Incêndios: Candidatura a Fundo Europeu de Solidariedade está em análise – Comissária

Por: SentiLecto

A comissária europeia para a Política Regional, Corina Cretu, declarou hoje que o pedido de Portugal de candidatura ao Fundo Europeu de Solidariedade , na sequência dos incêndios na região Centro, já está a ser avaliado.Hoje a comissária, destacando ter recebido na segunda-feira ao fim do dia a candidatura de Lisboa. declarou: “Iniciámo hoje a avaliar o pedido e devemo ver exatamente se todos os preços são tecnicamente elegíveis, há toda uma série de procedimentos a respeitar para se poder beneficiar do fundo de solidariedade”.”Estou completamente aberta a modificar depressa, se os orçamentos não forem suficientes no âmbito do FES o fase de programação dos fundos”, adicionou, em conferência de jornalismo. O Governo português, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, submeteu na segunda-feira à Comissão Europeia o pedido de ativação do Fundo Europeu de Solidariedade na sequência dos incêndios que atingiram a região Centro em junho, ddeclarouà Lusa fonte do Ministério do Planeamento e das Infraestruturas. Segundo a fonte da salinha do ministro Pedro Marques, o pedido foi feito na segunda-feira à tarde, por via eletrónica, tendo o secretário de Estado do Desenvolvimento e Coesão, Nelson de Souza, emandadotambém uma carta formal à Comissão Europeia dando conta da submissão.O pedido refere que as perdas ascendem a 496,8 milhões de euros – 193,3 milhões referem-se a perdas diretas e os restantes 303,5 milhões a medidas de prevenção e relançamento da economia.Faz 1 mês, dois grandes incêndios iniciaram em Pedrógão Grande e Góis, tendo o primeiro provocado 64 mortos e mais de 200 feridos. Se os extinguiram uma semana depois.Estes fogos vão ter afetado aproximadamente 500 habitações, 169 de primeira habitação, 205 de segunda e 117 já devolutas. Quase 50 companhias foram também afetadas, assim como os empregos de 372 pessoas.Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos na guerrazinha às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta.

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Incêndios: Governo submete pedido de ativação do Fundo Europeu de Solidariedade

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Regional 5719, Faro a 2012

O Governo de Portugal submeteu hoje à Comissão Europeia o pedido de ativação do Fundo Europeu de Solidariedade na sequência dos incêndios que atingiram a região Centro em junho, ddeclarouà Lusa fonte do Ministério do Planeamento e das Infraestruturas.Segundo a fonte da salinha do ministro Pedro Marques, o pedido foi feito hoje à tarde, por via eletrónica, tendo o secretário de Estado do Desenvolvimento e Coesão, Nelson de Souza, emandadotambém uma carta formal à Comissão Europeia dando conta da submissão.O pedido refere que as perdas ascendem a 496,8 milhões de euros – 193,3 milhões referem-se a perdas diretas e os restantes 303,5 milhões a medidas de prevenção e relançamento da economia. Há uma semana, no dia 11, a comissária europeia para a Política Regional, Corina Cretu, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, declarou que aguardava ainda o pedido portuense para recorrer ao Fundo de Solidariedade Europeu. “As autoridades de Portugal pediram-nos para agilizar o processo, mas não podemos sequer iniciá-lo porque não recebemos nenhum pedido” formal,enfatizouu a comissária, em conferência dejornalismoa.No mesmo dia, fonte do Ministério do Planeamento e das Infraestruturas mencionou que o Governo e a Comissão Europeia deduziriam nessa semana os contactos relativos à ativação do fundo, seguindo o pedido formal após esse processo.Faz 1 mês, dois grandes incêndios iniciaram em Pedrógão Grande e Góis, tendo o primeiro provocado 64 mortos e mais de 200 feridos. Se os extinguiram uma semana depois.Estes fogos vão ter afetado aproximadamente 500 habitações, 169 de primeira habitação, 205 de segunda e 117 já devolutas. Quase 50 companhias foram também afetadas, assim como os empregos de 372 pessoas.Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos na guerrazinha às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta.

O líder do PSD respondeu hoje às adenúnciasde “aproveitamento político” do primeiro-ministro, ddeclarandoque António Costa está a instrumentalizar os incêndios de Pedrógão Grande para não prestar contas do está a fazer.”Não podemos permitir que o Governo vá instrumentalizando, que é o que vem ocorrendo, o que aconteceu de trágico [nos incêndios de junho], para depois não estar disponível para prestar contas sobre aquilo que faz, mas sobretudo o que não faz”, declarou Pedro Passos Coelho, à entrada para convenção autárquica distrital do PSD de Viana do Castelo, em Valença.Para Passos Coelho, o Governo “talvez preferisse não ter oposição”, nem que estes temas sejam debatidos publicamente, acusando ainda o executivo de “estar bastante lento a responder às necessidades das pessoas” afetadas pelos incêndios que fizeram 64 mortos e mais de 250 feridos.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O Ministério da Agricultura declara que o processo de reflorestação da região Centro vai ter que obedecer à legislação em vforcita imencionandoque esta é “condição indispensável” à obtenção de apsuporteor parte dos prdonosfetados pelos incêndios.Agência Lusa fonte da salinha do ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos.Em arantiu: “O Ministério da Agricultura está e sempre esteve atencioso às florestações e reflorestações que aprovou, apoiando exclusivamente projetos que respeitam integralmente as rnormasde gadministraçãoe ordenamento florestal”,. relação ao processo de reflorestação da região Centro, apesar de a floresta afetada pelos incêndios de junho na região Centro ser “100% de domínio privado”, o Governo realizou “um estrito processo de levantamento das perdas que afetaram os produtores agrícolas e os produtores florestais”, do qual redundou um conjunto de medidas de suporte que estão já a ser implementadas, nomeadamente medidas integradas no PDR2020 – Programa de Desenvolvimento Rural.Ministério da Agricultura, reforçando ue “o processo de reflorestação deverá obedecer à legislação em vforcita bem como aos planos de ordenamento a que a floresta está sujeita, condição indispensável à obtenção de apsuporteAgo ndicou: “No que se refere à florestação ou reflorestação, existem asuportespúblicos que ssubvencionamaté 90% dos cpreçosde investimento para os privados e até 100% para as entidades públicas, incluindo municípios”,.ra pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Em declarações à Lusa, o presidente da Câmara de Pedrógão Grande, um dos principais concelhos afetados pelos incêndios da região Centro, ddeclarouque o processo de reflorestação “está a acaminharem força”, defendendo um projeto “com cabeça, tronco e membros”.O autarca Valdemar Alves demonstrou “inteira confiança nos culpados do Governo que estão em cima do evento” e assegurou que “não é verdade que não se tenham mexido”.”Têm-se mexido e bem”, referiu.O trágico incêndio em Pedrógão Grande é “uma chance única” para construir uma floresta diferente na região, fazendo satisfazer a legislação, nomeadamente em relação às faixas de gadministraçãode combustível, aalegouo autarca.”Ou é agora ou jamais mais é, isso tem que ser satisfeito, doa a quem doer”, defendeu.Neste sentido, os donos das áreas florestais que não arderam “já caminham a cortar pinheiros à volta das casas”, porque têm receio da fiscalização ao cumprimento das faixas, revelou Valdemar Alves.Questionado sobre como é que os agricultores podem conseguir financiamento para progredir com a reflorestação, a salinha do ministro da Agricultura informou que “a maior área de repovoamento redundará da regeneração natural, que deverá ser tecnicamente governada para que a nova floresta seja ordenada”.Relativamente às operações de reflorestação, os asuportesvão ser atribuídos “mediante a apresentação de candidaturas a concursos que já se encontram abertos e a outros que entretanto vabrirão.Sobre o suporte à atividade agrícola, a tutela informou que, “além do asuporteà reposição do potencial produtivo dearruinadoexistem apsuportesara novos investimentos nas explorações no âmbito do PDR2020″.Deseja florestal”, mencionou a tutela, uma vez que a floresta afetada pelos incêndios é propriedade privada, “é aos donos que vai caber tomar resoluções e fazer alternativas empresariais deseja no domínio agrícola.O Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural estimou em “cerca de 20 milhões de euros as perdas do setor na região”, garantindo a disponibilização, através do PDR2020, dos meios necessários para apoiar todos os agricultores atingidos pelos incêndios, de acordo com as normas nacionais e comunitárias.Neste âmbito, estão já a ser desencadeados os concursos de acesso aos suportes.”O Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural concede suportes financeiros e vai definir as normas de aplicação dessas suportes por maneira a obter uma floresta ordenada e bem dirigida, com minimização do risco de incêndio”, adicionou a salinha.Sobre o desordenamento da floresta de Portugal, o Ministério da Agricultura assegurou que os problemas, “em qualquer região do país, não se prendem com falta de atenção do ministério”, mas “redundam da existência de áreas florestais bastante antigas e desordenadas, da plantação ilegal ou do desamparo de algumas zonas florestais”.Há um mês, o incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande, no distrito leiriense, provocou 64 mortos e mais de 200 feridos, e consumiu, em conjunto com o fogo de Góis, no distrito coimbrão, mais de 53.000 hectares.Faz 1 mês, Catarina Martins responsabilizou o Governo em a distribuição rápida de as assistências, europeia e de solidariedade de os portugueses, em as populações afetadas por os incêndios de junho, em Pedrógão Grande. Catarina Martins é a coordenadora do Bloco de Esquerda.A solidariedade europeia, mas também a de todo o país, deve chegar o mais depressa possível às populações”, aalegouCatarina Martins na apresentação do candidato bloquista à câmara de Odivelas nas autárquicas de 01 de outubro, Paulo Sousa.Na véspera de se indicar um mês sobre o incêndio de Pedrógão Grande, que fez 64 mortos e mais de 250 mortos, a líder bloquista admitiu que “o Estado não pode fazer tudo”.A isse.: “Mas cabe ao Governo a responsabilidade de acelerar, pedir clareza, de falar com as instituições privadas que receberam essa solidariedade de todo o país, para termos a certeza que chega da melhor forma, da forma mais justa às populações afetadas”,.gora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Incêndios: Governo vê na profissão do território o melhor corta-fogos

Por: SentiLecto

O secretário de Estado Nelson Souza, que falava na Covilhã durante a sessão de abertura do 24, considerou hoje que a profissão do território da Interior é o “melhor corta-fogos” e a melhor maneira de prevenção para evitar calamidades. Nelson Souza, que falava na Covilhã é distrito de Castelo Branco. Nelson Souza, que falava na Covilhã é distrito de Castelo Branco. Alegou: “Não tenhamos dúvidas que este objetivo de ocupar bem, de uma maneira ordenada e de uma maneira sustentável o território constitui, com certeza nenhuma, o melhor corta-fogos e a melhor prevenção para situações como a que vivemos e que assolaram tão violentamente a zona Centro”.º Congresso Anual da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional.Recordando a “coincidência” de esta iniciativa se realizar num tempo em que ainda todos lembram as graves consequências do incêndio que deflagrou no dia 17 de junho em Pedrógão Grande e que provocou 64 mortos e mais de 200 feridos, o governante também destacou a chance do acontecimento, cujas observações vão poder alegar-se como um contributo para a definição das estratégias e das políticas públicas que serão implementadas na sequência dos fogos e a nível do desenvolvimento regional.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Alegou: “O contributo que podemos dar é discutirmo a maneira como estes territórios conhecidos e denominados como de baixa densidade podem ser ocupados de maneira sustentável, racional e de uma maneira que previna situações [semelhantes]”.Nesse sentido, recordou que hoje o Conselho de Ministro decide um conjunto de suportes e ações de políticas públicas que vão ser desenvolvidas e lembrou que as mesmas vão ter um pacote financeiro total de 500 milhões de euros, a concretizar em duas etapas.A primeira implica um investimento de 200 milhões de euros e visa dar resposta imediata aas perdas e situações de urgência, de modo a “mitigar os obstáculos”.”Trata-se de acudir e repor as condições de operacionalidade e de normalidade, tanto quanto é possível, para essas pessoas”, elucidou.Segundo declarou, o plano terá ainda uma segunda período com um volume financeiro de 300 milhões de euros destinados “à mudança estrutural da maneira como se olha para a administração daqueles territórios”.Se o vai desenvolver, para o conseqüência, elucidou um projeto-piloto de medidas de prevenção e ordenamento da floresta na zona afetada pelos incêndios, mas que não se esgota nos concelhos afetados. Dele devem redundar “boas experiências” para replicar noutras regiões.Declarou: “Esse projeto-piloto vai ser acompanhado de outro processo de observação sobre o relançamento de uma base económica renovada daqueles territórios e que permita garantir o sustento e a fixação [das pessoas] e se possível a atração de novas populações para repovoar ou, pelo menos, habitar esses territórios”.De acordo com o secretário de Estado, as medidas públicas devem passar pela atração de “mais recursos humanos qualificados, de mais habilidades, de capital e de novas companhias para aqueles territórios”, mas tudo isso deverá ser feito de uma “maneira coerente”, “territorialmente enquadrada” e que saiba aproveitar e “colocar mais valor” nos recursos endógenos existentes, como os recursos florestais, agrícolas e paisagísticos.

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