Mortes: Proprietário de tradicional estúdio da Vila Madalena

Por: SentiLecto

Em 1993, com a indenização que recebeu após ser demitido da metalúrgica para a qual trabalhava, Tadeu Martinez se mudou de Taboão de Serra e investiu na reforma de um imóvel da família na rua Natingui, na Vila Madalena.

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Mortes: Caixeiro-viajante e craque no pingue-pongue

Por: SentiLecto

Poucas coisas animavam tanto Nephtali como auxiliar o pai a desatolar o carro em alguma estrada perdida do Sudeste. Durante as férias escolares, o menino acompanhava Nachum em suas andanças de Macaé a Cachoeiro do Itapemirim , vendendo canetas, isqueiros, canivetes e alicates de cutícula. Caixeiro-viajante com telhado em Olaria, no subúrbio do Rio, Nachum, que devolvia a moeda”, veio da Polônia ainda criança. Filho de um fabricante de malas, teve uma infância pobre e aprendeu a economizar desde cedo.

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Mortes: Intenso e carinhoso, advogado foi lancha e veleiro

Por: SentiLecto

Em sua autobiografia, o neurologista de Inglaterra Oliver Sacks revelou uma anotação feita por um professor de escola: “Sacks vai longe. O raciocínio de Zé, que não dava para exigir que ficasse parado, foi parecido quando resolveu trocar a lancha por um veleiro, depois de escutar a questão de um amigo: “Para onde você vai com tanta pressa?” Corpulento e vigoroso, assumia várias tarefas ao mesmo tempo e vivia atrás de aprender uma talento nova. Se movimento era inevitável, que fosse moderado.

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Mortes: Dublou Al Pacino e vilão de ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’

Por: SentiLecto

Paulo Celestino Filho, que já Morgan Freeman era moleza: a voz grave e a fala centrada combinavam com o timbre de Paulo, que não padecia para acompanhar seus movimentos labiais, ficava exausto depois de dublar Al Pacino. Faz 5 anos, a o apresentador Ronnie Von declarou : ” Ele morde o bigode, fala arranhado e tem tique”.

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Fanny Abramovich : Mortes: Pioneira na arte-educação e escritora infanto-juvenil

Por: SentiLecto

Nas histórias que contava para as filhas dormirem, o príncipe encantado de Elisa Kauffmann Abramovich era Luís Carlos Prestes e os palácios eram uma alegoria da sua visão do comunismo: moradas em que todos os moradores do reino coabitavam em igualdade e harmonia.

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