Ciclone Gita semea o caos no arquipélago de Tonga

Por: SentiLecto

Com chuva intensa e ventos superiores a 200 quilómetros por hora, a passagem do ciclone Gita no arquipélago de Tonga, no Pacífico sul, provocou um número indeterminado de feridos na última noite. Várias casas ficaram arruinadas e nem mesmo o Parlamento deste reino independente fugiu à fúria do ciclone de categoria 4. Ainda, assim, não há para já registo de vítimas fatais.

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Papa pede esperança em visita em área devastada por inundação no Peru

Por: SentiLecto

TRUJILLO, Peru – O papa Francisco, visitando uma área no Peru devastada no ano passado por fortes chuvas ligadas às mudanças climáticas e atormentada pela violência de gangues, pediu às pessoas que não perdessem a esperança.

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Havaí manda por engano alarme sobre ataque de mísseis e causa pânico

Por: SentiLecto

Os habitantes do Havaí receberam na manhã deste sábado uma mensagem de alerta do serviço de emergência do arquipélago advertindo que a região estava sob um ataque de mísseis e pedindo que a população procurasse alojamento. Só que a informação era falsa.

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Sirenes de ataque nuclear voltam a rasgar tranquilidade no Havai

Por: SentiLecto

O alarme de um iminente ataque militar voltou a escutar-se no Havai, o paradisíaco território ultramarino dos Estados Unidos no meio do mar. A ilha alberga o comando das forças militares de America no Pacífico e as sirenes já não se escutavam desde a Guerra Fria e da, então, ameaça nuclear russa.

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IPCA agiliza alta a 0,42% em outubro, nível mais alto em um ano, mas aquém do esperado

Por: SentiLecto

JANEIRO/SÃO PAULO – Os custos da energia elétrica pressionaram em outubro e a inflação oficial do Brasil atingiu o maior nível em pouco mais de um ano, mas o avanço foi um pouco aquém do esperado e não prejudica a trajetória de corte dos juros básicos pelo Banco Central a mínimas históricas. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo agilizou a alta a 0,42 por cento no mês passado, contra 0,16 por cento em setembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta sexta-feira. O resultado é o mais aumentado desde agosto do ano passado , mas ainda assim ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters com analista de progressão de 0,47 por cento. Faz 1 mês, com isso, a alta de o IPCA chegou a 2,70 por cento em outubro, sobre 2,54 por cento em o mês anterior, e contra expectativa de 2,75 por cento na pesquisa. Ainda permaneceu abaixo da meta do governo para o ano, de 4,5 por cento, com margem de 1,25 ponto percentual para mais ou menos. O IBGE assinalou que a principal influência de alta no índice foi a energia elétrica, cujos custos ficaram em média 3,28 por cento mais caros. Isso porque em outubro começou a valer a bandeira tarifária vermelha nível 2, a mais alta.[nL2N1MA1SM] A energia tem que voltar a afliçãozinha em novembro, diante de mudanças nas bandeiras tarifárias já aprovadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica . A ampliação de 4,49 por cento nos custos do gás de botijão no mês também pesou no bolso dos consumidores, reflexo do reajuste de 12,9 por cento nos custos refinaria. Faz 2 meses, ambos fizeram de o grupo Habitação, depois de recuar 0,12 por cento em setembro. O efeito desse grupo no IPCA todo foi de 0,21 ponto percentual no mês passado. Faz 1 mês, já os custos de os alimentos registraram deflação de 0,05 por cento, sexto mês seguido de queda em os custos. Faz 2 meses, ela havia sido de 0,41 por cento, em setembro. O administrador do IBGE para o IPCA, Fernando Gonçalves realçou: “Os alimentos também estão perdendo força e esse parece ser o fim do grande bonificações para os custos vindo da superoferta agrícola”. Mesmo com a tendência de alta no final deste ano, a inflação permanece em níveis muito baixos e conserva o percurso livre para o BC levar a Selic a mínimas históricas nos próximos meses. No mês passado, depois de diminuir a taxa para os atuais 7,5 por cento, o BC deixou claro que continuará o movimento de queda em dezembro e deixou a porta para continuar no começo de 2018. “Ainda não dá para decartar completamente a inflação abaixo do piso , mas está cada vez mais improvável”, declarou Marcio Milan calculando o IPCA a 3,2 por cento no fMarcio Milan calculando o IPCA a 3,2 por cento no fim deste ano. Marcio Milan é o analista de inflação da Tendências Consultoria. Marcio Milan é o analista de inflação da Tendências Consultoria. “O cenário para o BC continua o mesmo, independente do encerramento do IPCA, ele está olhando as expectativas para 2018 e 2019, e não existe mais possibilidades de a inflação afetar a política monetária no curto prazo”, completou. A Tendências projeta mais um corte de 0,5 ponto e outro de 0,25, com a Selic concluindo 2018 a 6,75 por cento. A pesquisa Focus do BC com economistas coloca a Selic em 7 por cento no fim deste ano e também de 2018, nova mínima histórica, mas já há expectativas de que vá a 6,5 por cento em fevereiro.

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