Dólar sobe a R$3,25 com exterior e após governo desistir de Previdência

Por: SentiLecto

– O dólar fechou em alta e de volta ao platô de 3,25 reais nesta terça-feira, acompanhando a cena externa e um dia depois de o governo ter jogado a toalha sobre a reforma da Previdência, considerada essencial para colocar as contas públicas em ordem. O dólar progrediu 0,63 por cento, a 3,2555 reais na venda, depois de fechar a véspera em alta de 0,43 por cento. Na mínima da sessão, a moeda norte-americana marcou 3,2397 reais e, na máxima, 3,2577 reais. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,50 por cento no final da tarde. Ricardo Gomes da Silva ao mencionar os câmbios “comportados” e a sintonia com o cenário externo neste pregão alegou: “O mercado já esperava o funeral da reforma”. Ricardo Gomes da Silva é o superintendente da Correparti Corretora. Faz 1 mês, em a véspera, o governo oficializou que não vai votar a reforma de a Previdência agora, como era calculado, sob a justificação de o decreto de intervenção federal em o Rio Como paliativo, anunciou um conjunto de medidas econômicas, boa parte já em tramitação no Congresso, numa tentativa de reafirmar o compromisso com o equilíbrio fiscal. “O pacote é inofensivo. O governo tenta jogar alguma migalha para o mercado com as medidas, que igualmente terão que ser aprovadas pelo Congresso”, adicionou Gomes da Silva, ao recordar da falta de suporte para passar a Previdência. Entre as medidas, estão a privatização da Eletrobras e a reoneração da folha de pagamentos. Dentro da equipe econômica, no entanto, há avaliações de que esses projetos dificilmente serão aprovadas neste ano. “O governo não instituiu uma pauta nova. Só anunciou novamente. Não faz custo”, alegou Bruno Foresti adicionando que ampliam as expectativas de possível novo rebaixamento da nota do BrasiBruno Foresti adicionando que ampliam as expectativas de possível novo rebaixamento da nota brasileiras por agências de rating. Bruno Foresti é o administrador da mesa de cotação do banco Ourinvest. Bruno Foresti é o administrador da mesa de cotação do banco Ourinvest. A trajetória de alta da divisa norte-americana no mercado local acompanhou a cena externa, onde o dólar dava permanência à recuperação da mínima de três anos contra a cesta de moedas, tendo recuperado 1,5 por cento desde sexta-feira diante da visão de que dteria que passarpor uma correção após fortes vendas nas últimas semanas. O dólar também subia ante moedas de países emergentes, como o peso mexicano e a lira de Turquia. O Banco Central brasileiro vendeu integralmente a oferta de até 9.500 contratos de swap cambial tradicional –equivalentes à venda futura de dólares– para rolagem do vencimento de março. Desta forma, já rolou 3,8 bilhões de dólares do total de 6,154 bilhões de dólares que vencem no mês que vem. Conservado esse volume diário até o final do mês e vendendo os lotes todos, vai rolar integralmente os swaps que vencem agora.

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Pressão sobre rating soberano brasileiro reflete fracasso em aprovar Previdência, declara Fitch

Por: SentiLecto

– O fracasso em aprovar a reforma da Previdência é um dos pontos que pressionam para o rebaixamento do rating soberano brasileiro, declarou a diretora-sênior da agência de classificação de risco Fitch em comunicado. A diretora-sênior da agência de classificação de risco Fitch é shelly Shetty. O comunicado declara: “A pressão para baixo no rating soberano brasileiro continua refletindo os altos déficits fiscais, o aumentado e crescente peso da dívida e o fracasso em aprovar a reforma da previdência, que contribuiria para diminuir as pressões estruturais sobre as despesas”.

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Venda de aço plano por distribuidores no Brasil sobe 19% em janeiro, declara Inda

Por: SentiLecto

– Faz 1 mês, a venda de aço plano por distribuidores brasileiros subiu 18,8 por cento ante mesmo fase de o ano passado, e progrediu 24,4 por cento ante dezembro, alegou nesta terça-feira a associação que encarna o setor, Inda. Faz 1 mês, os distribuidores venderam 283,8 mil toneladas de aço plano, segundo os dados de a entidade. Faz 2 meses, com isso, os estoques caíram 3,6 por cento ante dezembro, para 868,5 mil toneladas, equivalente. O Inda estimou que em fevereiro as vendas de aço plano por distribuidores caiam cerca de 15 por cento ante janeiro, diante de um número menor de dias úteis. Faz 2 meses, já as compras de aço plano por os distribuidores subiram 0,7 por cento em a comparação anual e 13,9 por cento ante dezembro, para 251,8 mil toneladas. Faz 1 mês, já as importações concluíram com queda de 5,2 por cento em a comparação anual, mas alta de 41,7 por cento em relação a dezembro, a 118,2 mil toneladas.

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Importações de fertilizantes pelo Brasil caem 25% em janeiro, declara Anda

Por: SentiLecto

– As importações de fertilizantes intermediários pelo Brasil em janeiro alcançaram 1,75 milhões de toneladas, uma queda de 25 por cento na comparação com o mesmo mês de 2017, informou a Associação Nacional para Difusão de Adubos nesta terça-feira. As entregas de fertilizantes ao consumidor final brasileiro adicionaram 2,44 milhões de toneladas no primeiro mês deste ano, volume 6,4 por cento menor do que em janeiro de 2017, informou a associação.

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