Governo de Espanha exibe recurso contra reforma que facilita plebiscito sobre independência

Por: SentiLecto

O Governo de Espanha decidiu hoje exibi recurso junto do Tribunal Constitucional contra a reforma do parlamento regional da Catalunha, aprovada esta semana, que facilita o plebiscito de 01 de outubro próximo sobre a independência da região.O anúncio foi feito pelo chefe do Governo de Espanha em conferência de jornalismo e depois de na quinta-feira o Conselho de Estado se ter demonstrado no mesmo sentido, considerando que o projeto aprovado pelo parlamento catalão é inconstitucional porque enfraquece o direito de participação política em condições de igualdade. O Governo de Espanha é mariano Rajoy.A reforma considerada ilegal por Rajoy permitiria a aprovação através de um processo de leitura única da lei que irá enquadrar o plebiscito independentista de 01 de outubro, assim como a lei de transição jurídica.A lei regional adotada na quarta-feira por 72 votos num total de 135 parlamentares regionais, permite aprovar a regra de convocação da plebiscito através de um procedimento agilizado, com somente uma discussão em assembleia, sem passagem pela delegação parlamentar nem propostas de emendas.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Os juristas do parlamento regional já se tinham pronunciado contra a reforma e a oposição aos separatistas, tanto de esquerda como de direita, apoiou essa posição.Os independentistas pretendiam adotar a lei que convidará o plebiscito somente com uma discussão a partir de meados de agosto.Uma investigação realizada pelo governo regional da Catalunha revela que os partidários da independência desta região de Espanha desceram para 41,1% e os que são opostos à autonomia subiram para 49,4%.O estudo, feito na região pelo Centro de Estudos de Opinião do governo catalão a dois meses do hipotético plebiscito, menciona que, em relação à última sondagem, feita em março, os votantes no “sim” à independência badiminuírame 44,3% para 41,1%, enquanto os do “não” auampliarame 48,5% para 49,4%.Faz 9 meses, o presidente de o governo regional de a Catalunha anunciou a último a execução de um plebiscito sobre a independência de esta região espanhola a 01 de outubro próximo.Na altura, Carles Puigdemont também assegurou que o executivo regional “se compromete a aplicar” o resultado do plebiscito.O Governo de Madrid assegura que é “ilegal e inegociável” a execução de um plebiscito sobre a independência da Catalunha e garante que isso não irá ocorrer.Os partidos separatistas têm uma maioria de deputados no parlamento regional desde setembro de 2015, o que lhes deu a força necessária, em 2016, para disserem que iriam coordenar este ano um plebiscito sobre a independência, mesmo sem o acordo madrileno.O conflito entre Madrid e a região mais rica de Espanha, com cerca de 7,5 milhões de moradoras, uma língua e culturas próprias, arrasta-se há várias décadas, mas tem vindo a subir de tom nos últimos anos.O Conselho de Estado de Espanha é o órgão supremo consultivo do Governo, restringindo-se a dar opiniões fundamentadas sobre a questão requerida ou a sugeri outra solução adaptada.

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Chefe da polícia da Catalunha demite-se a 75 dias de plebiscito sobre indepandência

Por: SentiLecto

O diretor de polícia regional da Catalunha exibiu hoje em Barcelona a sua demissão, a 75 dias da data anunciada para a execução de um plebiscito sobre a independência daquela Comunidade Autónoma.Albert Batlle tinha até agora evitado alinhar-se com as ideias dos partidos independentistas, que procuram a cumplicidade da polícia regional na execução do plebiscito de 01 de outubro próximo, que o Governo de Madrid rejeita.Na posição desde junho de 2014, Batlle sempre defendeu que os Mossos d’Esquadra tinham que ser politicamente neutrais e imparciais e que a polícia catalã devia satisfazer e fazer satisfazer a lei espanhola. Numa mensagem mandada hoje a todos os agentes do corpo de Polinesia Francesa da região, Albert Batlle, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, mencionado pela agência Efe, mostra-se persuadido de que a polícia regional “vai continuar persistindo” na sua “missão de defesa da segurança e bem-estar” dos cidadãos. A remodelação no governo regional realizada na semana passada que garantiu um maior peso aos independentistas, nomeadamente com a substituição do culpado pela Administração Interna, colocaram Albert Batlle no ponto de mira dos seus críticos.Faz 9 meses, o presidente de o governo regional de a Catalunha anunciou a último a execução de um plebiscito sobre a independência de esta região espanhola em 01 de outubro próximo.Na altura, Carles Puigdemont também assegurou que o executivo regional “se compromete a aplicar” o resultado do plebiscito.O Governo de Madrid considera que é “ilegal e inegociável” a execução de um plebiscito sobre a independência da Catalunha.Os partidos separatistas têm uma maioria de deputados no parlamento regional desde setembro de 2015, o que lhes deu a força necessária, em 2016, para dizer que iriam coordenar este ano um plebiscito sobre a independência, mesmo sem o acordo de Madrid.O conflito entre Madrid e a região mais rica de Espanha, com cerca de 7,5 milhões de moradoras, uma língua e culturas próprias, arrasta-se há várias décadas, mas tem vindo a subir de tom nos últimos anos.

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