo de as famílias consumo de o governo e investimentos , computa dados de o consumo de as famílias , consumo de o governo e investimentos , além de exportações e importações.

– Numa semana de poucos indicadores econômicos importantes, o mercado vai estar de olho em sinais de retomada da recuperação da economia de Brasil. Na quinta-feira, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central , uma prévia do Produto Interno Bruto , tem que mostrar estabilidade ou leve alta em junho. Em 10 meses, os investidores vão analisar outro dado que é a Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE que será divulgada em a terça. A estimativa é de alta, depois de um recuo de 0,1% em maio. SEGUNDA-FEIRA, 14 DE AGOSTO Economia chinesa – Serão divulgados importantes indicadores econômicos da China, como vendas no varejo de julho e produção industrial . TERÇA-FEIRA, 15 DE AGOSTO Vendas no Varejo – O IBGE divulga as vendas no varejo referentes ao mês de junho e a expectativa do mercado é de alta de 0,4%. O número anualizado tem que subir a 2,7%, mostrando que o comércio começa a recomeçar alento. QUARTA-FEIRA, 16 DE AGOSTO IGP-10 e IPC-S – Os índices calculados pela Fundação Getúlio Vargas devem mostrar que a inflação continua sob controle em agosto. Para o IGP-10 a expectativa é de deflação de 0,05% em relação a julho. Já o IPC-S, que ficou em 0,41% na semana passada, não tem que ter um repique. QUINTA-FEIRA, 17 DE AGOSTO IBC-Br – O índice do Banco Central, que é uma prévia do PIB, deve mostrar estabilidade ou leve crescimento em junho, sinalizando que a economia começa sua recomeçada. Faz 3 meses, o IBC-Br caiu %0,51 e em o ano exibe alta de %1,40, em o mês de maio. SEXTA-FEIRA, 18 DE AGOSTO IGP-M – O índice de inflação que regula a ampliação dos aluguéis deve mostrar queda de 0,71%, segundo as previsões do mercado, na segunda prévia do mês de agosto.- O Índice de Atividade Econômica do Banco Central , espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto , registrou expansão de 0,25 por cento no segundo trimestre de 2017 ante os três primeiros meses do ano, informou o BC nesta quinta-feira. Faz 3 meses, o índice exibiu ganho de 0,50 por cento em relação a maio, sempre em números dessazonalizados, em um resultado melhor do que a expectativa em pesquisa de a Reuters de progressão de 0,20 por cento, em junho.- O mercado precificou de vez que o Banco Central conservará o ritmo de corte dos juros básicos no próximo mês, em meio ao cenário de inflação e atividade econômica fracas, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central nesta segunda-feira. O levantamento, que escuta cerca de uma centena de economistas todas as semanas, mostrou que a Selic tem que ir a 8,25 por cento em setembro, sobre 8,38 por cento esperados até então, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária do BC. A mediana das expectativas continuou mostrando que a taxa de juros vai fechar este ano a 7,50 por cento, platô que tem que permanecer até o fim de 2018. No fim do mês passado, o Copom diminuiu a taxa básica de juros em 1 ponto percentual, para os atuais 9,25 por cento, e sinalizou que deve conservar o ritmo no curto prazo. Ainda que as expectativas sobre a alta do IPCA subiram ligeiramente para este ano, o Focus mostrou , a 3,50 por cento, ante 3,45 por cento, permanecendo em 4,20 por cento em 2018. Nos dois casos, as contas continuaram abaixo do piso da meta oficial de inflação, de 4,5 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Faz 1 mês, a inflação voltou a ganhar algum impulso, em julho, mas ainda dando conforto para que o BC continue no seu percurso de diminuição dos juros básicos. O IPCA subiu 0,24 por cento no mês passado, acima do esperado e puxado pelos custos maiores de energia elétrica e dos combustíveis. No acumulado de 12 meses, subiu 2,71 por cento. Para a atividade econômica, os economistas conservaram a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto deste ano a 0,34 por cento, depois de dois anos seguidos de recessão, e a 2 por cento em 2018. No entanto, passaram a ver melhor performance para a produção industrial, com expansão de 1,03 por cento neste ano, ante 0,81 por cento antes. Para 2018, no entanto, as contas recuaram um pouco, com crescimento esperado de 2,01 por cento, frente a 2,06 por cento.

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Economia de Brasil progride 0,25% no segundo trimestre

Por: SentiLecto

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– Em mais um sinal de recomeçada, a economia de Brasil aumentou 0,25% no segundo trimestre deste ano, nas contas do Banco Central, frente ao primeiro trimestre. Após a divulgação de dados setoriais mais favoráveis, os economistas passaram a revisar as suas apostas de uma queda no trimestre para algo no campo positivo. Os dados oficiais do IBGE só serão conhecidos mês que vem. Nesta quinta-feira, o Banco Central divulgou o seu cálculo próprio, o IBC-Br. Faz 2 meses, o indicador de atividade ficou em junho. Pelos cálculos do IBGE, a economia de Brasil voltou a ficar no azul no primeiro trimestre após dois anos. O Produto Interno Bruto registrou alta de 1% no primeiro trimestre, na comparação com os últimos três meses do ano passado, influído principalmente pela boa performance da agropecuária. O BC instituiu ICB-Br O IBC-Br para ser uma referência de a conduta de a atividade econômica que sirva para orientar a política de controle de a inflação por o Comitê de Política Monetária , uma vez que o dado oficial de o Produto Interno Bruto é divulgado por o IBGE com defasagem em torno de três meses. Tanto o IBC-Brquanto o PIB são indicadores que medem a atividade econômica, mas têm diferenças na metodologia. Esse indicador do BC leva em conta trajetória de variáveis consideradas como bons indicadores para a performance dos setores da economia . Calcula-se o pib já pelo ibge a partir da soma de os bens e serviços produzidos em a economia. Pelo lado da produção, considera-se a agropecuária os serviços, além dos impostos. A agropecuária é a indústria. Já dados de o consumo de as famílias consumo de o governo e investimentos , computa dados de o consumo de as famílias , consumo de o governo e investimentos , além de exportações e importações.

– Numa semana de poucos indicadores econômicos importantes, o mercado vai estar de olho em sinais de retomada da recuperação da economia de Brasil. Na quinta-feira, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central , uma prévia do Produto Interno Bruto , tem que mostrar estabilidade ou leve alta em junho. Em 10 meses, os investidores vão analisar outro dado que é a Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE que será divulgada em a terça. A estimativa é de alta, depois de um recuo de 0,1% em maio. SEGUNDA-FEIRA, 14 DE AGOSTO Economia chinesa – Serão divulgados importantes indicadores econômicos da China, como vendas no varejo de julho e produção industrial . TERÇA-FEIRA, 15 DE AGOSTO Vendas no Varejo – O IBGE divulga as vendas no varejo referentes ao mês de junho e a expectativa do mercado é de alta de 0,4%. O número anualizado tem que subir a 2,7%, mostrando que o comércio começa a recomeçar alento. QUARTA-FEIRA, 16 DE AGOSTO IGP-10 e IPC-S – Os índices calculados pela Fundação Getúlio Vargas devem mostrar que a inflação continua sob controle em agosto. Para o IGP-10 a expectativa é de deflação de 0,05% em relação a julho. Já o IPC-S, que ficou em 0,41% na semana passada, não tem que ter um repique. QUINTA-FEIRA, 17 DE AGOSTO IBC-Br – O índice do Banco Central, que é uma prévia do PIB, deve mostrar estabilidade ou leve crescimento em junho, sinalizando que a economia começa sua recomeçada. Faz 3 meses, o IBC-Br caiu %0,51 e em o ano exibe alta de %1,40, em o mês de maio. SEXTA-FEIRA, 18 DE AGOSTO IGP-M – O índice de inflação que regula a ampliação dos aluguéis deve mostrar queda de 0,71%, segundo as previsões do mercado, na segunda prévia do mês de agosto.- O mercado precificou de vez que o Banco Central conservará o ritmo de corte dos juros básicos no próximo mês, em meio ao cenário de inflação e atividade econômica fracas, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central nesta segunda-feira. O levantamento, que escuta cerca de uma centena de economistas todas as semanas, mostrou que a Selic tem que ir a 8,25 por cento em setembro, sobre 8,38 por cento esperados até então, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária do BC. A mediana das expectativas continuou mostrando que a taxa de juros vai fechar este ano a 7,50 por cento, platô que tem que permanecer até o fim de 2018. No fim do mês passado, o Copom diminuiu a taxa básica de juros em 1 ponto percentual, para os atuais 9,25 por cento, e sinalizou que deve conservar o ritmo no curto prazo. Ainda que as expectativas sobre a alta do IPCA subiram ligeiramente para este ano, o Focus mostrou , a 3,50 por cento, ante 3,45 por cento, permanecendo em 4,20 por cento em 2018. Nos dois casos, as contas continuaram abaixo do piso da meta oficial de inflação, de 4,5 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Faz 1 mês, a inflação voltou a ganhar algum impulso, em julho, mas ainda dando conforto para que o BC continue no seu percurso de diminuição dos juros básicos. O IPCA subiu 0,24 por cento no mês passado, acima do esperado e puxado pelos custos maiores de energia elétrica e dos combustíveis. No acumulado de 12 meses, subiu 2,71 por cento. Para a atividade econômica, os economistas conservaram a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto deste ano a 0,34 por cento, depois de dois anos seguidos de recessão, e a 2 por cento em 2018. No entanto, passaram a ver melhor performance para a produção industrial, com expansão de 1,03 por cento neste ano, ante 0,81 por cento antes. Para 2018, no entanto, as contas recuaram um pouco, com crescimento esperado de 2,01 por cento, frente a 2,06 por cento.- A piora nas metas fiscais para os próximos anos não gerará efeito negativo na atividade econômica brasileira ou reverter as expectativas de recuperação gradual, algo que ocorrerá se o governo não conseguir levar adiante a reforma da Previdência, essencial para o ajuste das contas públicas. “A reação do mercado foi, como esperado, conservar a complacência com a crise fiscal e seu José Francisco Gonçalves que vê o Produto Interno Bruto do país aumentando 0,4 por cento neste ano e 1,7 por cento em 2018. José Francisco Gonçalves é o economista-chefe do banco Fator. José Francisco Gonçalves é o economista-chefe do banco Fator. Caso o Congresso Nacional não aprove medidas impopulares que foram exibidas para restringi o rombo, na véspera, o governo anunciou novas e maiores metas de déficit primário, que vão subir a 159 bilhões de reais neste e no próximo ano, confirmando a tendência de danificação das contas públicas, que pode ser ainda pior e ampliar as receitas. Entre elas, a reoneração da folha de pagamento de companhias e a elevação da contribuição previdenciária por funcionários públicos. Diante da piora das contas públicas revelada pelo próprio governo, a aprovação da reforma da Previdência ficou ainda mais imprescindível agora, segundo os experts consultados pela Reuters. Não só porque auxiliará a controlar as contas públicas, mas também conservará o percurso livre para o Banco Central continuar diminuindo a taxa básica de juros e, assim, baratear o crédito e animar o consumo e investimentos. Se não ser aprovada, vai trazer a percepção de risco crescente para o novo regime fiscal em 2018, no meio de uma votação bastante conturbada, o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale declarou: “A preocupação maior é com a reforma da Previdência que “. De acordo com o último relatório Focus do Banco Central, que colhe a avaliação de uma centena de analistas todas as semanas, a expectativa é que a Selic –hoje em 9,25 por cento– conclua este ano em 7,50 por cento e permaneça nesse platô em 2018. Para o PIB, depois de dois anos seguidos de recessão, a expectativa é de alta de 0,34 e 2 por cento em 2017 e 2018, respectivamente. “Você limpa o principal risco econômico que existe hoje,, se você conseguir bancar as reformas que é de a dívida ficar impagável. Dessa maneira, o juro pode cair mais e de maneira sustentável, o que significa mais crescimento sem gerar inflação”, alegou o economista do banco Itaú, Pedro Schneider. A economia de Brasil também tem a seu favor agora o bom momento do mercado internacional, que restringe a visão mais pessimista sobre a situação fiscal. A economia global tem aumentado acima das expectativas, o que torna maior o apetite por riscos e favorece economias emergentes, como a brasileira. “O mercado está anestesiado pelas condições externas favoráveis, mas a questão é que quando esse movimento continuará, não sabemos até”, alegou a economista e sócia da consultoria Tendências, Alessandra Ribeiro.

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Sindicatos desejam ir à Justiça contra ajuste fiscal

Por: SentiLecto

E BRASÍLIA – Após o governo anunciar uma série de mudanças que afetam as normas do funcionalismo público, sindicatos de servidores começaram a se demonstrar. Já há casos de entidades dispostas a levar a questão à Justiça, como a Federação Nacional dos Policiais Federais , ou mesmo prometer greve e manifestações, como a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal . As principais críticas são ao deferimento do reajuste salarial e aa ampliação da contribuição previdenciária que, na avaliação da entidade, encarna uma diminuição indireta de salário. Segundo Flavio Werneck, que também já teme pela ampliação prevista para 2019, vice-presidente da Fenapef, a entidade acionou o setor jurídico para estudar as chances de contestar as medidas, assim que elas se concretizarem . A estratégia tem que ser protocolar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal e uma ação em primeira instância, para tentar garantir uma medida liminar, de urgência, que impeça as mudanças. A categoria tinha dois reajustes calculados nos próximos dois anos, ambos de 5%. A medida posterga em um ano o reajuste de 2018, mas — O que mais deixa o policial federal abismado é a situação da redução indireta do salário. Quando se sobe uma alíquota de 11% para 14%. A alíquota de aposentadoria do militar é de 7,5% — realça o sindicalista. A Proifes também criticou as mudanças , federação que encarna os professores de instituições federais de o Ensino Superior e de o Ensino Básico Tecnológico e Técnico. A entidade criticou principalmente a ampliação da alíquota e a reorganização de posições. Segundo o presidente da federação, Eduardo Rolim, não há reajuste calculado para 2018. — Não compreendi por que fomos incluídos nesse anúncio. Acabamos de assinar um acordo no final de 2015, que entra em forcita exatamente hoje. O governo faz toda a negociação conosco. Não compreendo desejar rediscutir carreira agora, na medida em que acabou de ter uma reorganização de carreira — declarou Rolim, que avalia que é cedo para mover ações na Justiça, já que a proposta não foi protocolada ainda. Werneck, do sindicato da PF, também criticou o plano de reorganização, principalmente o que calcula a diminuição de salários iniciais. Ele alegou que a categoria já tinha um plano em análise, que calcula o ingresso único na corporação, o que diminuiria os salários. Hoje, é possível ingressar na PF em posições de chefia, com rendimentos na faixa de R$ 20 mil. A medida defendida pelo sindicato calcula que todos entrem na base, com salários na ordem de R$ 10 mil, em média. — Essa restrição de valores tira a atratividade da carreira de policial federal, sim. Pela proposta, um de Polinesia Francesa federal deveria ingressar com um salário de R$ 5 mil, metade do salário do que recebe na base. Se fosse feito um plano de carreira com meritocracia, de qualquer maneira, acredito que com semelhança às melhores carreiras pde Polinesia Francesamundo afora, isso daria para ser contemporizado — aalegaEm nota, o Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado, que reúne carreiras de administração, como funcionários do Banco Central, e auditores da Receita Federal, também criticou a medida. “Sem desconhecer a séria crise por que passa o Brasil, as entidades que compõem o Fonacate compreendem que a precariedade das contas públicas do Governo de Brasil deve ser atribuída às suas reais justificativas. Ao mesmo tempo em que anuncia o “pacote de maldades” ao funcionalismo público, o Governo trabalha no Congresso Nacional para a aprovação de um perdão de dívidas de cerca de R$ 543 bilhões, por meio do novo Programa de Refinanciamento de Dívidas , a criação de um fundo para financiamento de campanhas eleitorais de R$ 3,7 bilhões e a liberação de bilhões em emendas parlamentares”, alega o documento. A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal também se demonstrou e já promete greves, manifestações e pressão no Congresso Nacional contra as medidas que atingem os funcionários públicos. — Nós não consentimo com essa política, que concentra a renda a alarga a faixa de empobrecimento no país. Nós vamos combater com todos os trabalhadores e categorias juntados. A nossa pressão é no Congresso Nacional, nas ruas, e faremos greve dentro dos órgãos públicos contra as medidas. Essa nossa reação vai misturar todas as atividades. O que couber ação na Justiça, também faremos — declarou o diretor da Condserf, Valter Cezar Dias. Todas as medidas que atingem os servidores públicos precisam passar pelo Congresso Nacional antes de entrar em forcita. O objetivo do governo com o arrocho é enxugar despesas para conter o déficit nas contas públicas, que vai chegar a R$ 159 bilhões em 2017 e 2018. — O governo não conseguiu as receitas que programou, inclusive padecendo derrotas no Congresso, a economia não aumentou na maneira como eles declararam. Agora vem para cima dos servidores, que é a parte mais fraca desse elo. São medidas de desmonte do Estado, que fecharão a porta da gestão pública e partir para cima do servidor. E faz tudo isso na parte mais fraca, que são os servidores do Executivo — alegou Valter Cezar.

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